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Hermeneutica II

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Fabio Vilela

on 2 April 2013

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Transcript of Hermeneutica II

Pr. Pedro Estrella Hermenêutica Princípios Teológicos O princípio do contexto O princípio da primeira menção O princípio da menção comparativa O princípio da menção progressiva O princípio da menção completa O objetivo dos princípios teológicos de interpretação é estabelecer se um ensino ou doutrina são realmente bíblicos Esses princípios normalmente obedecem a métodos indutivos e dedutivos de interpretação O que é o método indutivo? O raciocínio indutivo é o processo de raciocinar das partes para o todo Se, por exemplo, você tivesse estudando indutivamente a doutrina da igreja (eclesiologia), trataria de achar todas as passagens sobre o assunto, estudaria cada uma, e então as juntaria todas para formular a sua conclusão Este método aborda o estudo olhando para o todo e chegando a conclusões quanto às peças menores. Do quadro completo você pode concluir certas coisas acerca das peças individuais Uma vez que chegamos a conclusões gerais pelo processo indutivo podemos entender as partes pelo método dedutivo O que é o Método Dedutivo? O raciocínio dedutivo é o processo de raciocinar do geral para o particular Veja um exemplo de raciocínio dedutivo Primeira Premissa
Se pedimos de acordo com a Sua vontade, Deus nos ouve (I Jo. 5:14-15) Segunda Premissa
A santificação está de acordo com a vontade de Deus (1 Ts 4:3) Conclusão
Quando oramos por nossa santificação, Deus nos ouve Em regra a primeira premissa de um estudo dedutivo só pode ser feita depois que o estudo indutivo o tenha levado a compreender em que consiste a premissa e o que significa O estudo indutivo da Bíblia é extremamente importante porque nos ajuda a definir o conteúdo de nossa fé Jesus usou o raciocínio dedutivo em Mc. 12:26-27 Primeira Premissa
Deus é Deus de vivos Segunda Premissa
Deus é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó Conclusão
Abraão, Isaque e Jacó estão entre os que vivem Outro exemplo Primeira Premissa
Os crentes devem ser semelhantes a Cristo Segunda Premissa
Cristo fazia devoções de manhã bem cedo (Marcos 1:35) Conclusão
O crente deve fazer devoções de manhã bem cedo Lembre-se, porém, de que, os exemplos bíblicos só têm autoridade quando apoiados por uma ordem Definição É o principio pelo qual a interpretação de qualquer versículo é determinada mediante a compreensão do seu contexto A palavra “contexto” é composta por duas palavras Latinas: “con”, que significa “junto” e “texto”, que significa “tecido”. Contexto portanto indica algo que é tecido em conjunto Na literatura, contexto refere-se à ligação de pensamento que existe entre uma parte e a totalidade de um escrito Com respeito à Escritura, indica a relação de uma passagem bíblica com toda a Bíblia, com o Testamento, com o livro onde se encontra, ou mesmo com o capítulo Um dos mais antigos princípios da hermenêutica, é este: “a Escritura interpreta a Escritura” Isso nos mostra que, o Espírito Santo irá usar a própria Bíblia para explicar a Bíblia Isso ressalta o valor do princípio do contexto como o “mais importante principio da hermenêutica” O contexto da Escritura pode ser dividido em quatro categorias: O Contexto da totalidade da Escritura O Contexto do Testamento O Contexto do Livro O Contexto da Passagem Como aplicar Toda interpretação bíblica deve levar em conta o princípio do contexto Os quatro níveis de contexto devem ser sempre considerados e uma ênfase adequada deve ser colocada em cada um deles Um versículo nunca deve ser retirado de seu lugar em uma passagem e nem receber uma interpretação estranha ao significado do seu contexto Exemplo - Mateus 10:9-10 Alguns interpretam esse texto dizendo que um ministro não deve nunca ter qualquer provisão com ele quando viaja. Mas pelo contexto, Jesus enviou os doze para uma missão específica Se interpretarmos essa ordem para se referir a todos os ministérios cristãos, teríamos de concluir também que a pregação aos gentios e os samaritanos é proibida, e somente deveríamos pregar para a casa de Israel Ao utilizar o princípio do contexto, temos de usar sempre as declarações claras das Escrituras para interpretar aquelas mais obscuras Exemplo – Sl. 115:17; Ec. 9:5 Estes versos obscuros sobre o estado dos mortos devem ser interpretadas à luz dos claros ensinamentos de Jesus em Lucas 16:19-31 O princípio do contexto pode ser usado para resolver problemas e aparentes discrepâncias nas Escrituras Exemplo - Jeremias 32:4 e 34:3 parecem contradizer Ezequiel 12:13 Como poderia Zedequias ir à Babilônia, ver o rei da Babilônia, e ainda assim não ver Babilônia? A resposta está no contexto de II Reis 25:6,7. Zedequias viu o rei da Babilônia em Jerusalém, teve seus olhos furados e, em seguida, foi levado cativo para Babilônia Demonstração Hebreus 10:38
“todavia, o meu justo viverá pela fé”.
