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Defesa Mestrado

17.09.2012
by

Almog Griner

on 17 September 2012

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Transcript of Defesa Mestrado

O Argumento de Inclusão
enquanto política de acesso
à universidade pública  Orientador: Prof. Dr. Luciano M. B. Sampaio
Coorientadora: Profa. Dra. Raquel M. B. Sampaio ALMOG GRINER A educação na Constituição Federal;
Educação básica x educação em nível superior;
É dever do Estado “a garantia do acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um”;
78% Ensino Superior privado x 84% Ensino Médio público;
Determinantes do desempenho;
Universidades públicas brasileiras e as políticas de cotas;
Política do AI. Contextualização Aspectos Determinantes para o Acesso à Universidade
O contraste entre o ensino público e o ensino privado
As Políticas de AA no Contexto Internacional e Nacional
A polêmica da adoção de ações afirmativas no Brasil
As políticas de incentivos na UFRN: Argumento de Inclusão
O exame Vestibular
O Vestibular da UFRN Referencial Teórico O termo tem origem em 61, nos EUA;
III Conferência Mundial das Nações Unidas contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e a Intolerância Correlata;

Contra:
Defende privilégios pessoais;
Redução na qualidade de ensino e pesquisa;
Construção ou reconstrução da noção de “raça” no Brasil;

A favor:
Reconhecer que grupos heterogêneos devem ser tratados heterogeneamente, para garantir a inclusão social de todos;
Superar a desigualdade histórica;

Cotas para alunos de escolas públicas mais próxima das concepções de justiça distributiva. Políticas de Ações Afirmativas "[...] Superar as dificuldades dos processos seletivos, buscando medidas afirmativas na proporção em que se reconhece que, na atual conjuntura, não se vislumbra, a curto prazo, uma melhoria qualitativa na oferta de ensino Fundamental e Médio. [...] Permitir o acesso ao ensino superior a determinados segmentos historicamente excluídos em decorrência de sua condição social.”

Para se beneficiar do AI em 2010:
Ter cursado, com aprovação, na modalidade regular, os três últimos anos do Ensino Fundamental e as três séries do Ensino Médio em escolas da rede pública; O Argumento de Inclusão 27.054 inscrições - 24.950 válidas (+ou- 30% c/ AI);
Dados disponibilizados pela COMPERVE;
Questionário socioeconômico e notas;
Regressão MQO;
Y (variável dependente) – ARFASE1;
X (matriz de variáveis explicativas);



Regressão Quantílica Metodologia 82% mora com os pais;
6% são casados;
56% são mulheres (52% s/ AI e 63% c/ AI);
Idade média 21 anos (14 a 69);
Maioria são estudantes (76% s/ AI e 73% c/ AI);
89% são brancos ou pardos;
Mais mães analfabetas entre os beneficiários (2% s/ AI e 8% c/ AI);
Fundamental - 19% s/ AI e 50% c/ AI
Médio - 40% s/ AI e 33% c/ AI
Superior - 37% s/ AI e 8% c/ AI Estatísticas Descritivas 1ª - apenas o AI e demais controles que não estão diretamente ligados e não definem a política do AI no ano de 2010;
2ª - inclui-se a variável Renda Familiar;
3ª - inclui-se dummy cursinho e IFRN;
4ª - inclui-se variável para Tipo de Ensino Médio;
5ª - mantém-se todos os controles e extrai-se a variável do AI. Regressão MQO 48% vêm do E.M. público - 25% s/ AI;
5% da amostra fez supletivo;
Argfase1 s/ AI - 515,96 e c/ AI - 459,62 - discrepância média de 56,35 pontos;
459,62 * 1,1 = 505,58 < 515,96. Estatísticas Descritivas Regressão MQO Ensino público – 33,91 pontos inferior;
IFRN – 83,42 pontos;
Cursinhos – 12,01 pontos;
Renda de até 1 SM - 11,45 pontos inferior;
Superior a 20 salários mínimos - 45,05 pontos;
Gênero masculino - 18,09 pontos;
Negros têm nota em média -3,82 pontos;
Pardos, o resultado não se mostrou significante;
Grau de escolaridade da mãe em consonância com a nota;
Hábitos de leitura e acesso à internet têm impacto positivo;
Alunos que fazem supletivo - 17,23 inferior. Regressão MQO A diferença entre as notas dos candidatos com e sem AI aumenta a sua magnitude conforme se move do menor ao maior quantil
Resultados da Quantílica reafirmam os resultados da Regressão Simples e permitem análises mais aprofundadas. Regressão Quantílica Visualizados em conjunto, enquanto médias, os candidatos que recebem o AI têm um diferencial competitivo inferior;
Características pessoais, da família e educação são determinantes;
Limitação - O modelo não permite mensurar ou controlar para fatores como motivação e habilidade;
Pesquisas futuras:
Estimar efeitos não observados;
Estudar mais a fundo os resultados dos alunos beneficiários do AI uma vez ingressos na universidade. Considerações Finais Qual o impacto da política do Argumento de Inclusão e dos demais determinantes no acesso à universidade pública? Problema e Objetivos Objetivo Geral:
Ênfase no Argumento de Inclusão - comparação do desempenho dos alunos beneficiários e não beneficiários.

Objetivos Específicos:
Identificar o perfil dos candidatos à UFRN;
Medir o impacto das variáveis socioeconômicas sobre os resultados do vestibular;
Traçar um comparativo entre os ensinos público e privado;
Compreender os princípios do Argumento de Inclusão (AI);
Mensurar o efeito do Argumento de Inclusão sobre as notas dos candidatos; Guimarães, Cavalcanti e Sampaio - UFPE, 2007, 2009, 2010, 2011;
Goyal - Orissa, 2009;
Queiroz - UFBA, 2003;
Guimarães e Arraes - UFC, 2008;
Golçalves et. al. - Minas Gerais, 2010;
Emílio, Alves e Beluzzo - USP, 2004. Aspectos Determinantes para o Acesso à Universidade Peria, UERJ e UENF, 2004;
Ferman e Assunção, BA e RJ, 2006;
Francis e Tannuri-Pianto, UnB, 2009;
Queiroz e Santos, UFBA, 2006;
Amaral e Ribeiro, UENF, 2009;
Maggie e Fry, 1996, 2004, 2006. As Políticas de AA no Contexto Internacional e Nacional
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