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LIteratura e Testemunho: Primo Levi e Sarah Kofman

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Jacques Fux

on 10 November 2017

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Transcript of LIteratura e Testemunho: Primo Levi e Sarah Kofman

Literatura e Testemunho:
Primo Levi e Sarah Kofman

Shoah e Testemunho
Literatura de Testemunho
Primo Levi
Sarah Kofman

Contato: jacfux@hotmail.com

Suicídios
Psicanálise
Freud
Memória
Rue Ordener Rue Labat
Não há salvação
Memória
Indústria do Holocausto
Shoah
Afogados
Vida passada
Literatura de testemunho
Ficção
Muçulmanos
Realidade
Sobreviventes
Holocausto deriva da palavra grega holócauston, que aparece na mais antiga versão grega da Bíblia, que significa “queimar totalmente”.

Empregada para denominar o sacrifício ritual marcado pela imolação (morte em sacrifício a uma divindade).

O termo hebraico e bíblico Shoah, ou Shoa, significa catástrofe, destruição, aniquilamento.

O testemunho se relaciona a duas palavras do latim: testis e supertestes;

Testis: depoimento de um terceiro em um processo;

Supertestes: pessoa que passou por uma provação, o sobrevivente;


"Seja qual for o fim desta guerra, a guerra contra vocês nós ganhamos; ninguém restará para dar testemunho, mas, mesmo que alguém escape, o mundo não lhe dará crédito. Talvez haja suspeitas, discussões, investigações de historiadores, mas não haverá certezas, porque destruiremos as provas junto com vocês. E ainda que restem algumas provas e alguém sobreviva, as pessoas dirão que os fatos narrados são tão monstruosos que não merecem confiança: dirão que são exageros da propaganda aliada e acreditarão em nós, que negaremos tudo, e não em vocês. Nós é que ditaremos a história dos Lager".


PERGUNTAS:

O que revelar ante a privação da memória e do revisionismo?
Como evitar os efeitos sádicos das imagens e da ficção?
Como alcançar a “verdade” eliminando os fatos inventados, falseados e inebriados pelo tempo?
Como recuperar a palavra traumática?
Como relatar a experiência (inapreensível) do horror?


O testemunho não consegue eliminar certos elementos ficcionais e passa a ser um modo literário/discursivo “difuso” e implicado em todos os tipos de escrita (Felman);
O trauma ocorre justamente quando se vivencia um acontecimento de tal maneira excessivo que o sistema psíquico não o consegue traduzir, levando o sujeito a excluí-lo de suas representações.

Assim como nossa fome não é apenas a sensação de quem deixou de almoçar, nossa maneira de termos frio mereceria uma denominação específica. Dizemos “fome”, dizemos “cansaço”, “medo” e “dor”, dizemos “inverno”, mas trata-se de outras coisas. Aquelas são palavras livres, criadas, usadas por homens livres que viviam, entre alegrias e tristezas, em suas casas. Se os Campos de Extermínio tivessem durado mais tempo, teria nascido uma nova, áspera linguagem, e ela nos faz falta agora para explicar o que significa labutar o dia inteiro no vento, abaixo de zero, vestindo apenas camisa, cuecas, casaco e calças de brim e tendo dentro de si fraqueza, fome e a consciência da morte que chega (Levi).

Exercícios
1 - Escrever um testemunho;

2- Escrever um relato de guerra;


Foi uma das mais significativas pensadoras do pós-guerra, na França. Autora de mais de vinte livros, in-cluindo várias obras sobre Freud e psicanálise, Nietzsche, feminismo e o papel das mulheres na filosofia ocidental,nas artes visuais e na literatura. Seu livro L'énigme de la femme: La femme dans les textes de Freud(1980) é possivelmente a mais completa análise das idéias de Freud sobre a sexualidade feminina. Filha de judeus poloneses imigrantese tendo perdido seu pai no Holocausto,Kofman também se interessou pelo judaísmo e pelo antissemitismo, especialmente na literatura e na filosofia
Escreveu também vários trabalhos autobiográficos.Pa-roles suffoquées(1987) é dedicado a seu pai, Berek Kof-man, que ela viu pela última vez em julho de 1942. Rue Ordener, rue Labat(1994) também começa com a prisão de seu pai pela polícia de Vichy. O título se refere a dois endereços: o primeiro, onde a família vivia até a detenção do pai, e o segundo, onde Sarah ficou abrigada, durante a maior parte do período da guerra,depois de ter sido recolhida por uma parisiense divorciada, que a tratava como filha. O livro conta a história desse período e da disputa de custódia entre a mãe adotiva e a mãe biológica, após a libertação de Paris
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