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Animais marinhos e mergulho subaquáticos

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TALISSON SOUZA

on 10 April 2014

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Transcript of Animais marinhos e mergulho subaquáticos

Tipos de mergulho
Anatomia e fisiologia dos peixes
Referências
Animais abissais
Ser abissal é o que vive na zona abissal e apresenta modificações perante essa condição.

Esses seres têm esqueletos leves e alguns podem engolir presas duas vezes maior que seu corpo, pois possuem um corpo elástico.

São peixes, polvos, lulas e águas-vivas que ao longo da evolução adquiriram aparência surpreendente ao se adaptar ao ambiente hostil em que vivem.
PONTO EXTREMAMENTE IMPORTANTE NA ANATOMIA E FISIOLOGIA DOS PEIXES.
ANIMAIS AQUÁTICOS EM PROFUNDIDADE E MERGULHO SUBAQUÁTICO
Mergulho livre - Aquele feito sem o uso de aparelhos de respiração. Dentro desta categoria existe duas modalidades diferentes: o mergulho em apneia e o chamado de snorkeling.

# Apneia é a técnica usada principalmente por caçadores submarinos, pelas elevadas profundidades alcançadas e tempos relativamente longos, só pode ser praticado por pessoas técnica, física e psicologicamente treinadas.

# O snorkeling é a maneira mais fácil de ter o primeiro contato com o mundo submarino. Pode ser praticado por qualquer pessoa, usando apenas um par de nadadeiras, uma máscara e um snorkel.
No caminho para baixo, toda a lei de Boyle atrapalha. Isso significa que, apertado pela pressão crescente, o ar dentro da máscara vai diminuir de volume.
O ar atmosférico é composto de 78,62% de nitrogênio, 20,84% de oxigênio e 0,5% de outros gases.
O mergulhador tem então a chamada narcose pelo nitrogênio, ou embriaguez das profundidades. Como se estivesse bêbado, ele pode simplesmente esquecer de voltar à superfície ou ser atraído para o fundo por um peixe espetacular.
Boca
Brânquias ou guelras
A divisão das brânquias em muitas lamelas permite-lhes dispor de uma grande superfície de contato da água com o elevado número de vasos sanguíneos, facilitando as trocas gasosas.





Para a entrada da água o peixe abre a boca(fechando o opérculo) e para a saída abre opérculo (fechando a boca).
A água, depois de chegar à câmara branquial banha as brânquias e cede ao sangue o oxigénio dissolvido e recebe o dióxido de carbono, saindo, a seguir, pela fenda opercular.
Apesar de todos os peixes terem brânquias, nem todos possuem opérculos.
Os peixes cartilagíneos como os tubarões e as raias, têm fendas branquiais em forma de pregas.
Bexiga natatória
A bexiga natatória é um órgão que auxilia os peixes ósseos a manterem-se a determinada profundidade através do controle da sua densidade relativamente à da água.

É um saco de paredes flexíveis, e pode expandir-se ou contrair de acordo com a pressão; tem muito poucos vasos sanguíneos, mas as paredes estão forradas com cristais de guanina, que a tornam impermeável aos gases.
Há hoje cinco submarinos; dois russos, um americano, um francês e um japonês, que fazem pesquisas em águas a mais de 3 000 metros de profundidade.

Uma coleção de 220 descobertas recentes foi reunida num livro recém-lançado nos Estados Unidos, The Deep: The Extraordinary Creatures of the Abyss (As Profundezas: As Extraordinárias Criaturas do Abismo), da pesquisadora e produtora de filmes francesa Claire Nouvian.
IMAGENS SERES ABISSAIS
Imagens seres abissais
Anoplogaster cornuta (Peixe ogro)
Pterois volitans (Peixe-dragão)
Argyropelecus hemigymnus
Regalecus glesne
Hydrolagus colliei
Enguia pelicano
Mesonychoteuthis hamilton (Lula-colossal )
Lophius piscatorius (Tamboril)
Vampyroteuthis infernalis
Physeter macrocephalus (Baleia-cachalote)
Mergulho Autônomo - Todo aquele que utiliza aparelhos de respiração subaquática independente de suprimento da superfície.

