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Organização do Trabalho e Administração

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by

Pedro Máximo

on 28 October 2014

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Transcript of Organização do Trabalho e Administração

Mapa da Organização do Trabalho e Administração
VP - Marketing
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Sumário
A tarefa de administração passou a ser a de interpretar os objetivos propostos pela Organização e transformá-los em ação organizacional por meio de panejamento, organização, direção e controle de todos os esforços realizados em todas as áreas e em todos os níveis (...).” (p.11)


Marcelo Gonçalves é um engenheiro bem-sucedido e foi promovido a Gerente do Departamento de Novos Produtos
Sempre trabalhou com coisas concretas e medidas exatas.
Nunca lidou com situações abstratas e nem com pessoas.
Agora lida com uma equipe de 30 funcionários.
Sua maneira lógica, matemática e quantitativa deve ser substituída por uma maneira abrangente, flexível, psicológica e humana.
Marcelo não tem a menor idéia sobre como gerir o departamento, nem como conduzir sua equipe.

Quais as ações que Marcelo deve tomar ?

O sucesso do administrador depende de sua habilidade, de sua capacidade de transformar conhecimento (informação) em ação, resultando no desempenho desejado.

O administrador não é analisado apenas pelo seu modo de agir ou pela sua personalidade. O sucesso do administrador depende também do seu desempenho, de suas habilidades: Técnicas, Humanas, e Conceituais.

A TGA trabalha a habilidade conceitual, i.e., a capacidade do administrador de pensar, analisar, criticar e propor soluções e inovações na Organização.

As Habilidades do Administrador
Habilidades do Administrador
Os papeis do administrador
O significado da Administração vem sofrendo alterações de acordo com a Teoria da Administração.

Cada Teoria da Administração surgiu como uma resposta aos problemas empresariais mais relevantes da sua época.

Teoria é um conjunto de afirmações, ou regras, feitas para registrar o que se percebe como realidade.

Teorias da Administração são conhecimentos organizados, produzidos pelas experiências práticas das organizações.

Não há uma Teoria da Administração que seja melhor do que a outra. Tudo depende de variáveis internas e externas à organização/administrador.

As variáveis da T.G.A.
A TGA estuda a administração das organizações sob o ponto de vista de seis variáveis interdependentes:

Principais teorias Administrativas
Pode-se dizer que as teorias administrativas são aplicáveis às situações atuais.

É necessário que o administrador as conheça bem para ter à sua disposição um leque de alternativas adequadas para cada situação.

À medida que a administração se defronta com novas situações, as teorias administrativas precisam adaptar suas abordagens para continuarem aplicáveis.

As principais teorias administrativas
Definição Administração

A promoção de Marcelo (p.09)
O conhecimento administrativo: as Teorias da Administração
O conhecimento administrativo: as Teorias da Administração
Os Primórdios da Administração: Antecedentes Históricos da Administração
A história da Administração é recente, tendo pouco mais de 100 anos.
O desenvolvimento das teorias a respeito da Administração foi bem lento até o século XIX, acelerando-se a partir do início do séc. XX.

No decorrer da história da humanidade sempre existiu alguma forma de administração. Por isso, podemos dizer que esta é resultado da contribuição de:

Filósofos
Administração como habilidade pessoal: conhecimento técnico e da experiência.

Princípio do método de Descartes

Teve influência decisiva na Administração.

Maneira de abordar e solucionar problemas.
Tendência à análise e à divisão do trabalho
“a verdade não é uma questão de números, e sim de qualidade”; que “qualquer um pode decompor um problema em aspectos isolados”; que “é mais importante resolver primeiramente os problemas básicos, que geralmente são óbvios”; e que “devemos nos certificar de que as listas de componentes e subproblemas estejam completas, para que nenhum aspecto essencial seja negligenciado”.
"Uma boa liderança é determinada pelas tomadas de decisões e não por quem as toma.Só se chega a resultados positivos quando se conhece o limite de sua responsabilidade”
Igreja Católica
e
Organização Militar
As normas administrativas e a administração pública foram passando, ao longo do tempo, dos Estados para a Igreja Católica e Organização Militar.

