Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

mm

No description
by

d b

on 26 March 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of mm

Daniela Barbosa
daniela-barbosa@hotmail.com Comunicação na Interação com o Utente, Cuidador e/ou Família - 50H Comunicação na Interação com o Utente, Cuidador e/ou Família PARA REFLECTIR... COMUNICAÇÃO A comunicação é um processo de passar informação e compreensão de uma pessoa para outra, sendo um fenómeno dinâmico, em que os acontecimentos e as relações agem uns sobre os outros, cada um influenciando os demais. O que se entende por comunicar/comunicação? é algo inato e universal
é essencial à vida humana
é espontanêo A comunicação na interação com indivíduos em situações de vulnerabilidade Vulnerabilidade mulheres
idosos
crianças suscetível a ser ferido, ofendido, frágil,incapaz de algum ato Exercício

Comunicação Verbal e não verbal
Proposta de trabalho nº1 ESCUTA ACTIVA Quando te peço para me escutares e tu começas a dar-me conselhos, não fazes o que te peço.
Quando te peço para me escutares e tu começas a dizer-me que não teria que me sentir assim, não respeitas os meus sentimentos.
Quando te peço para me escutares e tu sentes o dever de fazer algo para resolver o meu problema, não respondes às minhas necessidades.
Escuta-me!
Tudo o que te peço é que me escutes, não fales, nem faças.
Escuta-me apenas.
Aconselhar é fácil. Mas eu não sou um incapaz. Estou desanimado e com dificuldade, mas eu não sou um inútil.
Quando tu fazes por mim aquilo que eu poderia fazer e que não necessito, não fazes mais que contribuir para a minha insegurança.
Mas quando aceitas simplesmente, o que sinto pertence-me, mesmo que seja irracional, então não tenho que tentar fazer-te entender, mas antes começar a descobrir o que existe dentro de mim.
O´Donnell, 1989 EXERCÍCIO Nas imagens apresentadas em seguida indique que tipo de barreira à comunicação está implicita O processo de comunicação é dinâmico e constante resumindo-se em quatro distintas fases:

O que pretendemos dizer;
O que dizemos;
O que o interlocutor escuta;
O que o interlocutor compreende.

Aquilo que o emissor pretende comunicar deve ser exactamente igual ao que comunica.
O que o receptor ouviu deve ser exactamente igual ao que o emissor pretendia comunicar.
Aquilo que o receptor compreendeu deve ser exactamente igual ao que o emissor comunicou. A comunicação na interação com indivíduos com alterações de comportamento ESTUDO CASO apresentar caso de situação problema em que conste agressividade Como resolveria ou contornaria esta situação? ALTERAÇÕES DE COMPORTAMENTO agressividade agitação conflito IMPORTÂNCIA DO AUTOCONTROLO TRABALHO DE GRUPO Estratégias para lidar com a Agressividade, Agitação, Conflito. Enumere alguns sinais ou traços que caracterizam uma pessoa agressiva, agitada e conflituosa. A comunicação na interação com indivíduos com alterações ou perturbações mentais Um aspeto muito importante a ter em conta nos doentes com perturbações mentais é a alteração da sua capacidade de comunicação, o que pode tornar a comunicação com estes doentes um desafio A comunicação na interação com o utente com alterações sensoriais A comunicação na interação com o utente com alterações sensoriais deficiência auditiva deficiência visual surdocegueira Comunicação e Interculturalidade em saúde Barreiras interculturais na comunicação - Mitos e factos sobre saúde e (i)migração A comunicação e o género em saúde Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão direta TAREFAS DESEMPENHADAS PELO TÉCNICO/A AUXILIAR DE SAÚDE O técnico auxiliar de saúde tem com funções:

Auxiliar sob orientações dO técnico auxiliar de saúde:

Na prestação de cuidados de saúde aos utentes,

Na recolha e transporte de amostras biológicas,

Na limpeza, higienização e transporte de roupas, materiais e equipamentos,

Na limpeza e higienização dos espaços e no apoio logístico e administrativo das diferentes unidades e serviços de saúde. Auxiliar na prestação de cuidados aos utentes, de acordo com orientações do enfermeiro:

