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Fisioterapia : Tratamento e Educação do paciente

Curso: Fisioterapia em pacientes com dor musculoesquelética. | Palestra Educação e tratamento fisioterapêutico | Palestrante Juliana Barcellos de Souza | 10 Congresso Brasileiro de Dor (SBED) Salvador 26 de setembro de 2012

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Transcript of Fisioterapia : Tratamento e Educação do paciente

Crenças, Valores... Transdisciplinar
Educação +++ Notes (cc) photo by Metro Centric on Flickr (cc) photo by Franco Folini on Flickr Fisioterapia no controle da dor crônica & Processo educativo Persistente >6 meses
Busca por diagnóstico...
Vulnerabilidade Juliana Barcellos de Souza, Ph.D
Fisioterapeuta Cura Medicamentos Controle
da dor Diagnostico Multidisciplinar Reumatologista, Fisioterapeuta,
Terapeuta ocupacional, Psicólogo,
Médico de família, Massagista, Enfermeiro, Encontros de 1-4 horas
Ao logo de 4-8 semanas
De 1 à 5 vezes/semana Abandono médio
de 20 à 80%
A cada encontro um novo profissional Exercícios
Relaxamento
Automassagem
Gestão estresse
Informativo
(Educativo) Menos encontros
mais informação
Educação Bio Psicológico Social Exercício adaptado intensidade moderada (40-60% FCmax)
Saúde mental; alimentação; respiração; gestão do estresse
Sabotadores e Motivadores da melhora / Conseq. indesejáveis da melhora
Percepção de autoeficácia!
Autonomia! Juliana Barcellos de Souza, Ph.D
juliana@educaador.com

www.educaador.com Plano de ação Estratégias terapêuticas Margem
de
manobra Resignificação Tarefa
"180 graus" Objetivos
mensuráveis Falar a
linguagem
do paciente Expert
No-exepet Modular
expectativas (cc) photo by theaucitron on Flickr (cc) photo by theaucitron on Flickr Como prescrever e otimizar
o efeito do tratamento? Autoeficácia Feedback Sabotadores X
Motivadores Educação Ensinar Aprender Desenvolver
Construir
Interagir Educar o paciente com dor crônica vai além de
explicar mecanismo neuropsicofisiológido da dor,
explicar estratégias para controle da dor,
...vai além de explicar...

é preciso ajudá-lo a identificar fatores de manutenção, fatores que agravam e fatores ambientais que reduzem a percepção da dor. Qual o nosso objetivo?
Qual o objetivo do paciente? Entender a realidade do paciente
Respeitar aspectos Biopsicossociais da dor
Aumentar percepção de autoeficácia
Favorecer autonomia
Recontextualizar Etapas do processo educativo " Entender a realidade do paciente" "Explicar características biopsicossociais da dor" Autoeficácia | Autonomia
Recontextualizar
Paciente ParticipATIVO Qual objetivo do paciente? modular
expectativas Terapia Manual (Mobilização, Manipulação) | Hurwitz 1996, Cherkin 2003 (Shekelle)
Exercício (Estab. articular, Inibição reflexa, Mov. Post.) |Jones 2006, Richardson 1999
Eletrotermoterapia
Mudança estilo de vida | Souza 2007, Strong 2002
Retorno ao trabalho | Sullivan 1998 - 2012 Fisioterapia no controle da dor Princípios e Estratégias para favorecer autonomia Educação paciente com Dor Crônica Intensidade dos sintomas
Nível de satisfação
Metas a curto

* Acreditar na descrição da dor e
do sofrimento do paciente * Contrato Terapêutico Relação terapêutica simétrica VERSUS complementar
Falar na linguagem do paciente/cliente
Primeiro indicativo de melhora
Foco nos objetivos do paciente/cliente Estratégia Terapêutica "Não quero mais ter dor" Exemplo de Contrato Terapêutico E o que mais? Estabelecer objetivos
Definir meta curto, médio ou longo prazo
Formular objetivo realista mensurável e atingível em detreminado tempo~3meses "Está tudo horrível na minha vida" Exemplo de Contrato Terapêutico Horrível quanto? Escala Vas
sintomas
qualidade de vida Plano estratégico Estratégias de melhora
a saúde física
e a saúde mental Alongamento
Caminhada
Fortalecimento
Autonomia
Duração, Intensidade e Frequência Estratégias para saúde física Alimentação
Hidratação
Frequência, quantidade, qualidade Estratégias "anexas" a saúde física Gestão do Estresse
Relaxamento
Respiração
Resignificação
Dramatização ou Catastrofização da dor Estratégias para melhora da saúde mental Forças e fraquezas para atingir sua meta
Obstáculos identificados
Perdas e Ganhos * Consequências indesejáveis da melhora *
Visualização Obstáculos na participação social Ganhos Perdas e Ganhos Perdas Ganhos Perdas Como minimizar as fraquezas ?
Como maximizar as forças? Forças e Fraquezas Resultados Atendimento individual VERSUS grupo
Adaptações as necessidade do cliente/paciente ou grupo
Favorecer a responsabilidade do cliente/paciente frente a sau saúde/melhora
Particularidades do sistema de saúde brasileiro Recomendações Juliana Barcellos de Souza, Ph.D
Fisioterapeuta Crefito 10-31.028