Conceitos sobre estratégia, planejamento e logística. Princípios:


Hierarquia
Estruturas organizadas, com responsabilidades e tarefas próprias

Unidade de comando
Cada subordinado pode ter somente um superior

De direção
Cada subordinado sabe o que fazer e o que se espera dele

Teve início na Inglaterra e pode ser dividida em duas épocas:

1780 à 1860:
1a. Revolução Industrial
Revolução do carvão e do ferro

1860 à 1914:
2a. Revolução Industrial
Revolução do aço e da eletricidade

Revolução Industrial
Mecanização da indústria e da agricultura
anteriormente, uso da força humana ou animal
Aplicação da força motriz à indústria
máquina à vapor
Desenvolvimento do sistema fabril
fim do artesão e sua pequena oficina
lugar ao operário e às fábricas
Espetacular aceleramento dos transportes e comunicações
navegação e locomotiva à vapor

Principais características da 1a. Revolução Industrial
Substituição do ferro pelo aço
Vapor pela eletricidade
Desenvolvimento de máquinas automáticas
Especialização do trabalhador
Crescente domínio da indústria pela ciência
Transformações nos transportes e comunicação
Novas formas de organização capitalista
Expansão da industralização

Principais características da 2a. Revolução Industrial
A organização e a empresa moderna nasceram com a Revolução Industrial graças:
à ruptura das estruturas corporativas da Idade Média
ao avanço tecnológico e sua aplicação à produção
Com a nova tecnologia dos processos de produção, a administração e a gerência das empresas passaram a ser a preocupação maior dos proprietários.
A prática foi ajudando a selecionar idéias
Ainda sobre revolução Industrial
Pioneiros e Empreendedores
Com os resultados da Revolução Industrial (aumento da produção, novas tecnologias), abriu-se o caminho para os pioneiros e empreendedores, os impérios.
Época do crescimento das empresas, não somente por aumento de produção, mas pela incorporação.
Integração vertical das empresas: organizações comprando seus fornecedores e distribuidores.
Estas corporações foram criando empresas ‘pesadas’, com instalações e pessoal além do necessário
Pioneiros e Empreendedores
O lucro da nova empresa dependeria da racionalização desta estrutura ‘pesada’.
A aquisição de empresas familiares, criando ‘impérios’, trouxe a necessidade do gerente profissional.
Na virada do século XX, grandes corporações sucumbiram.
Pioneiros e empreendedores deram lugar para os organizadores, com o uso do planejamento e controle.

A origem da Abordagem Clássica se dá nas decorrências da Revolução Industrial.

Dois fatos são os mais importantes:

O crescimento acelerado e desorganizado das empresas
devido ao aumento produtivo causado pelas tecnologias aplicadas à produção.
A necessidade de aumentar a eficiência e a competência das organizações
ruptura do processo artesanal

Abordagem Clássica
Introdução
Abordagem Clássica
Histórico da Admistralçao
Taylor
Ford
Fayol
Origem nome: aplicação de métodos da ciência (observação e mensuração) aos problemas encontrados.

Iniciada pelo engenheiro americano Frederick Winslow TAYLOR (1856 – 1915).

A Administração e a organização devem ser tratadas cientificamente e não empiricamente.
Planejamento no lugar de improvisação
Ciência no lugar do empirismo

Atribui-se dois períodos aos pensamentos de Taylor.

...
...
Taylor
Durante seus estudos, Taylor verificou que os operários aprendiam suas tarefas através da observação do trabalho de outros.

Com isso, um mesmo trabalho era realizado de maneiras diferentes, com a utilização de ferramentas diferenciadas.

Taylor viu a necessidade de substituir métodos rudimentares por métodos científicos, racionalizando o trabalho.

Esse método recebeu o nome de Organização Racional do Trabalho
Organização Racional do Trabalho
(ORT)
1 -Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos,
2 - Fadiga humana
3 - Divisão do trabalho e especialização
4 - Desenho de cargos e tarefas
5 - Incentivos salariais e premiação
6 - Homo economicus
7 - Condições ambientais de trabalho
8 - Padronização de métodos e máquinas
9 - Supervisão funcional

Aspectos fundamentais da ORT
Análise do trabalho.
observação de cada operação do operário,
decomposição da tarefa em movimentos simples (base nos conceitos de Descartes),
definição e aplicação de novas metodologias.

