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Copy of A cultura do Mosteiro

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Nuno Pinto

on 24 May 2013

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Transcript of Copy of A cultura do Mosteiro

Intodução O poder da escrita Os Espaços do
Cristianismo A Cultura do
Mosteiro Place your own picture
behind this frame! Double click to crop it if necessary San Francisco Budapest Da reorganização cristã da europa ao crescimento e afirmação urbana (cc) photo by Metro Centric on Flickr (cc) photo by Franco Folini on Flickr (cc) photo by jimmyharris on Flickr Stockholm (cc) photo by Metro Centric on Flickr Neste trabalho vamos abordar os seguintes temas:

-Os espaços do cristianismo
-Da organização cristã da europa ao crescimento e afirmação urbano
-A europa dos reinos cristãos
-O mosteiro
-O poder da escrita
-A arte românica
-A escultura românica
-As artes das cores - Enfraqueceu a economia mercantil;
- Provocou o declínio e a redução dos centros urbanos;
- Desorganizou a administração pública;
- Causou uma profunda depressão demográfica. Nascida do rescaldo das invasões germânicas deu-se a desagregação das estrutura clássicas. A Idade Média foi um período conturbado para a História da Europa, sobretudo no Ocidente.
O combate entre o romano, em decadência, e o bárbaro-germano, em ascensão trouxe grandes mudanças estruturais, como: Estas características acentuaram-se por novas invasões (muçulmanas, a partir do século VII; normandas, escavas e magiares, após o século IX).
O feudalismo, com a formação de uma sociedade guerreira e rural, rude e cavaleiresca foram o desenvolvimento das práticas agrícolas que contribuíram para o crescimento demográfico e para o renascer do comércio.
A partir do Ano Mil deu-se a inversão com o cessar das vagas invasoras e com o abrandamento das guerras privadas, de carácter feudal.
No século XXI, os burgos - as cidade medievais - eram símbolos do renascer da Europa, abrigando as feiras e os mercados e, à sombra das suas igrejas, as colegias e as universidades. Na Antiguidade Clássica era um mundo alfabetizado com escolas e bibliotecas públicas em todas as cidades mais a partir do século V, com as invasões bárbaras, desapareceu este cenário e as populações caíram no analfabetismo e no uso de uma cultura popular, não escolarizada e de tradição oral.
Sobreviveram alguns focos culturais ativos, instalados principalmente nos mosteiros.
A partir do século IX, a situação cultural modificou-se com o chamado renascimento carolíngio. Carlos Magno, necessitando de melhorar a preparação da classe eclesiástica e de organizar um grupo de funcionários na administração da sua chancelaria e do seu império, empenhou-se em fazer renascer as letras e as artes, criando na sua corte uma escola – a Aula Palatina – e uma biblioteca, para o cultivo das letras.
A maioria dos letrados pertencia quase toda à classe eclesiástica e era proveniente dos scriptoria. Era nesta espécie de oficinas de escrita que, alguns monges especializados (escribas e copistas) escreviam os documentos e registos do mosteiro e se copiaram à mão os livros religiosos e os grandes clássicos muitas vezes ilustrados com iluminuras, outras formas de escrita. Esta ação foi muito valiosa porque não havia outro processo de edição ou reprodução de livros.
O domínio da arte da escrita e do saber conferiu-lhes até ao advento da burguesia, o monopólio dos cargos públicos e das régias. Assets map details doodles notes outlook photo frame Dentro do crescimento do cristianismo deu-se a religião oficial do império Romano, o elemento aglutinador e ordenador e os bispos como únicas autoridades atuantes o que originou o Papel civilizacional da Igreja.
O Papel civilizacional da Igreja tinha como funcionalidade técnicas agrícolas, suavização dos costumes e desenvolvimento das artes e letras.
