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Modelos Atômicos

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by

Leonardo Salviano Soares

on 25 March 2013

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Transcript of Modelos Atômicos

Modelos Atômicos Modelo de Thomson
(Pudim de Passas) Leucipo e Demócrito Em 1903, o físico inglês Joseph John Thomson (1856-1940) propôs um novo modelo atômico, no qual o átomo seria uma “pasta” positiva com elétrons de carga negativa presos à superfície. Assim, a divisibilidade do átomo e o reconhecimento da natureza elétrica da matéria foram admitidos oficialmente.

Seu modelo atômico explicava os seguintes fenômenos: eletrização por atrito, corrente elétrica (fluxo de elétrons), formação de íons (ânion, cátion), descargas elétricas em gases (assim como na ampola de Crookes, onde os elétrons são retirados dos átomos). Experimento de Crookes Em 1875, Crookes (1832-1919) descobriu a existência dos raios catódicos e observou que esses raios, quando submetidos a um campo elétrico uniforme, sofriam desvio em direção ao polo positivo.

Esse fato provou que os raios catódicos eram formados por pequenas partículas negativas. Essas partículas foram denominadas elétrons, presentes em qualquer átomo. Modelo de Dalton John Dalton (1766-1844) foi considerado o criador da primeira teoria atômica moderna.

Com o objetivo de explicar a experiência de Lavoisier (Lei da Conservação das Massas), Dalton apontou as seguintes características para o átomo:
Apresentam o formato de minúsculas esferas maciças;
São indivisíveis;
São indestrutíveis;
São eletricamente neutros. Modelo de Rutherford-Bohr Suas principais características são:
Os elétrons movimentam-se ao redor do núcleo em um número específico de órbitas bem definidas, denominadas de órbitas estacionárias;
Quando o elétron está em movimento em uma órbita, ele não absorve nem emite energia;
Ao absorver uma determinada quantidade de energia, o elétron salta de uma órbita mais próxima do núcleo para outra mais afastada. Quando esse mesmo elétron libera a energia que havia recebido ele volta para sua camada de origem. Modelo de Rutherford-Bohr Cargas de sinais contrários se atraem.

Esse pensamento lógico fez com que Rutherford incluísse em seu modelo atômico determinadas leis. Segundo sua teoria, para os elétrons não se chocarem com os prótons (núcleo), eles deveriam estar girando em um espaço mais afastado do núcleo.

Contudo, de acordo com as leis físicas da época o elétron teria seu raio de rotação diminuído com o tempo, em função da perda de energia, até que colidisse com o núcleo.

Niels Bohr (1885-1962) foi o cientista que modificou, em 1913, o modelo atômico de Rutherford, utilizando a teoria de Max Planck (1858-1947). Planck propôs, em 1900, que a energia não seria emitida continuamente, mas em "pacotes" denominados quanta (plural de "quantum"). Modelo de Rutherford Em 1911, Ernest Rutherford (1871-1937) realizou uma experiência com o elemento radioativo polônio. Ele observou que grande parte das partículas emitidas atravessavam uma lâmina extremamente fina de ouro. Já a menor parte delas sofria desvio ou era refletida.

Rutherford, então, passou a admitir um novo modelo atômico, que apresenta núcleos pequenos, densos e positivos, dispersos em grandes espaços vazios. No século V a.C., o filósofo grego Leucipo e seu discípulo Demócrito defenderam a ideia de que a matéria não era contínua, mas formada por minúsculas partículas indivisíveis.

Essas partículas foram denominadas de átomos, palavra que vem do grego e significa indivisível. Para explicar a neutralidade da lâmina de ouro, Rutherford afirmou que ao redor do núcleo estão girando os elétrons em um espaço chamado eletrosfera, sendo eles muito pequenos e estando bem afastados uns do outros.

Em 1932, James Chadwick (1891-1974) percebeu que o núcleo do elemento berílio emitia partículas neutras de massa similar a dos prótons. Descobriu-se então uma terceira partícula subatômica denominada de nêutron. Esses saltos que os elétrons realizam de uma órbita para outra se repetem milhões de vezes por segundo, produzindo uma matriz de ondas eletromagnéticas. Essa constante emissão de fótons (quanta) é responsável pelas cores, os raios ultravioletas, os raios X, o infravermelho etc. As órbitas eletrônicas de todos os átomos conhecidos se agrupam em sete camadas eletrônicas, sendo elas nomeadas de: K, L, M, N, O, P, Q. As camadas podem ser chamadas também de estados estacionários ou níveis de energia. Os níveis de energia são divididos em subníveis e cada subnível eletrônico pode comportar um número específico de elétrons. Experimento de Goldstein Em 1886, Eugen Goldstein (1850-1930) fez algumas modificações na experiência de Crookes e observou que quando o cátodo, que agora se encontra no meio da ampola, e o ânodo geravam voltagens elevadíssimas, outros raios surgiram no sentido contrário aos raios catódicos. Esses foram denominados de raios anódicos ou raios canais. Assim como os raios catódicos são negativos, logicamente os anódicos devem ser positivos, pelo fato de surgirem no sentido contrário. Descobriu-se, então, uma segunda partícula subatômica, de carga positiva denominada próton.
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