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A Preservação das Escrituras pela Divina Providência

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on 10 October 2013

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Transcript of A Preservação das Escrituras pela Divina Providência

Considerações Finais
Em todo o trabalho é possível observar o decoro às Escrituras preservadas trazido pela tradição Bizantina (ou Koinê, Tradicional, Síria, ou Majoritária.
1. Preservação das Escrituras desde o Primeiro Século
Preservação das Escrituras pela Divina Providência
A PRESERVAÇÃO DAS ESCRITURAS DESDE O PRIMEIRO SÉCULO
A PRESERVAÇÃO DAS ESCRITURAS PELA DIVINA PROVIDÊNCIA
A PRESERVAÇÃO DAS ESCRITURAS APESAR DA CRÍTICA TEXTUAL
A Preservação das Escrituras pela Divina Providência
Confissão de Fé de Westminster:
O Velho Testamento em Hebraico (língua vulgar do antigo povo de Deus) e o Novo Testamento em Grego (a língua mais geralmente conhecida entre as nações no tempo em que ele foi escrito), sendo inspirados imediatamente por Deus e pelo seu singular cuidado e Providência conservados puros em todos os séculos, são por isso autênticos [...] (CFW, Cp. 1, Art. VIII)
1.2 Os manuscritos do Novo Testamento
1.1 Dos autógrafos às cópias
- Argumento da Localidade (Pickering)
1.4 A proeminência da Família Bizantina atestada pelas versões antigas
1.5 A invenção da imprensa e a origem do Textus Receptus
- Primeiro periodo do texto impresso

- Textus Receptus (Elzevir - 1592 a 1653)
1.6 Evidências da preservação das Escrituras na história dos manuscritos
A proeminência do texto bizantino:

1. A rejeição do texto alexandrino e Ocidental no século IV e V, e assim o estabelecimento definitivo do Texto Bizantino;

2. A conversão dos unciais em manuscritos cursivos no século IX e X, observando que o texto que fora convertido foi o texto “tradicional”;

3. O Império Bizantino é outro fator, visto que manteve os manuscritos gregos preservados nos séc. V ao XV;

4. A invenção da imprensa

5. As versões do NT. (David Cloud)
A preservação das Escrituras Apesar da Crítica textual
Introdução
- o ambiente liberal do séc 19;

- o Surgimento da Crítica Bíblica: (a) Alta Crítica e (b) Baixa Crítica
2.2 A teoria de Westcott e Hort
2.3 Principais opositores da teoria de Westcott e Hort
John William Burgon (1813-1888)
Fraderik Henry Ambrose Scrivener
George Salmon
Jakob van Bruggen
Arthur L. Farstad e Zane C. Hodges
David Cloud
Wilbur Norman Pickering
Paulo Roberto B. de Anglada
Paulo José Benício
2.4 Refutações dos argumentos de Westcott e Hort
2.1 A descoberta de velhinhos esquecidos
Friedrich Constantin von Tischendorf (1815-1874)
2.5 O legado da teoria de Westcott e Hort
1. A afirmação do relativismo pelo ecletismo;

2. O aviltamento às Escrituras preservadas pela Crítica textual.
Argumento da Genealogia
"Os manuscritos do mesmo tipo, descendem de um único arquétipo" (Anglada)
Conflação
“Por conflação entende-se a combinação ou mistura proposital de duas variantes divergentes produzindo uma terceira leitura onde as divergências são suavizadas” (ANGLADA, 1996, p. 20).
Silêncio dos Pais da Igreja
A pedra fundamental da teoria de Hort:

Recensão luciânica
Para explicar a harmonia do mss bizantino Hort propõe: "O texto Sírio deve ser de fato o resultado de uma recensão no sentido próprio da palavra, um trabalho esforçado de criticismo, executado deliberadamente por editores e não meramente por escribas".
Evidência interna de Variantes
Dois tipos de probabiliadade:

a. Intrínseca: "o que um autor parece ter escrito".

b. Transcricional: "que variante pode ser atribuída ao seu descuido ou à sua ineficiência”.

