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Apocalipse 17 e o oitavo rei

Leia aqui o texto relacionado com esta apresentação: http://goo.gl/YJuert
by

Michelson Borges

on 13 January 2014

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Transcript of Apocalipse 17 e o oitavo rei

Apocalipse 17
e o mistério do oitavo rei
Diogo Cavalcanti
Design: Michelson Borges
A1.
Prólogo (1:1-8)

B1.
Promessas ao vencedor (1:9–3:22)

C1.
Obra divina pela salvação da humanidade (4–8:1)

D1.
Ira de Deus misturada com misericórdia (8:2–9:21)

E1.
João é comissionado a profetizar (10–11:18)

F.
Cristo x Satanás (11:19–13:18)

E2.
Igreja proclama o evangelho no fim (14:1-20)

D2.
Ira final de Deus sem misericórdia (15–18:24)

C2.
Conclusão da obra divina de salvação (19–21:4)

B2.
Cumprimento das promessas ao vencedor (21:5–22:5)
A2.
Epílogo (22:6-21)

A1.
Prólogo (1:1-8)

B1.
Promessas ao vencedor (1:9–3:22)

C1.
Obra divina pela salvação da humanidade (4–8:1)

D1.
Ira de Deus misturada com misericórdia (8:2–9:21)

E1.
João é comissionado a profetizar (10–11:18)

F.
Cristo x Satanás (11:19–13:18)

E2.
Igreja proclama o evangelho no fim (14:1-20)

D2.

Ira final de Deus sem misericórdia (15–18:24)

C2.
Conclusão da obra divina de salvação (19–21:4)

B2.
Cumprimento das promessas ao vencedor (21:5–22:5)
A2.
Epílogo (22:6-21)

E
As nações se enfureceram (cap. 12 a 14)
“...chegou, porém, a Tua ira” (cap. 15 a 18)
“...o tempo para serem julgados os mortos”
“...para se dar a recompensa aos Seus
servos” (19:1-10; 21–22)
“...e para destruíres os que destroem
a terra” (19:11–20:15)

Apocalipse 11:18
H
A1.
Prólogo (1:1-8)

B1.
Promessas ao vencedor (1:9–3:22)

C1.
Obra divina pela salvação da humanidade (4–8:1)

D1.
Ira de Deus misturada com misericórdia (8:2–9:21)

E1.
João é comissionado a profetizar (10–11:18)

F.
Cristo x Satanás (11:19–13:18)

E2.
Igreja proclama o evangelho no fim (14:1-20)

D2.

Ira final de Deus sem misericórdia (15–18:24)

C2.
Conclusão da obra divina de salvação (19–21:4)

B2.
Cumprimento das promessas ao vencedor (21:5–22:5)
A2.
Epílogo (22:6-21)

E
H
Estrutura
Estrutura
Precedentes da visão
1.
Ataque ao povo de Deus desde o capítulo 2 –
engano e perseguição.
2.
O ataque prossegue, até que no tempo do fim
é formada uma confederação do mal: dragão, besta
do mar, besta da terra (cap. 12 e 13).
3.
Clamor simbólico dos mártires (6:10, 11).
4.
Precedente imediato: capítulos 15 e 16 –
derramamento das pragas – juízos sem misericórdia
contra

“a grande cidade”
, a
“grande Babilônia”
(16:19).
5.
Capítulo 17 – propósito vindicar a Deus ao destruir
Babilônia e defender Seus “eleitos e fiéis” (17:14)
A visão
Apocalipse 17
Visão: v. 1-6
Explicação: v. 7-18
Visão
Ap 17:1-6
Fatos iniciais
1.
Um dos sete anjos

(v. 1) –
conexão direta com as sete pragas.
2.
Vem, mostrar-te-ei [...] Transportou-me
o anjo, em espírito (v. 1, 3; ver 21:9, 10) –
contraste entre a “grande cidade” (v. 18)
e a “santa cidade” (21:10).

