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BRICS

Geografia Regional do Mundo
by

Felipe Justino

on 10 June 2013

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Transcript of BRICS

Felipe Justino
Cláudio Colombiéri
Graduandos em Geografia, UFRN BRASIL

População: 194.930.000 hab.

PIB: milhões de $USD 2,492,908

PIB per capita: $USD 12,789

O Brasil é considerada, em âmbito internacional, uma superpotência emergente, devido a seu contingente populacional e ao crescimento econômico por que vem passando desde o Plano Real. Desde 2001, com a criação da expressão BRIC (acrônimo para Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil passou a ser um importante ator no cenário mundial, canalizando investimentos. RÚSSIA

População: 142.410.000 hab.

PIB: milhões de $USD 1,850,401

PIB per capita: $USD 12,993

A Federação Russa é geralmente considerada uma potência emergente devido ao seu grande poderio militar. Durante a Guerra Fria, já foi uma superpotência como União Soviética, mas entrou em decadência anos depois. Hoje, a Rússia está enriquecendo novamente, fazendo parte das economias BRICS. ÍNDIA

População: 1.206.900.000 hab.

PIB: milhões de $USD 1 676 143

PIB per capita: $USD 1,388

A República da Índia é geralmente considerada uma potência emergente devido à sua grande e estável população, e que possui setores econômicos e militares crescendo rapidamente.
Muitas indústrias se instalam no país devido aos investimentos em tecnologia e na profissionalização da mão-de-obra, além da sua tradição em Ciências Exatas. Entretanto, possui diversos problemas econômicos, políticos, e sociais que necessitam ser superados para ser considerada uma superpotência. Também não tem muita influência mundial quando comparado a outros países como Estados Unidos. CHINA

População: 1.348.100.000 hab.

PIB: milhões de $USD 7,298,147

PIB per capita: $USD 5,413
A República Popular da China é geralmente considerada uma potência emergente devido à sua grande e estável população,(0,5% de crescimento) e está crescendo rapidamente seus gastos e capacidades nos setores econômicos e militares. Entretanto, tem diversos problemas econômicos, políticos, e demográficos que necessitam ser superados para ser considerada uma superpotência. Também não tem influência mundial quando comparada aos Estados Unidos ou à antiga União Soviética. ÁFRICA DO SUL

População: 50.591.000 hab.

PIB: milhões de $USD 408,074

PIB per capta: $USD 8,066

A África do Sul tem a maior parte do poder no sul da África, economicamente, militarmente e politicamente falando. Sua economia esteve crescendo acima da média africana durante a década passada. Exerce muita pressão em que é interessado. A sigla originalmente "BRIC", foi cunhada por Jim O'Neill em um estudo de 2001 intitulado "Building Better Global Economic BRICs". Desde então, a sigla passou a ser amplamente usada como um símbolo da mudança no poder econômico global, distanciando-se das economias desenvolvidas do G7 em relação ao mundo em desenvolvimento.

BRICS é um acrônimo que se refere aos países membros fundadores pelo Brasil, Rússia, Índia e China e à África do Sul, que juntos formam um grupo político de cooperação.

Em 13 de abril de 2011, a África do Sul oficialmente adicionado ao grupo e a sigla BRIC transformou-se em BRICS.

Os membros fundadores e a África do Sul estão todos em um estágio similar de mercado emergente, devido ao seu desenvolvimento econômico. Apesar do grupo ainda não ser um bloco econômico ou uma associação de comércio formal, como no caso da União Europeia, existem fortes indicadores de que "os quatro países do BRIC têm procurado formar um "clube político" ou uma "aliança", e assim converter "seu crescente poder econômico em uma maior influência geopolítica."

Desde 2009, os líderes do grupo realizam cúpulas anuais. 64,123 milhões de $USD

Apesar do fim da União Soviética, a Rússia se manteve como potência militar e possui uma indústria bélica própria, sendo um grande exportador de armamentos.
A Rússia tem investido em tecnologia militar e possui um plano em longo prazo para a modernização do seu arsenal, buscando inclusive uma projeção marítima.
A Rússia possui o segundo maior arsenal nuclear do mundo.
É um país membro do conselho de segurança da ONU. 129,272 milhões de $USD

O alto crescimento econômico vivido pela China nos últimos anos vem trazendo consigo um alto investimento militar no país, visando uma hegemonia geopolítica na Ásia Pacífico, frente ao industrializado e antigo inimigo o Japão.
A China conta com o maior efetivo militar em exercício do mundo e é o país dentre os analisados que tem o maior investimento militar.

A China possui armamento nuclear.

É um país membro do conselho de segurança da ONU. 44,282 milhões de $USD

A Índia está entre os 10 países que tem o maior poderio militar do mundo e possui o 3º maior contingente militar do mundo, superado apenas pela China e EUA.
O investimento militar da Índia está centrado na defesa do território frente aos arqui-inimigos históricos a China e o Paquistão, porém o país tenta manter sua hegemonia marítima no Oceano Índico com um programa de construção naval considerado um dos mais ambiciosos do mundo.

A Índia possui armamento nuclear. 31,576 milhões de $USD

O Brasil possui o maior poder militar da América Latina, tanto quantitativamente como qualitativamente.
Possui um baixo investimento militar se comparado com os outros países analisados, porém esse investimento vem crescendo em relação aos últimos anos na busca de atualizar sua força aérea e a construção de uma marinha de guerra para a defesa da extração de petróleo na camada do pré-sal.

O Brasil não possui armamento nuclear. 4,827 milhões de $USD

A Africa do Sul não tem um significativo poder militar, ficando em 41º lugar no ranking dos maiores poderios militares do mundo.
Dos países analisados, a Africa do Sul é o país que menos tem investimento militar, chegando a míseros $USD 4,8 bilhões.
O país não possui armamento nuclear. Brics by Brics Um relatório divulgado na cúpula dos BRICS em 2012 na cidade de Nova Déli aponta 13 áreas em que as parcerias entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul podem ser incrementadas. Intitulado "Brics by Brics", O relatório sugere a identificação de setores e nichos de mercado que permitam evitar a "destruição competitiva", situação que se aplica às desvantagens das indústrias brasileira, indiana e sul-africana diante da competição dos produtos chineses. O texto também defende a ampliação das trocas em moedas locais, a criação de um fundo para financiar obras de infraestrutura, a cooperação em pesquisa e o compartilhamento de tecnologia, principalmente em transporte de massas e agricultura e a criação de um banco para o desenvolvimento Sul-Sul. Obrigado
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