O ressurgimento económico fez com que houve-se clima de paz (fim das invasões e das guerras privas) e aumento da produção agrícola graças a uma série de inovações o que ocasionou um crescimento demográfico e ressurgimento urbano e comercial. Entre o ressurgimento económico houve reestruturação teológico-doutrinal que deu origem a um movimento da Trégua e da Paz de Deus, construções/reconstruções de igrejas (Românico), peregrinações a lugares santos e cruzadas. Praça Medieval séc.XII - XIII A europa dos reinos cristãos Na Europa de reinos feudais, enfraquecida, violenta e rural, uma única força se manteve em crescimento: o cristianismo.
Os bispos cristãos do Baixo-Império aproveitaram as estruturas administrativas centrais e locais, então em decadência, para congregarem as comunidades de fiéis e tornaram-se as únicas autoridades presentes e atuantes junto das populações.
A ação da Igreja, durante toda a Alta Idade Média ultrapassou as obrigações religiosas, pastorais e doutrinais, exerceu as técnicas agrícolas, da suavização dos costumes e da conservação e desenvolvimento das artes e das letras que teve como focos difusores as igrejas e principalmente os mosteiros.
Foi esse papel civilizacional da Igreja que criou a Cristandade - comunidade de povos e nações que, professando a fé cristã criaram entre si vínculos sociais, políticos, jurídicos e culturais daí decorrentes - instalada no Ocidente.
Foi também a Igreja quem mandou construir ou reconstruir igrejas e mosteiros., incentivou as peregrinações aos lugares santos e organizou as cruzadas.
O Cristianismo deu origem no Ocidente cristão a um movimento religioso - o monaquismo. O mosteiro Foi a partir dos séculos VI e VII que surgiram os primeiros legisladores da vida religiosa comunitária, como São Bento de Núrsia.
Os regulamentos - ou Regra - que este escreveu para os seus cenobitas (monges) em
529 serviram de modelo para a organização da vida religiosa comunitária na maior parte dos mosteiros medievais europeus até ao século XII, como Cluny, Dijon, Fontevrault e para as ordens militares dos séculos XI-XII, espelhando-se por toda a Europa.
Segundo São Bento definia na sua Regra, o mosteiro era "uma escola ao serviço do Senhor", onde o abade era o pai e mestre dos irmãos e cuja comunidade tinha por princípios básicos os da obediência, silêncio e humildade, na ordem de Deus.
A primeira obrigação dos monges era a do ofício divino ao qual "nada se deve antepor" mas os irmãos possuíam outros deveres onde a oração ombreava com o trabalho no scriptorium, nas variadas oficinas, nos campos em horários e ritmos rigorosamente estipulados e concebidos, desde o romper do sol até à noite, por vezes hora a hora, mês por mês.
Eram concebidos como pequenos mundos autónomos e auto-suficientes, virados para o seu interior e fechados ao exterior por muralhas e portas, rigorosamente vigiadas e regulamentadas por cargos próprios (porteiro, hospedeiro, esmoleiro...).
O próprio plano arquitetónico do mosteiro havia sido meticulosamente pensado por São Bento e seguia o modelo por ele propostos para a Abadia de Saint-Gall, na Suíça, cuja planta fora desenhada em perfeito equilíbrio geométrico e em perfeita correspondência matemática: a métrica assenta num módulo com a largura da nave central da igreja e que é a base de toda composição.
Centros de oração, meditação e ascese beneficiados pelas condições estruturais (económicas, políticas e culturais). Por isso, os mosteiros transformaram-se em centros dinamizadores da economia em avançados centros de produção cultural na teologia, nas letras e nas ciências, e em escolas de nomeada, exercendo importante papel civilizacional. A arte românica A arte paleocristã A arte Bizantina A arquitetura
românica O românico em
Portugal a arquitetura
militar e civil A Arte paleocristã é arte, arquitetura, pintura e escultura produzida por cristãos ou sob o patrocínio cristão desde o início do século II até o final do século V.
