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Teoria da Percepção

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LEANDRO Queiroz

on 21 February 2017

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Teoria da Percepção
"Os empiristas acreditavam que as informações se transformam em conhecimento quando passam a fazer parte do hábito de uma pessoa", explica Clenio Lago, professor de Filosofia da Educação na Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), em São Miguel do Oeste. Absorvidos tal como uma esponja retém líquido, os dados aprendidos são acumulados e fixados - e podem ser rearranjados quando outros conteúdos mais complexos aparecem. A mente humana é definida como uma tábula rasa, um espaço vazio a ser preenchido. "A criança é comparada à água, que pode ser canalizada na direção desejada", diz Lago.

Nos séculos 16 e 17, em plena Idade Moderna, essa perspectiva ganha força com filósofos como Francis Bacon (1561-1626), Thomas Hobbes (1588-1679) e John Locke (1632-1704). Do ponto de vista dos empiristas, caberia à escola formar um sujeito capaz de conhecer, julgar e agir segundo os critérios da razão, substituindo as respostas "erradas" absorvidas no contato com diversos meios (a religião, por exemplo) pelas "certas", já validadas pelos acadêmicos por seguirem os critérios científicos da época.
construtivismo
Construtivismo
Precursor: Jean Piaget (1896-1980)

Estabelece que a capacidade de aprender é desenvolvida e construída nas ações do sujeito por meio do contato ativo com o conhecimento, que é facilitado pelo professor.
Raciconalista e interacionistas
Merecem pesquisa, mas seguem outra linha da proposta desta disciplina
Inatismo, Empirismo e Construtivismo
Inatismo, o saber congênito

A busca por respostas começa na Antiguidade grega, com o nascimento do pensamento racional, que busca explicações baseadas em conceitos (e não mais em mitos) como uma forma de entender o mundo. Para os primeiros filósofos, a dúvida consistia em saber se as pessoas possuem saberes inatos ou é se possível ensinar alguma coisa a alguém.

Platão (427-347 a.C.) firmou posição a favor das ideias congênitas. Defendendo a tese de que a alma precede o corpo e que, antes de encarnar, tem acesso ao conhecimento, o discípulo de Sócrates (469-399 a.C.) afirmou que conhecer é relembrar, pois a pessoa já domina determinados conceitos desde que nasce.
Características determinadas pelo comportamento motor do aparelho óptico
1. Percepção da distância
Longe/perto


Já a memória visual corresponde à capacidade de armazenar informação visual. Segundo ele,
No sistema de memória humana não é armazenada uma colação quase infinita de categorias visuais, os
conceitos visuais propriamente ditos, que são responsáveis de processos tão vitais para o ser humano como o
reconhecimento do entorno e das criaturas e objetos que o povoam. Não é sensato desvincular o papel da
memória do processo da percepção globalmente considerado.
De um modo geral, de acordo com a tese central da teoria da Gestalt, pode-se dizer que a percepção visual
não é um processo de associação de elementos soltos, mas um processo integral estruturalmente organizado,
por meio do qual as coisas se organizam como unidades ou formas, bem como por motivos profundos,
concretamente pela existência de um isomorfismo entre o campo cerebral e a organização dos estímulos.
alfabetismo visual
Devemos buscar o alfabetismo visual em muitos lugares e de muitas maneiras, nos métodos de
treinamento de artistas, na formação técnica de artesãos, na teoria psicológica, na natureza e no
funcionamento fisiológico do próprio organismo humano.
A sintaxe visual existe. Há linhas gerais para a criação de composições. Há elementos básicos que
podem ser aprendidos e compreendidos por todos os estudiosos dos meios de comunicação visual,
sejam eles artistas ou não, e que podem ser usados, em conjunto com técnicas manipulativas, para a
criação de mensagens visuais claras. O conhecimento de todos esses fatores pode levar a uma melhor
compreensão das mensagens visuais.



