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Populaçao

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by

Linda Gonçalves

on 19 November 2013

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Transcript of Populaçao

População
Aguiarense

VPA
Estudo de caso
Evoluçao da pop. residente em VPA
Double click to crop it if necessary
Análise de 40 anos
(cc) photo by Metro Centric on Flickr
(cc) photo by Franco Folini on Flickr
(cc) photo by jimmyharris on Flickr
(cc) photo by Metro Centric on Flickr
O nosso município localiza-se no setor sudoeste da NUT III Alto Trás-os-Montes,abrangendo apenas 5,35% da superfície da NUT.
Análise comparativa
Identificação
Caracterizaçao demografica das freguesias
Vista Panorâmica sobre Território Aguiarense
Vila Pouca de Aguiar,situa-se num extenso vale entre as Serras do Alvão e da Padrela,abrangendo parte destas duas áreas montanhosas. O município tem uma extensão territorial significativa,tem 437 km2 de superfície,distribuída por 18 freguesias. No que diz respeito às freguesias refira - se que a freguesia de Lixa do Alvão foi criada apenas no ano 2003.
Vila Pouca de Aguiar integra a nomenclatura de unidade territorial (NUT) Alto Trás-os-Montes,que é uma das 8 unidades territoriais que constituem a NUT II Norte. A NUT II Norte, localiza-se no extremo Sul de periferia Atlântica da União Europeia,de cujo centro nevrálgico dista mais de 2000 quilómetros,e integra a grande região europeia designada Arco Atlântico,que se trata de um eixo periférico no quadro da U.E.
Comparativamente coma região onde se insere (Trás-os-Montes e Alto Douro) ,o nosso município não foge às tendências percetíveis na região, onde a regressão demográfica é já um dado adquirido e constitui uma quase fatalidade para a maioria dos municípios que a constituem. Na década entre 1991-2001em particular,o município perdeu 2.083 habitantes ( -12,2%),uma constatação,embora mais acentuada no caso de Vila Pouca de Aguiar, que reproduz claramente a realidade regional: O agrupamento de municípios do Alto Tâmega (AMAT) do qual fazem parte Valpaços, Boticas, Montalegre, Chaves,Ribeira de Pena e finalmente Vila Pouca; apresentou nesta década um saldo populacional negativo de -7743 habitantes cerca de -6,9%.
Este declínio demográfico,em grande parte justificado pelos elevados fluxos emigratórios ocorridos em décadas anteriores,nomeadamente na década de 60, associados a uma quebra da taxa de natalidade,acarretou ,naturalmente,uma perda significativa do potencial demográfico do município,quer em termos absolutos,quer em termos do seu peso demográfico no contexto regional e nacional.
Entre 1981 e 2001,Vila Pouca de Aguiar viu o seu peso demográfico na AMAT de 15,4% para 14,3%,uma variação que embora ligeira,torna-se substancialmente importante se levarmos em linha de conta a dimensão populacional do município,já de si reduzida e o seu enquadramento numa região que tem vindo igualmente a perder importância populacional na Região Norte e no Continente,revelando claramente a intensificação dos desequilíbrios litoral/interior e rural /urbano registados nas últimas décadas.
Vila Pouca de Aguiar encontra-se assim marcado por uma dinâmica regressiva do ponto de vista demográfico bastante acentuada,apresentando,na 2ª metade do século XX,descrécimos da população constantes de década para década,perdendo mais de 40% (10.396 habitantes) da sua população entre 1960 e 2001,perfazendo assim uma Taxa de Crescimento Anual médio de -1% ao ano.
Apesar deste declínio demográfico, nos últimos anos a evolução populacional tem vindo a estabilizar na maioria dos municípios da região. Os fluxos migratórios internacionais abrandaram substancialmente,registando praticamente apenas migrações inter-concelhias, fruto do efeito de polarização exercido pelos grandes centros urbanos da região (Vila Real e Chaves) sobre os municípios mais pequenos envolventes.
Na década de 60 todas as freguesias perderam população,à exceção de Afonsim e Pensalvos; o município perdeu cerca de 14,5% da população total. Também neste período, se registaram no país as maiores taxas de emigração,afetando sobretudo as regiões mais interiores.
Entre 1970 e 1981 a situação alterou-se totalmente: o retorno das ex-colónias ocorrido no final da década de 70 levou a que o município abrandasse os valores do êxodo demográfico registado anteriormente. Verificou-se um crescimento sobretudo na sede de município.
Nas últimas décadas (1981-2001) o esvaziamento demográfico do Interior intensificou-se. Regitaram-se fenómenos de migração para as regiões litorais do nosso país e de concentração da populaçaõ nas principais cidades da região (efeiros polarizadores). As migrações ocorridas,principalmente de jovens,levaram a um envelhecimento rápido da população bem como uma quebra na taxa de natalidade. Ao nível do concelho a tendência é semelhante à da região:regista-se um fenómeno de concentração populacional em torno da sede de concelho.
O município de Vila Pouca de Aguiar localiza-se na NUT III Alto Trás-os-Montes que se localiza na periferia da faixa mais sudoeste da Europa,tem portanto,uma inserção marginal nos grandes eixos de desenvolvimento da território europeu e localiza-se no interior Norte de um país fortemente marcado pelas dinâmicas de concentração litoral e metropolitana.
Peso demográfico de VPA
Movimentos Migratórios
Evolução Natural
2011 - dados preliminares
Nos próximos anos,baseando-nos (nos dados preliminares de passado ano), nas taxas de natalidade e mortalidade verificadas, é certo que haverá o aumento de população idosa o que levará consequentemente a um aumento da necessidade municipal ao nível dos cuidados de sáude e de acção social,devido à tendência de envelhecimento da população atualmente residente em Vila Pouca de Aguiar,e que poderá assim ser ainda mais premente atentar no futuro se este cenário se verificar.
As colaboradoras deste maravilhoso Estudo de caso acerca da População Aguiarense!
Linda Inês
Tânia
Cátia
Daniela
Geografia A
11 ano
Turma D
2011/12
Prof: Emília Fonte
Medidas atenuantes
Face aos graves problemas demográficos a que assistimos,torna-se vital a implementação de medidas que conduzam ao aumento da natalidade e contrariem o envelhecimento,especialmente na nossa região.
Aumento dos abónos de familia;
Facilidade do crédito de habitação;
incentivos fiscais;
Aumento da duração do período da licensa de pós-parto;
Aumento do número de cresches e alargamento do hórario de funcionamento;
Entre os vários possiveis de apontar,escolhemos estes,pois são tanto de carácter económico como social.
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