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Teoria das Organizações: Introdução e Fundamentos

Disciplina do curso de Especialização em Gestão Estratégica da Polícia Militar de Minas Gerais
by

Armando Leonardo Silva

on 25 February 2014

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Transcript of Teoria das Organizações: Introdução e Fundamentos

Teoria das Organizações

Capacitar os alunos para a compreensão das Teorias Organizacionais nas suas diversas perspectivas;
Apresentação da Disciplina
Diferentes modelos e abordagens.

Foco na Administração
Perspectiva Científica – Taylor
Perspectiva Funcional – Fayol
Perspectiva Humanística – Mayo
Foco na Organização
Perspectiva Burocrática – Max Weber
Perspectiva Comportamental – Herbert Simon
Perspectiva Sistêmica – Bertalanffy
Perspectiva Contingencial – Burns e Stalker
Qualidade Total;
Aprendizagem organizacional;
Organizações virtuais;
Organizações em rede;
Organizações e gestão do conhecimento;
Organizações e responsabilidade social.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria das organizações: Evolução e crítica. 2ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à administração. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação à Teoria das Organizações. Barueri: Manole, 2010.
ROBERT, John. Teoria das organizações: redesenho organizacional para o crescimento e desempenho máximos. Trad. Ana Beatriz Tavares e Daniela Lacerda. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005
BIBLIOGRAFIA
Fundamentos da Teoria das Organizações
Teoria da administração;
Linha de tempo da administração;
Organizações e Administração;
Eficiência, Eficácia e Competitividade;
Processo de Organização
Dinâmica Organizacional
Bibliografia
LUZ, Talita Ribeiro. A profissionalização dos administradores. Ensaios de administração. Belo Horizonte: UFMG, 1998.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria das organizações: Evolução e crítica. 2ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à administração. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação à Teoria das Organizações. Barueri: Manole, 2010
SUMÁRIO
Administrar
É o processo de realizar ações que utilizam recursos para alcançar objetivos.
Conjunto de princípios, normas e funções que tem por fim ordenar os fatores de produção e controlar a sua produtividade e eficiência, para se obter determinado resultado.
Função de administrador, gestão, gerência.
A principal razão para o estudo da administração é seu impacto sobre o desempenho das organizações.
Gestão
Ato de gerir, gerência, administração.
Gerência
Função do gerente.
Gerente
Mandato de administração.
Pessoas “ chaves” que coordenam as atividades e intervém em nome dos provedores.
Função profissional que está presente em todas as profissões, devendo para isso basear-se nas características de universalismo, especificidade e a motivação.
O Universalismo - entende-se que o profissional deve tomar decisões em nome do cliente, em termos de princípios ou proposições gerais, que ele aplica ao caso particular.
A Especificidade - significa que o conhecimento do profissional restringe-se à área de sua competência, não se admitindo extrapolação para outros campos fora de sua formação.
A motivação - supõe-se que o profissional assume sua carreira por chamamento ou vocação.
Processo administrativo
Definir objetivos, atividades e recursos
Definir o trabalho a ser realizado , as responsabilidades pela realização e os recursos disponíveis.
Ou execução, é a realização das atividades e utilização de recursos para se atingir os objetivos.
Assegura a realização dos objetivos e identifica a necessidade de modifica-los
A teoria da administração tem suas origens na preocupação com a produtividade, dominante a partir da Revolução Industrial.
A Revolução Industrial é um processo que se inicia no final do século XVIII e implica uma mudança radical na cultura material do Ocidente.
Étienne-Gabriel Morelly (1717-?) – Em 1755 publica o Código na Natureza, um tratado filosófico e político, no qual propõe que o trabalho deve ser de acordo com a habilidade do trabalhador, dentre outros assuntos relativos à moral da sociedade.
Conde de Saint-Simon (1760-1825) – Entende que a sociedade política deve se organizar em 3 câmaras: Invenção, Exame e Executiva. É em grande medida um precursor do planejamento e da racionalização do trabalho, o que pode ser observado em 2 importantes trabalho: O Organizador e o Sistema Industrial.
François Marie Charles Fourier (1772–1837) – Socialista francês que denuncia a falência das instituições, costumes e tradições de sua época, entendendo que o trabalho deveria se transformar em fonte de prazer, o que levaria ao aumento de produção.
Robert Owen (1771–1857) – Reformista social que se destacou entre os precursores da racionalização do trabalho e da sociedade, pressupondo que o caráter do homem é formado pelos seus predecessores, mas a natureza humana podia ser facilmente treinada e dirigida. Foi o primeiro a usar a palavra socialismo, para denominar sua doutrina. Praticou o que pensava sobre administração em New Lanark na Escócia, onde era executivo de uma empresa têxtil e obteve grande êxito.
