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Cimento Portland Resistente a sulfatos

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by

Evilázio Souza

on 26 February 2014

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Transcript of Cimento Portland Resistente a sulfatos

Manchas superficiais – 22%
Fissuras ativas e passivas – 21%
Corrosão de armadura - 20%
Ninhos de concretagem – 20%
Flechas excessivas – 10%
Degradação química –7%

Materiais de Construção I
Ataques por Sulfatos
A degradação do concreto em consequência de reações químicas entre o concreto de cimento Portland e íons de sulfato de uma fonte externa, pode se manifestar de duas formas distintas: pela expansão do concreto ou pela perda progressiva de resistência e perda de massa.

Os dois principais meios de ataque por sulfatos são: reação com produtos de hidratação do aluminato tricálcico não hidratado (C3A) produzindo entrigita; e reação com o hidróxido de cálcio produzindo gipsita.

Aglomerante hidráulico que atenda à condição de resistência dos sulfatos, obtido pela moagem de clínquer Portland ao qual se adiciona, durante a operação, a quantidade necessária de uma ou mais formas de sulfato de cálcio. Durante a moagem, são permitidas adições, a esta mistura, de escórias granuladas de alto-forno ou materiais pozolânicos e/ou materiais carbonáticos
Ainda segundo a NBR 5737, são considerados resistentes ao sulfatos:
Adições na Mistura
Quando a característica considerada para definir o cimento como resistente a sulfatos for uma das expressas em 3.1-a) ou 3.1-d), este cimento deve atender a uma das seguintes normas: NBR 5732, NBR 5733, NBR 5735, NBR 5736 ou NBR 11578. Adicionalmente, no caso do cimento Portland de alta resistência inicial (ver NBR 5733), para os fins específicos desta Norma, admite-se a adição de escória de alto-forno ou materiais pozolânicos.
Composição
Cimentos Portland Resistentes a Sulfatos
Definição segundo NBR 5737
Integrantes: Evilazio Souza
Ítalo Rafael

a) os cimentos cujo teor de aluminato tricálcico (C3A) do clínquer seja igual ou inferior a 8% e cujo teor de adições carbonáticas seja igual ou inferior a 5% da massa do aglomerante total e/ou;

b) os cimentos Portland de alto-forno (CP III) cujo teor de escória granulada de alto-forno esteja entre 60% e 70% e/ou;

c) os cimentos Portland pozolânicos (CP IV) cujo teor de materiais pozolânicos esteja entre 25% e 40% e/ou;

d) os cimentos que tenham antecedentes com base em resultados de ensaios de longa duração ou referências de obras que comprovadamente indiquem resistência a sulfatos.

cromatografia iônica
eletroforese capilar
método gravimétrico
método turbidimétrico e
método automatizado de azul de metil timol.
Existem cinco métodos de análise para quantificação de sulfatos
De acordo com o Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater (1998)
, os métodos de cromatografia de íons e eletroforese capilar são capazes de captar concentrações de até 0,1 mg/L de sulfato. O método gravimétrico é utilizado para concentrações de sulfato acima de 10 mg/L enquanto o método turbidimétrico é indicado na faixa de 1 a 40 mg/L de sulfato. O método automatizado de azul de metil timol é indicado para analisar um maior número de amostras, podendo chegar a 30 amostras por hora.
Os métodos gravimétrico, turbidimétrico e automatizado de azul de metil timol tem como princípio a formação de sulfato de bário insolúvel (BaSO4) a partir da adição de cloreto de bário (BaCl2) à amostra.
Manifestações patológicas de maior incidência nas estruturas de concreto
Patologias
Ataques por Sulfatos
Ensaios
www.dcc.ufpr.br/mediawiki/images/1/1e/DANIELE_KULISCH.pdf‎

http://www.em.ufop.br/deciv/departamento/~guilherme/Apostila%20CIV237%20-%2009.pdf

AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. ASTM C 1012: Standard test method for length change of hydrauliccement mortars exposed to a sulfate solution. 2004.

HELENE, P. R. L. Corrosão em armaduras para concreto armado. 1. ed. São Paulo: PINI (IPT), 1986.

HELENE, P. R. L. Manual para Reparo, Reforço e Proteção de Estruturas de Concreto. 2. ed. São Paulo: PINI, 1992.
Referências Bibliográficas

Os cimentos Portland resistentes a sulfatos são designados
pela sigla original de seu tipo, acrescida de “RS”.

Por exemplo: CP I-S-32 RS, CP III-32 RS, CP V-ARI RS.
Siglas
Exemplos
NBR 5752 - Pozolanas - Determinação do índice de atividade pozolânica com cimento Portland - Método de ensaio

NBR 5754 - Cimento Portland - Determinação do teor
de escória granulada de alto-forno por microscopia -
Método de ensaio

NBR 9203 - Cimento Portland comum e clínquer - Análise química por complexometria - Método de ensaio

EN-196-4 - Methods of testing cement, quantitative determination of constituents

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