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SOLUÇÕES ECOLOGICAS PARA ESPAÇOS URBANOS COLETIVOS

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Talyta Oliveira Pessoa do Vale

on 9 December 2013

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Transporte Público
SOLUÇÕES ECOLÓGICAS PARA
ESPAÇOS URBANOS COLETIVOS

Arborização
A arborização proporciona para a sociedade uma série de benefícios que culminam em uma qualidade de vida melhor. Os espaços verdes associados aos espaços urbanos coletivos possibilitam uma maior integração social sem descriminações além de gerar benefícios relacionados ao clima.
calçadas sustentaveis
As calçadas desenvolvem um papel importante na circulação das pessoas, com isso tornam-se um fator determinante no contexto do espaço público urbano. Assim, elas apresentam potencial para serem soluções ecológicas nesse cenário, e é ai que surge o conceito de calçadas sustentáveis e ecológicas.
mobiliário urbano
Entende-se o mobiliário urbano como aqueles elementos que contribuem para o conforto e lazer da comunidade, como bancos, coberturas e outros equipamentos similares. Contudo, o conceito é muito mais amplo, envolvendo elementos que permitem a utilização dos espaços, fornecendo conforto, proteção, serviços, informação, lazer, cultura, etc.
Hortas Urbanas
Espaço Urbano Coletivo
Os espaços urbanos coletivos fazem parte da esfera da cidade e estão sob o controle de instituições governamentais, logo, o seu gerenciamento é proporcionado através dos tributos pagos por toda a sociedade. As funções que predominam nesses ambientes estão diretamente relacionadas com a circulação, o lazer e o estar que podem ser vistos respectivamente em vias, praças e parques.
Esse local não tem distinção social e é utilizado para promover encontros coletivos, sendo indispensáveis para a qualidade de vida. Mas, infelizmente o espaço público tem sido cada vez mais abandonado em decorrência do descaso que esse se encontra e da vida contemporânea presa a falta de tempo, as redes sociais e a internet.
As soluções ecológicas são, nos dias atuais, um ponto propício para alcançar o bem estar social. Logo, no planejamento de parques, praças e ruas essas soluções vem sendo cada vez mais debatidas, relacionadas principalmente com a sustentabilidade, possuindo o intuito de devolver a ligação entre o ser humano, a sociedade e a natureza.
A poluição do ar é outro fator que causa uma série de danos a saúde da população que é regredido através da arborização. Uma vez que essa vegetação introduzida no espaço urbano retira os resíduos da atmosfera e devolve o gás oxigênio.
As áreas verdes também são solução para amenizar as ilhas de calor que são muito comuns nas cidades devido à grande quantidade de impermeabilização do solo e gases poluentes lançados na atmosfera.
A arborização, entretanto deve ser feita a partir de muitos estudos a respeito da área e do clima ao qual ela vai ser incorporada. Nesse momento entra os especialistas tanto da área ecológica como da paisagística para propor a melhor forma de integrar as árvores ao meio.
As áreas verdes asseguram uma ambiência com um conforto maior, pois suas influências no clima de uma região são perceptíveis facilmente. As árvores geram sombras, diminui a sensação térmica, absorve parte dos raios solares e aumenta a umidade.
Caso esse planejamento não seja efetuado uma série de problemas pode ser provocado. As árvores podem causar danos à rede elétrica e a fiação, obstruir a visualização de sinalizações de trânsito, danificar as calçadas e dificultar a passagem nas vias.
A cidade de Goiânia
A Rua Mais Bonita do Mundo
“A calçada sustentável tem o objetivo de melhorar a utilização do espaço público, atendendo às normas que regulam a construção e manutenção das calçadas de modo a garantir: a acessibilidade, a permeabilidade do solo, a arborização e a implantação de equipamentos e mobiliários urbanos adequados.” (Manual da Calçada Sustentável, 2012, p. 14)


Calçada sustentável
As cidades no cotidiano sofrem com o problema relacionado à absorção da água da chuva, uma vez que a maioria da sua superfície é coberta por asfalto ou concreto. Os bueiros são a única forma de escoamento da mesma, mas esses geralmente não suportam o fluxo intenso de água das chuvas torrenciais e transbordam, provocando alagamentos.