Juliana@educaador.com Obrigada pela atenção Todo problema
tem solução Biológico Psicossocial Juliana Barcellos de Souza, Ph.D
Fisioterapeuta Liberacao miofascial
Trigger points
Mobilidade articular
Reeducação Postural
reeducação do Movimento

Exercício: Caminhada
Hidroginástica
Alongamento
Fortalecimento Percepção de controle
Autoeficácia
Autoestima
Cinesiofobia
Pensamentos catastróficos
Vulnerabilidade Reumatismo muscular Edema Mitocrôndrias
& Fibras musculares Problema 1:
Adesão Problema 2:
Manutenção Solução?! Escola Resultados Guillaume de Baillou - Séc. XVI Inflamação tec. muscular Balfour, Scudamore,... - Séc. XIX Séc XVI - XIX Neurastenia George Beard - 1869 Miehlke et al. 1960 1932 Fassbender, 1975 Ausência de anomalia
tecido muscular Distúrbio oxidativo no
metabolismo muscular Henriksson 1999 Ellman Shaw, 1950 Blumer et al 1982 1976 1999 1960 1975 Hudson Pope 1994 Arnold 2000 Bondy 1999 -... Buskila 1997 -...
Arnold 2004 - ... Potvin 2009 -.... 2002 2003 - ... Marchand 2005 - ... Souza et al 2009 Gieseck et al 2003
Calandre et al 2010 Hamilton et al 2003 Jones 2006 - Revisão
Mannerkorpi 2002; Redondo 2004;
Lemstra 2005; Souza 2008 Kosek et al 1996 - ...
Price Staud 2002 - ... 1996 Turk 1998 - Sullivan 2001
Flor 2003 - Assis 2006 Rooks, 2007 Mannerkorpi 2002 2010 juliana@educaador.com
www.educaador.com Reumatismo muscular Dor de origem
Pscicológica Moldofsky 1976 - ... Edema Mitocrôndrias
& Fibras musculares Guillaume de Baillou - Séc. XVI Inflamação tec. muscular Balfour, Scudamore,... - Séc. XIX Séc XVI - XIX Neurastenia George Beard - 1869 Miehlke et al. 1960 1932 Fassbender, 1975 Ausência de anomalia
tecido muscular 1940 Distúrbio oxidativo no
metabolismo muscular Henriksson 1999 Ellman Shaw, 1950 Depressão
"mascarada" Blumer et al 1982 1976 1999 1960 1975 Distúrbio
motivo-afetivo Hudson Pope 1994 Famílias dolorosas
[Fenótipo] Arnold 2000 Bondy 1999 -... Buskila 1997 -...
Arnold 2004 - ... Potvin 2009 -.... 2002 2003 - ... Marchand 2005 - ... Souza et al 2009 Gieseck et al 2003
Calandre et al 2010 Hamilton et al 2003 Kosek et al 1996 - ...
Price Staud 2002 - ... 1996 2010 Reumatismo muscular Dor de origem
Pscicológica Moldofsky 1976 - ... Edema Mitocrôndrias
& Fibras musculares Déficit nos
Mecanismos Endógenos
de Controle da Dor Sub-grupos Guillaume de Baillou - Séc. XVI Inflamação tec. muscular Balfour, Scudamore,... - Séc. XIX Séc XVI - XIX Neurastenia George Beard - 1869 Miehlke et al. 1960 1932 Fassbender, 1975 Ausência de anomalia
tecido muscular 1940 Distúrbio oxidativo no
metabolismo muscular Henriksson 1999 Ellman Shaw, 1950 Depressão
"mascarada" Blumer et al 1982 1976 1999 1960 1975 Distúrbio
motivo-afetivo Hudson Pope 1994 Distúrbios
do sono Famílias dolorosas
[Fenótipo] Arnold 2000 Genética Bondy 1999 -... Buskila 1997 -...
Arnold 2004 - ... Potvin 2009 -.... 2002 2003 - ... Marchand 2005 - ... Souza et al 2009 Gieseck et al 2003
Calandre et al 2010 Hamilton et al 2003 Kosek et al 1996 - ...
Price Staud 2002 - ... 1996 Serotonina &
Noradrenalina Encefalinas 2010 Reumatismo muscular Dor de origem
Pscicológica Edema Mitocrôndrias
& Fibras musculares Guillaume de Baillou - Séc. XVI Inflamação tec. muscular Balfour, Scudamore,... - Séc. XIX Séc XVI - XIX Neurastenia George Beard - 1869 Miehlke et al. 1960 1932 Fassbender, 1975 Ausência de anomalia
tecido muscular 1940 Distúrbio oxidativo no
metabolismo muscular Henriksson 1999 Ellman Shaw, 1950 Depressão
"mascarada" Blumer et al 1982 1976 1999 1960 1975 Distúrbio
motivo-afetivo Hudson Pope 1994 Famílias dolorosas
[Fenótipo] Arnold 2000 Bondy 1999 -... Buskila 1997 -...
Arnold 2004 - ... Potvin 2009 -.... 2002 2003 - ... Marchand 2005 - ... Souza et al 2009 Gieseck et al 2003
Calandre et al 2010 Hamilton et al 2003 Kosek et al 1996 - ...
Price Staud 2002 - ... 1996 2010 Moldofsky 1976 - ... Distúrbios
do sono Reumatismo muscular Dor de origem
Pscicológica Edema Mitocrôndrias
& Fibras musculares Guillaume de Baillou - Séc. XVI Inflamação tec. muscular Balfour, Scudamore,... - Séc. XIX Séc XVI - XIX Neurastenia George Beard - 1869 Miehlke et al. 1960 1932 Fassbender, 1975 Ausência de anomalia
tecido muscular 1940 Distúrbio oxidativo no
metabolismo muscular Henriksson 1999 Ellman Shaw, 1950 Depressão
"mascarada" Blumer et al 1982 1976 1960 1975 Distúrbio
motivo-afetivo Hudson Pope 1994 Famílias dolorosas
[Fenótipo] Arnold 2000 2002 2003 - ... Marchand 2005 - ... Souza et al 2009 Gieseck et al 2003
Calandre et al 2010 Hamilton et al 2003 2010 Wind Up
Somação temporal
* Sensibilização Central * Kosek et al 1996 - ...
Price Staud 2002 - ... 1996 Moldofsky 1976 - ... Distúrbios
do sono Reumatismo muscular Dor de origem
Pscicológica Edema Mitocrôndrias
& Fibras musculares Guillaume de Baillou - Séc. XVI Inflamação tec. muscular Balfour, Scudamore,... - Séc. XIX Séc XVI - XIX Neurastenia George Beard - 1869 Miehlke et al. 1960 1932 Fassbender, 1975 Ausência de anomalia
tecido muscular 1940 Distúrbio oxidativo no
metabolismo muscular Henriksson 1999 Ellman Shaw, 1950 Depressão
"mascarada" Blumer et al 1982 1976 1960 1975 Distúrbio
motivo-afetivo Hudson Pope 1994 Famílias dolorosas
[Fenótipo] Arnold 2000 1999 2003 - ... Marchand 2005 - ... Souza et al 2009 Gieseck et al 2003
Calandre et al 2010 Hamilton et al 2003 2010 Neurofisiol. 1999 Genética Bondy 1999 -... Buskila 1997 -...
Arnold 2004 - ... Potvin 2009 -.... Souza, 2009 Fibromialgia...
vários problemas "Se não consegue encontrar a solução, procure outro problema."
Leonardo DaVinci Modelo construtivista: Interactional & Terapia breve
Watzlawick, Nardone 2000
Charest et al 1996 -2010
Souza 2007 - 2009 Charest et al 1996 - 2010 qual o nosso objetivo? paciente participativo papel do paciente no tratamento Fisioterapia & Dor crônica
Mitos & Verdades

