Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Culturas e Artes Pós-Humano

No description
by

Leandro Brito

on 4 May 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Culturas e Artes Pós-Humano

Culturas e artes do pós-humano Da cultura de mídias à cibercultura de Lúcia Santaella Maria Lucia Santaella Braga é pesquisado e professora da PUC-SP. Doutorada em Teoria Literária tem mais de 40 obras publicadas, com destaque para "O que é semiótica" de 1983 e "Cultura das mídias" de 1992. O que é Cultura? "Agente causal da evolução humana, através da ação única do homem." Definições Antropológica Humanista Não é seletiva. Tudo é cultura. “Sistema de valores e padrões para uma época ou espaço” É seletiva. Apenas a produção intelectual é cultura. “Um corpo de trabalhos artísticos e intelectuais. A perfeição.” O que é Cultura Midiática? Novas Mídias Mídias
Tradicionais A cultura de mídias nasceu na intersecção da cultura de massas com as novas mídias. Cultura Midiática A dinâmica da cultura midiática Segundo Valter Benjamin (1985) O QUE É PRODUZIDO? Continuum Pós modernidade, globalização
e revolução digital. Ampliação dos mercados culturais através da cultura midiática, com isso novos hábitos de consumo são criados.
Computador convertendo informação em linguagem universal.
Cibercultura - cria uma indústria unificada da hipermídia. Uma visão heterotópica
das mídias digitais. Conceitos: Mídia Meio de comunicação
em massa. Dispositivos, programas,
apps, intervenções etc. Mídias
Digitais Exibição e distribuição das novas mídias As mídias digitais amplificaram esse processo por dois motivos:
Aumento do alcance e poder de comunicação das organizações.
Perca da hegemonia das Mídias de Massa, principalmente da TV. Era Digital Outras considerações:
Hibridismo entre TV, PC, telefones etc.
Criação do ciberespaço.
Nova força política, econômica e cultural.
A internet é “capitalista” mas ao mesmo tempo livre. Substratos da Cibercultura. As mídias de massa abriram caminho para a cibercultura. Contextualizando:
Descaraterizou o receptor, que se tornou passivo.
A propaganda ganhou força.
Transmissão de informação unilateral. “Um mensagem enviada para milhares”. 1970 Para Kerckhove foi o auge da era televisiva, pois analisando, após esse período ela se viu obrigada a conviver com outras mídias "segmentadas". Hibridismo Usuário Espectador Características e elementos únicos da Cibercultura. Digitalização Bit e bytes Multimídia Rede Independem do espaço tempo
O modem: neurônios digitais.
Internet: a rede das redes. Ciberespaço Para Norbet Wiener:
Cibernética = comunicação + controle. A primeira aparição do termo foi no livro Neuromancer de Willian Gibson. Interface A interação entre humano e máquina está criando uma nova linguagem alinear. Hipertexto Aventura ao navegar nesse tipo de leitura “interativa”.
“A não linearidade é uma propriedade do mundo digital”. Links Conecta as páginas e arquivos por
todo o ciberespaço. Exemplos Mas afinal, que é cibercultura? É uma cultura descentralizada e autônoma, sem fronteiras geográficas e até linguistícas. "Pai da praticidade" Comunidades Virtuais e Inteligência coletiva. Kerckhove: a internet-ciberespaço é um cérebro, e funciona como tal.
Trabalho em conjunto (como uma colônia de insetos). Agentes
Inteligentes É o conceito onde a máquina tem conhecimentos prévios, possibilitando que o usuário tenha menos trabalho para efetuar uma operação. Televisão Parecida com as smart TVs Grande alcance coletivo Formas de Socialização na Cultura Digital. “O meio é a mensagem” É o suporte onde a mensagem é corpificada e transmitida. Cada tipo tem um alcance e linguagem diferente. Os meios são inseparavéis da forma de socialização e cultura da época. “Novos ambiente comunicacionais” ou Comunidade Virtual. Trocamos, compartilhamos, engajamos, informamos, conversamos.
A multiplicação de conexões torna a sociedade mais frágeis e superficiais.
Os softwares criam sujeitos culturais.
O homem está sempre “em projeto”. Comparação: Homem racional (iluminismo)
Meio - papel impresso.
Linear
Autor diferente de leitor. Homem dinâmico (contemporâneo)
Meio - digital
Compartilha, multiplicado,
disseminado, decentralizado. Artes Hibrídas. Santaella escolhe três campos da artes importantes para a hibridização da mesma. Imagens A fotografia mudou a formas dos pintores trabalharem, assim como a intervenção digital muda o trabalho do fotográfo. Instalações a ambientes. O que é?
É um local que é tratado como material para o trabalho do artista. Muitas vezes é determinante para a obra. Marcel
Duchamp Origem do imaginário conceitual das instalações.
Quebra as barreiras, tornando as suas obras mais próximas do cotidiano. Mile of string, 1942 Font
1917 Bicicle
Wheel
1913 Intervenções com recursos
tecnológicos. Convergência das mídias e multimídia interativa
A hipermídia tem em essência a hibridização. Plural Maps
de Lúcia Leão Contruir uma nova cartografia para a cidade de São Paulo através de um site.
Toda a obra tem um aspecto colaborativo, pois depende da interação com os usuários. Panorama da Arte Tecnológica. A arte sempre é vinculada aos meios e recursos da época. Definições: Técnica Tecnologia Arte
Tenológica Século XX A arte absorve as novas tecnologias , que:
Causam impacto nas formas e meios mais antigos de produção de arte.
Aumenta a experimentação do artistas. Cronologia: 20 50 60 70 e 80 90 20 A vídeo arte praticamente dominou o século XX por ser barata Jeffrey Shaw ConFIGURING the CAVE,
Responsive Environment (1996) The Legible City (1989-91) E no Brasil? Mostra 3M de Arte Digital (2012) Crystall Ball (2009)
de Martha Gabriel Crepúsculo dos Ídolos (2008)
de Jarbas Jácome Rumos da Arte Cibernética (2011) Tijolo Esperto – de Breno Guimarães Rosa Emoção Art.ficial 6.0 (2012) iFlux– de Silvia Laurentiz e Martha Gabriel (Brasil, 2012) Você não esta aqui – de Gisele Beiguelman e Fernando Velázquez (Brasil, 2012). O corpo cibernético e o advento do pós humano Modelos das relações entre a máquina e o corpo humano: Nobert Wiener – fundador da cibernética. O que é Cibernética? Da analogia cibernética para o hibridismo do ciborgue Os quatro estágios do corpo através das eras A era mítica – corpo como barro maleável
A era dos relógios – (sec XVII e XVIII ) – corpo mecanismo de relojoaria
A era da máquina a vapor – (sec XVIII e XIX)- corpo como motor
A era da comunicação e controle - corpo sistema eletronico. tentativa de compreender a comunicação e o controle de máquinas, seres vivos, grupos sociais através de analogias com as máquinas eletrônicas. O nascimento Manfred Clynes Natlan Kline Manifesto Ciborgue Donna Haraway Ciborgue no imaginário fílmico The six milion dollar Man Série americana produzida nos anos 1970
Baseado no livro Ciborgue de Martin Caidin de 1972 The bionic womam Robocop Exterminador do Futuro 2 O Visionarismo cyberpunk Surgi em 1983 no conto de Bruce Bethke Neuromancer de Willian Gibson 1984 Matrix Realidade virtual O Advento do pós humano representa a construção do corpo
integrando informação e matéria Tecnologias pós humanas Ivan sutherland ideia de imersão, criar a ilusão de estar dentro de uma cena gerada pelo computador Comunicação Global fluxo de dados Telepresença Marvin minsky Jonh mccarthy Protético e nanotecnologia nanotecnologia máquinas muito pequenas que podem ser programadas para operar em ambientes como o corpo humano. Proteses Neil Harbisson artista audiovisual se tornou a primeira pessoa reconhecida como ciborgue por um governo eyeborg permitir que as pessoas percebem a cor através de ondas sonoras Tipos de imersão Corpo plugado

