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Recursos de Repetição

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Bruna Aguiar

on 13 September 2013

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Transcript of Recursos de Repetição

Temos como recursos de repetição a paráfrase, a repetição propriamente dita e o paralelismo. Recursos de Repetição O que é Paráfrase? Paralelismo? Referências A Repetição Propriamente Dita Corresponde à ação de voltar ao que foi dito antes repetindo-se uma unidade já previamente mencionada. Essa unidade pode ser uma palavra, uma sequência de plavras ou até uma frase inteira. A repetição é uma espécie de nó que une as pontas do texto. Caracteriza-se pela relação de semelhança existente entre palavras e expressões que se efetivam tanto de ordem morfológica, sintática e semântica.

Não constituindo propriamente uma regra gramatical rígida, o paralelismo:

- Forma uma diretriz de ordem estilística;
- Estabelece um recurso de coesão, deixando o enunciado numa simetria sintática que é por si só articuladora. http://www.youtube.com/watch?v=Mp2TnN8t0AE
http://www.youtube.com/watch?v=5Iqkk8tcLDw

http://www.portugues.com.br/redacao/paralelismo-sintatico-paralelismo-semantico---recursos-que-compoem-estilo-textual--.html
http://profazenaide.blogspot.com.br/2009/10/texto-para-estudo-na-tp2.html
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JA5vg0BPfXU#!
http://www.vagalume.com.br/caetano-veloso/o-quereres.html
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=_yboGnh-Cag#at=25http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/construcao.html

http://www.youtube.com/watch?v=0nUPXWE3aBU Comum em textos onde há um interesse na compreensão dos pontos abordados, é marcada pelo uso de expressões como "em outras palavras", "em resumo", "ou seja", e "isto é", sinaliza que o mesmo item voltou à questão. A Paráfrase, então:

- Volta a dizer o que já foi dito antes, porém com outras palavras;

- Explica, traduz o enunciado sem perder sua originalidade conceitual;

- Reformula, dizendo o mesmo de uma maneira diferente. Bruna Aguiar
Gabriel Nóbrega
Jean Fernandes
Letícia Ferraz
Maíra Ribeiro
Mariana Lucena Nunca tantas pessoas, em tantos veículos, trafegaram em tantas vias, em tantas direções, com tanta velocidade, indo a tantos lugares, para voltar logo tão arrependidas - Millôr Fernandes Direito tem quem direito anda. O problema não está no estudante, o problema está no sistema. Há advogados e advogados. Há três soluções para o drama da infância perdida na rua: escola, escola e escola. - Veja (30/10/1996) Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim, nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
- Que idéia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Carlos Drummond de Andrade, Contos plausíveis Uso incorreto da repetição: “A mente de Deus é como a Internet: ela pode ser acessada por qualquer um, no mundo todo.” (Américo Barbosa, na Folha de São Paulo) Parafraseando Tanto a internet quanto a mente de Deus podem ser acessadas, no mundo todo, por qualquer um Não é paráfrase: A mente de Deus pode acessar, como qualquer um, no mundo todo, a internet. Cidadania Virtual
Assistimos hoje ao fenômeno da expansão das redes sociais no mundo virtual, um crescimento que ganha atenção por sua alta velocidade de propagação, trazendo como consequência, diferentes impactos para o nosso cotidiano. Asim, faz-se um necessário um cuidado, uma cautelosa discussão a fim de encarar essa nova realidade com uma postura crítica e cidadã para então desfrutarmos dos benefícios que a globalização dos meios de comunicação pode nos oferecer. A internet nos abre uma ampla porta de acesso aos mais variados fatos, verbetes, imagens, sons, diferentes partes do mundo, diversas idades e das mais variadas classes sociais, possam se conectar e fazer parte da grande rede virtual que integra nossa sociedade globalizada. Dentro desse contexto as redes sociais simbolizam de forma eficiente e sintética como é o conviver no século XXI, como se estabelecem as relações sociais dentro da nossa sociedade pós-industrial, fortemente integrada ao mundo virtual. Toda a comodidade que a rede virtual nos oferece é, no entanto, acompanhada pelo desafio de ponderar aquilo que se publica na internet, ficando evidente a instabilidade que existe na tênue linha entre o público e o privado. Afinal, a internet se constitui também como um ambiente social que à primeira vista pode trazer a falsa ideia de assegurar o anonimato. A fragilidade dessa suposição se dá na medida em que causas originadas no meio virtual podem sim trazer consequencias para o mundo real. Crimes virtuais, processos jurídicos, disseminação de ideias, organização de manifestações são apenas alguns exemplos da integração que se faz entre o real e o virtual. Para um bom uso da internet sem cair nas armadilhar que esse meio pode eventualmente nos apresentar, é necessária a construção da criticidade, o bom senso entre os usuários da rede, uma verdadeira educação capaz de estabelecer um equilíbrio entre os dois mundos, o real e o virtual. É papel de educar tanto das famílias, dos professores como da sociedade como um todo, só assim estaremos exercendo de forma plena nossa cidadania. Onde queres revólver, sou coqueiro
Onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alta, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês Ah! bruta flor do querer
Ah! bruta flor, bruta flor Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és Ah! bruta flor do querer
Ah! bruta flor, bruta flor Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
Onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há e do que não há em mim Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado Não só... mas (como) também: A violência não só aumentou nos grandes centros urbanos, mas também no interior. Quanto mais... (tanto) mais: Atualmente, quanto mais se aperfeiçoa o profissionalismo, mais chances têm de se progredir. Seja... Seja; Quer... Quer; Ora... Ora: A cordialidade é uma virtude aplicável em quaisquer circunstâncias, seja no ambiente familiar, seja no trabalho. Tanto... Quanto: As exigências burocráticas são as mesmas, tanto para os veteranos, quanto para os calouros. Não... E não/nem: Não poderemos contar com o auxílio de ninguém, nem dos alunos, nem dos funcionários da secretaria. Por um lado... Por outro: Se por um lado, a desistência da viagem implicou economia, por outro, desagradou aos filhos que estavam no período de férias. Até 1952, Padre Cícero era, praticamente, o único agente de desenvolvimento do Nordeste.
A ele se recorria para arranjar emprego, casar a filha, garantir o inverno, curar doenças, erradicar endemias, abrir caminhos, mostrar soluções. Hoje, as coisas mudaram. Pede-se aos santos, mas espera-se que as soluções venham pelo esforço e ação das instituições humanas. Como, por exemplo, o BNB, que responde ao desemprego com crédito industrial; ao drama da seca com pesquisa técnica cientifica e financiamento de projetos de açudagem e irrigação; à baixa produtividade agrícola com apoio técnico e crédito rural; aos problemas das áreas metropolitanas com investimentos em infra-estrutura urbana. Com o apoio e a participação, é claro, de toda a comunidade nordestina. Pois os milagres, hoje, nascem sempre das mãos, do coração e da mente de todos os santos de casa.
Banco do Nordeste do Brasil S.A.O banco de 35 milhões de brasileiros.(Isto É, nº 161, 23/1/80, p.33). Em 28 anos, o BNB conseguiu deixar as coisas bem melhores. Para todos os santos. Construção - Chico Buarque O Quereres - Caetano Veloso Ausência de paralelismo provoca efeito desagradável: - Entre os homens e a mulher.
- A mulher tem liberdade de expressão e de lutar.
- Eles não se combinam, seja no lar, como também no trabalho.
- Não existe mais discriminação racial, cor ou preconceito. Expressões explicativas tais como: isto é, ou seja, quer dizer, exigem normalmente o paralelismo gramatical entre os segmentos por eles ligados Expressões como essas não devem correlacionar estruturas gramaticais diferentes O paralelismo também deve ocorrer âmbito semântico do enunciado

