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Copy of Copy of Copy of POEMA

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Maria Borges

on 15 May 2013

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O Palácio da Ventura De Antero de Quental Neste trabalho vamos falar do poema "O Palácio da Ventura" de, Antero Quental, onde vamos abordar a análise formal, análise ideológica e algumas curiosidades. Antero de Quental nasceu a 18 de abril de 1842 na Ilha de São Miguel, Açores, filho do combatente liberal Fernando de Quental . Durante a sua vida, Antero de Quental dedicou-se à poesia, à filosofia e à política. Iniciou os seus estudos na sua cidade natal, mudando para Coimbra aos 16 anos, ali estudou direito e manifestou as primeiras ideias socialistas. BIOGRAFIA DE ANTERO DE QUENTAL Foi um dos fundadores do Partido Socialista Português. Em 1869, fundou o jornal A República, com Oliveira Martins, e em 1872, juntamente com José Fontana, passou a editar a revista “O Pensamento Social”. Em 1873 herdou uma quantia considerável de dinheiro, o que lhe permitiu viver dos rendimentos dessa fortuna. Em 1874, com tuberculose, descansou por um ano, mas em 1875, fez a reedição das Odes Modernas. Em 1879 mudou-se para o Porto, e em 1886 publicou aquela que é considerada pelos críticos como sua melhor obra poética, “Sonetos Completos”, com características autobiográficas e simbolistas. Em 1886 foram publicados os Sonetos Completos, coligidos e prefaciados por Oliveira Martins. Entre março e outubro de 1887, permaneceu nos Açores, voltando depois a Vila do Conde. Ele sente que é um cavaleiro andante, que para chegar ao Palácio da Ventura (Felicidade) passa por vários obstáculos (desertos, sóis e noites escuras), mas com a exaustão perdeu as forças, e quando estava prestes a desistir , viu o palácio.
Quando lá chegou bateu e chamou dizendo que era um vagabundo e um deserdado, as portas abriram-se mas ele ficou desiludido, pois o que encontrou não era o que esperava. Só encontrou silêncio, dor e escuridão. Análise ideológica Regressou a Lisboa, em maio de 1891, instalou-se em casa da irmã, Ana de Quental. Portador de Distúrbio Bipolar, nesse momento o seu estado de depressão era permanente. Após um mês, em junho de 1891, regressou a Ponta Delgada, suicidando-se no dia 11 de setembro de 1891, com dois tiros, num banco de jardim junto ao Convento da Esperança, no Campo de São Francisco. Os seus restos mortais encontram-se sepultados no Cemitério de São Joaquim, em Ponta Delgada. Em 1861, publicou seus primeiros sonetos. Quatro anos depois, publicou as “Odes Modernas” “os opúsculos Bom Senso e Bom Gosto”, “carta ao Exmo. Sr. António Feliciano de Castilho”, e “A Dignidade das Letras e as Literaturas Oficiais”.
Em 1865, é um dos opositores à literatura vigente e, insurgindo-se contra esta é um dos partidários da “Questão Coimbrã”. Em 1871 é um dos oradores e ideólogos das “Conferências do Casino”. Este grupo a que pertencia ficou conhecido como a “Geração de 70”. Analise formal Este poema é um soneto que é constituído por catorze versos que estão divididos em quatro estrofes. A primeira e a segunda estrofes são quadras e a terceira e quarta são tercetos. O esquema rimático do poema é: Escanção das silabas metricas Curiosidade Este é um pequeno video sobre a vida de Antero de quental e o seu poema " O Palácio da Ventura". Conclusão Com a realização do trabalho podemos concluir que Antero de Quental foi um grande poema mas também foi um homem que influênciou a politica do seu tempo. Diogo Silva Bruna Almeida Ruben Linhares Elementos do Grupo Divisão do poema em partes e explicação de cada parte

Estrutura interna:
1.ª Parte (até ao verso 6)- a busca da felicidade (vv. 1 a 4) / o cansaço e a desilusão (vv.5 e 6).A adversativa mas (v.5) cria a oposição entre os dois momentos como o “ entusiasmo do primeiro arranco” e do “ desalento do insucesso”.
2.ª Parte (vv. 6 a 12)- a ilusão momentânea, a nova esperança e o grito de ansiedade. “ E eis” (v.7), com valor adversativo, permite o retomar da ilusão e da busca inicial.
3.ª Parte (vv.13 e 14)- a dor e a desilusão final. A adversativa mas (v.13) volta a mostrar que se confirma o segundo momento, ou seja, o da desilusão. Vocabulário que remete para o assunto:


Por desertos súbito
Por sóis fulgurante
Por noite escura Sonho grandes Animação
Paladino do amor bato
Anelante brado
Palácio encantado

desmaio só
vacilante Cansaço cheio de dor
quebrada a espada silêncio Desilusão
rota a armadura escuridão
nada Palácio da Ventura
Índice
Introdução
Biografia de Antero de Quental
Análise formal do poema
Análise ideológica do poema:
- assunto abordado no poem
- divisão do poema em partes e explicação de cada parte
- vocabulário que remete para o assunto
Curiosidades
Conclusão Índice
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