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As classes sociais na construção do Império do Brasil

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Brenda Pessoa'

on 12 February 2014

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Transcript of As classes sociais na construção do Império do Brasil

As classes sociais na construção do Império do Brasil
No calor da construção do Estado
A chave do sistema político era o Poder Moderador
Graduado em História na Universidade Federal Fluminense (1982), instituição onde obteve o Mestrado (1989) e o Doutorado (2002). Bacharel em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1980). Professor Associado da Universidade Federal Fluminense. Membro e Coordenador do POLIS - Laboratório de História Econômico-Social. Áreas de Interesse e Pesquisa: História do Brasil Oitocentista e História Econômica, atuando principalmente nos seguintes temas: Escravidão, Bancos, Negociantes, Banco do Brasil, Relações de Classe, Organizações de Classe, Banco do Brasil, Estado Imperial e Dominação.

<http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=B368361>
Resumo
O texto trata das análises feitas por Théo Lobarinhas Piñeiro sobre as interpretações que marcaram a historiografia acerca da formação do Estado Imperial, período que vai da Independência do Brasil (1822) até a Proclamação da República (1889). Ao longo do texto serão destacadas teorias ratificadas por Piñeiro, bem como as ideias criticadas por ele, que consideravam o Estado Imperial como uma continuação do Brasil Colônia e a dinâmica do Estado independente como sendo desvinculada da maioria das clivagens sociais. Propondo que as classes e frações de classes sejam tratadas dentro do conceito de "estado ampliado", proposta por Gramsci, o autor considera a sociedade civil como agente em formação e que influencia na construção desse Estado.
Estado: Pessoa ou Coisa?
Ausencia da participação civil
Bibliografia:
Théo Lobarinhas Piñeiro
Palavras - chave: Classe e frações de classe. Estado ampliado. Brasil Império
A monarquia - Rompimento com Portugal sem alterar a estrutura social
Abdição - D. Pedro I - Chegada ao poder dos proprietários de terras e escravos
Reaproximação da elite - Maioridade de D. Pedro II
Vitória das elites e não da coroa
Outra interpretação do processo histórico - político pode ser encontrado na disputa entre centralização x descentralização; ordem x anarquia
Oliveira Viana - Estabilidade política - centralização - poder pessoal (rei)
Perigo do fortalecimento local e regencial - Opções políticas
Manutenção da unidade - Mercado de escravos
Raymundo Faoro - Os donos do Poder: a formação do patronato brasileiro
Estamento Burocrático
Patrimonialismo:
Patriarcal
Estamental

Segundo Reinado e as relações com o liberalismo
Maria Odila da Silva Dias
Precendente: invasão francesa em Portugal
Interiorização da metrópole
O grande comércio
O enraizamento das elites:
"(...) o processo de enraizamento da metrópole na colônia, principalmente através da organização do comércio de abastecimento do Rio e consequentemente integração do Centro - Sul; as inter - relações de interesses comerciais e agrários, os casamentos com famílias locais, os investimentos em obras públicas e em terras ou no comércio de tropas e muares do Sul, no negócio de charque [...] processo este presidido e marcado pela burocracia da corte, os privilégios administrativos e o nepotismo do monarca." (DIAS, Maria Odila da Silva.
A Interiorização da Metrópole e outros estudos.
São Paulo: Alameda, 2003. p. 19-20).
José Murilo de Carvalho - A construção da Ordem
Homogeneidade ideológica
Elite política e a burocracia estatal
Expurgação do determinismo econômico marxista
Ilmar Rohloff de Mattos - Conceito de classe social
Pioneiro na abordagem gramsciana
Conceito de classe senhorial:
Todos que se identificam com o mesmo projeto político
"Experiência" e "conclusões"
Estado - Sujeito
Estado - Coisa
Raymundo Faoro
Maria Odila Dias
José M. de Carvalho
Ilmar Mattos
Disputa entre centralização e descentralização
Bloco no poder
Grupos dominantes do sudeste (Rio de Janeiro)
Aliança entre proprietários de terras e escravos e os negociantes
Caráter heterogêneo da classe dominante
Conflitos no interior do bloco
Retificações
Proprietários de Terras e Escravos - Umas das frações da classe de proprietários de terra, embora represente, sem qualquer sombra de dúvida, seu segmento mais importante.
Negociantes - portador do capital
Comerciantes - Difere dos negociantes pela atividade efetivamente exercida
O Estado percebido como um bloco monolítico sem fissuras
E essa instituição não deve ser apreendido assim, pois é constituída de lado a lado pelas contradições de classes
Utilização do conceito gramsciano de "estado ampliado"
Sociedade Civil + Sociedade Política
Entendendo por sociedade civil: o conjunto de instituições responsáveis pela representação de diferentes tipos de interesse (interesse privados ou em grupo). E por sociedade política: o conjunto de aparelhos nos quais a dinâmica marcada pela coerção.
Sociedade civil do século XIX organizada
PIÑEIRO, Théo Lobarinhas. As Classes Sociais na Construção do Império do Brasil.

In: MENDONÇA, Sonia Regina de (org.).
Estado e historiografia no Brasil.
Niterói: EdUFF, 2006, p. 71-85.
Discentes:
Brenda Pessôa
Carla Gabriella
Cristina Paes
Gleidvanna Valadão
Janis Rílary
Rosiane Trabuco
Oliveira Viana
FAORO, Raymundo.
Os donos do poder
: formação do patronato brasileiro. vol. 2. São Paulo: Globo; Publifolha, 2000, p.3-43.

ARAUJO, Nilton de Almeida.
AMPLIANDO O "LABORATÓRIO": uma releitura de o tempo saquarema via história das ciências do Império
. Disponível em: <http://www.historia.uff.br/estadoepoder/7snep/docs/008.pdf/>. Acesso em: 11 fev. 2014, 23:30:12.
POULANTZAS, Nicos.
O Estado, o poder, o socialismo
. Rio de Janeiro: Graai, 1980. p. 145 - 159.
OLIVEIRA, Jailton.
O Tempo Saquarema: Dialética entre um grupo e a formação de um Estado
. [S.I]: Space Blog, 2009. Disponível em: <http://professorjailton.spaceblog.com.br/444400/Resenha-do-livro-O-Tempo-Saquarema/>. Acesso em: 11 fev. 2014, 23:42:26.
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