A quebra do paralelismo semântico pode constituir um recurso literário de grande efeito e de grande aceitação na prosa e na poesia. - "Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis" - Machado de Assis Frequentemente, o leitor da Gazeta Mercantil troca de som, de televisão, de videocassete, de relógio, de apartamento de móveis.
Todos os anos, o leitor da Gazeta Mercantil troca de carro. Muito frequentemente, o leitor da Gazeta Mercantil troca de wisky, de vodka, de perfume.
Quase todos os dias, o leitor da Gazeta Mercantil troca de restaurante, de avião, de hotel, de bar, de livro, de disco.
Todos os dias, o leitor da Gazeta Mercantil troca de calça, de camisa, de gravata, de terno, de blazer, de sapato, de meias. O leitor da Gazeta Mercantil só não troca de jornal. Se você não troca a classe A por nada, anuncie na Gazeta Mercantil.
Anúncio da Gazeta Mercantil. A repetição pode, então:
- Marcar ênfase
- Marcar contraste
- Servir de gancho para uma correção
- Expressar quantificação
- Marcar continuidade do tema que está em foco. O Itamaraty assistiu com uma ponta de alma lavada ao fracasso da comemoração dos 500 anos. A organização estava a cargo dos diplomatas, mas Rafael Grecca assumiu-a para promover uma festa popular. Popular? - Uma das estruturas paralelas mais comuns ocorre no processo correlativo de adição, possibilitado pelas expressões "não só... mas também"; "não apenas... mas ainda"; "não tanto...quanto". - Ampliando a noção sobre a correta utilização deste recurso, analisemos outros casos em que ele se aplica: - Outro contexto em que se deve manter o paralelismo das estruturas ocorre quando se quer indicar uma série de complementos ou adjuntos de um mesmo termo. - Dois ou mais complementos do mesmo verbo ou dois ou mais adjuntos do mesmo nome devem apresentar simetria sintática de construção. Nesse contexto e estruturas paralelas, merecem destaques as séries inumerativas. No anúncio mostrado a seguir, a manutenção do paralelismo em mais de um ponto do texto muito contribui para reforçar seu caráter persuasivo, além, é claro, de muito favorecer o encadeamento das subpartes do texto.
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