Vamos considerar este versículo à luz do seu contexto nos quatro níveis O contexto da Passagem Hb 10:19-12:2 O tema desta passagem é a “fé”. Essa é a palavra-chave na passagem, utilizada vinte e sete vezes O Contexto do Livro O objetivo do livro de Hebreus é mostrar a superioridade de Cristo em relação a todas as revelações anteriores. A mensagem principal é que o sacerdócio de Cristo é superior ao sacerdócio Araônico. O objetivo do livro é a fé em Cristo como o mediador entre Deus e o homem O Contexto do Novo Testamento Porque Cristo veio, Ele é aquele a quem todo o Antigo Testamento apontava. O tema do Novo Testamento é a fé n’Ele. A frase que estamos analisando ocorre em Romanos 1:17 que enfatiza justificação pela fé em contraste com as obras, e também em Gálatas 3:11, que enfatiza a vida pela fé em contraste com a vida pela lei O Contexto do conjunto das Escrituras A Bíblia como um todo revela que é o pecado da incredulidade que impede o relacionamento do homem com Deus e que só através da justiça que é pela fé o homem pode ser justificado diante de Deus. Quer debaixo da lei ou da graça o homem somente pode viver pela fé. A primeira menção dessa frase está em Habacuque 2:4 Definição O Princípio da Primeira Menção é aquele princípio pelo qual a interpretação de qualquer versículo é auxiliada por considerarmos a primeira vez em que o seu tema aparece nas Escrituras A primeira vez em que uma palavra, uma frase, um objeto ou um incidente é mencionado nas escrituras fornece a chave de seu significado em qualquer lugar da Bíblia Em geral, a primeira vez que algo é mencionado nas Escrituras traz consigo um significado que vai ser consistente ao longo de toda a Bíblia Esse princípio pressupõe a idéia de que a Bíblia é um livro completo, ao invés de meramente uma compilação de livros Esse princípio pode ser ilustrado em seis áreas principais que envolvem a utilização do princípio da primeira menção: Princípios Eventos Símbolos Pessoas Locais Profecia Exemplo de “Princípio” Geralmente, a primeira menção de um princípio é para ser visto mais em sua demonstração do que em palavras Por exemplo, apesar de Gênesis 15:6 ser a primeira menção da palavra “crer”, o princípio de fé é demonstrado em Gênesis 3:20-21. Então, a primeira menção de fé deve ser considerada em Gênesis 3, em vez de Gênesis 15 Na primeira menção Deus nos dá uma demonstração de um princípio que apresenta uma verdade em forma de semente Gênesis 1:1 a 3
Primeira menção do princípio da união do Espírito e da Palavra Gênesis 1:27, 28
A primeira menção do princípio da realeza e do domínio Gênesis 3:21
A primeira menção do princípio do sacrifício substitutivo Exemplo de “Profecia” A primeira menção de um tema profético, nos revela a verdade dada em forma de semente Gênesis 3:15
Primeira profecia messiânica mencionada Gênesis 12:2, 3
Primeira profecia da aliança Abraâmica mencionada Gênesis 25:23
Primeira profecia mencionando Esaú que é Edom Aplicação A. O primeiro passo para utilizar o princípio da primeira menção é localizar com precisão a primeira menção na Bíblia a respeito do tópico pesquisado B. Lembre-se que o princípio da primeira menção não se refere apenas à primeira menção de uma palavra na Bíblia, assim tente descobrir se o princípio dessa palavra tem sido demonstrado antes da sua utilização C. Nenhuma menção posterior de um assunto deve ser utilizado para contradizer ou violar o que está na primeira menção D. Esse princípio pode ser utilizado em relação a todos os assuntos, mas não deve ser demasiadamente enfatizado E. O princípio da primeira menção nunca deve ser usado sozinho para interpretar um versículo, uma vez que é insuficiente