Antes do início do século II os cristãos, sendo um grupo minoritário perseguido, pode ter sido coagido por a sua posição a não produzir obras de arte duradouras. Uma vez que nesse período o cristianismo era uma religião exclusiva das classes mais baixas, a falta de arte sobrevivente pode refletir uma falta de recursos para patrociná-la. Os primeiros indícios claros na afirmação de um estilo próprio cristão surgem em inícios do século II, sendo seu expoente as pinturas murais nas catacumbas romanas, lugar de culto e refúgio cristãos. Normalmente os primeiros cristãos representavam o corpo humano de maneira proporcional e bidimensional, por vezes adaptando a elementos da arte pagã, e obviamente harmonizando-os com os ensinamentos cristãos, bem como também desenvolveram a sua própria iconografia, por exemplo, símbolos como o peixe O cristianismo não foi a única preocupação para o Império Romano nos primeiros séculos da nossa era. Por volta do século IV, começou a invasão dos povos bárbaros e que levou Constantino a transferir a capital do Império para Bizâncio, cidade grega, depois batizada por Constantinopla. A mudança da capital foi um golpe de misericórdia para a já enfraquecida Roma; facilitou a formação dos Reinos Bárbaros e possibilitou o aparecimento do primeiro estilo de arte cristã - Arte Bizantina.
Graças a sua localização a arte bizantina sofreu influências de Roma, Grécia e do Oriente. A união de alguns elementos dessa cultura formou um estilo novo, rico tanto na técnica como na cor.
A arte bizantina está dirigida pela religião; ao clero cabia, além das suas funções, organizar também as artes, tornando os artistas meros executores. O regime era teocrático e o imperador possuía poderes administrativos e espirituais; era o representante de Deus, tanto que se convencionou representá-lo com uma auréola sobre a cabeça, e, não raro encontrar um mosaico onde esteja juntamente com a esposa, acompanhando a Virgem Maria e o Menino Jesus.
O mosaico é expressão máxima da arte bizantina e não se destinava apenas a enfeitar as paredes e abóbadas, mas formar os fiéis mostrando-lhes cenas da vida de Cristo, dos profetas e dos vários imperadores. Plasticamente, o mosaico bizantino em nada se assemelha aos mosaicos romanos; são confecionados com técnicas diferentes e seguem convenções que regem inclusive os afrescos. Neles as pessoas são representadas de frente e verticalizadas para criar certa espiritualidade; a perspetiva e o volume são ignorados e o dourado é demasiadamente utilizado devido à associação com o maior bem existente na terra: o ouro.
Toda essa atração por decoração aliada a prevenção que os cristãos tinham contra a estatuária que lembrava de imediato o paganismo romano, afasta o gosto pela forma e consequentemente a escultura não teve tanto destaque neste período. O que se encontra restringe-se a baixos relevos acoplados à decoração. Um estilo transitório de arquitetura - a românica - desenvolveu-se durante o século VI, incorporando o estilo basílico anterior com alguns elementos do estilo gótico, posterior e mais complexo. Desenvolvimento paralelo ocorreu na Arménia.
Os mais belos exemplos de arquitetura românica ainda encontrados em Jerusalém são a Igreja Mosteiro Greco-Ortodoxo da Santa Cruz, situada perto do Museu Israel e datando do século XI; e a Igreja de Santa Ana, do século XII, perto da Porta dos Leões, na Cidade Velha, que foi restaurada.
Uma igreja cruzada bem preservada foi descoberta há apenas alguns anos, próximo do Suq al-Qattanin. Presume-se que seja a Igreja de S. Julião, mas não se sabe ao certo. É uma basílica de três naves laterais, com três absides, e seu projeto é semelhante ao de Santa Maria dos Alemães, igreja e albergue do século XII dos Cavaleiros de S. João, de fala alemã, cujas ruínas preservadas podem ser vistas no Quarteirão Judaico.
Nem toda a arquitetura dos cruzados tinha finalidade religiosa. O Triplo Suq - os três bazares paralelos cobertos no centro da Cidade Velha - é predominantemente do período cruzado.