Imersão através de avatares

Imersão hibrida A Semiose do Pós Humano Por uma modelagem conceitual renovada artistas intelectuais Reconfigurar a sensibilidade humana na busca de sua regeneração contínua Modelar novos conceitos mais aptos e fiéis àquilo que eles querem descobrir Segredo chave é a mediação, ou semiose. Toda relação do humano com a natureza e com sua própria natureza é uma relação mediada pelos signos e pela cultura condição imposta pelo cérebro FALA E O GESTO Fala: é uma técnica que teve que "roubar" parte do funcionamento dos órgãos da respiração e deglutição, emprestando-lhes novas e imprevistas finalidades Fusão entre sistemas técnicos e a biologia do corpo A era pós-biológica e pós-humana é fruto de um processo evolutivo cujo início remonta ao advento do neocórtex e de sua matéria-prima precípua: linguagem
capacidade simbólica
signos cultura é mediação Onde há vida, há cultura. Pois a vida só se explica porque, no seu cerne, reside a inteligência, outro nome para mediação. Cérebro manifestação otimizada da complexidade, fonte de crescimento contínuo. PEIRCE, C. S. "Se o universo está em expansão, onde mais poderia crescer senão na cabeça dos homens?" pensamento coletivo, posto para fora em forma de signos Revolução Industrial Máquinas sensoriais Máquinas inteligentes povoaram o mundo de imagens e sons poder computacional, que possuem certa dose de inteligência Redes de Telefonia Satélites de Comunicação Sistemas de Radar Robôs Sistemas de Orientações de Naves CIBERNÉTICOS Instrumentos de desenho
Gravuras
Cinema
Computadores PRÓTESES Satélites extensão dos olhos visão do globo Antenas de Radioastronomia extensão dos ouvidos ruídos celestiais "ver o invisível" Realidade Virtual imersão nos universos interatividade "Onde isso irá dar? Não podemos prever, pois o mistério da vida, e da vida humana em particular, está na sua abertura para o acaso. Acaso que traz consigo a imprevisibilidade, o intransponível, a necessária humildade diante da irremediável incompletude do nosso saber" SANTAELLA, Lúcia
Full transcript