Paralelo à análise do trabalho, era feito o estudo dos tempos.
determinação do tempo médio de execução de uma tarefa,
adição de tempo ‘morto’,
resulta no ‘tempo padrão’.

Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos
A partir do ‘tempo padrão’ de execução da tarefa, é possível:
racionalizar o trabalho,
eliminar o desperdício,
controlar a produtividade de todos os operários.

Gilbreth verificou que os trabalhos poderiam ser reduzidos (decompostos) a movimentos elementares, definindo os movimentos necessários para a execução da tarefa. Por exemplo, a colocação de parafusos: sete movimentos elementares.

Durante os estudos (estatísticos, e não fisiológicos) dos movimentos, identificou-se os efeitos negativos da fadiga sobre a produção:
Diminuição da produção,
Queda na qualidade do trabalho,
Perda de tempo,
Doenças e acidentes.

Era necessário reduzir a fadiga, sendo criados os princípios de economia de movimentos:
Uso do corpo,
Arranjo do material,
Desempenho das ferramentas e máquinas.

Fadiga Humana
Decorrência do estudo dos tempos e movimentos.

Com a racionalização do trabalho e padronização dos tempos e movimentos, o trabalho foi dividido em tarefas específicas atribuídas a determinados operários.

Idéia básica de que a eficiência aumenta com a especialização.
Cada operário passou a se especializar na execução de sua tarefa
Divisão do Trabalho e Especialização
Foi na Administração Científica a primeira tentativa de se desenhar cargos e tarefas.

Tarefa é a menor unidade da divisão do trabalho.

Ao simplificar as tarefas, tinha-se como base a idéia de que os operários deveriam apenas realizá-las e não pensar ou decidir.

Desenho de cargos e tarefas

Durante os estudos de Taylor, verificou-se que os operários perceberam que seus salários seriam os mesmos, independentes de sua produtividade.

Deste modo, foi necessário criar um plano que fizesse com que os operários trabalhassem dentro do tempo padrão estipulado para suas tarefas.

Foi substituída a remuneração baseada no tempo de trabalho pela remuneração baseada na produção.

Foi também criada a premiação para os operários que produzissem além do tempo de trabalho.

Com esta política, Taylor buscava agradar tanto aos empresários quanto aos operários
Incentivos salariais e premiação
A base para a política de incentivos salariais é o conceito do homem econômico.

“Toda pessoa é concebida como influenciada exclusivamente por recompensas salariais, econômicas e materiais.”

Assim, as recompensas salariais influenciam nos esforços do trabalho.

Homo Economicus
A Administração Científica verificou que a eficiência depende, além da racionalização do trabalho, das condições de trabalho.

‘conforto e produtividade andam de mãos dadas’

Conforto do operário e melhoria do ambiente físico são valorizados para a melhoria da eficiência, e não por merecimento.
Adequação de instrumentos e ferramentas,
Arranjo físico das máquinas,
Ventilação, iluminação, ruídos

Condições Ambientais de Trabalho
A racionalização do trabalho se preocupou também com a padronização dos métodos de trabalho e padronização das máquinas e ferramentas.

A padronização reduz a variabilidade do processo produtivo.

Junto com a especialização do operário, a padronização também foi responsável pelo conceito da linha de montagem.

Padronização
Mesmo com a racionalização do trabalho, a supervisão era necessária para Taylor por este acreditar:
na vadiagem dos operários,
não capacidade de pensar dos operários.

Era necessário existir um supervisor para cada área de especialização do operário.

Crítica: um operário possuir mais de um supervisor.
Supervisão funcional
porem há criticas ...
As principais críticas à Administração Científica são:
Mecanicismo
Superespecialização do operário
Visão microscópica do homem
Ausência de comprovação científica
Limitação do campo de aplicação
Abordagens prescritiva e normativa e de sistema fechado

Apreciação crítica à Administração Científica

1. Restringiu-se às tarefas a serem executadas,
2. Enfatizava a eficiência da produção, a redução de desperdício
3. Deu pouca importância ao elemento humano,
4. Operários como instrumentos passivos, sem iniciativa,
5. Suposição do homo economicus, sem considerar aspectos motivacionais
6. Desumanização do trabalho industrial,
7.Teoria da máquina.

