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David Hume

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by

Rafael Martins

on 30 November 2013

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Transcript of David Hume

David Hume
David Hume
David Hume foi filósofo, historiador, sociólogo e economista escocês do período do Iluminismo (século XVIII). É considerado um dos mais importantes filósofos iluministas ocidentais. É também considerado um dos pais do empirismo.
Vida & Obra
Sua obra foi fundamentalmente influente para Immanuel Kant e os positivistas, e também para o desenvolvimento do pensamento liberal clássico.

Contribuições do Filósofo
Teoria Filosófica
Vida & Obra
Referências Bibliográficas
- http://www.brasilescola.com/biografia/david-- hume.htm
- http://educacao.uol.com.br/biografias/david-hume.jhtm
- www.suapesquisa.com/quemfoi/david_hume.htm
- https://sites.google.com/site/filosofiapopular/filosofos/hume/o-legado-de-hume


"A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla."
David Hume
O filósofo, David Hume, foi filho de pequenos agricultores, Joseph Hume e Katherine Falconer. De acordo com as expectativas de sua família, deveria seguir a tradicional carreira de advogado. De família escocesa, David Hume nasceu em 7 de maio de 1711, em Edimburgo, e morreu na mesma cidade em 25 de agosto de 1776.
Frequentou a Universidade Edimburgo e por achar advocacia muito chata, dedicou-se, entusiasticamente, ao estudo de literatura e filosofia, enquanto trabalhava como comerciante. Em busca de aprofundar esses conhecimentos, estudou na França e lá depois de uma experiência sem sucesso no comércio, atividade a que se dedicou com a intenção de recuperar-se de um intenso esgotamento intelectual escreveu seu primeiro livro, “A Treatise of Human Nature” [Um ‘tratado ou dissertação’ da natureza humana], que publicou após voltar para seu país e que o decepcionou com a fraca recepção.
Com esse trabalho tentou, sem êxito, obter a cátedra de ética em Edimburgo.

Porém seu novo livro foi sucesso imediato. "Essays, Literary, Moral and Political" deu-lhe crescente prestígio. No final daquela década trabalhou como secretário do General James St. Clair em missões militares na Britânia, Viena e Turim.
Em sua infância e parte da adolescência frequentou a igreja local da Escócia. Nesse período estudou um manual religioso calvinista, o ‘’The Whole Duty of Man’’. Como um filósofo empirista e ceticista, passou a questionar a existência do divino, a religiosidade e, até, a própria existência, aspecto presente em toda sua vida.
Ainda em Edimburgo foi nomeado guardião da biblioteca da Faculty of Advocates in Edinburgh.
Com a publicação de Political Discourses , começou a ser internacionalmente conhecido. Serviu por alguns anos como secretário de governo e então entrou para o serviço diplomático quando foi nomeado embaixador em Paris .
Fez várias viagens ao interior da França, aos Países Baixos, à Alemanha e à Itália, países em que entrou em contato com os principais intelectuais europeus, entre eles o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau. De volta a Inglaterra, ainda esteve em Londres trabalhando por um tempo como secretário de estado (1766-1769) e, então, aposentou-se (1769), retirando-se definitivamente para Edimburgo, para viver com a irmã.
Durante os últimos anos de vida entregou-se à revisão de sua obra e à redação de vários textos que apareceriam postumamente, entre eles uma autobiografia . Solteiro convicto, morreu em Edimburgo vitima de um incurável câncer de estômago, sem deixar filhos.
Um outro aspecto da teoria de Hume já se revelava no subtítulo de uma das suas principais obras-primas: "uma tentativa de introduzir o método experimental de raciocínio nos assuntos morais"
Para Hume os assuntos morais são temas pertencente à humanidade, como: a política, o direito, a moral, a psicologia e a crítica das artes.
Hume almejava fazer na ciência do homem, aquilo que Newton havia feito na ciência natural: explicitar leis que definissem os modos de pensar, conviver e sentir dos seres humanos.
Outras contribuições de David Hume para a filosofia
A teoria do eu como um feixe
(The Bundle Theory of the Self)
Hume compara a alma ao povo de uma nação (commonwealth), composto de muitos elementos relacionados que mantém sua identidade, mas em permanente mutação.
Livre-arbítrio vs. indeterminismo
Hume acreditava que a razão seria responsável apenas por informar os fatos úteis relativos a ação e não para motivá-la ou desencorajá-la . O que no fundo importa, diz Hume, é como nos sentimos em relação a essa ação.
A crítica ao método indutivo
Hume afirmava que por maior que fosse o número de repetições de um evento, não existe fundamento lógico que permite inferir que esse evento ocorrerá novamente.
O raciocínio dedutivo e a matemática
Outras obras de sua autoria foram:
• ‘’Philosophical essays concerning human understanding’’ (1748);
• ‘'An enquiry concerning the principles of morals’’ (1751);
• ‘’The history of England’’’ (1762);
• ‘’Natural history of religioN’’ (1757)


Teoria da Oscilação
"A mente humana mostra uma tendência maravilhosa para oscilar entre diferentes tipos de religião: eleva-se do politeísmo para o monoteísmo para voltar a afundar-se na idolatria."
Etapas da teoria da oscilação
Do politeísmo para
o monoteísmo
Do monoteísmo para
o politeísmo
Novamente de regresso ao
monoteísmo
" As proposições deste gênero [...] não dependem de algo existente em alguma parte do universo. Embora nunca tenha havido um círculo ou triângulo, as verdades demonstradas por Euclides conservarão sempre sua certeza e evidência." (Investigação acerca do entendimento, p.77)
Hume, na sua obra "Investigação acerca do entendimento humano", dividiu tudo aquilo que percebemos em:
Impressões: são os dados fornecidos pelos sentidos (impressões visuais, auditivas, táteis,...)
Ideias: São representações mentais (memória, imaginação,...).
Toda ideia é uma re(a)presentação de alguma impressão.
Essa representação pode possuir diferentes graus de fidelidade.
Alguém que nunca teve uma impressão visual, nunca poderá ter uma ideia. Exemplo: um cego de nascença, jamais terá uma ideia de cor.
Teoria do Conhecimento
Tudo o que ocorre na nossa mente são só percepções (coisas que percebemos). Há dois modos de percepção da mente:
O sentir
Constituído por sensações e sentimentos.
O pensar
Constituído por memória e imaginação.
Os objetos do sentir são as impressões.
Os objetos do pensar são as ideias.
Todos os nossos
conteúdos mentais se
resumem pois a
impressões e ideias.
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