# Para o mergulho recreativo utiliza-se o equipamento SCUBA (Self-Contained Underwater Breathing Aparattus). Constituído basicamente de um reservatório (cilindro) de mistura de oxigênio e de um dispositivo de fornecimento e redução de ar (válvula reguladora ou simplesmente regulador).

# Completam o SCUBA, o profundímetro e manômetro, além do colete equilibrador. Todos acoplados ao cilindro.
O nitrogênio praticamente não é metabolizado pelo organismo e se acumula, passa dos alvéolos pulmonares para o sangue e do sangue para os tecidos, já que neles a concentração deste gás em condições normais é mínima.
A marinha americana desenvolveu uma tabela de descompressão, estruturada a partir da profundidade que o mergulhador atingiu e o tempo que ele permaneceu submerso. Em outras palavras, a tabela avalia a quantidade de gás inerte que teve tempo de se instalar no organismo.
A tabela indica a velocidade com que se pode subir para que o gás alojado tenha tempo de sair dos tecidos e ser eliminado pelas vias aéreas 18 metros por minuto e uma série de paradas, a 9, 6 e a 3 metros da superfície.
Respeitada essa tabela, o risco diminui. O padrão que determina estes números é a resistência de um marinheiro jovem, em boa forma física.
Se o mergulhador não injetar um pouco de ar na máscara pelo nariz, tornando iguais as pressões do mar naquela profundidade e a do ar em sua máscara, a estrutura elástica da borracha comprimirá seu rosto.
Uma região atrás do tímpano, chamada de ouvido médio, está cheia de ar para funcionar como uma caixa acústica, com espaço para a vibração da membrana do tímpano. Justamente por ser recheada de ar, esta região é vulnerável à variação da pressão.

Para evitar este tipo de acidente, o mergulhador realiza a manobra de Valsalva, assim chamada por ter sido descrita por um fisiologista italiano com esse nome.

À medida que o mergulhador afunda, a pressão da água aumenta e empurra o tímpano para dentro, provocando dor, o tímpano pode até se romper, causando o barotrauma do ouvido médio.
Se por acaso a operação for mal feita e o tímpano se rompe e a água fria entra no ouvido, podendo atingir o labirinto, responsável pelo equilíbrio do corpo.
Neste momento, a presença de um companheiro por perto ajuda o a salvar-se. No caso da narcose, subir devagar ajuda a desalojar as bolhas de nitrogênio alojadas no sistema nervoso central.
A partir dos 40 metros de profundidade, em média, o mergulhador também pode começar a ter alucinações.
O nitrogênio se instala na bainha de mielina, uma camada gordurosa que envolve as células nervosas, e atrapalha a transferência de cargas elétricas e o caminho do estímulo nervoso.
Nem todos os peixes possuem este órgão: os tubarões controlam a sua posição na água através da quantidade de óleo presente em seus fígados bastante desenvolvidos; outros peixes têm reservas de tecido adiposo sob a pele para essa finalidade.

A presença de vesícula gasosa traz uma desvantagem para o seu portador: ela proíbe a subida rápida do animal dentro da coluna de água, sob o risco daquele órgão rebentar.

Nos peixes pulmonados, como é o caso da piramboia, a bexiga funciona como pulmão, podendo ser bilobada.
ANIMAIS AQUÁTICOS COM PULMÕES
A baleia pode absorver até 90% do oxigênio inalado.
Assim como nos outros mamíferos, elas armazenam esse excesso de oxigênio em mioglobina, uma proteína encontrada na célula dos músculos.

As baleias têm mais quantidade de mioglobina do que os outros animais, o que permite que armazenem uma maior quantidade de oxigênio.
As baleias também usam o oxigênio de uma maneira mais eficiente. Quando mergulham, o coração bate mais devagar e as artérias selecionadas são reduzidas. Isso diminui o fluxo de sangue para certos órgãos sem diminuir a pressão do sangue.
As cachalotes podem segurar a respiração de 80 a 90 minutos, mas as campeãs são as baleias bicudas que podem segurar a respiração por duas horas.
As baleias assim como os outros mamíferos aquáticos colocam somente metade do cérebro para dormir a cada vez. Desta maneira, a baleia nunca está completamente inconsciente, mas obtém o descanso necessário.
As baleias podem suportar altas pressões porque seus corpos são mais flexíveis. A caixa torácica das baleias é composta de cartilagens soltas e flexíveis que permitem que ela se dobre até um certo ponto quando está sob grande pressão, pressão esta que esmagaria os nossos ossos.
Quando os pulmões se flexionam, o ar dentro deles é comprimido mantendo assim um equilíbrio entre a pressão interna e a externa.

