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Teoria da Comunic 2

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Marlene Sólio

on 17 October 2016

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Transcript of Teoria da Comunic 2

sindicatos
O paradigma funcionalista pragmático
Lasswell e Dovifat
Lazarsfeld
Klapper
Niklas Luhmann
Usos e satisfações
O pradigma das significações
semiótica, semiologia, discurso, conteúdo
A pós-modernidade
Paradigma matemático-informacional
Shanon e Weaver
David Berlo
Shramm
Paradigma crítico
A Escola de Frankfurt
Teoria Crítica indústrias culturais
O agir comunicacional
Paradigma culturológico
Cultural Studies
Paradigma tecnológico-interativista
Cibercultura/Caos/ Complexidade
Newsmaking/gatekeeper/agenda setting gatewatching
Paradigma materialista (dialética)
Marx e Engels
e Schaff
Ezensberg e Barbrook
Paradigma midiológico Escola de Toronto
McLuhan, Wiener, Innis e herdeiros:
A escola de Chicago e o
Interacionismo simbólico
etnometodologia
etnografia
Estudos de recepção
Teoria das mediações
Economia política
Estudos de dependência
Imperialismo cultural
O estruturalismo
Barthes, Saussure, Greimas
linguistas
O paradigma funcionalista
pragmático
Usos e
satisfações
Klapper
Lazarsfeld
Lasswell e Dovifat
"Cada indivíduo é capaz de procurar e encontrar um meio de comunicação cujo conteúdo mostre compatibilidade às suas convicções e a seus modos de ver"
Admite que, sem exagero, os meios de comunicação possuem certa função narcotizante.
Os meios conseguem um certo entorpecimento da sensibilidade do público, o que poderá resultar num evidente desinteresse (apatia), pelo bombardeio excessivo de informações.
Lazersfeld ressalta o papel dos líderes de opinião,
que podem quebrar essa cadeia de entorpecimento e sedução.
Sua teoria trará para os estudos de comunicação o
two step flow communication
fluxo comunicacional realizado em dois estágios
O teórico evidencia, assim, o papel dos grupos, que sempre são suporte a seus membros
clubes
tribo
A homogeneização ocorre pelas escolhas majoritárias do grupo de pertença
Essa teoria que considera o duplo estágio do fluxo comunicacional será chamada de
Teoria dos efeitos limitados
Lazersfeld vai chamar a atenção, assim, para a Exposição seletiva aos meios/informações
A partir dele os estudos passam a prestar atenção
a grupos socialmente bem definidos e não mais apenas a indivíduos isolados
Afirma sua capacidade de fazer escolhas
Lazarsfeld
Nega que o público apenas reaja.
escola
igreja...
intelectuais
Klapper
Klapper escreve um livro sobre o que se sabia sobre os "efeitos da comunicação de massa".

Perguntas que estavam no ar, na época
Klapper, contrariando a teoria da Agulha Hipodérmica, vai levantar variáveis:
depende da classe social
Kappler alerta para o fato de que os receptores são pessoas que realizam ações em determinados contextos sociais
Deve-se buscar CAUSAS COOPERANTES, não causas OBRIGATÓRIAS para a explicação analítica dos efeitos de comunicação
Os fatores comunicacionais, sociais e culturais, se entrecruzam. Não há um recpetor-modelo, puro.
Cientistas começam a olhar para:
impacto das mensagens
memorização seletiva