1. A dor é de origem musculoesquelética
"Músculo inibido devido uma lesão não recupera suas características neuromusculares sozinho" Stener, Petersen 1962

2. Objetivos do tratamento
"Reduzir impacto da dor, mudar crenças, aumentar conhecimento sobre manejo da dor, melhorar desempenho físico, reduzir incapacidades" Dworkin 1992

3. Na sessão "perfeita" de fisioterapia a dor do paciente não se manifesta
"Mulher com dor sacroilíaca, na sessão de fisioterapia não sente dor, vai para casa com uma listinha de exercícios. No dia seguinte amanhece com crise e vai a emergência. Médico: repouso. Fisioterapeuta: pare os exercícios durante a crise"

4. Rigidez articular em PO exige manobras intensas e dolorosas para melhorar ADM Fisioterapia no tratamento da
dor crônica musculoesquelética :

Por que, as vezes, melhoramos a postura, o movimento mas a dor não melhora?


1. Conflito entre a Biomecânica & Neurofisiopatologia
(Souza 2008)

2. Conflito entre objetivos Terapeuta & Paciente
(Charest et a. 2009) Resultados COMUNICAÇÃO Dor cervico braquial com Protusão discal
dor em queimação, difusa, fisgada, ...
dificuldade para trabalhar
profissao tenente pm - chefe da cavalaria
dor há 5 anos (periodo de divorcio e transferencia de municipio)
impossibilitado de montar há 3 anos
medo de ficar incapaz (cadeirante)
ficou com a guarda dos filhos tratamento: mobilizacao cervical, trabalho global,
para casa exercicios para inibicao reflexa detrapezio ecom bilateral,
estabilizacao cintura escapular e ervical
reeducacao de movimentos de sustentacao de ombros e alinhamneto cervical
respiracao diafragmarica sempre!
tratamento 2meses -8 sessoes ate retorno a atividade
3 sessoes quinzenais
alta por controle da dor e coordenação do movimento Desafios da fisioterapia :
Favorecer participação do paciente
(Adesão ao tratamento)
Minimizar recidivas da dor Charest, Souza et al. 2009 Hamilton et al 2005 |Robinson et al. 2005 | Jones et al 2006 Nijs et al 2011 | Moseley et al 2003, 2004
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