Essas adaptações são particularmente importantes para as baleias cachalote que mergulham a uma profundidade de 2.100 metros ou mais para caçar lulas gigantes que vivem nessas grandes profundidades.
A foca de Weddell (Leptonychotes weddelli) supera em muito os mergulhadores humanos, pois consegue mergulhar a uma profundidade próxima de 700 metros e permanecer submersa por 70 minutos, aproximadamente.
Todos os mamíferos aquáticos; baleias, focas, leão-marinho, golfinhos...
Alguns apresentam luzes em seus corpos, produzidas por células luminosas ou por bactérias que lançam flashes ocasionais, ajudando à iluminar o ambiente.

Os hábitos desses seres são diferenciados, alguns sobem para a superfície à noite para alimentar-se de plâncton, alguns vivem apenas nas profundezas.
A maioria dos animais foi fotografada em seu ambiente natural por câmeras instaladas em submarinos tripulados ou em robôs mergulhadores, capazes de descer a até 6 000 metros.

Outros foram fotografados no convés dos barcos após ser trazidos para a superfície em câmaras especiais que mantêm a pressão do fundo do mar.
OBRIGADO!
Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC Departamento de Ciências Biológicas –DCB
Ilhéus-BA
Fevereiro-2013

Discentes: Jéssica Larissa P. Costa, Talisson Souza da Silva


CARRAJOLA, C.; CASTRO. M. J.; HILÁRIO,T. - Planeta com Vida Biologia (Vol. 2). Santillana, Carnaxide, 2007.

MATIAS, O. e MARTINS, P. - Biologia 10/11 Livro do Professor, Areal Editores, Porto, 2007.

5 incríveis animais abissais. Disponível em: <http://www.oversodoinverso.com/5-incriveis-animais-abissais>

Acesso em: 27 de janeiro de 2013, as 23:17.

Animais abissais. Disponível em: <http://estudandoabiologia.wordpress.com/2012/09/18/animais-abissais/>

Acesso em: 27 de janeiro de 2012, as 23:35.

Animais estranhos, esquisitos e desconhecidos da Zona Abissal. Disponível em: <http://www.maiscapasfacebook.com.br/2011/02/animais-estranhos-esquisitos-e_4917.html>

Acesso em: 27 de janeiro de 2013, as 23:14.

As adaptações fisiológicas dos mamíferos mergulhadores. Disponível em: http://gaiabiodicas.webnode.com.br/as%20adapta%C3%A7%C3%B5es%20fisiologicas%20dos%20mamiferos>

Acesso em: 25 de janeiro de 2013, as 15:40.

Bexiga natatória. Disponível em: <http://www.infopedia.pt/$bexiga-natatoria>

Acesso em: 25 de janeiro de 2013, as 20:11.

Criaturas abissais: os monstros que vêm do fundo do mar. Disponível em: <http://obviousmag.org/archives/2011/11/criaturas_abissais.html>

Acesso em: 27 de janeiro de 2013, as 23:23.

Desordem da bexiga natatória. Disponível em: <http//www.bettabrasil.com.br/artigo_047.asp>

Acesso em 25 de janeiro de 2013, as 15:18

Fisiologia: Sistema respiratório comparado. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAOSgAE/fisiologia-sistema-respiratorio-comparado>

Acesso em: 26 de janeiro de 2013, as 18:49.

O sistema respiratório dos peixes. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/7836848/O-Sistema-Respiratorio-Dos-Peixes>

Acesso em: 27 de janeiro de 2013, as 16:22.

Os tipos de mergulho profissional existentes. Disponível em: <http://www.brasilmergulho.com/port/profissional/artigos/2009/002.shtml>

Acesso em: 27 de janeiro de 2013, as 23:36.

Tipos de mergulho. Disponível em: <http://webventure.virgula.uol.com.br/mergulho/n/tipos-de-mergulho/6082/secao/mergulho>

Acesso em: 27 de janeiro de 2013, as 23:40.
Sistema respiratório formado por:
Cavidade branquial
Fenda opercular
Opérculos (na maioria dos peixes)
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