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Vida dos operarios nas fabricas

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Karina Kleineschmidt

on 28 February 2014

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Transcript of Vida dos operarios nas fabricas

No início da revolução os empresários impõem duras condições de trabalho aos operários sem aumentar os salários para assim aumentar a produção e garantir uma margem de lucro crescente.

A disciplina é rigorosa. Em algumas fábricas a jornada ultrapassa 15 horas, os descansos e férias não são cumpridos e mulheres e crianças não têm tratamento diferenciado.


Estorou em 1811, foi uma das primeiras revoltas dos operários que eram contra os avanços tecnológicos, que substituíam homens por máquinas, e o nome deriva de um dos líderes, Ned Ludd. Eram revoltas radicais, onde os trabalhadores invadiam as fábricas, e destruíam as máquinas, ficando conhecidos como “quebradores de máquinas"
Movimentos operários

Por tantas adversidades, os trabalhadores chegaram à conclusão que precisavam começar a lutar por seus direitos.
Surgem Movimentos operários por causa dos conflitos, revoltados com as péssimas condições de trabalho, e empresários. As primeiras manifestações são de depredação de máquinas e instalações fabris. Com o tempo surgem organizações de trabalhadores da mesma área.
Vida dos operários nas fábricas
Ludismo
Cartismo
Trade-Unions e Sindicatos
Os operários chegaram à conclusão de que a união era fundamental para se contrapor ao poder burguês, então criararam os “trade-unions”, associações formadas pelos operários. Porém, evoluíram e formaram os sindicatos, que eram sistemas de organização que defendiam seus direitos, eram os focos de resistência à expolaração capitalista. Mas diferente dos sindicatos de hoje, tinham muita dificuldade de atuação.

Sindicatos e movimentos de trabalhadores
De forma um pouco mais organizada, em 1836 surgiu o Cartismo, liderado por Feargus O’Connor e William Lovett. Reinvidicavam direitos políticos, como o direito de voto), o voto secreto, melhoria das condições e jornadas de trabalho.

O movimento não se perdeu, e ganhou maior presença política depois de um tempo, fazendo com que algumas leis trabalhistas fossem criadas.


Greves operárias foi como ficou conhecido no Brasil no início do século XX na luta por melhores condições de trabalho, melhores salários, garantias trabalhistas.
Os empregados das fábricas formaram associações e sindicatos, a princípio proibidos e duramente reprimidos, durante a Primeira Revolução Industrial.
Em 1864 é criada em Londres a Associação Internacional de Trabalhadores, primeira central sindical mundial da classe trabalhadora. No mesmo ano, na França, é reconhecido o direito de greve. Em 1919 é criada a Organização Internacional do Trabalho, um dos mais antigos organismos internacionais, composta por representantes dos governos, dos trabalhadores e dos empregadores.
A partir da Revolução Industrial o volume de produção aumentou extraordinariamente: a produção de bens deixou de ser artesanal e passou a ser maquinofaturada; as populações passaram a ter acesso a bens industrializados e deslocaram-se para os centros urbanos em busca de trabalho. As fábricas passaram a concentrar centenas de trabalhadores, que vendiam a sua força de trabalho em troca de um salário.
Consequências
A revolução teve início no Reino Unido e em poucas décadas se espalhou para a Europa Ocidental e os Estados Unidos, no período entre 1760 a algum momento entre 1820 e 1840.
Horas de trabalho por semana para trabalhadores adultos nas indústrias têxteis
1780 - em torno de 80 horas por semana
1820 - 67 horas por semana
1860 - 53 horas por semana
2007 - 46 horas por semana
Segundo a teoria marxista, o salário corresponde ao custo de reprodução da força de trabalho, o valor mínimo necessário para que o trabalhador sobreviva. Esse valor varia historicamente.

Os trabalhadores, a partir do século XIX, passaram a pressionar os seus patrões, reivindicando melhores condições de trabalho, maiores salários e reduções da jornada de trabalho. Com maiores salários, o conjunto dos trabalhadores pôde também elevar o seu nível de consumo, tornando possível a produção em massa de bens de consumo.
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