para uma completa interpretação Demonstração Princípios Romanos 3:24,25: “sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé...” O tema destes versos é justificação pela graça através da fé no sangue de Jesus. A interpretação destes versos é grandemente ajudada quando consideramos a primeira menção desse princípio em Gênesis 3:21 Com o queda do homem, Deus veio e na sua graça executou a pena de morte sobre uma vítima substitutiva Pessoas Apocalipse 20:2: “Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos” O assunto deste versículo é a pessoa de Satanás. Ele é mencionado como a antiga serpente e uma sentença é pronunciada contra ele. A primeira menção dele é encontrada em Gênesis 3:1-15. Assim, a primeiro menção em Gênesis nos permite compreender o pleno significado do versículo em Apocalipse Profecia Isaías 7:14: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” O assunto deste versículo é uma profecia da encarnação. A primeira menção dessa profecia está em Gênesis 3:15, onde a semente da mulher é mencionada. Esta profecia implica no fato de que o messias deveria nascer da virgem. Assim primeira menção em Gênesis nos auxilia na interpretação da profecia de Isaías Definição O princípio da menção comparativa é o princípio pelo qual um determinado versículo ou grupo de versículos pode ser interpretado comparando-o e/ou contrastando-o com outro versículo ou grupo de versículos Esse princípio se baseia no paralelo de palavras e assuntos No princípio da menção comparativa nós trazemos textos das escrituras que tratam do mesmo assunto e os comparamos e contrastamos a fim de tornar mais clara a interpretação de cada um “Comparar” significa colocar coisas de uma mesma classe juntas, a fim de examinar as relações que existem entre elas, especialmente suas semelhanças e diferenças “Contrastar” significa colocar coisas de uma mesma classe juntas, para realçar o quanto elas diferem entre si, a fim de tornar mais clara a diferença entre elas Em I Coríntios 2:13 Paulo diz que devemos “comparar as coisas espirituais com espirituais” Isto pode ser ilustrado em sete grandes áreas: Princípios Eventos Símbolos Pessoas Locais Profecia Parábolas Exemplo A. princípios Em Deuteronômio 28: 1-6, 15-19, há um contraste entre a bênção da obediência e a maldição de desobediência: Bênção vs 1,2 Obediência vs 3 Bendito na cidade vs 4 Bendito o fruto vs 5 Bendito o cesto vs 6 Bendito ao entrar Maldição vs 15 Desobediência vs 16 Maldito na cidade vs 18 Maldito o fruto vs 17 Maldito o cesto vs 19 Maldito ao entrar B. Eventos Os escritores bíblicos utilizaram a comparação e contraste ao lidar com os eventos históricos Em João 3:14, 15 Jesus disse: “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado” Em Lucas 17:26 Ele proclamou: “Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem” C. Símbolos Comparação e contraste são utilizados em relação a coisas simbólicas. Em Hebreus 8:2, 5, 8-12, está estabelecido o contraste entre o tabernáculo terreno e o celestial. II Coríntios 3:1-18 contrasta as tábuas de pedra e as tábuas do Coração: Tábuas de Pedra - Tábuas de pedra - Escrito com o dedo de Deus - Ministério de morte - A letra mata - Glória se desvanecia - O Antigo Testamento - Ministério de condenação - Véu sobre o rosto de Moisés - Feito a distância, abolida Tábuas de carne - Tábuas do coração - Escrita com o Espírito Santo - Ministério da vida - O Espírito da fé - Glória, que é permanece - O Novo Testamento - Ministério da Justiça - Sem véu - Aquela que permanece D. Pessoas Os escritores bíblicos usaram a comparação e contraste para lidar com pessoas. I Coríntios 15:45-49 contrasta o primeiro Adão com o último