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Principais doenças respiratórias em pacientes geriátricos

Medicina Veterinária - Pneumologia
by

Evandro Zacché

on 23 July 2016

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Transcript of Principais doenças respiratórias em pacientes geriátricos

Geriatria
em Pequenos Animais
Principais Doenças
Respiratórias em
Pacientes Geriátricos
MV. Evandro Zacché
Serviço de Cardiologia Veterinária - UNESP Jaboticabal
Mecânica Ventilatória
Músculos respiratórios
Alterações anatômicas
Função pulmonar
Alterações imunológicas
Efeitos do envelhecimento sobre a função respiratória
Resultados
Principais Doenças Respiratórias
em Pacientes Geriátricos

Doenças da cavidade nasal
Laringopatias
Doenças das vias aéreas inferiores
e pneumopatias

Traqueopatias
Pleuropatias
Colapso de traquéia
Definição
Redução dorsoventral do lúmen traqueal
Geralmente envolve a região cervical
Agravada pelo colapso dinâmico devido ao aumento do esforço respiratório
Anéis cartilaginosos
Dorsal trachealis (membrana traqueal dorsal)
Fisiopatologia
Alterações ultraestruturais na matriz cartilaginosa
Hipocelularidade dos condrócitos
Perda de cartilagem hialina
Substituição por tecido fibroso
Sulfato de condroitina
Cálcio
Glicoproteínas
Glicosaminoglicanos
Diminuição de:
Etiologia
Ainda incerta
INFLAMATÓRIA
Proposta no início da década de 40, quando a doença foi inicialmente descrita
Todos os animais afetados apresentam inflamação traqueal
Não permite afirmar se a inflamação é causa ou consequência
GENÉTICA
NEUROLÓGICA
Epidemiologia
Histórico e
achados clínicos
Intensidade e período?
Quando se agrava?
Outros sinais?
Associada à obesidade?
Exame físico
Exames diagnósticos
Radiografia
Traqueoscopia
Tratamento
médico
cirúrgico
O tratamento é sintomático e paliativo, NÃO curativo!
TOSSE
INFLAMAÇÃO
Antitussígenos
Sulfato de codeína
Broncodilatadores
Terbutalina
Teofilina
Antibioticoterapia
Não recomendados
MANEJO NÃO CIRÚRGICO
Bronquite crônica
Etiologia
"Doença incurável de início insidioso que afeta cães de meia idade a idosos, principalmente de raças pequenas"
"Caracteriza-se por inflamação das vias aéreas que culmina em tosse crônica e hipersecreção de muco"
Fisiopatologia
Histórico e
achados clínicos
Critérios diagnósticos:
Tosse crônica (> 2 meses)
Evidências de hipersecreção de muco
Exclusão de outras doenças respiratórias crônicas
Exame físico
Exames diagnósticos
Tratamento
As alterações estruturais associadas à bronquite crônica são, geralmente, irreversíveis.
Colapso traqueobrônquico e enfisema são alterações permanentes que complicam o tratamento.
POR ISSO, O PROPRIETÁRIO DEVE SER MUITO BEM INSTRUÍDO SOBRE A DOENÇA E AS METAS TERAPÊUTICAS.
1. Evitar fatores exacerbantes e controlar o peso;
2. Aliviar a obstrução do fluxo e diminuir a inflamação das vias aéreas;
3. Controlar a tosse;
4. Controlar infecções;
5. Oxigenioterapia;
2. Aliviar a obstrução do fluxo e a inflamação das vias aéreas;
Anti-inflamatórios
Broncodilatadores
Mucolíticos
Efeitos colaterais relacionados a utilização crônica
Alternativas
Nebulizador
Aerossól dosimetrado
Inalador de pó
3. Controlar a tosse
4. Controlar infecções
Antitussígenos: Nunca antes do controle da inflamação e da hipersecreção de muco.
Somente quando houver evidências de broncopneumonia!
5. Oxigenioterapia
ezacche@yahoo.com.br
prezi.com/user/ezacche

A força do diafragma pode ser medida pela mensuração da Pressão Inspiratória Máxima (MIP);
Com o envelhecimento, há redução da MIP;
Tal redução pode predispor indivíduos idosos à fadiga diafragmática;
Alterações estruturais da caixa torácica levando à redução da complacência torácica;
Degeneração dos ductos alveolares resultando em aumento dos espaços de ar;
A redução do tecido de suporte resulta em fechamento prematuro das vias aéreas durante a respiração normal e consequente aprisionamento de ar, conhecido como enfisema seníl;
Aumento da proporção de linfócitos CD4+;
Aumento da população de neutrófilos;
Aumento da habilidade de liberação de superóxidos;
Lesão proteolítica e oxidativa
Perda da unidade alveolar;
Redução das trocas gasosas;
Doenças congênitas;
Doenças inflamatórias;
Neoplasias;
Trauma;
Manifestação clínica Secreção nasal Sangramento nasal Espirro Dispnéia
Tratamento
Tratamento inespecífico
(mucolíticos, umidificação, suporte alimentar)

Tratamento específico
(ATB, antifúngicos, trepanação, quimioterapia...)
Manifestação clínica
Sinais relacionados à deglutição ou respiração
Relacionada a incapacidade de regular o fluxo de ar Tosse Dispnéia Estertor Estridor
Paralisia de laringe Tratamento
Cuidados pós operatórios Complicações pós operatórias
Paralisia de laringe
Tratamento
Sedação (butorfanol)
Patência de vias aéreas
Corticóides de curta duração
Formação
Reabsorção
Etiologia
Doenças cardíacas
Doenças renais
Doenças hepáticas
Doenças do sistema linfático
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