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TEORIA DA AÇÃO COMUNICATIVA

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Libânia Ferreira

on 23 October 2013

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JURGEN HABERMAS
Jürgen Habermas (18 de Junho 1929) é um filósofo e sociólogo alemão, inserido na tradição da teoria crítica e do pragmatismo. É conhecido por suas teorias sobre a racionalidade comunicativa e a esfera pública sendo considerado como um dos mais importantes intelectuais contemporâneos. Associado com a Escola de Frankfurt, o trabalho de Habermas trata dos fundamentos da teoria social e da epistemologia, da análise da democracia nas sociedades sob o capitalismo avançado, do Estado de direito em um contexto de evolução social, e da política contemporânea, particularmente na Alemanha.
A TEORIA
Assim, Habermas concebe a razão comunicativa - e a ação comunicativa, ou seja, a comunicação livre, racional e crítica - como alternativa à razão instrumental e superação da razão iluminista - "aprisionada" pela lógica instrumental, que encobre a dominação. No fundo, Habermas está preocupado com o restabelecimento dos vínculos entre socialismo e democracia. A teoria traz uma nova visão de homem, de relação social e de desenvolvimento e aprendizagem. A partir da Teoria da Ação Comunicativa de Habermas, pode-se desenvolver uma nova possibilidade de transformação social que, deverá vir da construção de novos discursos sobre os conceitos conservadores, advindos da ciência positivista – que via no progresso e na ciência uma revolução permanente- e da ciência dialética de Marx – que via na revolução do proletário a possibilidade de transformação social.
Um dos objetivos da teoria de Habermas é romper com a filosofia da “conceitualização pura”, trazendo-a para o campo da “pesquisa pragmática” da atividade cotidiana comunicativa.Para Habermas essa modernidade, que para Adorno e Horkeimer era vista como o caos da razão, seria como um momento de diferenciação das esferas de valor, na qual a busca da verdade filosófica só poderia ser revelada a partir de discussões consensuais sobre a vida pragmática e sobre a filosofia.

• O Mundo da Ciência
• O Mundo da Moral
• O Mundo das Artes

TEORIA DA AÇÃO COMUNICATIVA
Ação comunicativa refere-se a uma teoria desenvolvida por Jürgen Habermas - filósofo e sociólogo alemão. Trata-se de uma análise teórica e epistêmica da racionalidade como sistema operante da sociedade. Habermas contrapõe-se à ideia de que a razão instrumental constitua a própria racionalização da sociedade ou o único padrão de racionalização possível, e introduz o conceito de razão comunicativa.
PENSAMENTO
Em geral considerado como o principal herdeiro das discussões da Escola de Frankfurt, uma das principais correntes do Marxismo cultural, Habermas procurou, no entanto, superar o pessimismo dos fundadores da Escola, quanto às possibilidades de realização do projeto moderno, tal como formulado pelos iluministas. Profundamente marcados pelo desastre da Segunda Guerra Mundial, Adorno e Horkheimer consideravam que houvesse um vínculo primordial entre conhecimento racional e dominação, o que teria determinado a falência dos ideais modernos de emancipação social. Para recolocar o potencial emancipatório da razão, Habermas adota o paradigma comunicacional. O seu ponto de partida é a ética comunicativa de Karl Otto Apel5 6 , além do conceito de "razão objetiva" de Adorno, também presente em Platão, Aristóteles e no Idealismo alemão - particularmente na idéia hegeliana de reconhecimento intersubjetivo.
No campo da ciência Habermas também não se satisfez com a ortodoxia em que eram encarados os conceitos das ciências, que se mostravam hipotéticos e falibilistas.
“Enquanto Marx localizou os processos de aprendizagem evolutivamente relevantes (na medida em que se encaminham as ondas de desenvolvimento das épocas) na dimensão do pensamento objetivamente, do saber técnico e organizativo, do agir instrumental e estratégico – em suma das forças produtivas – emergiram nesse meio tempo boas razões para justificar a hipótese de que, também a dimensão de convicção moral, do saber prático, do agir comunicativo e da regulamentação consensual dos conflitos de ação, em lugar processos de aprendizagem que se traduzem em formas cada vez mais maduras de integração social, em novas relações de produção, que são as únicas a tornar possível, por sua vez, o emprego de novas forças produtivas”. (Habermas 1983, p13-14)

• O Mundo da Vida:
- Cultura
- Sociedade
- Personalidade

• O Mundo do Sistema

É na analise deste mundo vital que Jurgen Habermas encontra a saída para a razão, para a moral, pois podendo analisar, discutir, problematizar o mundo da vida é que os indivíduos poderão de “descolonizar” do sistema. Segundo Habermas (1990, p.278-279):
“Enquanto falante e ouvinte se entendem frontalmente acerca de algo no mundo, eles movem-se dentro de horizontes do seu mundo de vida comum (...) A situação do discurso é holístico(...) o excerto de um mundo de vida que tanto constitui o contexto como fornece os recursos para o processo de compreensão. O mundo de vida forma um horizonte e ao mesmo tempo oferece uma quantidade de evidencias culturais das quais os participantes no ato de comunicar, nos seus esforços de interpretações retiram padrões de interpretações consentidas”.

Desta forma, o conceito de mundo de vida é parte integrante do conceito de agir comunicativo, pois só há ação lingüística num mundo vital. Da mesma forma que conceito de sistema coexiste ao agir instrumental, isto é, um “mundo” orientado sob orientação sistêmica.
No conceito dialético de sistema, transparece um característica de progressivo desgaste entre mundo da vida e sistema, onde ora as estruturas sistêmicas começam a organizar também o mundo da vida, ora o mundo da vida se manifesta contra o sistema instrumental de coação social.
A partir desse novo paradigma social, Habermas formula o que chamará, influenciado pela teoria de Austin e Apel, de “Comunidade de Fala”, em que os indivíduos capazes de falar e agir se comunicam com um objetivo de entendimento intersubjetivo e são capazes de se emancipa individual e socialmente

"Envergonhe-se de morrer até que você tenha alcançado uma vitória para a humanidade"
Jürgen Habermas
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