(Apocalipse 17)
Fatos iniciais
3.
João
ouviu
sobre uma meretriz sentada sobre
muitas águas (v. 1), mas
viu
uma mulher
montada numa besta escarlate (v. 3). Aspectos
de uma mesma entidade
(cf. Leão/Cordeiro,
cap. 5; 144 mil/grande
multidão, cap. 7).
(Apocalipse 17)
Meretriz
(Apocalipse 17)
Poder religioso que exercerá domínio
global no fim (Ap 17:15).
Mas não conseguirá dominar sem ajuda –
ele buscará os reis da terra (v. 2, 18)
Esse poder religioso dependerá de poder
político, representado pelo animal.
Animais = impérios perseguidores
(Is 30:6, 7; Dn 7:5-7; 11, 19, 23; Ap 13:2, 11).
Sedução e embriagamento
Sedução: a meretriz seduz a besta e,
por meio dela, alcança domínio mundial.
Armas simbólicas: cálice e corpo. “...com quem se prostituíram os reis da terra” (v. 2).
“...foi que se embebedaram
os que habitam sobre a terra” (v. 2)
Alianças para benefício mútuo (Ap 17:2; 18:3, 12-17; cf. Is 23:15-17; Ez 23:3, 30).
Sedução e embriagamento
Sedução: para os líderes políticos –
eles buscam vantagens.
Embriagamento: o vinho do cálice embriaga as nações com um falso evangelho e com milagres, Ap 13:3; 13, 14; 18:23; 19:20; SDABC:7, 850.
Meretriz embriagada: “sangue dos santos
e das testemunhas de Jesus” (Ap 17:6).

Identificação da meretriz
“O poder que por tantos séculos manteve despótico domínio sobre os monarcas da cristandade
é Roma. A cor púrpura e escarlata, o ouro,
as pérolas e pedras preciosas pintam ao vivo
a magnificência e extraordinária pompa ostentadas pela altiva Sé de Roma. E de nenhuma outra potência se poderia, com tanto acerto, declarar
que está ‘embriagada do sangue dos santos’, como daquela igreja que tão cruelmente tem perseguido os seguidores de Cristo. ...
Identificação da meretriz
“Babilônia é também acusada do pecado de relação ilícita com ‘os reis da Terra’. Foi pelo afastamento do Senhor e aliança com os gentios que a igreja judaica se tornou prostituta; e Roma, corrompendo-se de modo semelhante ao procurar o apoio dos poderes do mundo, recebe condenação idêntica” (
O Grande Conflito
, p. 382).

Confederação religiosa
“Mãe das meretrizes”
(17:5): a igreja de Roma
não estará sozinha na apostasia final – terá
o apoio de outras denominações e até
de religiões (ecumenismo).
Importante:

o movimento ecumênico é apenas uma tendência hoje, mas no futuro ganhará força
e formará uma confederação religiosa global.
Igrejas unidas por uma agenda comum:
declínio dos princípios morais, da família
e perda de relevância na sociedade.
Confederação política
Confederação política:
besta, dez chifres (reinos) e reinos da terra (Ap 17:12, 13, 16).
1° equívoco da teoria dos sete reis/papas:
Como as cabeças da besta representam papas,
se o poder religioso é representado pela mulher?
2° equívoco:
O oitavo rei (que é a besta) se unirá aos dez chifres e odiará e matará a mulher
(Roma, comparar com GC, 655, 656).
Confederação política
Poderes políticos:
o animal, suas cabeças
e chifres são os poderes políticos – nenhuma relação com papas. A simbologia religiosa
está na mulher.

Poder religioso
Poder político
Chifres sem coroas: a autoridade foi dada à meretriz
Explicação
Ap 17:7-18
Besta, cabeças e dez chifres
Besta:
em profecias bíblicas, são sempre representadas como impérios perseguidores (Dn 7:3-7, 17; 8:3, 5, 20, 21; Is 30:6; Ap 12:3; 13:1).
Cabeças:
explicação do anjo (Ap 17:9).
7 cabeças = 7 montes = 7 reis
Montes = reinos
Dn 9:16 –
oração pelo “monte santo”, significando Jerusalém e Judá.
Jr 51:24 –
profecia contra o monte
que destrói, Babilônia.
Dn 2:35, 44 –
a pedra se transforma
num monte, o reino de Deus.
Outras passagens:
Sl 48:2; 78:6878:68; Is 2:2-3; 13:4; 31:4; 41:15; Ez 35:2, 3; Ob 8, 9; Stefanovic, p. 296).
Montes = reinos
Montes como colinas:
interpretação católica (ver notas de rodapé da Bíblia de Jerusalém).

