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Caso LACIR

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by

Camila Souza

on 29 January 2013

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Transcript of Caso LACIR

Caso Clínico 4 Ligantes: Camila Andrade
Kyldery Cavalcante
Lucas Duarte
Thiciane Chaves 05/09/11 - Primeira internação:

ID: V.S.S, 14 anos, masculino, pardo, estudante, natural de Bonfim/RR (Jacamirim/ Murupá). QP:
"tomou soda
cáustica" HDA: Paciente de etnia Wapichana procedente da comunidade indígena Murupá trazido via aérea pela Secretaria Especial de Saúde do Índio apresentando êmese, sangue e tosse. Conduta? - Realizado EDA evidenciando:
Língua e hipofaringe: com fibrina, hipocromia, erosões agudas.
Esôfago: com toda a mucosa com placas de fibrina e áreas erosivas hemorrágicas e áreas de necrose (pretas).
Estômago: porção superior do corpo com hipercromia, enantemática.
Conclusão: Esofagite aguda + Gastrite enantemática do corpo.

- Não realizada passagem de SNG devido ao risco de perfuração do corpo.
- Solicitada internação. Prescrição e Evolução

05 - Dieta 0, não SNG, não lavado gástrico, SF 0,9% 500ml+ KCl 10% 10ml EV 8/8h, Omeprazol, Dipirona, Plasil, Sucralfato, cabeceira elevada 30graus, CCGG e SSVV

07 - Dieta líquida pastosa

10 - Oroscopia: ulcerações em lábios, língua e mucosa oral com presença de fibrina e algumas áreas esbranquiçadas (fungo?) CD: Solicitado Rx e TC s/contraste de tórax para avaliação do mediastino - Dieta parenteral com Kabiven 54ml/h, não SNG, não lavado gástrico, SF 0,9% 500ml EV 8/8h, Omeprazol, , Dipirona, Plasil, Clindamicina, Cefalotina, solução antisséptica (SF + lidocaína + bicarbonato + genta +nistatina) p/ higiene da cavidade oral 4/4h, CCGG e SSVV

12 - Suspenso ATB

14 - Fono: Realizado teste de deglutição líquida pastosa sem intercorrências

15 - Dieta líquida e pastosa sem irritantes gástricos

19 - Alta Hospitalar com encaminhamento à nutricionista 25/05/12 - Segunda internação

QP: "Não consegue engolir e fraqueza"
HDA: Acompanhamente informa que paciente ingeriu soda cáustica há 7 meses e desde então apresenta disfagia e inapetência. Trouxe EDA c/ esofagite e estenose esofágica importante.
HPP: Nega DM, HAS. Nega alergias. Nega cirurgias.
EF: BEG, LOTE, emagrecido, hipocorado (+/4+).
Abd flácido, sem massa, doloroso à palpação profunda em região epigátrica.
CD: Internação + Avaliação Cir. Geral EDA (25/05/12 e 02/07/12):

Esôfago: Calibre normal. Aos 20cm ADS tem uma estenose pontiforme de 2 a 3mm que impede a passagem do aparelho maior profundidade. Passagem do dilatador pneumático n 3-4-5mm/ 4-5-6mm, com leve sangramento após as dilatações. Sugere-se dilatação semanal/ gastrostomia Após a segunda dilatação esofágica, paciente evoluiu com disfagia e vômitos, não conseguindo engolir nem água sequer. Desde a ingestão cáustica, emagreceu 13 kg.
No dia 10/07, foram solicitados os internação e exames pré-op para realização de Gastrostomia.
No dia 11/07 realizou-se Jejunostomia à Witzel.
Evoluiu bem no pós-op, recebendo alta no dia 17/07, com orientações, encaminhamento à nutricionista e retorno ambulatorial. 23/01/13 - Terceira internação:

Paciente com estenose cáustica do esôfago, submetido à esofagectomia trans-hiatal com reconstrução esofagogástrica. DILATAÇÃO ENDOSCÓPICA

Quando fazer?
Eficácia
Alternativas: Colocação de Próteses Plásticas
Injeção de Corticóide
Cirurgia Caso Clínico 4 Obrigado! Dúvidas? Dr. Cláudio Linhares
R1 Cirurgia Geral INGESTA CÁUSTICA GASTROSTOMIA ou JEJUNOSTOMIA? Ingesta acidental x Ingesta no contexto suicida
Gravidade
Ácida x Alcalina
Paciente: intenção, tempo, repleção, GI, comorbidades
Necrose coagulação x Necrose liquefação
4 Fases: 1-3 dia; 4-7 dia; 8-14 dia; 15-30 dia
Manifestações: aguda x tardia
Técnica Cirúrgica Imagens retiradas do Townsend/Sabiston - Atlas de Técnicas Cirúrgicas, 2011. Referências Bibliográficas:

Sabiston - Tratado de Cirurgia, 18 ed, 2008.
Anatomia Orientada para a Clínica, Keith Moore, 5 ed, 2007.
Santos, S. et al. Lesões Cáusticas do Trato Gastrointestinal Superior - Revisão da Literatura e Proposta de Protocolo de Atuação. J Port Gastroenterologia 2008; 15: 63-70
Mamede, R. C. M; Filho, F. V. M. Ingestion of caustic substances and it complications. Sao Paulo Med J 2001; 119(1): 10-5
O esôfago apresenta 3 constrições anatômicas: 

1) Esfíncter cricofaríngeo
2) Constrição broncoaórtica
3) Constrição diafragmática Pode-se dividir o esôfago de acordo
com a anatomia cirúrgica
em 3 partes distintas:

1) Esôfago cervical
2) Esôfago torácico
(superior, médio e inferior)
3) Esôfago abdominal A parede esofagiana
apresenta 4 camadas:

1) Mucosa
2) Submucosa
3) Camada muscular
4) Camada adventícia * Vascularização

1) Suprimento:
a) O esôfago cervical: artéria tireóidea superior e inferior.
b) Esôfago torácico: artérias esofágicas aórticas.
c) Esôfago abdominal: artéria gástrica esquerda e da artéria frênica inferior. 2) Drenagem Venosa:

A drenagem venosa do esôfago acontece nos 2/3 superiores
para veias do sistema cava
via veias ázigos, hemiázigos
e ázigos acessórias,
e no 1/3 inferior, para
o sistema porta. 3) Drenagem linfática:

Os vasos correm
longitudinalmente na
submucosa antes de
penetrar na muscular
para atingir linfonodos
regionais. Inervação

a) Intrínseca
b) Extrínseca
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