Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A violência na vida cotidiana dos escravos

No description
by

Joelma Monsani Miranda

on 25 September 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A violência na vida cotidiana dos escravos

1° comunidade quilombola (1573 na capitania de Bahia)
Viviam da caça,da pesca,da agricultura e do artesanato.Reafirmaram seus valores étnicos e culturais no quilombo.
Balaiada (Maranhão,1838-1841)
Movimento que disputou contra o poder dos aristocratas rurais e que tinha como integrantes:pobres da região,fugitivos,prisioneiros e escravos
"O escravismo colonial "Jacob Gorender
A violência na vida cotidiana dos escravos
Economia voltada para o mercado externo;
Troca de matérias-primas por produtos manufaturados;
Fraco ou nenhum controle da colônia sobre a comercialização no mercado externo;
Ligado ao Tráfico Negreiro.
Castigos Físicos
Capitão do mato
Revolta do Malês (Bahia,1835)
Insastifação dos negros islâmicos contra a escravidão e imposição da religiosidade Católica.
Os "3 Ps "
Pau: controlar no trabalho;
Pão: alimentação;
Pano: vestimenta.
Tipos de Africanos:
Bantos;
Sudaneses;
Ladinos;
Criollos.

“Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda.”
(Do jesuíta italiano André João Antonil, Cultura e opulência do Brasil, 1711.)
Full transcript