Kenneth Strand:
oros
= “montes”, não “colinas”. Em sentido simbólico, ela sempre deve ser entendida como reinos e nunca
como indivíduos ou governantes.
Kenneth Strand. “The Seven Heads: Do They Represent Roman Emperors?”
Simposium on Revelation
– Book II, v. 7, p. 186
Reis
Reis:
assim como montes, em profecias bíblicas, representam reinos.

Is 14:4, 22, 23 –
profecia contra o rei de Babilônia significa uma profecia contra
a própria Babilônia. Figura de linguagem.

Dn 2:37, 38, 42-44; 7:17 –
rei = reino
Cabeças, montes, reis
Conclusão:
se “montes” e “reis” representam reinos, as cabeças também representam reinos,
ou impérios perseguidores.
A questão do tempo
Impérios sucessivos: a explicação
do anjo implica uma sucessão:

“cinco caíram” (primeiras
cinco cabeças);
“um existe” (sexta cabeça);
“o outro ainda não chegou”
(sétima cabeça).
A questão do tempo
De qual ponto de vista podemos assumir passado, presente e futuro?

Como comprovar pelo
texto bíblico que esse
ponto de vista está correto?

“A visão não está necessariamente localizada no tempo e lugar do profeta. Mas, quando a visão é posteriormente
explicada ao profeta
, a explicação sempre vem no tempo, lugar e nas circunstâncias do que tem a visão.”
Ekkehardt Mueller, “A Besta de Apocalipse 17: Uma Sugestão”.
Parousia
, 1° sem. 2005. p. 37; ver também Jon Paulien,
Armageddon at the Door
, p. 214
Nem sempre a visão é suficiente para
o profeta entender a profecia, por isso,
é necessária uma explicação.
A visão pode se mover do passado
ao futuro e vice-versa.
Mas a explicação sempre tem como referência o tempo e local onde
o profeta atua.
Exemplos: Dn 2 e 7 – explicações firmemente baseadas no tempo
e lugar de Nabucodonosor e a respeito do futuro do povo de Deus, da perspectiva de Daniel.
A explicação da profecia beneficia primeiramente o profeta.
A questão do tempo
“... dos quais cinco caíram, um existe” (v. 10 ).
Este versículo é a “âncora cronológica” do texto, que nos leva a algumas perguntas:

Qual era o império que dominava no tempo de João e que oprimia o povo de Deus?

Quais eram os cinco impérios anteriores
que também oprimiram o povo de Deus?
Qual era o império que dominava no tempo
de João e que oprimia o povo de Deus?

Roma –
executou o Messias, destruiu o templo
e perseguiu os cristãos
Quais eram os cinco impérios anteriores
que também oprimiram o povo de Deus?
“Grécia” –
profanou o templo e proscreveu o judaísmo
Medo-Pérsia –
fez um decreto de morte
Babilônia –
destruiu o templo e aprisionou os judeus
Assíria –
eliminou as dez
tribos. “Quem é o Senhor?”
Egito –
“Quem é o Senhor?”
Escravizou e intentou
destruir o povo de Deus.
“...o outro ainda não chegou” (v. 10 ).

Que poder político perseguiria o povo
de Deus no futuro, do ponto de vista de João?

Roma papal –
era mais do que
uma igreja, que concentrou
os poderes civil, político e militar,
incluindo o comando de exércitos
e o domínio de territórios.

Stefanovic (p. 521):
oligon auton dei meinai
(“tem
de durar pouco”) tem um sentido
qualitativo
, indicando que ele terá um fim.

Expressão semelhante (
oligon kairon echei
) ocorre
em Ap 12:12, em que Satanás percebe que “pouco tempo lhe resta” – isso há dois mil anos!

Contraste com Ap 20:3, em que
mikron kronon
(“pouco tempo”) é designado a Satanás após
o milênio. Aqui o sentido é
quantitativo
.
O oitavo rei
Parte mais enigmática.
Sobre este tópico, a IASD não tem
uma interpretação estabelecida.
EGW nem Uriah Smith tentaram
explicar ou definir o sentido dos v. 7 a 11.
Prudência é fundamental – algumas
coisas só serão compreendidas
quando acontecerem (Jo 13:19).
O oitavo rei – escatológico
O aparecimento do 8° rei despertará “admiração” mundial (v. 8).
Sua autoridade durará
apenas “uma hora”, ou seja, será efêmera (v. 12).
Logo que surge, esse
poder “caminha para
a destruição” (v. 8).

