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eventos adversos pos vacinação ultimo formato

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by

Flaviane Rocha

on 9 May 2014

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Transcript of eventos adversos pos vacinação ultimo formato

Eventos adversos pós vacinação em crianças até um ano de idade
Aos 3 meses
Aos 4 meses
Aos 6 meses
Aos 5 meses
Aos 2 meses
Ao Nascer
Meningo C
1° DOSE
2° Dose da
Pentavalente
2° Dose
Meningo C
3° Dose
Pentavalente
BCG
1° DOSE
PENTAVALENTE
Aos 9 meses
Aos 12 meses
Reforço
Pneumo 10
PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO
- Foi implantado no país em 1973 para viabilizar ações de prevenção, controle e erradicação de doenças preveníveis por meio da vacinação.

- Coloca à disposição da população milhões de doses de imunobiológicos, que como outros produtos farmacêuticos, estão entre os produtos biológicos mais seguros, porém nunca totalmente livre de provocar eventos adversos.

- Os riscos de complicações graves relacionados às vacinas são muito menores do que os das doenças contra as quais elas protegem.
BRASIL, 2008.
Universidade Federal de Goiás
Disciplina de Saúde Coletiva
Acadêmicas:
Flaviane Cristina Rocha Cesar
Nayane Ketley P. de Oliveira
Digeane Cristine

Quais são as vacinas preconizadas para crianças até um ano de idade?
1° Dose da Hepatite B
1° Dose da VIP
1° Dose
Pneumo 10
1° Dose
Rotavirus
2° Dose
da VIP
2° Dose
Pneumo
10
2° Dose Rotavirus
3° Dose
VOP
3° Dose
Pneumo 10
Campanha
H1N1
1° Dose da
Triplice Viral
Eventos adversos
pós vacinação
Esperados
Inesperados
Depende das características do imunobiológico.
Exemplo:
febre, dor e edema local, ou eventos mais graves, como convulsões febris, episódio
hipotônico-hiporresponsivo, choque anafilático, etc.
-Não identificados antes (vacinas novas)
-Problemas ligados à qualidade do produto (Ex: contaminação de lotes)
BRASIL, 2008.
Três os pontos básicos para a investigação (quando a causa for a vacina):

1.
Fatores relacionados à vacina:
inclui o tipo (viva ou não-viva), a cepa, o meio de cultura dos microrganismos, o processo de inativação ou atenuação, adjuvantes, estabilizadores ou substâncias conservadoras, o lote da vacina;

2.
Fatores relacionados aos vacinados
: idade, sexo, número de doses e datas das doses anteriores da vacina, eventos adversos às doses prévias, doenças concomitantes,doenças alérgicas, auto-imunidade, deficiência imunológica;

3.
Fatores relacionados à administração:
agulha e seringa, local de inoculação, via de inoculação (vacinação intradérmica, subcutânea ou intramuscular).

Definição de caso de Evento Adverso Pós-Vacinação (EAPV)

Evento adverso pós-vacinação é qualquer ocorrência médica indesejada após vacinação e que, não necessariamente, possui uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos).

Vacina contra tuberculose – BCG
Finalidade: evitar que a primo-infecção natural, causada por Mycobacterium tuberculosis, evolua para doença.
Composição: bacilos vivos de cepa de Mycobacterium bovis com virulência atenuada.


A lesão vacinal evolui da
seguinte forma:

• da 1ª à 2ª semana: mácula avermelhada com enduração de 5 a 15mm de diâmetro.
• da 3ª à 4ª semana: pústula que se forma com o amolecimento do centro da lesão, seguida pelo aparecimento de crosta.
• da 4ª à 5ª semana: úlcera com 4 a 10mm de diâmetro.
• da 6ª à 12ª semana: cicatriz com 4 a 7mm de diâmetro, encontrada em cerca
de 95% dos vacinados.
Eventos Adversos
A vacina BCG-ID pode causar eventos adversos locais, regionais ou sistêmicos, que na maioria das vezes são decorrentes do tipo de cepa utilizada, da quantidade
de bacilos atenuados administrada, da técnica de aplicação e da presença de imunodepressão
congênita ou adquirida.
As vacinas disponíveis no Brasil são produzidas por tecnologia DNArecombinante
e vêm apresentando altos índices de segurança, sendo bem toleradas e pouco reatogênicas.

