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Ditadura e Serviço Social

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by

Chiara Lúcia

on 10 September 2014

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Transcript of Ditadura e Serviço Social

"O processo da autocracia burguesa"
Ditadura e Serviço Social
• A ditadura brasileira revela-se como um processo, que é o ciclo de autocracia burguesa. Ou seja é o poder da própria burguesia;
• Esse processo ocorre em vários momentos diferenciados e diferenciáveis;
• Esse processo de autocracia,é caracterizado pela constituição e a crise da autocracia e do seu regime político;
• O ciclo autocrático burguês ocorre em três períodos: que vai de abril de 1964 a março de 1975 quando ocorre a posse do general Figueiredo;

• O início do ciclo autocrático burguês é caracterizado pela retirada de Goulart do poder constitucional.
• Ocorre várias dúvidas sobre o marco de consagração de João Figueiredo ao poder presidencial.
• O ator revela que é possível desvendar as dúvidas sobre o marco se não considerarmos o fato de o fim do poder da burguesia, significar a desarticulação do estado que é criado por Figueiredo.
• E nem considerar a substituição do seu regime pela ditadura.

• Segundo plano herdaria de Castelo Branco toda a acumulação de estrangulamentos politicos e socias.

• A aceleração do processo politico foi potenciada por dois fenomenos: Movimento operario e Sindical e Movimento Estudantil.

• 1968 é o ano que decide o curso do processo.
• O nó de impasses é rompido com o Ato Institucional n° 5 (AI-5):abre-se o movimento da aristocracia burguesa.
• O que fora uma ditadura racionaria converte-se em um regime politico de caracteristicas fascistas.

Na implementação dessa estratégia o Estado ditatorial precisava operar diretamente em dois planos e indiretamente num terceiro;
A ação estatal, neste plano da intervenção direta, obteve êxito;
Existia porém a requisição de uma interevenção indireta;
Foi precisamente neste plano que o projeto de auto reforma encontrou os maiores obstáculos;
Crescimento acelerado, batizado de "Milagre Brasileiro".
Modernização conservadora, que implicou no crescimento quantitativo e alteração qualitativa estritamente econômica.
1973. O "milagre" começa a esgotar-se.
A massa do povo que tem acesso ao voto converte - o , em instrumento eficaz de mobilização e luta.

1968 .Inflexão para cima do ciclo autocrático burguês.

1974 . Momento derradeiro da ditadura, centralizado pelo aprofundamento da crise do " milagre "

• O primeiro momento (1964 – 1968) é Singularizado pela inépcia da ditadura em legitimar-se politicamente, em articular uma ampla base de apoio que sustentasse as suas iniciativas.
• A orientação econômica- financeira do novo governo colidia frontalmente com a composição heteróclito do pacto contra- revolucionário.
• As dificuldades do primeiro governo dos golpistas são grandes em todas as frentes , mas apresentam-se óbvias particulamente em dois planos. O primeiro deles é do sistema político- institucional. O segundo refere-se a coesão da força tutelar do novo poder, a comparação armada.
Nenhuma das duas modalidades ou mesmo a combinação de ambas conduziu seu projeto de auto reforma ao êxito;
A autocracia prosseguiu em seus intentos de auto reforma sob a versão abturista, mas a crise que leva o país ao fundo do poço acentua os realinhamentos políticos;
Cumina a crise da autocracia burguesa e a dominação burguesa é compelida a transitar para outros condutos.
Há dois componentes fundamentais que percorrem o processo global da ditadura e que, se não forem destacados, não permitem compreender seu estagio crítico;
O primeiro componente diz respeito ao vetor que coesiona a tutela militar na conformação do Estado ditatorial.
A sua amplitude e labilidade presidiu toda a movimentação operada em torno e a partir do Estado.
O segundo componente diz que, no campo da oposição democrática a hegemonia nunca escapou das mãos de correntes burguesas.
A crise da ditadura configura um processo de transição que parece singular e atípico.
O impasse de fundo ai contido seguramente não pode perdurar por muito tempo.
• É nesse momento do ciclo autocrático burguês que a ditadura ajusta o Estado de que antes se apossara para a funcionalidade econômica e política do projeto “modernizador”.
• A repressão à oposição e ao dissenso, torna-se sistemática e se converte em uma prática organizada e planificada.
• Diz o autor que ao nosso ver, o fim do ciclo da autocracia burguesa não significa a necessidade de um novo regime político no qual seria à democracia.
• A incapacidade da ditadura reproduzir-se como regime, (pelo fato de haver um acúmulo de forças resistentes à democracia).
• Reingresso aberto da classe operária urbana no papel político.
• Processo de erosão, ou seja, desaparecimento da ditadura.
• Tentativa de negociação da ditadura, através se uma política defensiva.



A ditadura tenta criar com o fim do governo de Geisel um terreno de negociações.
• Com a constituição de 1988 tenta criar seus parâmetros.
• No governo de Figueiredo o projeto de reforma da ditadura fracassa, devido a sociedade ter tendências à democracia.
• A sociedade não queria que a ditadura emposse suas regras.
• O início do governo de Figueiredo é caracterizado pelo fim do ciclo autocrático burguês.

Marechal Castelo Branco
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