Sua derrota (com a dos “dez reis”) acontecerá na volta
de Jesus (Ap 17:14; 19:16).

O oitavo rei
“...era e não é” (v. 8 e 11)
Paródia do título de Deus, como “Aquele
que é, que era e que há de vir” (Ap 4:8; 1:4, 8).

Título que tem a ver com a própria essência divina, do Deus que “é”. Ele agiu no passado,
age no presente e agirá no futuro.
O oitavo rei
“...era e não é” (v. 8 e 11)
Se Deus age assim, Satanás usa poderes terrenos para atuar contrariamente a Deus e a Seu povo.

“Era e não é” contrasta a onipotência de Deus com a transitoriedade e debilidade das nações.

“...quando chegar, tem de durar pouco” (v. 10)

Como seria a supremacia papal (de mais
de um milênio), se o anjo diz que ele
teria que durar pouco?
O oitavo rei – identidade
Seria Satanás? (Nichol, p. 856; Mueller, p. 33)

O texto parece não indicar isso:
bestas geralmente representam impérios perseguidores
(Dn 2, 7, etc.).
Embora a besta tenha sete cabeças e dez chifres, como o dragão de Ap 12, isso não significa que ambos sejam a mesma entidade. No cap. 12 há uma explicação clara de que se trata de Satanás.
O oitavo rei – identidade
A besta odiará a meretriz e a destruirá. No conflito final não será Satanás quem vai destruir seu principal instrumento terreno de engano.
Deus fará isso
(“em seu coração
incutiu Deus”, v. 17; Ez 23:22-29).
Embora Satanás odeie a todos,
ele age em união, e sua casa
não está dividida (Mt 12:25).

No v. 18, a conclusão da explicação do anjo dá a identidade da
mulher
(grande cidade) e da
besta
(reis da terra).
O último poder perseguidor é representado pelo “oitavo”, que é a própria besta (v. 11).

Texto grego: “o oitavo” (v.11),
implícito o sentido de “rei”.

Além do v. 12, a besta é mencionada mais quatro vezes (v. 10, 13, 16, 17) – confirma que o oitavo (rei) será um poder escatológico, atuando no “fim do fim”.
O fato de “proceder dos sete” é geralmente explicado como se indicasse que o último império perseguidor seria Roma papal, que
se recuperará da “ferida mortal” (Ap 13:12)
e voltará com força renovada nos instantes finais deste mundo (Paulien, p. 219).

Porém, como o oitavo rei seria Roma
se ele vai odiar e destruir a mulher que
inequivocamente é Roma, como vimos?
“Procede dos sete” – semelhança com os anteriores (Paulien, p. 219).

Poderia indicar distinção do oitavo reino em relação aos demais? (Stefanovic, p. 525).
A expressão pode indicar tanto semelhança quanto distinção. O verbo proceder foi traduzido da preposição grega
ek
(“vir de”, semelhante ao
from
inglês).

Em seu evangelho e nas cartas, João usa
ek
abundantemente, indicando mesma natureza e, ao mesmo tempo, distinção (Jo 15:26; ; 1Jo 2:16, 21; 3:8, 10; 4:1, 3, 5, 7; 3Jo 11; Ap 5:9).
O texto parece indicar que
o oitavo rei “procede dos sete”, no sentido de ser como um deles, sem necessariamente ser um deles semelhança/distinção).
O Consolador “procede” (
ek
) do Pai, mas não é o Pai (Jo 15:26).

Assim, o oitavo rei será como os anteriores – um império perseguidor do povo de Deus – mas terá sua própria identidade.

O oitavo rei – identidade
Segundo o que já conhecemos sobre profecias apocalípticas, que rei/reino/império terá grande domínio logo antes da volta de Jesus?

Em primeiro lugar, deverá ser uma superpotência internacional que dará apoio incondicional à Igreja de Roma, às vésperas da volta de Jesus.

Exercerá um poder coercitivo de alcance mundial.
O oitavo rei – identidade
Ele se unirá aos ainda indefinidos dez chifres
(reis ou reinos, v. 12), que serão dez ou mais nações poderosas aliadas, formando uma formidável coalizão política.