(Obs: Não havia sido descoberto os papiros de Chester Betty (p45, p46 e p47) e o papiro de Bodmer (p66), os quais contêm variantes Bizantinas, e são datados do 2º séc.)
Eles afirmam que "Não há variantes bizantinas antes de Crisóstomo (407)"
Recensão feita por Luciano de Antioquia antes de sua morte (311 d.C.)
2 Cânones da crítica textual:

(1) brevior lectio potior (a leitura mais curta deve ser a preferida)

(2) proclivi lectioni proestat ardua (a leitura mais difícil deve ser a preferida)
Evidência interna de variantes
1. O método eclético e o relativismo

2. São contraditórias:





3. É mais provável omissões do que acréscimo;

4. Não valoriza a preservação, inspiração e inerrância das Escrituras:
Jakob Van Bruggen (1976, p. 9) há duas questões que devem ser levantadas:

1º - se há prova histórica para proposição que o texto do NT passou por uma revisão no século IV;

2º se o Texto Bizantino pode ser caracterizado como resultado dessa recensão.
Silêncio dos pais da igreja
1. Não se pode concluir que o Texto Bizantino é posterior a Crisóstomo, pelo simples fato de não terem citações anteriores a ele;

2. O primeiro Pai siríaco que tem remanecentes literários foi Crisóstomo;

3. Mas mesmo assim há citações: 460 vezes por Orígenes, 41 vezes por Irineu, inúmeras vezes por Justino, Hippolytus e Methodius.

Genealogia
1. Se fosse possível montar uma árvore genealógica, seria o mais importante meio de descobrir o texto original da atualidade;

2. Hort usa somente para descartar o texto sírio;

3. É hipotético - Ex. varios mss alexandrinos tem variantes de outras família;

Conflação
1. Hort Generalizou com 8 exemplos tirados de dois evangelhos apenas.

Intrínseca, deve-se escolher a leitura que mais se adapte ao autor, e seguindo a probabilidade transcricional deve-se escolher a leitura que menos se adapte ao autor
Um texto que tem qualidade, que é harmonioso, lúcido e conciso; é secundário.
Recensão luciânica
Johann Leonhard Hug
“[...] é simplesmente impossível que um acontecimento de tal grandeza e interesse não deixasse qualquer vestígio na história” (Burgon)
Conveniência
2. A conflação acontece nos textos alexandrinos também.
Conclusão: Deve ser levado em conta a grande maioria dos mss.
3. A preservação das Escrituras pela divina Providência
Dois aspectos:
3.1 Aspecto Sistemático
Definição de Providência: “[...] opera em tudo que se passa no mundo e dirige todas as coisas para seu determinado fim” (BERKHOF, 2009, p. 154).

Definição de Preservação: “[...] todas as coisas que criou, juntamente com as propriedades e poderes de que as dotou” (BERKHOF, 2009, p. 157)
1º - Manuscritologia de Marcos 16.9-20;
3.2 Aspecto Bíblico
Salmo 119.89
Só pode aplicar a doutrina da preservação das Escrituras a tradição textual Bizantina - Qualidade, quantidade, localidade.
2º - Exegese de Marcos 16.14:
A palavra “fé”, em suas várias formas aparece sete vezes neste final (v.11,13,14,16,17), aparecendo 3 vezes em Marcos 16.14, um texto que enfatiza a importância da “fé” mesmo em detrimento das evidências empíricas (apesar de não negar que a fé é racional).
A aceitação do texto preservado deve ser motivada, antes de todas as evidências, pela confiança na Divina Providência de Deus, que preservou o texto por todos os séculos, como Escritura inspirada (CFW). Que a incredulidade e a dureza de vosso coração, não sejam obstáculo para ver o agir de Deus na história, preservando sua Palavra.
1. O texto reivindica pela sua qualidade, quantidade e localidade ser o texto mais fidedigno ao original. E esta é a única tradição textual a qual pode se aplicar a doutrina bíblico-confessional da “Preservação das Escrituras Pela Divina Providência”.

2. A solução para o relativismo do ecletismo, e o aviltamento da crítica textual às Escrituras.

3. Que seja recolocado em uso tal texto, como foi na reforma, para base de todas as traduções, pregações e exegese.

4. A escolha de variantes, não se deve utilizar os cânones da Crítica Textual Moderna, que se baseiam basicamente na teoria de Westcott e Hort.

5. Novas pesquisas:
a. Padrões para manuscritologia conforme a doutrina da preservação;
b. A preservação dos mss do AT.

6. Nova designação do texto Bizantino: "Texto Preservado".
INTRODUÇÃO
Esse trabalho tem o intuito de apresentar o decoro trazido às Escrituras pela tradição textual bizantina. Apresentado-a como a mais fidedgna ao original.
Justifica-se diante dos mais de 5000 mss do NT, os quais acarretam variações entre si. E pela omissão de passagens, por parte de um grupo de mss considerados melhores pela crítica textual, que trouxe um aviltamento às Escrituras.
E, portanto, será apresentado a história dos mss, assim como a doutrina da preservação, para apresentar para mostrar que a tradição bizantina melhor se aplica a mesma.
Preservação das Escrituras pela Divina Providência
1.3 A origem das famílias textuais e seus principais manuscritos
4. Os papiros descobertos em 1930, comprovam que o texto bizantino é antigo.
FIM!!
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