Outra estrutura digna de menção é o Grande Mosteiro Greco-Ortodoxo, contíguo à Basílica do Santo Sepulcro pelo lado ocidental. Trata-se de um labirinto de salas, pátios, capelas, degraus e passagens de vários períodos. O românico em Portugal foi um movimento artístico que se centrou no desenvolvimento da arquitetura e artes plásticas, focada nas construções militares e religiosas. Com as invasões muçulmanas deu-se a necessidade de criar fortificações, que pudessem apoiar a Reconquista dos reinos cristãos, até ao Sul da Península Ibérica, que se encontrava ocupada pelos muçulmanos. Isto levou, ao mesmo tempo, a uma aposta nas construções religiosas, na tentativa de reconverter as populações, que estão convertidas ao Islão. No campo da arte, o seu desenvolvimento teve uma clara influência por parte dos restantes países europeus. -Tal como no resto da europa, as fortificações (castelos com residência ou alcáçova, castelos-refúgios e torres de atalaia ou proteção) tiveram como principal papel a defesa da população em situações de perigo e possuíam as mesmas caraterísticas formais e técnicas;
-Os castelos com residência possuíam uma sólida construção castrense, com aparelho de cantaria lavrado, tendo no seu interior uma residência; apresentavam um aspeto robusto pelo carácter defensivo que possuíam.
-Os castelos-refúgios tinham como principal função escolher os povos em perigo; eram construídos em sítios estratégicos como locais rochosos e propícios e não se encontavam muito afastados das povoações, para que a proteção fosse imediata.
-Foram ainda construídas torres defensivas, associadas aos mosteiros.
Na arquitetura civil, a Domus Municipalis de Bragança recebe principal atenção. Era usada como local de reuniões e possuía um sistema recolector de água da chuva e uma cisterna para armazenar Igreja Santa Maria Igreja Mosteiro Greco-Ortodoxo
da Santa Cruz As artes da cor Pintura Mosaico Iluminura A pintura não se destacou tanto quanto a arquitetura nesse período. Os principais trabalhos são a pintura mural, as iluminuras e as tapeçarias. A pintura parietal, ou seja, executada nas paredes, era dependente da arquitetura, como pode-se deduzir, tendo aquela somente função didática. Em um período em que a grande maioria da população era analfabeta a pintura era uma forma de transmitir os ensinamentos do Cristianismo.
A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C. Os estudiosos da pintura existente em Pompéia classificam a decoração das paredes internas dos edifícios em quatro estilos.
* Primeiro estilo: Cobrir as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado, que dava impressão de placas de mármore;

* Segundo estilo: Os artistas começaram então a pintar painéis que criavam a ilusão de janelas abertas por onde eram vistas paisagens com animais, aves e pessoas, formando um grande mural;

* Terceiro estilo: Representações fiéis da realidade e valorizou a delicadeza dos pequenos detalhes;

* Quarto estilo: Um painel de fundo vermelho, tendo ao centro uma pintura, geralmente cópia de obra grega, imitando um cenário teatral. O Mosaico foi muito utilizado na decoração dos muros e pisos da arquitetura em geral.