Adão Primeiro Adão - Natural - Alma vivente - Da terra, terreno - O primeiro homem Último Adão - Espiritual - Espírito vivificante - Do céu, celestial - O segundo homem E. Lugares Hebreus 12:18-21, 22-29 contrasta o Monte Sinai com o monte Sião: Monte Sinai Monte que poderia ser tocado Aliança da lei Trombetas e som de palavras Moisés mediador da velha aliança Sangue de animais A voz abalou o monte Anjos envolvidos ao dar a lei A nação de Israel Fogo palpável e ardente Monte Sião Monte espiritual Aliança da graça Voz de Jesus Jesus, mediador da nova aliança Sangue de Jesus A voz vai abalar todas as coisas Incontáveis hostes de anjos Igreja dos primogênitos Deus é fogo consumidor G. Parábolas A comparação e contraste é muito útil para lidar com parábolas. Mateus 13:3-9, 18-23 – A parábola do Semeador: A Parábola O semeador semeou a semente À beira do caminho Terreno pedregoso Terreno cheio de espinhos Boa terra A Interpretação A semente é a Palavra Os que recebem a palavra e não compreendem Coração superficial e empedrado Cuidados da vida e riquezas Coração honesto Mateus 13:24-30, 36-43 – A parábola do joio e do trigo: A Parábola A Interpretação O semeador A boa semente O inimigo O campo O joio O tempo da colheita O joio colhido primeiro O trigo recolhido no celeiro O Filho do homem Os filhos do reino O diabo O mundo Os filhos do maligno O final dessa era Os perversos lançados no inferno Os salvos no reino dos céus Aplicação A. Este princípio deve ser utilizado sempre que houver mais de um versículo ou passagem nas Escrituras que trata do mesmo assunto. Quando se estuda um assunto na Bíblia, precisamos considerar tudo o que a Bíblia tem a dizer sobre esse assunto B. Nenhuma doutrina deve ser formulada com base em um único versículo ou passagem das Escrituras C. Duas passagens somente podem ser comparadas quando claramente tratarem do mesmo assunto D. Duas passagens não devem ser comparadas, quando, a interpretação resultante disso entra em conflito com outras declarações claras das Escrituras E. Ao comparar versos ou passagens, primeiro determine o significado da passagem mais clara e, em seguida, avance para interpretar a mais obscura à luz desta Exemplo - Símbolos Para interpretar o símbolo do cordeiro nas Escrituras, é necessário comparar os versículos que mencionam esse símbolo. Gênesis 22:7-8: “Onde está o cordeiro para o holocausto? ... Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto...” Êxodo 12:1-4: O cordeiro pascal Êxodo 29:38-41: O cordeiro para a manhã e outro para o sacrifício da tarde Isaías 53:7: “Como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca”. João 1:29, 36: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” Atos 8:32: “Foi levado como ovelha ao matadouro; e, como um cordeiro mudo perante o seu tosquiador, assim ele não abriu a boca.” I Pedro 1:19, 20: “mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós.” Apocalipse 5:6, 8, 12, 13: “Digno é o Cordeiro que foi morto” Apocalipse 12: 11: Satanás é vencido pelo sangue do Cordeiro Apocalipse 13:8: O livro da vida do Cordeiro Apocalipse 22:1, 3: O trono de Deus e do Cordeiro Definição É o princípio pelo qual a interpretação de qualquer versículo pode ser feita quando consideramos a menção progressiva do seu tema nas Escrituras A Palavra de Deus nos foi dada por meio de uma revelação progressiva de Deus aos homens ao longo dos séculos Por “revelação progressiva” entendemos as sucessivas revelações de um tema até a sua consumação final Deus não deu a revelação de toda a verdade de uma vez, antes ele se revelou ao homem progressivamente, passo a passo, detalhe por detalhe, cada nova porção dando mais clareza à menção