Quando os eventos se fazem presentes, geralmente são leves e transitórios,
com duração menor que 24 horas.
Vacina contra a hepatite B – HB
Composição:
A vacina é composta por toxóides de difteria e tétano, suspensão celular inativada
de Bordetella pertussis, antígeno de superfície de hepatite B (HBsAg), e oligossacarídeos
conjugados de Haemophilus influenzae do tipo b (conjugada).
Estudos clínicos realizados (Data on file, Novartis Vaccines) demonstraram os seguintes EAPV, com freqüência baseada em doses administradas:

Eventos muito freqüentes:
Dor, Rubor, Edema, Enduração, Choro anormal.

Eventos freqüentes:
Vômitos e diarréia, Febre, Alterações nos hábitos alimentares
(recusa alimentar, anorexia, desnutrição), Sonolência e Irritabilidade.

Evento pouco freqüente:
Rash cutâneo.

Eventos raros:
Choro persistente ≥ 3 horas, manifestações gripais (influenza-like),
Tosse.

Manifestações alérgicas: Anafilaxia e urticária têm sido notificadas após vacinação com as vacinas DTP, Hepatite B e Hib.

Manifestações neurológicas graves (vigilância pos-marketing Guatemala, 2008-2009): Irritabilidade extrema, Convulsões, Episódio hipotônico hiporresponsivo.

PENTAVALENTE
BRASIL, 2008.
REFERÊNCIAS
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008.
184 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

Goiás. Secretaria de Estado da Saúde de Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Imunizações e Rede de Frio Goiás. Vacina Inativada Poliomielite 1, 2 e 3. Agosto, 2012. Disponível em: <http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2012-08/vacina-inativada-poliomelite-vip-capacitacao.pdf>. Acesso em: 01 de maio 2014.

Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. Superintendência de Vigilância em Saúde. Coordenação do Programa de Imunizações.Guia Prático de Normas e Procedimentos de Vacinação. Superintendência de Vigilância em Saúde. Coordenação do Programa de Imunizações – Rio de Janeiro: SMSDC, 2013 - Edição revisada (Série B. Normas e Manuais Técnicos) 48 p.

Wikipédia. Wikipédia a enciclopédia livre. Março, 2014. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Intussuscep%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 01 de maio 2014.

Wikipédia. Wikipédia a enciclopédia livre. Março, 2013. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Indura%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 01 de maio 2014.

Hospital Israelita Albert Einstein. Manual de imunizações : Centro de Imunizações Hospital Israelita Albert Einstein - 4.ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2009.

ALVES, Hayda; DOMINGOS, Ligia Maria Gomes. MANEJO DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO PELA EQUIPE DE ENFERMAGEM: DESAFIOS PARA O CUIDADO. Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2013 out/dez; 21(4):502-7.

BISETTO,Lúcia Helena Linheira; CUBAS,Regina;MALUCEL, Andreia. A prática da enfermagem frente aos eventos adversos pós-vacinação. Rev Esc Enferm USP, SÃO PAULO, 2011; 45(5):1128-34.

(CIMOS/OMS, 2012)
BRASIL, 2008.
BRASIL, 2008
BRASIL, 2008
BRASIL, 2008
BRASIL, 2008
BRASIL, 2008
BRASIL, 2008
VACINA INATIVADA POLIOMIELITE - VIP
Também chamado de "vacina Salk", a VIP é constituída por cepas inativadas dos três tipos (1, 2 e 3) de poliovírus e produz anticorpos contra todos eles.
Eritemas;
Induração;
Hiperestesia ou sensibilidade local aumentada ao toque manual;
Eventos Adversos mais comuns
Induração
é a rigidez de uma área do corpo como resultado de uma inflamação.
Condutas
Observação dos sinais e sintomas e sua duração.

Em casos graves deve-se realizar a notificação e investigação.

# Anafilaxia;
# Convulsões em geral;
# Óbitos súbitos inesperados;
# Erros programáticos ou operacionais.

GOIÁS, 2012.
GOIÁS, 2012.
AURÉLIO, 2013.
GOIÁS, 2012.
Vacina Oral de Rotavírus Humano (VORH)

É administrada em crianças aos 2 e 4 meses de idade, pois é nessa faixa etária que se observa a maior incidência de complicações decorrentes da infecção pelo rotavírus (6 meses – 24 meses).


# imunodeficiência congênita ou adquirida;
# uso de corticosteroides em doses imunossupressoras;
# uso de imunossupressores;
# presença de doença gastrointestinal crônica;
# malformação congênita do trato digestivo;
# história prévia de intussuscepção.

Contra indicação:
Intussuscepção refere-se a entrada de um segmento de um órgão oco em outra parte do mesmo órgão e é um termo português do Brasil. Em Portugal diz-se invaginação.
Eventos adversos
Diarréia;
Vômito;
Mal-estar;
Febre;

Leves:
Invaginação
Grave:
BRASIL, 2008.
É mais frequente em crianças entre 4 e 9 meses de idade.