Apreendemos a informação visual de muitas maneiras. As forças cinestésicas, de natureza
psicológica, são de importância fundamental para o processo visual. O modo como nos mantemos
em pé, nos movimentamos, mantemos o equilíbrio e nos protegemos, reagimos à luz ou ao escuro,
ou ainda a um movimento súbito, têm uma relação importante com nossa maneira
de receber e interpretar as mensagens visuais. Todas essas reações são naturais e atuam sem esforço;
não precisamos estudá-las nem aprender. Mas elas são influenciadas, e
possivelmente modificadas, por estados psicológicos e condicionamentos culturais, e, por último,
pelas expeclativas ambientais.
O entendimento
do sistema de visão
Por isso, Joly (1996, p. 10) acredita que uma iniciação mínima à análise da imagem pode ajudar os
indivíduos “a escapar dessa impressão de passividade e até de intoxicação”, bem como oferecer melhores
condições de análise e compreensão “em profundidade de uma das principais ferramentas de comunicação
contemporânea”.
início do processo de aprendizagem

As imagens são formas de expressão e comunicação. Desde os tempos remotos vem sendo utilizadas pelo
homem para expressar mensagens. Na sociedade contemporânea, seu uso generalizado coloca os indivíduos
no centro de um paradoxo, segundo Joly (1996). Para a autora (1996, p. 10),
de um lado lemos imagens de uma maneira que nos parece totalmente ‘natural’, que, aparentemente, não exige
qualquer aprendizado e, por outro, temos a impressão de estar sofrendo de uma maneira mais inconsciente do
que consciente da ciência de certos iniciados que conseguem nos manipular, afogando-nos com imagens em
códigos secretos que zombam de nossa ingenuidade.

fonte:https://flankus.files.wordpress.com/2009/12/analise_de_imagem_-_da_teoria_a_pratica.pdf
Empiristas
fonte:http://novaescola.org.br/formacao/formacao-continuada/inatismo-empirismo-construtivismo-tres-ideias-aprendizagem-608085.shtml?page=1
;)
Percepção visual

A percepção é um tema antigo de estudo e é utilizada para explicar as observações do homem (DONDIS,
1997). Pode ser entendida como um “processo ativo de planejamento, assim como de interpretação de dados
sensórios através dos olhos” (HILLIGOSS; HOWARD, 2002, p. 181).
Para que haja percepção, Fachinetti (2006, p. 1) acredita que seja necessário haver exposição à informação,
atenção e decodificação. Só assim, é possível ao ser humano adquirir conhecimento do mundo que o rodeia.
Arnheim (1976, p. 77), julga importante para o processo da percepção o processo cognitivo e a memória
visual. Para o autor, o processo cognitivo diz respeito à capacidade de combinar informações provenientes de
fontes distintas – estimulação aferente ou memória – recebidas também provenientes de fontes diferentes.
Em condições normais, a visão à distancia exige menos esforço que a visão de objetos mais próximos
2. Percepção do espaço
central/periférico

Na área mais centralda retina há uma concentração maior de células receptoras da informação luminosa. A acuidade máxima obtida pela fovea centralis, representa apenas 3º graus do campo de visão
Percepção do volume

volúmico/plano
Cada oho vê a imagem de um ponto de vista diferente do outro e, por conta disso, possui um campo visual ligeiramente diferente.
Quanto mais próximo está o objeto dos olhos, maior será a diferença entre as imagens projetadas na retina.
"quanto mais próximo o objeto, mais volume ele apresenta na sua representação"
4. Percepção da luminosidade
Claro/escuro
Quando a luz é insuficiente, os musculos da íris se contraem, alargando a pupila, e, quando a luz é mais forte distendem-se, restringindoo seu diametro, variando a entrada de luz em até 30 vezes
Imagens com maior iluminação exigem menos esforço da visão do que imagens de baixa iluminação
Delimitado/difuso

5. Profundidade de campo

imagem mais iluminada possibilita maior profundidade de campo, sendo a imagem mais comoda para os olhos
Cones/ bastonetes
Percepção de luminosidade
claro/escuro
cones/bastonetes
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