anterior Assim Deus falou “muitas vezes e de muitas maneiras se revelando progressivamente até nos falar por meio de Jesus” (Hb. 11:1) Aplicação A. O princípio da menção progressiva deve ser visto como: 1. Uma extensão do princípio da primeira menção 2. Uma parte do princípio da menção completa Portanto, ele deve ser utilizado especialmente junto com estes dois princípios B. Pelo fato da verdade ser progressivamente revelada nas Escrituras, nenhum versículo contém toda a verdade sobre um determinado tema. Cada versículo é uma parte do todo e não pode ser interpretado desconsiderando a totalidade C. Nenhuma doutrina pode ser construída com base em um único versículo, mas deve assentar sobre a totalidade das Escrituras pertinentes ao assunto D. Nenhuma menção de um tema nas Escrituras deve ser utilizada para contradizer qualquer outra referência sobre o mesmo assunto E. Tenha cuidado ao ligar trechos das Escrituras numa cadeia contínua. Somente evidências internas mostrando uma ligação intrínseca entre eles qualifica um grupo de versículos a ser uma cadeia de revelação progressiva nas Escrituras Exemplos A. princípios O princípio da união do Espírito e da Palavra Gênesis 1:1-3: “O Espírito de Deus se movia... e Deus disse ...” II Samuel 23:2: “O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua.” II Crônicas 20:14,15: “...Então, veio o Espírito do SENHOR ... e disse... Assim diz o Senhor.” Isaías 61:1: “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu a pregar boa s-novas...” João 1:14, 32: “E o Verbo se fez carne... Vi o Espírito descer do céu ... e pousar sobre ele.” Atos 10:44: “Ainda Pedro falava estas coisas quando caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra.” Efésios 6: 17: “... a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.” Estes versos ilustram como esse princípio é revelado progressivamente nas Escrituras. O princípio do sangue para remissão de pecado - Hebreus 9:22 Gênesis 4:10-11 - O sangue derramado fala de morte diante de Deus Gênesis 9:4 - O sangue é a vida do homem Êxodo 12 - O sangue é um sinal que Deus identifica Êxodo 24:8 - A aliança foi estabelecida no sacrifício de sangue Levítico 17:10-14 - A vida da carne está no sangue, o sangue é uma expiação para alma Lucas 22:20 - O Novo Testamento foi estabelecido com o sangue de Jesus Romanos 5:9 - Justificação pelo Seu sangue Efésios 1:7 - Redenção pelo seu sangue Hebreus 13:20 - Santificação pelo seu sangue Apocalipse 12:11 - Satanás é vencido através do sangue do Cordeiro Porque a penalidade do pecado é a morte e o derramamento de sangue representa a morte, concluímos que só o derramamento de sangue pode expiar o pecado F. Profecia Profecia Messiânica Gênesis 3:15 - A semente da mulher
Gênesis 12:3 - A semente de Abraão
Gênesis 49: 10 - Da tribo de Judá
Números 24: 7 - A estrela de Jacó
Deuteronômio 18:15 - O Profeta
Salmos 22 - Os sofrimentos Salmos 110:4 - O Sacerdócio de Melquizedeque
Isaías 7:14 - Nascido de uma virgem
Isaías 53 - O sofrimento
Miquéias 5:2 - Nascido em Belém
Zacarias 12 - Vendido por prata Estas Escrituras, juntamente com muitas outras, ilustram a revelação progressiva das profecias concernentes ao Messias A profecia das nações recebendo a bênção do evangelho - Gálatas 3:8 Gênesis 12:1-3: Para Abraão: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra”.
Gênesis 22:18: Para Abraão: “Em tua descendência serão benditas todas as nações da terra”.
Gênesis 26:2-4: Para Isaque: “Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra”.
Gênesis 28:13, 14: Para Jacó: “Em ti e na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra.” Salmos 22:27-31: Todas as nações adorarão o Senhor.