Lazarsfeld, com a percecpção da importância da persuasão e
Plantam a semente da preocupação com os efeitos dos meios sobre as pessoas, já na década de 40.
Hovland, (psicologia) - mudança atitudinal das pessoas envolvidas com processos de comunicação (preocupação com a comunicação persuasiva)
Nos USA, nas décadas de 40/50: estudos que enfocam a força das mídias nas escolhas Políticas (eleições) e a força das mídias em anúncios comerciais
Começa-se a olhar para a comunicação como processo.
seu modelo vai argumentar sobre a importância da imagem que o receptor tem da fonte
levanta também a importância do assunto para o receptor e
reforça o papel do
formador de opinião
Padronizando gostos a mídia os rebaixa?
A mídia realmente faz a cabeça das pessoas?
depende da configuração de personalidade do sujeito
depende da escuta seletiva (intenção da escuta)
depende da inclinação pessoal
Usos e
satisfações
Este modelo tenta explicar os elevados graus de consumo psicossocial (comportamento psicológico de grupos sociais - sociedade).
Ele quebra a abordagem positivista, racionalista e esquematizadora dos modelos do funcionalismo sociológico e insere a variável público (recepção) nos estudos da comunicação.
Pesquisas da época registram necessidades a serem "satisfeitas" com os usos dos meios de comunicação:
entretenimento
relacionamento pessoal
vigilância e fiscalização uma janela aberta para o mundo)
identificação projetiva
Se existem demandas simbólicas, também existe de parte da mídia a competência para suprir essas demandas.
Blumler e Katz
Do o que as mass media fazem às pessoas para
Ainfluência das comunicações de massa permanecerá incompreensível se não se considerar a sua importância relativamente aos critérios de experiência e aos contextos situacionais do público: as mensagens são captadas, interpretadas e adaptadas ao contexto subjetivo das experiências, conhecimentos e motivações (Merton, 1982).
Este modelo troca a essência da reflexão
O que elas querem dos mass mídia
4. a de entreter o espectador, fornecendo-lhe um meio de se evadir das ansiedades e dos problemas da vida social.
Um dos precedentes que antecipam a hipótese dos “usos e satisfações” é a análise de Lasswell, de 1948, sobre as funções principais desempenhadas pela comunicação de massa:
1. fornecer informações;
2. fornecer interpretações que tornem significativas e coerentes as informações;
3. exprimir os valores culturais e simbólicos próprios da identidade e da continuidade sociais. Wright (1960) acrescentará a estas três funções fundamentais uma quarta função:
Baseando-se numa investigação da literatura sobre os
mass media
no que diz respeito às funções psicológicas e sociais da comunicação de massa, Katz, Gurevitch e Haas (1973)mencionam classes de necessidades que o
mass media
satisfazem:
1. necessidades cognitivas (aquisição e reforço de conhecimentos e de compreensão);
2. necessidades afetivas e estéticas (reforço da experiência estética, emotiva);
3. necessidades de integração a nível da personalidade (segurança, estabilidade emotiva, incremento da credibilidade e da posição social);
4. necessidades de integração a nível social (reforço dos contactos interpessoais, com a família, os amigos, etc.); e. necessidades de evasão (abrandamento das tensões e dos conflitos).
O contexto social em que o destinatário vive pode, nomeadamente, relacionar-se com o tipo de necessidades que favorecem o consumo das comunicações de massa, segundo cinco modalidades:
1. a situação social provoca tensões e conflitos, levando à sua atenuação através do consumo dos mass media
2. a situação social gera o conhecimento de determinados problemas que requerem atenção e a informação acerca desses problemas pode ser procurada nos mass media;
3. a situação social oferece escassas oportunidades reais para a satisfação de certas necessidades, que se procura satisfazer, utilizando os mass media como substituto;
4. a situação social faz emergir determinados valores cuja confirmação e cujo reforço são facilitados pelo consumo de comunicações de massa;
5. a situação social fornece e provoca expectativas de familiaridade com determinadas mensagens que devem, por conseguinte, ser consumidas para se continuar a pertencer a grupos sociais de referência (Katz – Blumer – Gurevitch, 1974, 27).
Fonte para consulta: https://estudanteocioso.wordpress.com/2012/07/25/teoria-dos-usos-e-satisfacoes-uses-and-gratifications-theory/
Paradigma matemático-informacional
Shramm
David Berlo
Shanon e
Weaver
O paradigma matemático-informacional não se descola completamente do paradigma funcionalista.
Para ele, a consciência, o processo de cognição, o sentito e a habilidade na produção de sentido, a exemplo de outros aspectos da subjetividade inerente a todo o ser humano, não mereciam ser citados como objetos a serem submetidos à consideração científica.
Mensuração e aferição científicas de ações e reações humanas podem obedecer a protocolos de experiência feita em laboratório, contando-se com a exigível acuidade
O behaviorismo, assim denominado pelo pasicólogo John Watson (1878-1958) traduz isso.
Norbert Wiener = teoria matemática
(Cibernética).
Comunicação baseada em princípios matemáticos e estatísticos.
Um emissor, com referência a um código, elabora uma mensagem e a envia por um canal a um receptor
Paradigma matemático-informacional
Claude Shanon e
Warren Weaver
1949: Livro