Administração Científica
Superespecialização do operário
Fatores foram vistos como violadores da dignidade humana:

1. Especialização do trabalho, não permitindo o aprendizado do todo,

2. atribuição de tarefas simples, fazendo com que o operário tivesse movimentos repetitivos.

A Administração Científica individualiza cada operário em termos de suas relações com as máquinas e não com outros operários.

Os operários eram vistos como acessórios das máquinas.

Ignora o aspecto social humano.

Concepção negativista do homem: preguiça e ineficiência.

Visão microscópica do homem
A Administração Científica pretende criar uma ciência sem a comprovar cientificamente seus princípios.

Baseia-se nos estudos de tempos e movimentos que analisam o ‘como’ e não o ‘porquê’ da ação dos operários.

Ausência de comprovação científica
A Administração Científica retringiu-se aos problemas do ‘chão de fábrica’, aos operários e seus supervisores.

Não considerou as demais áreas da organização, como finanças, comercial, nem as demais funções administrativas.

Limitação do campo de aplicação
Abordagem prescritiva e normativa
Preocupação em prescrever normas que devem ser aplicadas em todas as circunstâncias.
Receitas antecipadas, soluções ‘enlatadas’.

Abordagem de sistema fechado
Visualiza a organização como se esta não estivesse inserida em um ambiente.
Não considera possíveis influências externas que a empresa possa receber.

Abordagens prescritiva e normativa e de sistema fechado
Contudo...
Pioneirismo
Apesar das críticas, a Administração Científica foi pioneira no estudo da ‘nova estrutura’ organizacional (não artesã).

É a partir desta Escola que se inicia a luta pela produtividade e se inicia os estudos da administração.

Taylor teve forte influência na vida do século XX, dado seu pioneirismo.
Assim como o nome de Taylor, Henry Ford está associado à administração científica, o seu nome de está associado à linha de montagem móvel.

Diz-se que o ‘Taylorismo’ formou uma parceria com a expansão industrial e a linha de montagem de Ford.

Ford não inventou a linha de montagem, ele foi responsável por inovações.

Henry Ford (1863-1947)
No início, a Ford trabalhava de modo artesanal (1908)
Trabalhador especializado em sua função, mas tinha que ‘correr’ a fábrica para buscar as peças no estoque e trazer ao seu posto de trabalho.

Ford fez com que as peças fossem entregues em cada posto de trabalho.
Tempo de conclusão do trabalho notadamente diminuido.

Henry Ford e a linha de montagem
Ford T
Operário, após acabar seu serviço em um carro, tinha que andar até o próximo.

A movimentação consumia tempo e desgaste do operário.

Implantação da linha de montagem móvel (1914)

A linha de montagem móvel trazia como benefícios:
Maior velocidade da produção
Melhor qualidade
Diminuição dos custos de estoque
Maior fabricação, menor preço do produto
Manual do produto
Adotou carga de trabalho de 8 horas/dia
Duplicou os salários
Aumentou o mercado consumidor
Henry Ford e suas inovações
“Não há nada no mundo que esteja melhor repartido do que a razão: toda a gente está convencida de que a tem de sobra.”
"Mano" Decartes
Teoria Clássica da Administração
A Teoria Clássica da Administração, junto com a Administração Científica, forma a chamada Abordagem Clássica, decorrente das inovações da Revolução Industrial.

Enquanto a Administração Científica de Taylor focava a produtividade através do operário, a Teoria Clássica da Administração de Fayol, focava a eficiência através da estrutura organizacional.

Abordagem Clássica
Iniciada pelo engenheiro francês Henri Fayol (1841-1925).
Foi o primeiro a dar atenção aos elementos da administração.

Fayol buscava um ensino organizado da Administração para formar administradores.

