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Copy of A Pré-Historia da mente

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Marcus Nassif

on 19 August 2013

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Transcript of Copy of A Pré-Historia da mente

A Pré-História da mente
A pré-história da mente: Uma busca das origens da arte, da religião e da ciência
Era da arqueologia cognitiva
"As Origens da Mente Moderna" Donald, M.
Tentativa ambiciosa de explicar a mente de nosso antepassados
Steven Mithen
Mente humana analisada a partir da arqueologia, explorando ideias da Psicologia
Teorias sobre a mente.
Devemos tentar entender a mente dos antepassados à partir da análise de nossa mente atual
Mente esponja x Mente computador
Thomas Wynn e Piaget: a mente como um canivete suiço.
Fodor: Percepção e Cognição.
Gardner e as múltiplas inteligências.
Psicológos evolucionistas: mente projetada pela seleção natural para lidar com problemas enfrentados pelos antepassados.
Crianças e o conhecimento intuitivo.
Metamorfose da mente: mente computador ao canivete suiço.
Nossos antepassados
Elo Perdido: Viveu na África há seis milhões de anos.
Homo habilis: Primeiro a produzir ferramentas de pedra.
Homo erectus: Manipulava o fogo e migrou da África para Ásia e Europa.
Homem de Neandertal : dominou vários territórios.
Homo sapiens sapiens: enterra seus mortos em covas com oferendas, constoem embarcações e vai até a Austrália.
- A mente moderna é um produto da evolução, não uma criação do sobrenatural.
- Steven Mithen explica as causas e condições da evolução da mente, enfantizando que só
se pode compreender a mente moderna, se estudarmos a sua pré-história.
Steven Mithen
S.Mithen
Aline Rodrigues
Bárbara da Silva
Marcus Nassif
Mariana Galliano
Wanderson Duarte
Grupo
O aumento do volume do cérebro não corresponde ao aumento da inteligência.
Explosão Cultural e revolução agrícola

Psicologia evolutiva + Arqueologia Cognitiva
Uma nova proposta para evolução da mente
- Teoria da recapitulação: ideia de que a “ontogenia recapitula a filogenia”.
- Mithen adota, hesitantemente, a noção da recapitulação para propor uma série de fases arquitetônicas para a evolução da mente, comparando a mente com uma catedral em construção, enquanto cada pessoa se transforma de criança em adulto.
Mithen compara a mente com uma catedral em construção, enquanto cada pessoa se transforma de criança em adulto.
As mutações genéticas e as mudanças constantes do ambiente foram problemas enfrentados pels nossos ancestrais.
Exigência de novos processos de pensamento para encontrar soluções.
Seleção natural
Símios, macacos e a mente do elo perdido.
Não existem artefatos ou fósseis que nos remetem ao elo perdido então o único modo que temos atualmente, para tentar elaborar um esquema da sua mente é analisar aquilo que temos de mais próximo para um ancestral que viveu há seis milhões de anos, temos de olhar o grande símio de quem esses ancestrais evoluíram, o chipanzé.
Inteligência Técnica -
Chipanzés, os fabricantes de instrumentos?
As inteligencias múltiplas da mente dos humanos arcaicos

Humanos arcaicos: H. erectus (1,8 milhão de anos) até H. neanderthalensis (30 mil anos)
4 domínios cognitivos
As inteligencias técnica, naturalista, social e linguística
Existência de um bloqueio natural entre os domínios cognitivos
O crescimento do córtex cérebral favoreceu desenvolvimento da inteligência social e linguística
Ausência de conexão entre as inteligências
Aumento no tamanho do crânio
Inteligencia Tecnica: Impondo simetria e forma
Habilidade manual precisa e capacidade técnica necessaria para a produção de artefatos.
Longas sequências de lascamento.

Produção de machados de mão com pouca variação de forma e tamanho.

Artefato genérico para qualquer tipo de tarefa.
Evolução da técnica:
Ponta Levallois
Inteligência Naturalista: ampliando as mentes, ampliando territórios

