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Untitled Prezi

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by

lanna noise

on 4 July 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Pode ser reconhecida como linguística gerativa, gerativismo, ou gramática gerativa.

É uma corrente de estudos da ciência da linguagem, com início na década de 50, mais especificamente no ano de 1957, com a publicação do livro Estrutura sintática de Noam Chomsky.

O gerativismo passou por diversas modificações e reformulações, que refletem a preocupação dos pesquisadores dessa corrente em elaborar um modelo teórico formal, inspirado na matemática, capaz de descrever e explicar abstratamente o que é e como funciona a linguagem humana.


Se afasta bastante do trabalho empírico da gramática tradicional, da lingüística estrutural e da sociolinguística, e se aproxima da linha interdisciplinar de estudos da mente humana conhecida como Ciências Cognitivas
Conjunto do regras "do bem falar e do bem escrever" (norma culta)

“o conjunto de observações que a gt faz não dá conta da riqueza da língua, nem mesmo do registro que ela se propõe a descrever”
Ao falar, abandonamos a noção da GT e usamos a razão, uma especie de gramática internalizada que tem a ver com o conhecimento que o falante tem de sua lingua natal. (conhecimento inconciênte)
O conhecimento que o falante tem de sua língua o permite dizer o que é gramatical ou não. O nome técnico dessa habilidade é COMPETÊNCIA.
Não se pode ignorar a EVIDENCIA NEGATIVA, que são as sentenças que ainda não foram criadas. São possíveis porém por conveniência o falante não utiliza.
A faculdade da linguagem não é a parte da inteligência como um todo, mas é específica, com uma arquitetura especial para lidar com os elementos presentes nas línguas naturais e não em outro sistema qualquer.
Quando um princípio é violado, a sentença se torna impossível em todas as línguas naturais.


Estagio inicial do falante onde ele está adquirindo uma língua, baseia-se em apenas princípios e parâmetros, não devidamente afixados. Conforme vão se afixando os parâmetros e princípios, vai se constituindo a GRAMÁTICA do indivíduo.
Gerativismo
"O Estudo da Gramática"
Carlos Mioto

Definição/Histórico
Conceito de Gramática
Gramática Tradicional (GT)
Gramática Gerativa
Competência / Performance
Evidência Negativa
O Programa
Gerativista
Princípios e Parâmetros
Gramática Universal
(UG)
O Formato
Universidade de Brasília – UnB
Instituto de Letras Departamento de Lingüística, Português e Línguas Clássicas
Introdução à Linguística Professora: Flávia Maia Alunos: Malu Nogueira 12/0127491; Marco Botelho 12/0076853; Lanna Noíse 11/0126823

No gerativismo a morada da linguagem passa a ser a mente humana.
Chomsky chegou a afirmar, que a criatividade é o principal aspecto caracterizador do comportamento linguístico humano, aquilo que mais fundamentalmente distingue a linguagem humana dos sistemas de comunicação animal.



Havendo uma competência para poder criar sentenças, o falante criará a que lhe for mais conveniênte. Essa habilidade se chama PERFORMANCE.
O Paulo, a Maria, o João, o José, o Ricardo, a Duda, o André, o Léo, o Hugo, a Raquel, o Lucas, a Silvia, a Mariana, o Daniel, a Raíssa, a Flávia, a Dri, a Laura, o Fábio e eu vamos para Pirenópoles.
Eu e o pessoal da faculdade vamos para Pirenópoles.
PRINCÍPIOS – leis gerais válidas para todas línguas naturais
PARÂMETROS – propriedades que uma língua pode ou não exibir, e que são responsáveis pela diferença entre as línguas.
Uma sentença que atende a uma propriedade paramétrica pode ser gramatical em uma língua, e agramatical em outra.
Possui o EPP (Principio da Projeção Estendida), que afirma que todas as sentenças finitas possuem sujeito, e juntamente ao EPP, existe o Parâmetro do Sujeito Nulo.

A tarefa mínima do nosso modelo linguístico a mostrar a relação entre o som de uma sentença, (PF – forma fonética), e o seu sentido (LF – Forma Lógica).
Essa relação não é direta, mas mediada pela estrutura sintática, ou superficial.


A estrutura superficial é (SS) é a representação sintática de uma sentença que vai ser interpretada fonologicamente, que explicará como como aquela estrutura é pronunciada, e como será interpretada semanticamente.

Existe também a (DS), que é a estrutura profunda, ou seja, análises sintáticas obtidas a cerca de sentenças proferidas.
Referências Bibliográficas
FICHER, Luiz Augusto. Super Interessante, São Paulo, mai. 2003. Disponível em: <http://super.abril.com.br/cultura/dentro-da-cabeca-noam-chomsky-443820-shtml>. Acesso em: 01 jul. 2013.

MIOTO, Carlos; SILVA, Maria Cristina Figueiredo; LOPES, Ruth Elizabeth Vasconcellos. Novo manual de sinteaxe. 3. ed. Florianópolis: Insular, 2007. cap. 1.
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