Ajudar o utente nas necessidades de eliminação e nos cuidados de higiene e conforto de acordo, com as orientações do enfermeiro;
Auxiliar o enfermeiro na prestação de cuidados de eliminação, nos cuidados de higiene e conforto ao utente e na realização de tratamentos a feridas e úlceras;
Auxiliar o enfermeiro na prestação de cuidados ao utente que vai fazer, ou fez, uma intervenção cirúrgica;
Auxiliar nas tarefas de alimentação e hidratação do utente, nomeadamente na preparação de refeições ligeiras ou suplementos alimentares e no acompanhamento durante as refeições;
Executar tarefas que exijam uma intervenção imediata e simultânea ao alerta do técnico auxiliar de saúde;
Auxiliar na transferência, posicionamento e transporte do utente, que necessita de ajuda total ou parcial, de acordo com orientações do técnico auxiliar de saúde. Auxiliar nos cuidados post-mortem, de acordo com orientações do técnico auxiliar de saúde. Assegurar a limpeza, higienização e transporte de roupas, espaços, materiais e equipamentos, sob a orientação de profissional de saúde: Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sozinho O técnico auxiliar de saúde, para além das tarefas anteriormente descritas, possui um conjunto de outras que realiza sem a supervisão de um profissional de saúde:

Assegurar atividades de apoio ao funcionamento das diferentes unidades e serviços de saúde:
Efectuar a manutenção preventiva e reposição de material e equipamentos;
Efetuar o transporte de informação entre as diferentes unidades e serviços de prestação de cuidados de saúde;
Encaminhar os contactos telefónicos de acordo com normas e/ ou procedimentos definidos;
Encaminhar o utente, familiar e/ou cuidador, de acordo com normas e/ ou procedimentos definidos COMUNICAÇÃO TOTAL Define-se como uma filosofia que requer a incorporação de modelos
auditivos, manuais e orais para assegurar a comunicação eficaz entre as pessoas com surdez.
Defende a utilização de qualquer recurso linguístico, seja a língua de sinais, a linguagem oral ou códigos manuais, para propiciar a comunicação com as pessoas com surdez.
A Comunicação Total valoriza a comunicação e a interação e não apenas a língua. Ambas são importantes e complementam-se NÃO-VERBAL FALA/ESCRITA VERBAL Dois tipos de comunicação COMO COMUNICAMOS Apresente alguns exemplos de comunicação não verbal BARREIRAS A COMUNICAÇÃO fatores inibidores da COMUNICAÇÃO Relembrando situações comunicacionais por si vivênciadas enumere algumas barreiras à comunicação Fala uma linguagem que não é entendida pelo interlocutor/audência de linguagem; Utilizar palavras ambíguas; Problemas da nossa estrutura pessoal que nos façam ter medo de falar sobre determinado assunto ou de falar com determinada pessoa; Referir ideias ou evocar sentimentos que não estão adaptados ao objectivo da comunicação; Os valores e as crenças das pessoas assim como a sua visão do mundo; Os papeis sociais desempenhados; Estado de cansaço ou doença. Ruído
Distância entre emissor e o receptor;
Separações, tais como balcões ou vidros;
Temperatura e iluminação do espaço onde se comunica. INTERNAS EXTERNAS BARREIRAS À COMUNICAÇÃO FACTORES POTÊNCIADORES DA COMUNICAÇÃO Relembrando situações comunicacionais com outras pessoas por si vivênciadas enumere alguns factores que potênciaram essa comunicação de forma a torna-la eficaz SABER EMITIR;
SABER ESCUTAR ACTIVAMENTE;
SABER INTERPRETAR OS SILÊNCIOS;
SABER DAR FEEDBACK;
SABER SER EMPÁTICO/ASSERTIVO FACTORES POTÊNCIADORES DA COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO EFICAZ GESTOS
CONTATO OCULAR
POSTURA CORPORAL
EXPRESSÕES FACIAIS
DISTÂNCIAS
SILÊNCIOS
TONS/VOLUME
ROUPA E ADORNOS COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL PROCESSO DE COMUNICAÇÃO ESCUTA ATIVA A escuta activa é uma técnica de comunicação que implica que, durante o processo de comunicação, o receptor interprete e compreenda a mensagem que o emissor lhe transmite. E é importante que compreenda totalmente o significado da mensagem que recebe pois normalmente uma boa parte da informação que escutamos durante uma conversa não chega correctamente ou é mal interpretada pelo ouvinte. É importante ter consciência que ouvir não é escutar. «Tu podes ouvir um ruído ou som mas escuta activa envolve um esforço consciente.» Para reflectir... COMPORTAMENTO ASSERTIVO TÉCNICAS DE ESCUTA ATIVA
Utilização de perguntas abertas
Exemplos de perguntas abertas: Como? Porquê? Quando? Onde?