"Teoria da Informação"
Este modelo quer responder a três questões
Qual a acuidade de uma
transmissão de sinais
? (questão técnica)
Qual o grau de nitidez com que os sinais transmitidos veiculam os
significados
desejados? (questão semântica)
Qual a eficiência/eficácia dos
significados
captados/assimilados no comportamento do
receptor
? E no que diz respeito à finalidade desejada e prevista pelo
emissor/fonte de informação
? (questão informativo-comunicacional).
David Berlo
1960= apresenta seu modelo teórico Modelos dos ingredientes da comunicação.
Fonte
Mensagem
Canal
Receptor
Codificador
Decodificador
Teoria do balde: não concorda que o emissor "despeja um balde [de sentidos] sobre a cabeca do
receptor
Um sentido não se encontra tanto na unidade de representação q o porta, quanto na experiência (mental e social) daqueles que o põem em circulação.
Comunicação, para ele, não é somente partilha social de significados, mas também a capacidade que eles revelam, umavez selecionados e transmitidos, de provocar sentidos – tarefa essa que requer a inteira participação dos receptores.
Shramm
busca aplicar o modelo de Shannon e Weaver
Introduz a retroalimentação: feedback indicativo e seguro de com está sendo recebida, interpretada e replicada a mensagem
Há dois campos, chamados pelo autor de campos de experiências comuns
Quanto maior for o "campo de experiências comuns", mais efeitos surtirão as mensagens e mais enriquecedora será sua troca
Somente referências partilhadas permitem traduzir, interpretar e compreender mensagens intercambiadas
Schramm
O paradigma funcionalista pragmático
Lasswell e Dovifat
Lazarsfeld
Klapper
Niklas Luhmann
Usos e satisfações
O pradigma das significações
semiótica, semiologia,discurso, conteúdo
A pós-modernidade
Paradigma matemático-informacional
Shanon e Weaver
David Berlo
Shramm
Paradigma crítico
A Escola de Frankfurt
Teoria Crítica indústrias culturais
O agir comunicacional
Paradigma culturológico
Cultural Studies
Paradigma tecnológico-interativista
Cibercultura/Caos/ Complexidade
Newsmaking/gatekeeper/agenda setting gatewatching
Paradigma materialista (dialética)
Marx e Engels
e Schaff
Ezensberg e Barbrook
Paradigma midiológico Escola de Toronto
McLuhan, Wiener, Innis e herdeiros:
A escola de Chicago e o
Interacionismo simbólico
etnometodologia
etnografia
Estudos de recepção
Teoria das mediações
Economia política
Estudos de dependência
Imperialismo cultural
O estruturalismo
Barthes, Saussure, Greimas
linguistas
O paradigma funcionalista pragmático
Lasswell e Dovifat
Lazarsfeld
Klapper
Niklas Luhmann
Usos e satisfações
Paradigma matemático-informacional
Shanon e Weaver
David Berlo
Shramm
Paradigma materialista (dialética)
Marx e Engels
e Schaff
Ezensberg e Barbrook
Materialismo histórico
O materialismo histórico procura as causas de desenvolvimento e mudança na sociedade humana nos meios pelos quais os seres humanos produzem coletivamente as necessidades da vida. As classes sociais e a relação entre elas, além das estruturas políticas e formas de pensar de uma dada sociedade, seriam fundamentadas em sua atividade econômica.
abordagem estruturalista
abordagem político-econômica
estudo/aborda o poder da mídia focando aspectos da economia, contemplando na análise as formas e modos de produção vigentes
abordagem culturalista
Busca nos aspectos culturais as causas de a mídia eleger este ou aquele grupo, em meio a tantos existentes.
centra-se no estudo da expressão ideológica embutida nas mensagens midiáticas partindo do texto produzido e da fonte emissora. É, portanto, mecânica
Herbert Shiller e Frederick Jameson (americanos); Antônio Pasquali (venezuelano); Morgara y Spa (espanhol); Raymond Williams ( inglês); Stuart Hall (jamaicano); Ariel Dorfman (chileno) Armand Mattelart (belga); Gramsci (italiano), Althusser (francês)
Relações
funcionais
Relações
mecânicas
Relações
Transmissão, recepção, efeito
Mídia= componente expressivo da supestrutura do capitalismo avançado, difundindo a ideologia da classe dominante
P. funcionalista
P. matemático
P. dialético
movente
perspectiva histórica
relações passado/presente/futuro
dinâmica/transformação
tensão/disputa
conflito/antagonismo/poder
Teoria da dependência
Modelo teórico neomarxista
Luis Ramiro Beltrán
Althusser
Classe
As relações de produção entre os homens dependem de suas relações com os meios de produção. Essas relações, podem ser de proprietário/não proprietário, capitalista/operário, patrão/empregado. Os homens são diferenciados em classes sociais. Aqueles homens que detêm a posse dos meios de produção apropriam-se do trabalho daqueles homens que não possuem esses meios, sendo que os últimos vendem a força de trabalho para conseguir sobreviver. A luta de classes nada mais é do que o confronto dessas classes antagônicas. Essa é a concepção marxista de classe social.
Estrutura/Superestrutura
Tudo o que não pertence à esfera da produção de mercadorias (infraestrutura) pertence ao que Marx chama de superestrutura (instituições jurídicas e políticas, representações mentais, etc.). Segundo ele, as relações jurídicas não podem ser entendidas em si mesmas: encontram suas raízes nas condições de existência material de uma sociedade. Deste modo, a análise da religião como “ópio do povo” segue esta mesma linha, ou seja, as instituições políticas são instrumentos a serviço da reprodução da estrutura de classes, seja qual for.