Jean Joseph Charles Louis Blanc (1811–1882) – Político francês que em 1840 publicou um livro intitulado Organização do Trabalho, onde imaginava que se poderia construir uma sociedade igualitária a partir do Estado, que promoveria reformas sociais. Suas ideias inspiraram as futuras cooperativas de produtores.
Surgiram no início do século XX e ficaram conhecidos como os fundadores da Escola Clássica.
Suas ideias poderiam ser resumidas na afirmação de que alguém será um bom administrador à medida que planejar cuidadosamente todos os seus passos, organizar e coordenar as atividades de seus subordinados e comandar e controlar o seu desempenho.
Frederick Winslow Taylor (1856–1915) – Engenheiro mecânico americano que em 1911 publica seu livro mais importante, intitulado Princípios da Administração Científica. Preocupou-se muito com a racionalização dos métodos e sistemas de trabalho do que com a racionalização da organização do trabalho. Para se garantir que os padrões fossem atingidos, sugere a seleção, o treinamento e o controle dos trabalhadores.
Henry Ford (1863–1947) – Engenheiro americano que aplicou à fábrica de automóveis os dois princípios fundamentais da produção em massa: (1) a divisão do trabalho e a (2) fabricação padronizada e intercambiais.
Jules Henri Fayol (1841–1925) – Engenheiro francês que complementa o trabalho de Taylor quando publicou um livro, em 1916, intitulado Administração Geral e Industrial. Voltado para a racionalização da estrutura administrativa, que gerencia o processo de trabalho, classifica as funções do administrador em planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar.
Proporcionar aos alunos a visão teórico-prática referente às variáveis organizacionais, componentes das Teorias da Administração, por meio da análise de situações verídicas e hipotéticas;
Proporcionar aos alunos o conhecimento necessário à gestão estratégica das organizações com base na análise crítica das diversas teorias organizacionais, bem como as novas tendências.
Objetivo Geral
Objetivos Específicos
Analisar com os alunos os novos paradigmas da teoria das organizações, bem como proporcionar uma visão crítica das perspectivas e tendências das organizações;
Proporcionar aos alunos a identificação da composição central dos paradigmas que circundam as principais teorias das organizações;
UNIDADES PROGRAMÁTICAS
Fundamentos da Teoria das Organizações
Teoria da administração;
Linha de tempo da administração;
Organizações e Administração;
Eficiência, Eficácia e Competitividade;
Processo de Organização
Dinâmica Organizacional
A Teoria Organizacional no seu Contexto Histórico
Perspectivas históricas;
Contribuições teóricas;
Perspectivas Atuais
Perspectivas da Teoria das Organizacionais
É o estudo do sistema social em que a administração se exerce, com vistas à sua maior eficiência, em face das determinações estruturais e comportamentais.
A organização é entendida como uma rede de tomada de decisões. A eficiência dessa rede dependerá da articulação de diversos fatores estruturais e comportamentais.
Maximilian Carl Emil Weber (1864-1920) – Cientista social e jurista alemão, que se ocupou de inúmeros aspectos das sociedades humanas. Descreveu as organizações burocráticas como máquinas totalmente impessoais, que funcionam de acordo com regras que ele chamou de racionais.
Georges Elton Mayo (1880-1949) – Psicólogo australiano que em 1933 publicou o livro Os Problemas Sociais de uma Civilização Industrializada, que inclui as experiências na fábrica da Western Electric em Hawthorne, nos Estados Unidos, na década de 1930. Fundamenta-se num modelo de natureza humana, onde o homem é entendido como um ser cujo comportamento não pode ser reduzido a esquemas mecanicistas.
Karl Ludwig von Bertalanffy (1901-1972) – Biólogo austríaco que propôs a Teoria Geral de Sistemas, em 1937, e influenciou diretamente na teoria organizacional, principalmente pelo fato de que as organizações são consideradas sistemas sociais abertos e se estabelecem como qualquer sistema do Universo, principalmente quanto a sua relação com o ambiente.
Hebert Alexander Simon (1916-2001) – Economista e psicologo norte americano, um dos idealizadores da teoria comportamental ou behaviorista, surgida na década de 1940. Nesta teoria a ênfase está nas pessoas dentro de um contexto organizacional. Estudou em detalhes o processo decisório e especialmente os limites da racionalidade nesse processo.
William Edwards Deming (1900-1993) – Engenheiro americano que trabalhou na reconstrução do Japão após a 2ª Grande Guerra. Segundo seu entendimento o erro não deveria ser corrigido, mas sim evitado e a procura da qualidade dos produtos e serviços deveria ser uma tarefa de todos os participantes da organização. Um dos autores da teoria da Qualidade Total.
Joan Woodward