Partidários de um profundo respeito pelo ambiente arquitetónico, adotando soluções de clara matriz decorativa, os mosaístas chegaram a resultados onde existe uma certa parte de estudo direto da natureza. As cores vivas e a possibilidade de colocação sobre qualquer superfície e a duração dos materiais levaram a que os mosaicos viessem a prevalecer sobre a pintura. Nos séculos seguintes, tornar-se-ão essenciais para medir a ampliação das primeiras igrejas cristãs. Iluminura é a ilustração sobre o pergaminho de livros manuscritos (a gravura não fora ainda inventada, ou então é um privilégio da quase mítica China). O desenvolvimento de tal género está ligado à difusão dos livros ilustrados patrimónios quase exclusivos dos mosteiros: no clima de fervor cultural que caracteriza a arte gótica, os manuscritos também eram encomendados por particulares, aristocratas e burgueses. É precisamente por esta razão que os grandes livros litúrgicos (a Bíblia e os Evangelhos) eram ilustrados pelos iluministas góticos em formatos manejáveis. Cidade de Pompéia A escultura Românica O Relevo A estatuária A escultura românica esta diretamente associada à arquitetura, as estátuas-colunas, e que desenvolve-se nos relevos de pórticos e arcadas. A escultura desenvolveu-se com um caráter ornamental, onde o espaço em branco dos frisos, capitéis e pórticos é coberto por uma profusão de figuras apresentadas de frente e com as costas grudadas na parede. As imagens encontradas são as mais diversas, desde representações do demônio, até personagens do Velho Testamento.
O corpo desaparece sob as inúmeras camadas de dobras angulosas e afiladas das vestes. As figuras humanas alternam-se com as de animais fantásticos, e mesmo com elementos vegetais. No entanto, a temática das cenas representadas é religiosa. Isso se deve ao fato de que os relevos, além de decorar a fachada, tinham uma função didática, já que eram organizados em faixas, lidas da direita para a esquerda. A escultura romana revela características realistas, centradas na personalidade do indivíduo, com influências da arte etrusca e da arte grega do período clássico e helenístico, porque os Romanos preferiram o realismo emocional da representação à perfeição idealizada e quase "sagrada", pois aquele estava mais de acordo com o seu espírito prático e pragmático.
Mais realista que idealista, a estatuária romana teve o seu maior êxito nos retratos, normalmente em forma de busto. Reproduziam exatamente o modelo, acentuando até os “defeitos”, as “disformidades” e as características fisionómicas dos olhos, das sobrancelhas, da boca, barba e cabelo, bem como marcas do tempo e do sofrimento humanos. Deste modo a escultura romana conseguiu atingir o seu propósito: eternizar a memória dos homens através de imagens reais que evidenciavam o carácter, a honra, a glória e a psicologia do retratado, com um carácter quase fotográfico.
No séc. I a.C o retrato começa a sofrer mudanças e a mostrar nítidas influências do ideal grego, sobretudo no retrato oficial: visto que os imperadores se tornavam deuses após a morte, os seus retratos e estátuas apresentavam-no de um modo mais classizante, mais idealizado e mais divino, mas por outro lado também mais grave, para ser admirado, respeitado e honrado; as figuras adquiriram uma pose mais triunfal, majestosa e bela, embora, algumas partes do corpo continuassem plenas de verismo, mostrando as feições naturais do representado. Feitos em materiais como a pedra e o bronze e cunhados em moedas, os retratos foram o espelho do poder imperial e um elemento de unificação do território, pois os retratos do imperador chegavam a todas as partes do império. Conclusão Nos finais do século IV o Império Romano sofreu sucessivas invasões de povos bárbaros. Estes povos formaram reinos independentes, iniciando-se uma nova época na Europa, designada por Idade Média.
Na Idade Média, os monges dos mosteiros tiveram um papel importante não só na evangelização dos reinos bárbaros, mas como agentes do ensino, da cultura e da vida económica.
Como podemos observar, a cultura do mosteiro era muito variada. Tratava a arquitetura, a pintura de vários géneros.
Posso concluir que este trabalho foi bastante enriquecedor para a minha cultura. Webgrafia http://carolinahca.blogspot.com/2011/01/os-espacos-de-cristianismo.html
http://www.slideshare.net/abaj/cultura-do-mosteiro
http://pt.scribd.com/doc/47274373/Consolidacao-de-conteudos-cultura-do-mosteiro-3 -
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rom%C3%A2nica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura
http://www.historiadomundo.com.br/idade-media/povos-barbaros.htm Castelo de Tomar Castelo de Almourol Castelo de Pombal Domus Municipalis de Bragança
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