A Teoria Clássica descreve a organização com base em sua estrutura. Recebe influência das estruturas rígidas e hierarquizadas da Igreja Católica e da Organização Militar.

As funções da Organização e o conceito de Administração
Na Teoria Clássica, o conceito de divisão do trabalho não se preocupava com a fragmentação do trabalho do operário, mas sim com a divisão dos órgãos que compõem a organização.

A organização deve ser dividida em departamentos, cada qual representando uma função organizacional.
Para Fayol, a organização tem seis funções básicas a serem exercidas.

Para Fayol, as leis ou pricípios da Administração são:
Divisão do trabalho
Autoridade (de linha) e responsabilidade
Disciplina
Unidade de comando
Unidade de direção
Subordinação dos interesses individuais aos gerais

Remuneração do pessoal
Centralização
Cadeia escalar
Ordem
Equidade
Estabilidade do pessoal
Iniciativa
Espírito de equipe

Organização Linear
Para Fayol, a estrutura da organização deveria ser linear, isto é, com supervisão linear.

Esta estrutura prevê um organograma na forma piramidal, hierarquizada, presumindo:

unidade de comando,
unidade de direção,
centralização da autoridade
cadeia escalar.

Neste ponto, a Teoria Clássica diverge da Administração Científica, posto que esta sugere uma supervisão funcional, contrariando a unidade de comando.

Para a Teoria Clássica, deveria haver os órgãos de staff, ou de assessoria, que fornecem aos órgãos de linha conselhos e recomendações, através da análise do trabalho.

Organograma na forma piramidal
Taylor propunha a chamada supervisão funcional, que nada mais é do que a existência de diversos supervisores, cada qual especializado em determinada área, e que tem autoridade funcional (relativa somente à sua especialidade) sobre os mesmos subordinados. A supervisão funcional pressupõe uma autoridade relativa, dividida e zoneada.
Críticas
Críticas à Teoria Clássica
Abordagem simplificada da organização
Não considera elementos psicológicos e sociais,
Nã considera interação entre pessoas e grupos.
Ausência de trabalhos experimentais
Sem regularidade nos princípios estabelecidos
Teoria da máquina
Estrutura rígida
Abordagens precritiva e normativa e de sistema fechado
Precrição de normas para aplicação geral
Não considera influências externas
Aplicação
Aplicação Atual
Apesar de suas críticas, muitos dos princípios desenhados pela Escola da Teoria Clássica são ainda hoje aplicados, apesar de terem sofrido alguma alteração.

Funções das organizações,
Conceito de administração,
Uso da hierarquia e desenho de seus papéis:
Autoridade
Unidade de comando e direção
Cadeia escalar
Disciplina.

Henry Ford
Teoria Comportamental
Teoria Comportamental
A partir dos trabalhos da Escola das Relações Humanas, a Teoria da Administração passa a apresentar novos pontos.
A abordagem comportamental (ou Behaviorista):
salienta a presença das ciências do comportamento humano,
busca soluções mais humanas e flexíveis para os problemas organizacionais,
Adota posições explicativas e descritivas (versus normativas e prescritivas das teorias anteriores).

Predomina a ênfase nos indivíduos, mas dentro de um contexto organizacional.
Tem sua origem na oposição da Teoria das Relações Humanas frente aos pontos tratados pela Abordagem Clássica.
Surgiu no final de 1940.

A Teoria Comportamental baseia o entendimento do comportamento organizacional através do comportamento individual das pessoas.
Tornou-se assim, necessário o estudo da motivação humana.
Os behavioristas identificaram a necessidade do administrador em conhecer o comportamento humano para uma melhor qualidade de vida dentro das organizações.
Aqui são apresentadas duas teorias que trabalham com a motivação humana dentro das organizações:

Hierarquia das necessidades de Maslow
Teoria dos dois fatores de Herzberg.

Abraham H. Maslow (1908-1970) categorizou as necessidades humanas em uma hierarquia de importância, visualizada em uma pirâmide.

Ele caracterizou dois grupos de necessidades:
Primárias
Fisiológicas
De segurança
Secundárias
Sociais
De estima
De auto-realização
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