É caracterizado
por dor abdominal intensa e intermitente, evoluindo para obstrução intestinal
com náuseas, vômitos e distensão abdominal.

Em alguns casos há presença de sangue nas fezes e
nos casos mais graves pode haver necrose com perfuração intestinal.

As evidências epidemiológicas apontam uma relação causal, com um risco
atribuído de 1 caso em 10.000 vacinados. O risco é significantemente maior na 1ª
dose, entre 3 a 7 dias após a administração da vacina

Notificar e investigar todos os casos de invaginação que ocorram até 30 dias após
a vacina, em ficha própria.

Em casos confirmados de invaginação:

Avaliação clínico-cirúrgica;
Contra-indica dose subsequente

Os vírus vacinais são derivados de cepas de vírus selvagens com neurovirulência e transmissibilidade extremamente reduzida.
Vacina Oral Poliomielite - VOP
Durante a replicação, o vírus vacinal pode sofrer mutação reversa com aumento da neurovirulência, podendo ocasionar raros casos de paralisia associada à vacina, tanto no vacinado como nos contatos não vacinados.
"Surto de pólio paralítica ocorrido no Haiti e na República Dominicana em 2000, e posteriormente
nas Filipinas e em Madagascar, onde o poliovírus vacinal circulante sofreu recombinações readquirindo neurovirulência e capacidade de transmitir de pessoa a pessoa".

Eventos Adversos
Os eventos adversos são raros, sendo o principal a paralisia pós-vacinal. A taxa é maior na primeira dose de VOP. Nos imunocomprometidos, esse risco é mais elevado.

BRASIL, 2008.
BRASIL, 2008.

No Brasil, a incidência da poliomielite associada à vacina tem sido baixa. Entre
1989 e 2003 (15 anos), foram registrados 40 casos confirmados de poliomielite associada à vacina oral, basicamente em crianças, com predomínio na primeira e na segunda dose. (Fonte: Cover/CGDT/Devep–SVS/MS).

BRASIL, 2008.
# Primeiros sintomas são:
- Quadro agudo febril,
- Déficit motor flácido de intensidade variável (geralmente assimétrico);
- Não há diminuição da sensibilidade



# Passados alguns dias:
- Desaparece o quadro álgico;
- Melhora do déficit motor;
- Inicio das atrofias;
- Hipotonia e a diminuição ou abolição dos reflexos.

COMO IDENTIFICAR
Há predileção pelo comprometimento dos membros inferiores, mas a musculatura respiratória pode ser acometida.
BRASIL, 2008.
Temos dois tipos de poliomielite
1- poliomielite associado a vacina;
2- poliomielite associada a vacina em contatos (comunicantes);
Poliomielite associado a vacina
Paralisia flácida e aguda que se inicia
entre 4 a 40 dias após o recebimento da VOP e que apresenta seqüela neurológica
compatível com poliomielite 60 dias após o início do déficit motor.

Poliomielite associada a vacina em contatos (comunicantes)
Paralisia
flácida aguda que surge após contato com criança que tenha recebido VOP
até 40 dias antes. A paralisia surge em 4 a 85 dias após a vacinação, e deve apresentar
sequela neurológica compatível com poliomielite 60 dias após o início
do déficit motor.

BRASIL, 2008.
BRASIL, 2008.
BRASIL, 2008.

- Providenciar coleta de uma amostra de fezes o mais precocemente possível,
para cultura, na tentativa do isolamento do vírus.
- A colheita do material deve ser realizada nos primeiros 14 dias após o início do déficit motor. Porém, mesmo notificações tardias devem ter as amostras coletadas. Enviar o material ao laboratório em caixa térmica com gelo.
- Eletroneuromiografia.
- Contra-indicação para doses subsequentes da VOP. Continuar a vacinação com a VIP.
- Notificar o caso para o Programa de Erradicação da Poliomielite Pós-Certificado.

CONDUTAS
BRASIL, 2008.
Em raras ocasiões, particularmente em crianças imunodeficientes, têm sido relatadas meningite asséptica e encefalite após a administração da VOP.

Nesses casos:
- Notifica-se;
- Administra-se anti-histamínico, se necessário.
- Não contra-indica doses subsequentes.