Essa coalizão também aglutinará os demais
“reis da terra” numa confederação política global (Ap 17:12, 13, 18; 18:3, 9).

Essa coalizão se levantará contra Deus e Seu povo, mas será esmagada pelo Rei dos reis (Ap 19:18, 19).

Quem, no contexto dos eventos finais,
se qualificaria como o oitavo rei?

Apenas uma superpotência tem essa vocação:
os
Estados Unidos da América
.
Roma
é representada pela primeira besta (v. 1-10).
Os
Estados Unidos
, com seu poder mundial
e vocação religiosa, dão apoio à primeira besta.
Analogia com Ap 13
Assim, Ap 17 retrata por outro ponto de vista a união político-religiosa que Ap 13 já havia demonstrado.
Seguindo esse raciocínio, o oitavo rei
ou império, que será o último a se arrogar contra Deus e perseguir Seu povo serão
os
Estados Unidos da América
.

Contudo, essa aliança será efêmera, pois as pragas demonstrarão diante dos reis e do mundo quem está certo e quem está errado.
Assim, o mundo vai se voltar contra Babilônia e a destruirá. As pessoas destruirão seus padres e pastores que as enganaram
(EGW, GC, p. 655, 656).

Então, a confederação político-religiosa
se romperá, restando apenas a confederação política, que será destruída pelo
próprio Cristo.

Isso está em harmonia com as interpretações adventistas de Ap 13, bem como em relação aos escritos de EGW sobre o tema.

Conclusões
Apocalipse 17 tem o propósito de vindicar a justiça divina ao condenar a Babilônia mística.
O capítulo mostra que Babilônia mística seduzirá os poderes políticos terrenos para alcançar seu objetivo de dominar as nações.
Haverá uma confederação religiosa (Babilônia
e suas filhas) unida a uma confederação política (oitavo reino, dez reinos, reis da terra).
Conclusões
A união das confederações será efêmera
e se dissolverá durante as pragas.

A besta e os dez chifres pelejarão “contra
o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá”
(Ap 17:14), e os santos obterão uma vitória passiva, ou seja, resultante da vitória do Cordeiro.

Conclusões paralelas
A simbologia do Apocalipse, bem
como a de Daniel, trata de instituições,
não de indivíduos.

Explicação de profecias sempre tem como ponto de referência o tempo do profeta – isso exclui qualquer deslocamento cronológico arbitrário, sem respeitar o sentido do texto.
.
.
Conclusões paralelas
O oitavo rei não pode ser Satanás nem Roma, pois, juntamente com os dez reinos, eles não
só odiarão a meretriz, como a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes,
e a consumirão no fogo” (v. 18).

.
Roma não odiará nem destruirá Roma – isso depõe
contra a lógica do texto, das profecias e de EGW.
Essa desunião entre a meretriz e a besta é obra divina (v. 17).

Conclusões paralelas
Embora Apocalipse 17 seja uma das mais difíceis profecias da Bíblia, há recursos suficientes para compreender seu sentido geral, de maneira prudente, mas com certa segurança nos fundamentos de interpretação
profética historicista.
.
Conclusões paralelas
Devemos nos aprofundar nesses estudos
para nos fortalecer espiritualmente e para
estar preparados para não sermos sacudidos por “todo vento de doutrina” (Ef 4:14).
.
"Procede dos sete"
Grande Selo dos Estados Unidos
Pirâmide truncada egípcia muito usada pela maçonaria
olho da Providência, ou
o olho de Hórus, deus solar filho de Osíris e Ísis, na mitologia egípcia
Águia de cabeça branca era o pássaro
de Zeus na mitologia grega e representava
a descida do deus à Terra na crença egípcia.
As frases “annuit coeptis”, “novus ordo seclorum” e “e pluribus unum” foram tiradas de Virgílio, poeta romano.
O desenho da águia, no selo, faz referência ao chamado “Faravahar”, uma efígie persa que simbolizava
a luz celestial em torno dos reis, heróis e santos da Pérsia.
Símbolos diferentes, como acontece em Daniel...
Fatos iniciais
4.
A mulher ou meretriz é vista no deserto
(mesmo lugar onde uma mulher pura
foi vista no cap. 12:14).
(Apocalipse 17)
Full transcript