Joan Woodward, Burns, Stalker, Chandler, Lawrence e Lorsch realizaram diversos empreendimentos de pesquisa de campo, na década de 1960, originando a teoria contingencial que revela a forte influência do ambiente nas organizações, através de ameaças e oportunidades.
As organizações são o principal cenário em que se desenrolam o processo administrativo.
Uma organização é uma combinação de recursos que procura deliberadamente realizar algum tipo de objetivo.
Existem organizações de todos os tipos: empresas, indústrias, bancos, financeiras, hospitais, escolas, lojas, fazendas, etc.
Existem organizações de todas as naturezas: extrativistas, transformadoras, comerciais, prestadoras de serviços, físicas e concretas, virtuais e abstratas, concentradas ou em redes de negócios.
Organizações de todos os tamanhos possíveis: multinacionais, de negócios locais, grandes empresas, microempresas ou empresas individuais.
As organizações tem finalidade de agregar valor, produzir e distribuir riquezas, melhorar a qualidade de vida das pessoas e gerar progresso e desenvolvimento econômico e social.
Aspectos importantes nas organizações: Cultura organizacional e a identidade organizacional.
Cultura organizacional – A cultura representa valores, ritos, mitos e modelos de comportamento que visam a orientação e o controle dos comportamentos individuais das pessoas, fornecendo um sentido comum voltado para a convergência de objetivos na organização.
Identidade organizacional – São as características pelas quais a organização é reconhecida ou localizada. É concretizada através de conceitos como missão organizacional, visão de futuro e valores sociais que a organização considera.
A eficiência e a eficácia são os critérios básicos para a mensuração e avaliação do desempenho das organizações.
A Eficiência depende de como os recursos são utilizados e significa:
Realizar atividades ou tarefas da maneira certa;
Realizar tarefas de maneira inteligente, com o mínimo de esforço e com o melhor aproveitamento possível de recursos.
Dois critérios devem ser considerados para se avaliar a eficiência: Produtividade e qualidade.
Produtividade – Relação entre os recursos utilizados e os resultados obtidos (ou produção)
Qualidade – Representa a coincidência entre o produto ou serviço e sua qualidade planejada. Quanto mais alto o número de itens aproveitáveis em relação ao total de itens produzidos, mais qualidade o sistema tem.
Precursores da Teoria da Administração
Transição da Teoria da Administração para a Teoria das Organizações
Pioneiros da Teoria da Administração
A eficiência e a eficácia são os critérios básicos para a mensuração e avaliação do desempenho das organizações.
A Eficiência depende de como os recursos são utilizados e significa:
Realizar atividades ou tarefas da maneira certa;
Realizar tarefas de maneira inteligente, com o mínimo de esforço e com o melhor aproveitamento possível de recursos.
Dois critérios devem ser considerados para se avaliar a eficiência: Produtividade e qualidade.
Produtividade – Relação entre os recursos utilizados e os resultados obtidos (ou produção)
Qualidade – Representa a coincidência entre o produto ou serviço e sua qualidade planejada. Quanto mais alto o número de itens aproveitáveis em relação ao total de itens produzidos, mais qualidade o sistema tem.
Eficácia é o conceito de desempenho que se relaciona com os objetivos e resultados e significa:
Grau de coincidência dos resultados em relação aos objetivos;
Capacidade de um sistema, processo, produto ou serviço de resolver um problema;
Fazer as coisas certas;
Sobrevivência.
O processo de definir quais objetivos a organização pretende alcançar e quais recursos pretende aplicar chama-se planejamento.
O processo de definir como as atividades serão realizadas, por meio da utilização de recursos, chama-se organização.
O processo de organização cria uma estrutura estável e/ou dinâmica, que define o trabalho que as pessoas devem realizar. Essa estrutura chama-se estrutura organizacional.
A estrutura organizacional é representada por um gráfico chamado organograma no qual encontram-se as seguintes informações:
Divisão do trabalho
Comunicação
Autoridade e hierarquia
Divisão do trabalho e responsabilidades
Comunicação
Autoridade e
hierarquia
A velocidade da mudança e os desafios do mundo globalizado estão conduzindo a um sentido de emergência quanto à capacidade de adaptação das organizações, como condição de sobrevivência no novo ambiente de negócios.
As tendências organizacionais no mundo moderno se caracterizam por:
Cadeias de comando mais curtas;
Menos unidades de comando;
Controle mais amplo;
Mais participação e empowerment;
Staff como consultor e não como executor;
Ênfase nas equipes de trabalho;
A organização como um sistema de unidades de negócios interdependetes;
Infoestrutura;
Abrandamento dos controles externos às pessoas;
Foco no negócio essencial;
Consolidação da economia do conhecimento.
Teoria das Organizações
Introdução e Fundamentos
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