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Corpo cheiroso, corpo gostoso: unidades corporais do sujeito

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by

Hamilton Tabosa

on 16 October 2013

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Transcript of Corpo cheiroso, corpo gostoso: unidades corporais do sujeito

Introdução
Compreender o corpo e a construção de suas identidades, tratando do sujeito e de suas práticas higienizantes, destacando 3 tipos de relações do sujeito com seu corpo:
1 – dominação dos corpos
2 – controle dos desejos e paixões
3 – lugar de resistência e produção de liberdade

Corpo cheiroso, corpo gostoso: unidades corporais do sujeito no discurso Nilton Milanez
O corpo para Foucault
O corpo como
prática discursiva
. Observar:
- sua existência histórica;
- seu status material;
- o lugar no qual se insere;
- a data que ele marca.
Estabelecer os limites que o fazem aparecer naquele lugar e momento e não em outro.

QUEM FALA?

Hamilton Tabosa
Corpo discursivo e práticas higienizantes
CORPORA
1 – “Uma mão lava a outra” – Castelo Rá-Tim-Bum (2008)
2 – Propaganda da Bombril com Reinaldo Gianecchini (2008)
3 – Propaganda da cerveja Isenbeck (2008)

HIGIENE
1 – Construção histórica
2 – Forma de controle sobre o corpo


O vídeo evidencia inúmeras crianças lavando as mãos
Foucault perguntaria:
Segundo que leis a unidade desse discurso se forma?
Por que olhar para as mãos e não para outra parte do corpo?
As mãos são marcas identitárias construídas discursivamente na relação do sujeito frente às posições que assume.
Tentativa de apagamento da identidade
Uma mão lava a outra

e as duas juntas lavam o rosto
Condições de produção discursiva

Primeiras disciplinarizações na família e na escola: lavar as mãos antes das refeições, depois de ir ao banheiro, de manusear dinheiro, etc.

Discurso pedagógico
Os discursos não são autônomos

Discurso pedagógico amparado pelo científico.

"Emerge uma genealogia de condições impostas por um controle sobre a vida" => Biopoder

Dupla governamentalidade:
Controle do Estado sobre o sujeito
Promoção do cuidado do sujeito consigo próprio
Condições de produção do discurso

Construção histórica da higiene pela mídia e pela clínica:
O corpo deve estar limpo, mas também o linho que o cobre

Reforço do imaginário em torno do (e em busca de um) corpo belo, limpo e vigoroso.
"Me aperta, me cheira, me chama de Mon Bijoux"
Apelo ao corpo, ao sensual, ao erótico, aos desejos carnais, para agenciar desejos sobre o produto comercial.
"O corpo é elemento que nos permite criar discursos sobre nossas necessidades, expondo nossos desejos e emoções".
Intericonicidade
"A memória coletiva de nossas imagens traz a intericonicidade que faz vir à baila um campo do discurso sexual e de dominação".

"Abaixar-se para pegar o sabonete deixaria à mostra a bunda, o que seria compreendido como um oferecimento, ecoando em uma aceitação".
O corpo como elemento moralizante
:
apagamento das relações de dominação e poder, pela experiência, modus vivendi.

Sexo como forma de controle dos corpos
Reafirmação do tabu do sexo entre homens.
Corpo ligado aos prazeres físicos.
"Dessexualização do prazer"

Velhice como prática libertadora
A sabedoria do velho resolve o "problema"

Investimento contra a morte
O cuidado de si prolonga a vida
CONCLUSÃO

As práticas de higiene possibilitaram a reflexão sobre a civilidade, as convenções sociais, enfim, o lugar da limpeza como movência da história. Assim, compôs-se um breve e pequeno quadro de
unidades discursivas
que mostram como o
corpo
pode ser compreendido como
formação de novos discursos
, produzindo saberes.
Obrigado!

Vídeo Mon Bijoux com Gianecchini
Vídeo Sabedoria de Veterano
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