Meningite asseptica e encefalite
BRASIL, 2008.
AURÉLIO, 2014.
VACINA PNEUMOCÓCICA 10-VALENTE (CONJUGADA)
INFORME TÉCNICO, 2010
Imunização ativa de crianças de 2 meses a < de 24 meses de idade contra doença
invasiva e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B,
7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F.

REAÇÕES ADVERSAS PÓS VACINAÇÃO
Rubor no local da injeção e irritabilidade, que ocorreram após 38,3% e 52,3% respectivamente dos casos após a vacinação.

Com o reforço, estas reações adversas foram verificadas em 52,6% e 55,4% dos vacinados, respectivamente. A maioria das
reações relatadas foi de intensidade leve a moderada e não tiveram longa duração.

Distúrbios do sistema nervoso

Muito comum: sonolência.
Raros: convulsões febris.
Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Incomum: apnéia em bebês muito prematuros (≤28 semanas de gestação) 15

Distúrbios gastrintestinais
Incomuns:
diarréia, vômito.
Muito comuns: dor, rubor, edema no local da injeção e febre (≥ 38°C por via retal).
JÁ FALAMOS :D
BRASIL, 2008.
BRASIL, 2008.
BRASIL, 2008.
Existem dois tipos de vacina antimeningocócicas:

Vacina polissacarídica

Vacina conjugada.
As vacinas polissacarídicas, só são imunogênicas
a partir de dois anos de idade porque não estimulam memória
imunológica nas crianças menores de dois anos.
Vacinas Polissacarídicas
Nas crianças acima de dois anos e nos adultos, as vacinas
polissacarídicas conferem proteção de aproximadamente 90%
para os meningococos dos sorogrupos A, C, Y e W135.
Os eventos adversos são raros e geralmente são leves.
Os mais comuns são:
Dor local;
Eritema;
Induração local;
Febre;
Irritabilidade e sonolência.

A eficácia é excelente em todas as faixas etárias, incluindo os
lactentes a partir de dois meses de idade. Ao contrário das vacinas
polissacarídicas, as vacinas conjugadas estimulam memória imunológica,
mesmo nos lactentes abaixo de um ano de idade.
Vacina Conjugada
Aproximadamente 5% das crianças vacinadas apresentam:

Edema;
Dor;
Hiperemia no local da aplicação, no primeiro ou no segundo dia após a vacinação.

E cerca de 2% apresentam:

Febre nas primeiras 48 horas.


Locais: eritema, enduração e dor.
Sistêmicos: febre baixa e irritabilidade.
Alérgicos: anafilaxia é rara.
Hospital Israelita Albert Einstein, 2009.
Hospital Israelita Albert Einstein, 2009.
Hospital Israelita Albert Einstein, 2009.
Hospital Israelita Albert Einstein, 2009.
Hospital Israelita Albert Einstein, 2009.
Hospital Israelita Albert Einstein, 2009.
JÁ FALAMOS :D
Segundo recomendação da OMS para a temporada de 2014 do hemisfério sul a vacina influenza é composta por cepas do vírus Myxovirus influenzae (fragmentada e inativada),
trivalente
Vacinação contra Influenza
Eventos adversos
Manifestações locais
Edema e/ou vermelhidão extensos, limitação de movimentosa centuada e duradoura.
Podem ocorrer ardência de curta duração, eritema, hiperestesia, enduração e linfadenopatia
regional.
Nódulo ou pápula com rubor (reação imune do tipo tardio)
Os casos de abscesso geralmente encontram-se associados com infecção secundária
e erros na técnica de aplicação.
Notificação e investigação

Notificar e investigar as reações de maior intensidade ou o aumento exagerado
de determinadas reações locais associadas, eventualmente, a erros de técnica e lotes
vacinais (“surtos”).







Conduta
a) Tratamento sintomático (Anexo A).
b) Procurar diferenciar reações de hipersensibilidade aos componentes vacinais,
erros de técnica ou associadas ao uso de lotes vacinais.
c) Não há contra-indicação para doses subseqüentes.
BRASIL, 2008.
Manifestações sistêmicas


Manifestações gerais

-Febre com temperatura de 39,5°C ou mais, que surge entre o 5o e o 12° dia
após a vacinação
-Cefaléia ocasional, irritabilidade, discreta elevação da temperatura, conjuntivite
e/ou manifestações catarrais
-Parotidite, pancreatite, orquite e ooforite
-Púrpura trombocitopênica

Conduta
a) Observação e tratamento sintomático.
b) No caso de convulsão, pode ser necessária investigação clínica e laboratorial.
c) Não há contra-indicação para doses subseqüentes.
BRASIL, 2008
OBRIGADA
BRASIL, 2008
BRASIL, 2008
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