A inteligência naturalista é composta de pelo menos 3 subdominios de pensamento: os animais, as plantas e a geografia da paisagem com a distribuição de fontes de agua e as cavernas.
refere-se a observação do mundo natural no presente para prever o futuro.
Inteligência Social: Expandindo mentes, expandindo redes sociais
Existem evidências que levam a acreditar que os humanos arcaicos viviam em grandes grupos. Existem uma gama de vantagens como caçar em grupo, se defender de predadores etc. O tamanho do cerebro desses ancestrais e a evidencia do meio parecem mostrar de maneira conclusiva, que havia um nivel notável de inteligencia social.
Uma linguagem social
Há tres características nos crânios fósseis dos humanos arcaicos que indicam suas capacidades linguísticas:
O tamanho do cérebro
A estrutura neural deduzida do formato do cérebro
1.Gorilla 2.Australopithecus 3.Homo erectus 4.Neanderthal 5.Homo apiens 6.Homo sapiens sapiens
A natureza do trato vocal
A morfologia da garganta dos humanos arcaicos praticamente não diferem da morfologia dos humanos modernos.
Fóssil de hióide neandertal
A mente humana arcaica
65 milhões de anos da mente
- Se traçarmos o percurso dos 65 milhões de anos de evolução dos primatas, notaremos
uma oscilação entre as formas de pensamento especializadas e as generalizadas.
- Somos o resultado de um processo evolucionista longo, lento e gradual. Somos bem diferentesdos nossos parentes vivos mais próximos, os chimpazés.
Oscilações na evolução da mente

- As vantagens seletivas durante a evolução da mente oscilaram entre uma inteligência
especializada e uma inteligência generalizada, voltando novamente à especializada.
- A fase final da evolução inclui mais uma passagem para um tipo de cognição generalizada, porém tipicamente fluida.
As origens cognitivas da ciência
- O surgimento da ciência é a terceira realização singular da mente moderna.
- A definição de ciência nos fará identificar aspectos importantes das nossas mentes cognitivamente fluidas.
- Habilidade de gerar e testar hipóteses.
- Desenvolvimento e uso de ferramentas para resolver problemas específicos.
- Uso de metáforas e analogias.
- Resumindo: a ciência, assim como a arte e a religião, é um produto da fluidez cognitiva.
Conclusão
'
O comportamento observado não constitui o que esperaríamos encontrar se a mente do chimpanzé possuísse uma inteligência técnica, parecem mais atributos associados a uma inteligência geral, e não especificamente projetadas para a fabricação e uso de instrumentos.
A inteligência naturalista: mapas mentais e o comportamento de caçador.
A conclusão mais razoável é atribuir a esses primatas uma mente com micro domínios que possibilitem a construção de mapas mentais, mas não uma inteligência totalmente desenvolvida.
Inteligência social: comportamento maquiavélico e o papel da consciência.
Os chipanzés têm uma percepção consciente das suas próprias mentes, contudo essa consciência se estende apenas aos pensamentos dobre interação social.
Uma capacidade lingüística? Falando com chipanzés.
Os chipanzés não têm aparelho vocal adequado, mas será que possuem uma base cognitiva para a linguagem?
Ao analisar os experimentos de aquisição de linguagem nesses primatas, não parece que observamos a liberação de alguma habilidade lingüística latente, bloqueada dentro das suas mentes pela ausência de cordas vocais.
Não existe inteligência lingüística.

O pensamento nas interfaces entre domínios da mente do chipanzé.
Parece que existem três características principais.
A primeira é a inteligência geral, que inclui módulos para aprendizado por tentativas, e o aprendizado associativo.
Em segundo lugar, existe um domínio especializado da inteligência social.
E em terceiro lugar, existe um pequeno conjunto de módulos mentais envolvidos com a construção de um banco de dados da distribuição de recursos, uma inteligência naturalista.
Chipanzés parecem ser incapazes de integrar os pensamentos sobre a fabricação de instrumentos com os relacionados à interação social.
As origens da inteligência social.
É possível sugerir que a mente do ancestral de seis milhões de anos de idade encontra-se na interface entre as fases arquitetônicas 1 e 2. A primeira capela a ser construída foi a inteligência social.
A mente do primeiro fabricante de instrumentos
Inteligência Técnica: os primeiros instrumentos de pedra marcam um avanço cognitivo?
Tentaremos reconstruir a mente do primeiro Homo. Trataremos aqui do H. habilis que embora tenha restos fósseis escassos estes ainda são mais abundantes do que de outros Homo contemporâneos.
Os artefatos olduvaienses poderiam indicar um processo cognitivo especializado, ausente na mente do ancestral comum seis milhões de anos atrás? A evolução criou uma inteligência técnica nos quatro milhões de anos que se passaram desde o tempo desse antecessor? O quanto essas “ferramentas” são diferentes das dos chimpanzés?
Os chimpanzés não foram capazes de produzir artefatos com os encontrados em olduvai. Isso implica em duas alternativas:
Uma inteligência geral mais potente havia evoluído e tornado possível o aprendizado gradual das técnicas da indústria olduvaiense.
Terem surgido processos cognitivos especializados e dedicados à manipulação e transformação de blocos de pedra, uma física intuitiva na mente do H. habilis. Talvez uma inteligência técnica.
Inteligência naturalista:
a emergência do carnivorismo?
Os instrumentos oldulvaienses de pedra devem ter sido usados para diversos fins, mas sua principal função provavelmente era o esquartejamento de carcaças de animais.
Mas existem evidencias de que a inteligência naturalista tenha evoluído no tempo do H. habilis?