Reformulação do que foi dito
A reformulação serve para resumir o que o interlocutor acabou de dizer e confirmar se a mensagem foi bem percebida pela pessoa. Exemplos de reformulações: Está a dizer-me que... A ideia que me quer passar é...

Verificação da percepção (interpretação) de sentimentos
A verificação da percepção dos sentimentos é feita através do relato (descrição) ao outro da interpretação realizada sobre a comunicação não verbal e demonstra preocupação com os sentimentos da pessoa.
Exemplos de verificação de sentimentos: Estou a ver pela forma como anda de um lado para o outro na sala que está nervoso/a com esta situação... Escolher um comportamento assertivo é ter respeito pelos outros e por si próprio/a, defender os seus direitos sem ir contra os dos outros, não disfarçar os seus sentimentos e criar relações baseadas na confiança. ESTRATÉGIAS comunicar de forma assertiva
ser empático
escutar ativamente
mostrar afetividade
mostrar compreensão ESTRATÉGIAS Evitar contra-atacar para não provocar ainda mais agressividade;
ajudar a pessoa agressiva a se sentir compreendida e encorajá-la a acalmar e discutir a situação usando a razão;
Ouvir a pessoa. Não a interromper nem tentar provar seu ponto de vista. Exprimir gestos faciais e sons vocais que indicam uma escuta atenta;
Manter o tom de voz baixo, pois comportamento gera comportamento;
Não argumentar. Argumentar significa procurar os pontos fracos do discurso da pessoa e então começar a rebater as afirmações dela, interrompendo o que ela está a dizer;
Enfatizar com os sentimentos da pessoa, dizendo: “Posso imaginar como você se sente. Já vivi uma situação parecida e também fiquei chateado!”
Perguntar: O que você acha que ajudaria essa situação? A forte raiva impede pensar e dizer o que pode ser feito para melhorar a situação. Pedir sugestões de como melhorar. Isso pode começar a mudar o rumo da explosão para se encontrar soluções.
Colocar as suas sugestões. Se a pessoa agressiva não tem sugestões construtivas e insiste no ataque, o seu interlocutor poderá sugerir algo para melhorar a situação. Pedir desculpas e sugerir algo é uma boa solução. FORMAS DE COMUNICAR COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA lingua de sinais
leituta orofacial
dramatização
pistas cinestésicas COMUNICAÇÃO TOTAL SURDOCEGUEIRA a comunicação deve ser realizada através de um guia-interprete MEIOS DE COMUNICAÇÃO BRAILLE
ALFABETO DACTICOLÓGICO
LETRAS DE FORMA
entre outros "barreiras à comunicação" IMPORTÂNCIA DO COMPORTAMENTO NO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL Comunicar é trocar ideias, sentimentos e experiências entre pessoas que conhecem o significado daquilo que se diz e do que se faz. CARATERISTICAS DA COMUNICAÇÃO Trabalho grupo - Analise de afirmações sobre comunicação OBJETIVOS •Explicar a importância de comunicar de forma clara, precisa e assertiva
•Explicar a importância de demonstrar interesse e disponibilidade na comunicação
•Identificar possíveis estratégias para ultrapassar as barreiras na comunicação
•Aplicar técnicas de comunicação
•Identificar os aspetos de natureza cultural, de género e de vulnerabilidade que podem consistir obstáculo à comunicação e à interação
•Aplicar técnicas de comunicação na interação com o utente, cuidador e/ou família com alterações de comportamento ou alterações ou perturbações mentais
•Explicar a importância de manter o autocontrolo em situações críticas e de limite,
•Identificar que tarefas que se integram no âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde terão de ser executadas com orientação e supervisão direta de um profissional de saúde e as poderão ser executadas de forma autónoma
•Identificar mitos e crenças comuns nas populações migrantes e minorias étnicas em Portugal
•Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e culturas
•Explicar a importância da cultura no agir profissional
•Explicar a importância de respeitar os princípios de ética no desempenho das suas funções de Técnico/a Auxiliar de Saúde A comunicação EXERCÍCIO

COMO COMUNICO...
Proposta de Trabalho nº 2 ESTILOS DE COMUNICAÇÃO Ficha de Trabalho nº 3
Full transcript