Conceito de ideologia
Aparece em Marx como equivalente de ilusão, falsa consciência, concepção idealista na qual a realidade é invertida e as idéias aparecem como motor da vida real.
No marxismo posterior a Marx, sobretudo na obra de Lênin, ganha um sentido diferente: ideologia é qualquer concepção da realidade social ou política, vinculada aos interesses de certas classes sociais particulares.]
Através da ideologia, são construídos imaginários e lógicas de identificação social cuja função seria escamotear o conflito entre as classes sociais, dissimular a dominação e ocultar a presença do particular, dando-lhe a aparência de universal.
É possível, também, perceber que o discurso ideológico, na medida em que se caracteriza por uma construção imaginária, graças à qual fornece aos sujeitos sociais e políticos um espaço de ação, deve necessariamente fornecer, além do
corpus
de representações coerentes para explicar a realidade social, um
corpu
s de normas coerentes para orientar a prática política.

Materialismo dialético
É uma concepção filosófica que defende que o ambiente, o organismo e fenômenos físicos tanto modelam os animais e os seres humanos, sua sociedade e sua cultura quanto são modelados por eles. Ou seja, que a matéria está em uma relação dialética com o psicológico e social. Se opõe ao idealismo, que acredita que o ambiente e a sociedade com base no mundo das ideias, são criações divinas seguindo as vontades das divindades ou por outra força sobrenatural.
Dialética
Fundamentos para compreender o paradigma
a) Em oposição à metafísica, a dialética não considera a natureza como um conglomerado casual de objetos e fenômenos, desligados e isolados uns dos outros e sem nenhuma relação de dependência entre si, mas como um todo articulado e único, no qual os objetos e os fenômenos se acham organicamente vinculados uns aos outros, se interdependem e se condicionam mutuamente.
Por isso, o método dialético entende que nenhum fenômeno da natureza pode ser compreendido, se focalizado isoladamente, sem conexão com os fenômenos que o cercam, pois todo fenômeno, tomado de qualquer campo da natureza, pode converter-se em um absurdo, se examinado sem conexão com as condições que o cercam, desligado delas; e pelo contrário, todo fenômeno pode ser compreendido e explicado, se examinado em sua conexão indissolúvel com os fenômenos circundantes e condicionado por eles.
b) Em oposição à metafísica, a dialética não considera a natureza como algo quieto e imóvel, parado e imutável, mas como sujeito a perene movimento e a mudança consoante, renovando-se e desenvolvendo-se incessantemente, onde há sempre alguma coisa que nasce e se desenvolve, morre e caduca.
Por isso, o método dialético exige que se examinem os fenômenos, não só do ponto de vista de suas relações mútuas e de seu mútuo condicionamento, mas também do ponto de vista de seu movimento, de suas transformações e de seu desenvolvimento, do ponto de vista de seu nascimento e de sua morte.
O que interessa, sobretudo, ao método dialético não é o que, em um momento dado, parece estável mas começa já a morrer, senão o que nasce e se desenvolve, ainda que num momento dado pareça pouco estável, pois a única coisa que há de insuperável, a seu ver, é o que se acha em estado de nascimento e de desenvolvimento.
Eizensberg: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/1253615
Teorias da Comunicação: Francisco Rüdger. P. 77
Paradigma materialista
Adam Schaff: Idem
Barbrook
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