Não existe consenso quanto ao H. habilis ser um caçador ou “rapinador marginal”.
Dois fatores explicam a falta de consenso.
Primeiro o registro arqueológico provavelmente não está preservado o suficiente.
Segundo, é bem provável que o modo de vida do H. habilis caracterizou-se pela diversidade, a flexibilidade na escolha entre caçar e forragear, entre partilhar a comida e alimentar-se a medida que a oortunidade surgisse, um ajuste às circunstâncias ecológicas especificas do momento.
A evolução ocupou-se de estabelecer alicerces suplementares para a inteligência naturalista, mas a inteligência geral continua a ter um papel dominante nos pensamentos sobre o mundo natural.
Uma inteligência social florescente: segurança na vida em grupo.
Como teria mudado a inteligência social no tempo do H. habilis?
Ele teria escolhido viver em grupos relativamente grandes, e seu tamanho de cérebro característico implica a posse de uma inteligência social para realizar isso. Em outras palavras, o tamanho expandido do cérebro do H. habilis sugere domínio da inteligência social havia se tornado ainda mais poderoso e complexo.
Linguagem incipiente. Investigando moldes de cérebros e o grooming social.
É possível inferir capacidade lingüística apenas pelo formato do cérebro?
o aumento relativo do córtex pré-frontal teria levado a uma reorganização de conexões no cérebro, o que, por usa vez, teria favorecido um desenvolvimento da capacidade lingüística
A linguagem evoluiu para fornecer um modo de trocar informações dentro de grupos grandes e socialmente complexos
Nosso ancestral socialmente precoce
A inteligência do H. habilis tornou-se mais complexa e potente que a da mente do chipanzé, mas permaneceu tão isolada dos pensamentos sobre fazer instrumentos e forragear quando a mente desses primatas.
O material cultural não era utilizado em estratégias sócias, embora tenhamos que concluir que essas estratégias eram mais complexas e maquiavélicas do que as observadas entre os chimpanzés atuais.
Os planos arquitetônicos herdados pelo H. habilis codificaram a construção de uma catedral mental que parece ter siso o mesmo projeto básico que o da codificada mente do ancestral comum de seis milhões de anos. A nave era maior, a capela da inteligência social era mais elaborada, as paredes das capelas das inteligências técnica e naturalista estavam mais altas e incorporavam mais módulos. Mas essas permaneciam incompletas.
Tentando pensar como um Neandertal
“Que experiência teria sido possuir o
intelecto de um homem humano arcaico
como o homem de neandertal?”
Usando o argumento do
psicólogo inglês Nicholas
Humphrey,Mithen concluiu
que a evolução da
consciência foi um
artifício de conhecimento.
Daniel Dennett - ”Explained Consciousness“.
Livro de Explicação sobre a mente.
Consciência deixa de existir.

Dois tipos de consciência
A sensação, como percepções de dores, cores e sons (Dennett).

A consciência Inferior que lida com tais situações como raciocínio e reflexão sobre os nossos próprios estados mentais (Humphrey).
“percepção inconsciente e ação inteligente”
Pensamento inconsciente
Como seria ser um neandertal para um neandertal
O Big Bang da cultura humana: as origens da arte e da religião.

“Transição do Paleolítico Médio ao Superior”

“Explosão cultural” ou um “big bang” das
origens do universo da cultura humana.
O que é arte ?
Origens da arte: Símbolos para criação da arte
1 – A produção de uma imagem visual envolve o
planejamento e a execução de um molde mental.
2 – A comunicação intencional com referencia a uma evento ou objeto não presente.
3 – A atribuição de um significado a uma imagem visual não associada com seu referente.
O aparecimento da religião:
1 – Que em muitas sociedades acredita-se que algum componente não- físico (alma) de uma pessoa possa sobreviver depois da morte e permanecer como um ser com crenças e desejos.
três características que fazem parte das ideologias religiosas:
2 – Pressupõe que com muita frequência, certas pessoas de uma sociedade estejam mais acessíveis a recebimentos de inspirações ou mensagens de seres sobrenaturais como deuses e espíritos.
3 – Pressupõe que a execução de certos rituais de modo
preciso podem causar mudanças no mundo natural.
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