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Apresentação Oral de Português - Análise do Poema Padrão (Mensagem, de Fernando Pessoa)

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by

Catarina Ferreira

on 31 October 2013

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Transcript of Apresentação Oral de Português - Análise do Poema Padrão (Mensagem, de Fernando Pessoa)

Análise do Poema Padrão
(da obra Mensagem, de Fernando Pessoa)

Segunda Parte - Mar Português
I I I - Padrão
O esforço é grande e o homem é pequeno.

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

Este padrão ao pé do areal moreno

E para diante naveguei.


A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão sinala ao vento e aos céus

Que, da obra ousada, é minha a parte feita:

O por-fazer é só com Deus.
Conclusão
E ao imenso e possível oceano

Ensinam estas Quinas, que aqui vês,

Que o mar com fim será grego ou romano:

O mar sem fim é português.


E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma

E faz a febre em mim de navegar

Só encontrará de Deus na eterna calma

O porto sempre por achar.
Trabalho realizado por:
Catarina Rio Ferreira, 12º A, nº 5
Disciplina: Português
29.Outubro.2013
Docente: Helena Fonseca

Bibliografia
http://arquivopessoa.net/ (consultado em 25 de Outubro de 2013)
http://www.scribd.com/ (consultado em 27 de Outubro de 2013)
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/ (consultado em 24 de Outubro de 2013)
http://www.youtube.com/watch?v=-hzR9mbFhA (consultado em 26 de Outubro de 2013)
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt (consultado em 25 de Outubro de 2013)
Fernando Pessoa
Nasceu em 1888, em Lisboa
África do Sul - 9 anos
Tímido, mas com imaginação
17 anos: voltou a Lisboa - Curso Superior de Letras
Traduções e redacção de cartas; colaboração em revistas
Líder activo do Modernismo
Interesse pelos estudos herméticos e ocultistas, e pela astrologia
Várias personalidades
Morreu em 1935, em Lisboa
3. Capa da Obra Mensagem, de Fernando Pessoa
(retirado de: http://static.fnac-static.com/)
A OBRA
Porque foi escrita?
Única obra integral em português de Fernando Pessoa publicada em vida (1934)
Concretização do "Super-Camões"
Participação num concurso - "Prémio Antero de Quental"
Simbologia e Constituição da Obra
Hermético
V Império
Números
2ª Parte - Mar Português
Análise Externa
O esforço é grande e o homem é pequeno.

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

Este padrão ao pé do areal moreno

E para diante naveguei.


A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão sinala ao vento e aos céus

Que, da obra ousada, é minha a parte feita:

O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano

Ensinam estas Quinas, que aqui vês,

Que o mar com fim será grego ou romano:

O mar sem fim é português.


E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma

E faz a febre em mim de navegar

Só encontrará de Deus na eterna calma

O porto sempre por achar.
O esforço é grande e o homem é pequeno.

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

Este padrão ao pé do areal moreno

E para diante naveguei.


A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão sinala ao vento e aos céus

Que, da obra ousada, é minha a parte feita:

O por-fazer é só com Deus.
Diogo Cão
Navegador português do século XV
Viagens de reconhecimento da costa ocidental africana
Figuras de Estilo
O esforço é grande e o homem é pequeno.

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

Este padrão ao pé do areal moreno

E para diante naveguei.


A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão sinala ao vento e aos céus

Que, da obra ousada, é minha a parte feita:

O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano

Ensinam estas Quinas, que aqui vês,

Que o mar com fim será grego ou romano:

O mar sem fim é português.


E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma

E faz a febre em mim de navegar

Só encontrará de Deus na eterna calma

O porto sempre por achar.
Análise Interna
O esforço é grande e o homem é pequeno.

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

Este padrão ao pé do areal moreno

E para diante naveguei.


A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão sinala ao vento e aos céus

Que, da obra ousada, é minha a parte feita:

O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano

Ensinam estas Quinas, que aqui vês,

Que o mar com fim será grego ou romano:

O mar sem fim é português.


E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma

E faz a febre em mim de navegar

Só encontrará de Deus na eterna calma

O porto sempre por achar.
1. Fernando Pessoa
(retirado de: http://upload.wikimedia.org/)
2. Autobiografia de Fernando Pessoa
(retirado de: http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/fileadmin/CASA_FERNANDO_PESSOA/Imagens/Casa/NI.pdf)
O Título Mensagem
4. Significados do Título da Obra Mensagem (retirado de: http://purl.pt/)
Brasão
Nascimento
Estrutura Tripartida
Mar Português
Vida
O Encoberto
Morte
5. Brasão Português (retirado de: http://1.bp.blogspot.com/)
6. Os Descobrimentos (retirado de: http://1.bp.blogspot.com/)
7. D. Sebastião (retirado de: http://upload.wikimedia.org/)
Realização da Pátria
Apogeu nos Descobrimentos
Desconhecido
Impossível
Possessio maris
12 poemas
8. Os Signos de Zodíaco (retirado de: https://lh5.googleusercontent.com)
Padrão
A

B

A

B
C

D

C

D
E

F

E

F
G

H

G

H
E ao imenso e possível oceano

Ensinam estas Quinas, que aqui vês,

Que o mar com fim será grego ou romano:

O mar sem fim é português.


E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma

E faz a febre em mim de navegar

Só encontrará de Deus na eterna calma

O porto sempre por achar.
9. Padrão de Diogo Cão (retirado de: http://upload.wikimedia.org/)
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