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Animismo e Prática irregular da mediunidade

Estudo do ESDE - Tomo Único - Módulo V - Roteiros 4 e 5. Realizado na CEE (Comunidade Espírita Esperança)
by

Adão Salles

on 28 October 2014

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Transcript of Animismo e Prática irregular da mediunidade

O CONCEITO DE ANIMISMO
O animismo é a comunicação da própria alma do médium.

Em todas as comunicações mediúnicas é necessário levar em consideração o fator anímico.
DISTINGUIR O QUE É SEU DO QUE É DE UM ESPÍRITO
O médium, tendo consciência do que fala ou escreve, é naturalmente levado a duvidar da sua faculdade:
não sabe se a vontade de falar ou a escrita é dele mesmo ou de outro Espírito, mas ele não deve absolutamente inquietar-se com isso e deve prosseguir apesar da dúvida.

Observando com cuidado a si mesmo, facilmente reconhecerá nos escritos muitas coisas que não lhe pertencem, que são mesmo contrárias aos seus pensamentos, prova evidente de que não procedem de sua mente. Que continue, pois, e a dúvida se dissipará com a experiência
O ANIMISMO E A MISTIFICAÇÃO
Animismo e Mistificação são fenômenos diferentes.

Um dos obstáculos para a divulgação e aceitação do Espiritismo é a mistificação, que é o ato do médium ou de uma entidade se comunicar pela escrita ou pela palavra enganando os presentes.

Animismo é o fenômeno produzido pela própria alma do médium, e desde que espontâneo, é sempre válido.

Difere da mistificação que pressupõe engodo, engano, dolo, mentira, e pode ser produzida por espíritos desencarnados, bem como, também, pelo próprio médium, consciente ou inconscientemente.
EVITAR PENSAR QUE OS MÉDIUNS ESTÃO DE MÁ FÉ
Não se pode precipitar em acusá-lo de mistificador ou de má fé, pois isso pode acontecer com os mais excelentes medianeiros do Além.

Quando o médium não tem o intuito de enganar os que ouvem, não podemos entender como se fosse mistificação inconsciente.

A comunicação anímica é decorrente da falsa suposição íntima de a criatura julgar-se atuada por espíritos, por cujo motivo transmite equivocadamente suas próprias idéias.
A mistificação, é fruto da má intenção.
EXERCÍCIO IRREGULAR DA MEDIUNIDADE
É necessária uma grande prudência para se entrar em relação com o mundo invisível.

O bem e o mal, a verdade e o erro nele se misturam, e, para distingui-los, cumpre passar todas as revelações, todos os ensinos pelo crivo de um julgamento severo.

Falamos dos perigos que a prática mediúnica pode engendrar. Existem, porém, situações que o exercício não se caracteriza por um perigo propriamente dito, mas por abuso ou inconveniente.
ANIMISMO E PERTURBAÇÃO ESPIRITUAL
Muitas vezes, porquanto, aquilo que se assemelha a um transe mediúnico, com todas as aparências de que há a interferência de um Espírito, nada mais é do que o médium, naturalmente o médium desajustado, revivendo cenas e acontecimentos recolhidos do seu próprio mundo inconsciente, fenômeno esse motivado pelo contato magnético, pela aproximação de entidades que lhe partilharam as remotas experiências.
ANIMISMO
EXERCÍCIO IRREGULAR DA MEDIUNIDADE

Todos os médiuns possuem problemas anímicos, ou seja, dificuldades provenientes do seu próprio Espírito e personalidade.

É comum que essas anormalidades emocionais ou psicológicas aflorem durante o transe mediúnico.
A MECÂNICA DO ANIMISMO
Mente de pessoa em estado de vigília
Mente em estado de transe
ou de desencarnado
No encarnado, em vigília, existem três divisões em sua mente:
- CONSCIENTE - SUBCONSCIENTE - INCONSCIENTE
No encarnado as informações obtidas nas encarnações anteriores estão inibidas no INCONSCIENTE.
Consideremos que no desencarnado existem duas divisões em sua mente: - CONSCIENTE - SUBCONSCIENTE
Em princípio o desencarnado não precisa inibir as informações obtidas nas encarnações anteriores, então não precisa de INCONSCIENTE.
Quando a pessoa entra em transe o seu perispírito se desprende e adquire as propriedades mentais iguais às do perispírito de um desencarnado, ou seja, o inconsciente fica com atuação menos intensa ou deixa de existir e os conhecimentos adquiridos em outras encarnações passam a ser lembrados.
Podendo neste caso manifestar os seus próprios conhecimentos que se encontravam latentes no inconsciente, esta manifestação da própria alma chamamos de animismo.
O Livro dos Médiuns, Capítulo XVII, item 214
Situações em que o exercício da mediunidade é considerado irregular
O exercício muito prolongado de qualquer faculdade acarreta fadiga; a mediunidade está no mesmo caso, principalmente a que se aplica aos efeitos físicos, ela necessariamente ocasiona um dispêndio de fluido, que traz a fadiga, mas que se repara pelo repouso.
1
Situações em que o exercício da mediunidade é considerado irregular
Desenvolver mediunidade nas crianças além de ser inconveniente, é muito perigoso, pois que esses organismos débeis e delicados sofreriam por essa forma grandes abalos, e as respectivas imaginações excessiva sobreexcitação.
2
Situações em que o exercício da mediunidade é considerado irregular
A inconstância de trabalhadores espíritas às reuniões mediúnicas. São trabalhadores desatentos que não param para refletir sobre a importância e seriedade da tarefa, faltando às reuniões ante o menor obstáculo que surge no caminho.
3
Prática mediúnica e perturbação mental
O fato de exigir-se cuidados para a prática mediúnica, não deve permitir o exagero de imaginar-se que tal prática levaria ou provocaria a loucura.

A mediunidade não produzirá a loucura, quando esta já não exista em gérmen; porém existindo este, o bom senso está a dizer que se deve usar de cautelas, sob todos os pontos de vista, porquanto qualquer abalo pode ser prejudicial.
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