Os problemas atuais
Outro problema recorrente nas cidades são calçadas quebradas por raízes de árvores que crescem para cima em busca de alimento, já que o cimento que reveste a calçada impede a chegada de ar e água até as raízes da planta.
O uso de pisos drenantes cria uma calçada permeável capaz de proporcionar muitos benefícios ao espaço urbano. Essa calçada permeável garante a absorção de grande parte da água da chuva, o que contribui para que não haja alagamentos por falta de ambientes permeáveis. A sua colocação também não gera entulhos devido a facilidade na sua instalação. O piso drenante é feito de concreto poroso, o que atribui sua característica de ser permeável.
Calçadas permeáveis – Piso Drenante
Outra alternativa de calçadas ecológicas e sustentáveis seriam aquelas formadas por placas de pneus reciclados. Essa solução além de aproveitar o material que seria descartado em depósitos de lixo, evita o grande problema de calçadas quebradas por raízes de árvores. Na instalação das placas de borracha, são deixamos espaços vazio entre elas, o que garantem a permeabilidade da água mesmo que em menor escala.
Pisos com placas de borracha de pneus reciclados
Outras soluções
O desenvolvimento de mobiliários urbanos sustentáveis torna-se mais uma solução ecológica que contribui positivamente na estruturação do espaço público. Alguns exemplos desse tipo de mobiliário seriam pontos de ônibus ecológicos, e radares de trânsito que apresentam tecnologias verdes.
Mobiliários Urbanos Sustentáveis
Um modelo mais simples, propõe a instalação de telhados verdes sob os pontos de ônibus, o que serviria com filtro de calor ou de frio, que manteria o ponto de ônibus a uma temperatura mais agradável tanto no inverno como no verão.
Telhado verde
Pontos de Ônibus como solução ecológica
O ponto de ônibus proposto pelo designer britânico além de ter o design diferenciado conta com tecnologias verdes inovadoras, apresentando painéis solares, geradores elétricos e blocos de pressão para voltar a, o ponto de ônibus proposto além de ter o design diferenciado conta com tecnologias verdes inovadoras, apresentando painéis solares, geradores elétricos e blocos de pressão para voltar a produzir sua própria eletricidade e calor
ECOSHEL Designer Tiffany Roddis
Esse ponto de ônibus, além de proteger os passageiros da chuva, é capaz de coletar a água que cai do céu e devolvê-la à terra. Essa ideia assemelha-se à das calçadas permeáveis, visto que tem o mesmo intuito de garantir áreas em que a água da chuva possa voltar ao lençol freático mais facilmente, Nesse projeto o ponto de ônibus possuiria canaletas que desembocam em canos, que por sua vez, conduzem a água até o solo.
Designer Ramesh Kanth
Esses radares ecológicos são movidos à energia solar e eólica.O novo modelo de radar, conhecido como radar eólicosolar, foi desenvolvido em Barcelona, pelo SCT (Serviço de Tráfico Catalão). Tais radares são dispostos em estradas, e tem vantagem sobre os radares convencionais por não dependerem de energia elétrica e fazerem uso de energias renováveis.
Radares ecológicos
Outras soluções
Praça Victor Civita em São Paulo
espaços ecológicos
Bairro GWL em Amsterdam – Holanda
Praça Conceito Consciente em Goiânia
A horta urbana não é uma prática muito recente. Tanto países da Europa, após a 2ª Guerra Mundial, como Cuba, após a crise da URSS , tiveram a necessidade de cultivar alimentos em espaços ociosos da cidade. Visto que nestes países o que mitigou a inserção desta prática no cotidiano foi a escassez de alimentos.
Mesmo não tendo desaparecido totalmente do cenário urbano, as hortas, por um tempo, voltaram mais para os espaços privados, como em pequenas áreas das casas, em jardins improvisados ou mesmo em canteiros.
“ Uma horta constitui uma parcela de terreno cercada, de pequena extensão, onde se cultivam legumes, hortaliças, plantas ornamentais e árvores frutíferas, sujeitas a uma técnica intensiva de produção .”
Começaram a reaparecer, nestes locais como uma prática de lazer, ou por uma preocupação com a saúde – uma vez que não utilizam agrotóxicos ou qualquer produto químico no cultivo – ou por outros motivos, ou todos estes juntos.
Mais recentemente as pessoas começaram a levar estas hortas para espaços públicos que não estavam sendo bem utilizados, ou que não apresentavam uso nenhum.
“As hortas urbanas traduzem uma forma espontânea de utilizar os espaços intersticiais das cidades.”
Estas hortas em espaços públicos trazem inúmeras vantagens. Dentre algumas podemos citar:
produção de alimentos de qualidade;
desenvolvimento humano;
reciclagem de resíduos orgânicos;
recreio e lazer;
utilização racional de espaços;
redução de problemas ambientais.