Salmos 72: 17: As nações lhe chamem bem-aventurado.
Isaías 52:15: O Messias aspergirá o seu sangue sobre as nações.
Miquéias 4:1, 2: As nações virão para a casa do Senhor.
Zacarias 2:11: Naquele dia, muitas nações se ajuntarão ao Senhor.
Malaquias 1:11: O nome do Senhor será grande entre os gentios. Mateus 12:21: No nome do Senhor, esperarão os gentios.
Lucas 24:47: Arrependimento e perdão dos pecados pregados a todas as nações.
Romanos 11: Os gentios enxertados na boa oliveira pela fé em Cristo.
Apocalipse 5:9, 10: Os redimidos vindos de toda tribo, língua, povo e nação para adorar o Senhor. Estes trechos das Escrituras mostram a evolução do pensamento referentes à bênção do evangelho de Cristo que estava para vir sobre as nações. Definição Este é o princípio segundo o qual a interpretação de qualquer versículo é determinada mediante a consideração da menção completa do assunto nas Escrituras Deus tinha em mente a verdade completa que ele desejava revelar ao homem, no entanto, ele comunicou essa verdade de uma maneira gradual e fragmentada Ele deu a cada autor bíblico certos fragmentos da verdade, tornando necessário que o intérprete ajunte esses fragmentos para ter a visão do todo Somente depois que estas peças são juntadas é que a verdade pode ser vista como um todo. Isto pode ser ilustrado em seis importantes áreas: (A) princípios,
(B) Eventos,
(C) símbolos,
(D) Pessoas,
(E) Locais e
(F) Profecia. Aplicação A. O princípio da menção completa deve a ser visto como a expressão final do princípio da primeira menção e do princípio da menção progressiva e, logicamente deve ser usado em conexão com os dois Os três princípios trabalhando em conjunto podem ser ilustrado por Marcos 4:28: Primeiro a erva - ,O princípio da primeira menção
depois, a espiga - O princípio da menção progressiva
e, por fim, o grão cheio na espiga - O princípio da menção completa.
B. Este princípio exige que nenhum versículo pertinente a qualquer assunto específico, seja deixado de fora na formulação da doutrina ou ensino sobre este assunto. Cada versículo pertinente é uma parte integrante do conjunto, completando, acrescentando, e esclarecendo os outros C. A completa verdade a respeito de um assunto só pode ser entendida por meio de um exame completo da sua menção na Escritura D. Nenhuma referência pode ser utilizada para contradizer outra, mas apenas para clarificá-la E. Lembre-se que qualquer assunto na Escritura pode ter vários aspectos ou aplicações Por exemplo, “A glória do Senhor” é um assunto que pode se referir ao ser de Deus,
a uma expressão de Seu caráter,
a uma manifestação de Sua presença,
à bênção sobre o seu povo e também
pode se referir ao julgamento do mundo Por causa da similaridade entre esse princípio e o princípio da menção progressiva, vamos demonstrar este principie em apenas uma das seis áreas Símbolos Apocalipse 3:7 fala de chaves. O seu significado só pode ser estabelecido mediante a consideração da sua completa menção nas Escrituras Juízes 3:25 - Uma chave para abrir as portas da câmera do rei. Isaías 22:22 - A chave da Casa de Davi estabelecida sobre o ombro de Eliaquim conferindo-lhe a autoridade Mateus 16:19 - As chaves do reino dos céus utilizadas para ligar e desligar Lucas 11:52 - A chave do conhecimento Apocalipse 1:18 - As chaves da morte e do inferno. Apocalipse 9:1 - A chave do poço do abismo Apocalipse 20:1 - A chave do abismo A referência completa do símbolo mostra a chave como sendo a autoridade para abrir e fechar portas. Ela revela que aquele que detém a chave tem o poder e a autoridade para ligar e desligar; para liberar ou reter, sendo assim capaz de exercer o controle A consideração de Apocalipse 3:7, à luz do princípio da menção completa mostra que Cristo, o Filho de Davi, tem a autoridade do reino e o trono de Davi. Ele é o único que está no controle e exerce poder e autoridade no céu e na terra
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