Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Endividamento das famílias 3

Trabalho de Economia
by

Ana Dias

on 25 November 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Endividamento das famílias 3

índice Introdução............................................................................2
O que é o endividamento? E o sobreendividamento?......................................................3
Porque é que as famílias se endividam?............4
A influência da publicidade........................................5
A taxa de esforço.............................................................6
Consequências do sobreendividamento..............7
Notícia......................................................................................8
Educação do Consumidor.............................................9
Conclusão..............................................................................10
Biblio/Webgrafia.................................................................11 Introdução O tema desta apresentação visa, de uma forma muito simples, elucidar os seus destinatários sobre as causas e consequências do sobre/endividamento das famílias. Este tema motivou-nos imenso por termos tido a possibilidade de nos debruçar sobre uma matéria muito atual que tem enormes repercussões na sociedade em que vivemos. Sobre/Endividamento das Famílias Entende-se por endividamento o saldo devedor de um agregado familiar. Pode resultar apenas de uma dívida ou de mais do que uma em simultâneo, cujos compromissos podem ser de curto, médio ou longo prazo.

Quando um indivíduo passa de endividado a sobreendividado, significa que se endividou para além das suas possibilidades e a partir de determinado momento poderá deixar de ter capacidade financeira para satisfazer os encargos assumidos. O que é o endividamento? E o sobreendividamento? Em Portugal, há alguns anos atrás, o crédito era destinado principalmente ás empresas. Só uma pequena parte se destinava aos particulares (geralmente para a compra de habitação e automóvel).
Nos últimos anos, tem-se notado que o crédito ao consumo tem vindo a aumentar devido à liberalização e maior abertura do sistema financeiro (acesso a novos bancos) e sua enorme pressão sobre os consumidores e à descida das taxas de juro.
Estes fatores juntamente com o aumento do rendimento médio das famílias levaram ao consequente crescimento da concessão de crédito aos particulares. Porque é que as famílias se endividam? Consequências do sobreendividamento
O sobreendividamento provoca:
Ao nível económico, a diminuição da poupança e a contração das despesas de consumo privado, especialmente de bens de consumo duradouro, via racionamento do crédito;
A impossibilidade de se adquirir bens essenciais (alimentação);
Em alturas de crise, as prestações do carro, da mobília ou do cartão de crédito, são as primeiras a deixar de ser pagas e a dar lugar a processos de execução e penhora de bens. O avolumar do sobreendividamento das famílias quando fica fora de controlo, pode contaminar toda a economia de um país e acarretar outro tipo de consequências graves, em particular as de natureza social;
ao nível social, a marginalização e a exclusão social, os problemas psíquicos, o alcoolismo, a dissolução das famílias (rutura dos laços familiares - divórcio), etc. Taxa de esforço

A taxa de esforço é um indicador utilizado sobretudo pelas instituições bancárias, que tem por base o rendimento familiar e que determina a capacidade de contrair dívidas. É a taxa de esforço que indica em percentagem do rendimento das famílias o limite da sua capacidade de se endividar.
Muitas instituições bancárias ignoraram esta taxa de esforço e permitiram que algumas famílias se endividassem acima das suas possibilidades. Na expectativa de termos dado um singelo contributo para a compreensão da gravidade deste verdadeiro flagelo social e económico, gostaríamos ainda de concluir o seguinte:
o sobreendividamento das familias ocorreu, para além das causas que aqui apontámos, principalmente pela falta de uma educação para a gestão do rendimento pessoal e familiar;
É nossa convicção que urge a criação, como já acontece em certos países europeus (Alemanha, Finlândia, Suíça) matérias integradas nos programas curriculares que ensinem aos jovens métodos para gerirem as suas disponibilidades financeiras e rendimentos de uma forma racional e optimizada. Uma medida deste tipo iria certamente ajudar as famílias vindouras a gerir melhor o seu orçamento familiar e principalmente a não contrair dívidas para além da sua taxa de esforço, ou seja, acima das suas possibilidades;
Também é nossa convicçaõ que há uma matéria que não se pode aprender na escola, tal como os nossos avós e bisavós não aprenderam, muito embora nunca se tenham sobreendividado, estamos a falar, é claro, do bom senso. Conclusão Há cada vez mais portugueses a entrar em litígio com a banca. O malparado no crédito à habitação e ao consumo subiu 26,5% entre Agosto do ano passado e o mesmo mês deste ano.
Pelo menos 23 mil famílias portuguesas com empréstimos à compra de casa deixaram de ter as contas em dia com a banca. Nos primeiros oito meses do ano o total dos empréstimos hipotecários em falta atingiu os 1,51 mil milhões de euros, um aumento (em termos absolutos) de 23,7% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados ontem divulgados pelo Banco de Portugal.

É no crédito ao consumo que se verificam maiores níveis de incumprimento. Até Agosto, o colapso das famílias com os empréstimos aumentou, em termos absolutos, 69,8%, em comparação com o total do mesmo mês do ano passado.
Nem por isto, (pelo menos até Agosto), a banca retirou o pé do acelerador dos empréstimos. (...)
Para os portugueses - por factores culturais e sociais, para além da maior flexibilidade oferecida pela banca - a renda da casa é a última dívida a desrespeitar. Por isso, num cenário de dificuldades com a bolsa doméstica, se explica a explosão no incumprimento com o crédito ao consumo. Acresce que este tipo de empréstimos não está, muitas vezes, associado a garantias reais, o que deixa os incumpridores a salvo de penhoras bancárias, pelo menos no curto prazo. 23 mil famílias já não pagam crédito da casa por RUDOLFO REBÊLO, 22 de outubro 2008  
A publicidade agressiva e apelativa do crédito fácil e acessível ao consumo originou um crescente e preocupante sobreendividamento das famílias portuguesas. Os Tribunais, a Direcção Geral do Consumidor, a Deco e outras entidades, estão pejados de processos relacionados com esta questão. Uns para execução das dívidas, outros reclamando a falta de esclarecimento sobre os contratos de crédito ou pedindo ajuda para elaboração dos planos de saneamento financeiro das dívidas das família. A influência da Publicidade Tx de esforço = Encargos financeiros mensais x 100 Rendimento Realização de uma lista de compras;
Realização de um orçamento familiar;
Fazer um registo diário de todas as despesas;
Ponderar bem sobre todas as despesas que se fazem;
Refletir antes da utilização de cartões de crédito. Educação do Consumidor Biblio/Webgrafia Manual de Economia A 10º ano adoptado pela Escola Secundária da Maia;
http://oec.ces.uc.pt/biblioteca/pdf/pdf_estudos_realizados/estudo_parte2%20cap_1.pdf ;
http://www.slideshare.net/efansbaltar/riscos-de-endividamento-977636#btnNext ;
http://www.consumidor.pt/ ;
http://www.dn.pt/especiais/especial.aspx?especial=Endividamento&seccao=Economia Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Economia A por: Ana Margarida, Carolina Bento, Filipa Azinheira e João Bento Endividamento das Famílias (%) 2005 1995
Full transcript