Estas hortas já se espalharam pelo mundo. Praças como a Victor Civita, em São Paulo já inseriram em seu projeto as hortas, de modo a não fazer aquele ser apenas um local visual, mas também inserirem a comunidade no sentido das pessoas poderem fazer parte.
Os espaços urbanos coletivos voltaram com mais força para promover a qualidade de vida que tanto valorizavam o urbano e um dos maiores representantes desses espaços são as praças e parques.
Elas podem ser muito mais que uma simples área de lazer, elas podem contribuir para o ambiente de forma ecológica e sustentável, com aproveitamento de energia, de água, de resíduos orgânicos e recicláveis, arborização, permeabilização do solo e educação ambiental.
Revitalização sustentável de uma antiga área industrial, hoje abriga seiscentas habitações num bairro sem automóveis.
Onde antes funcionava um incinerador de lixo, agora abriga uma praça que também é chamada de Museu Aberto da Sustentabilidade.
Primeira praça sustentável de Goiânia pensa no bem estar ambiental e social, com adequações para os deficientes visuais e os cadeirantes.
A utilização dos transportes públicos é uma das principais soluções para a melhor ambiência nas cidades. Se portando como alternativa para a sustentabilidade e consequentemente para a melhoria no bem estar da sociedade.
O ar nas áreas urbanas está cada vez mais poluído: O transporte é um dos principais geradores de agentes como, CO, NOx, SO2, elementos nocivos que encabeçam a lista dos que mais poluem a atmosfera e que também são agravadores do efeito estufa.
“Normalmente, as concentrações de poluentes ficam mais altas onde o tráfego é maior, principalmente onde há tráfego pesado’’. Segundo Carlos Lacava, gerente do departamento de desenvolvimento tecnológico e sustentabilidade da Cetesb. Ele explica que o problema do impacto da poluição sobre o organismo das pessoas passa pelo tempo que a pessoa fica exposta ao ar poluído durante o dia. “Quem está preso no congestionamento inala mais poluentes do que quem está de passagem”. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que por volta de 700,000 mortes anuais poderiam ser evitadas em países em desenvolvimento se agentes contaminadores, e principalmente o CO, fossem reduzidos a níveis mais seguros.
O aumento de viagens equivale a um aumento de consumo energético: A Agência de Energia Internacional (IEA) previu que o setor de transporte será o principal usuário de energia no ano 2020. O consumo mundial de energia está amplamente baseado em reservas fosseis. No caso do transporte, o petróleo é responsável por mais de 95% das suas necessidades de energia.

A infraestrutura de veículos ocupa o espaço urbano de uma maneira ineficiente: Uma enorme quantidade de espaço útil é usada de maneira não econômica, somente para estacionar.
Os carros e as motos, que são os principais responsáveis pela emissão de monóxido de carbono, podem ser substituídos em parte por meios mais sustentáveis. Meios mais ecológicos incluem, caminhar, usar a bicicleta e também transporte públicos que usam:
• Biodiesel ou motores com óleo diesel (ônibus) com filtros catalíticos
• CNG-motores (ônibus)
• Motores com energia elétrica (linhas de trem e ônibus).
As cidades tem que avaliar que tipos de troca querem fazer entre a economia e o meio ambiente, e escolher a alternativa mais conveniente.
Solução
REferências
BARATTO, Romullo. Patrimônio, espaço público e sustentabilidade urbana. Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/01-112377/patrimonio-espaco-publico-e-sustentabilidade-urbana> Acessado em: 06 dez 2013
COSTA, Carlos Smaniotto. Áreas Verdes: um elemento chave para a sustentabilidade urbana. A abordagem do Projeto GreenKeys. Vitrúvius: 126.08 ano 11, nov. 2010
DESCONHECIDO. Das práticas de cultivo ao equilíbrio ambiental e à aproximação da Natureza Disponível em: <htpp://www1.cm-funchal.pt/ambiente/índex.php? option=com_content&view=article&id=189&Intemid=272> Acessado em: 06 dez 2013
DESCONHECIDO. Manual da calçada sustentável. 2012
DIAS, Helena. Casa.com.br. Praça Victor Civita: Modelo de reabilitação de espaço público. São Paulo, 2008.
GAUZIN-MÜLLER, Dominique. Arquitetura Ecológica. São Paulo, 2010.
GATTI, Simone. Espaços Públicos Diagnóstico e metodologia de projeto. São Paulo. 2013
MÁRQUEZ, Leonardo. Agricultura Urbana: o que Cuba pode nos ensinar. Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/01-78672/agricultura-urbana-o-que-cuba-pode-nos-ensinar> Acessado em: 06 dez 2013.
MASCARÓ, Lucia; MASCARÓ, Juan Luis. Vegetação Urbana. 3ª Edição. Porto Alegre. Mais Quatro Editora. 2010.
MATOS, Eloina; QUEIROZ, Luciano Paganucci. Árvores para cidades. Solisluna Editora. 2009.
RABELO, Michelle. Jornal A Redação. Lançada obra da primeira praça sustentável de Goiânia. Goiânia, 2012.
RUANO, Miguel. EcoUrbanismo :Entornos Humanos sostenibles: 60 proyectos. 2.ed. Barcelona; Editorial Gustavo Gili 1999.
URGE-Team. “Making Greener Cities – A Practical Guide”. UFZ-Bericht, n. 8 (Stadtökologische Forschungen, n. 37). Leipzig, 2004.
VAZ, Nelson Popini. Espaços públicos urbanos. Disponível em: <http://soniaa.arq.prof.ufsc.br/arq5605/Espacospublicos.htm> Acessado em 06 dez 2013.




Para se acomodar toda a demanda de viagens em carro seria necessária uma imensa capacidade de estradas. Alternativamente o transporte público faz melhor uso do espaço urbano, por ter melhor capacidade. Aliás, num período de uma hora 2000 pessoas podem cruzar 3-5m em carro, 9000 em ônibus e mais de 22000 com um transporte público de alta qualidade (BRT, trens leves ou metro). O espaço economizado pode ser usado para outros propósitos :
• Espaços verdes
• Espaços abertos
• Áreas de pedestres
• Áreas de recreação
As cidades não deveriam ser desenhadas para os carros, mas sim para seus habitantes.
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