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Egito Antigo - UFRGS

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on 11 July 2015

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Transcript of Egito Antigo - UFRGS

Faraó
Nobreza
Soldados
Classe média
Camponeses
Escravos

11 de Junho de 2015
História Antiga I
Prof. Dr. Francisco Marshall
Egito Antigo
economia, política e sociedade - do novo império à era helenistica
Bruna Moreira, Carmem Cazaubon, Daniela Pavan, Júlia Jacobini, Julia Klassmann e Luísa Porto
Configuração de poder:
Sociedade
Novo Império Egípcio
Estendeu-se de 1580 a 1090 a. C.
Política

(1886 - Cabeça de Amósis I, primeiro faraó do Novo Império, mumificada. Luxor Museum)
Expulsão dos hicsos


Estabelecimento da capital em Tebas


Amon como principal divindade
Início do Novo Império
Política imperialista
* O
ardor militar
, gerado pela vitoria contra os invasores, incitou o desejo de outras vitórias.

* Além disso, existia o
medo
real ou imaginario, de novas invasões vindas da Ásia Ocidental.
Por quê?
Falhas!
*
Não consguiram a união
dos povos conquistados como súditos leais.

*Tinham
anexado mais territórios do que se podia administrar
com eficiência.
Economia
antes de 2000 a. C.
2000 a. C.
3000 a. C.
Economia agrária
Comércio
Atividade industrial
trigo, cevada, painço, legumes, frutas, linho e algodão
Comércio florescente com a ilha de Creta, a Fenícia, a Palestina e a Síria.
Exportação:
trigo, tecidos de linho e cêramica fina
Importação:
ouro, prata, marfim e madeira
ofícios especializados em cantaria, construção de navios e a manufatura de cerâmica, vidro e tecidos
Sistema econômico coletivista
Controle estatal
Aliança entre faraós e sacerdotes
Empresas clericais:
sério desvio de recursos nacionais
Terceiro Período Intermediário
Era Helenística
Estendeu-se entre 305 a.C. e 30 a.C.

Ahmósis
- Fundação simbólica da dinastia

Amenófis I
- Difusão do culto a Amon
- Início da conquista do Sudão

Tutmés I

- Criação do Vale dos Reis

Tutmés II

- Filho "ilegítimo", reinado obscuro

Hatseptsut

- Assumiu primeiramente como regente
- Reinado pacífico, "colaboradores"

Tutmés III

- 17 campanhas militares
- Militar "organizador"

Amenófis II

- Rebelião do Retenu
- Política de terror
Dinastia XVIII
Estátua de Hatsuptsut, The Metropolitan Museum of Art
Tutmés IV
– 1400-1390 a.C.
• Seu reinado foi marcado por um longo período de paz, após a aliança formada com os Mitanni para derrotar os Hititas (que buscavam conquistar território).

Amenófis III
– 1390-1352 a.C. .
• Seu reinado (de cerca de 40 anos) foi marcado pela paz e a prosperidade. Era um faraó que recorria mais à diplomacia que à força. Amenófis III abriu ainda mais o país às influencias orientais e relações internacionais.

Aquenáton
– 1352-1338 a.C.
• Seu reinado, no âmbito político, é marcado por grande instabilidade e pela desintegração progressiva do império. Aquenatón seria um pacifista; não incentivava a política de vassalagem nem a expansão imperial.

Semencaré
– 1338-1336 a.C.
• Não se sabe ao certo sua identidade; Semencaré reinou por cerca de dois anos até que, aos oito anos de idade, o jovem Tutancaton foi elevado ao trono do Egito.

Dinastia XVIII
Dinastia XVIII
Tutancâmon
– 1336-1327 a.C
• Enfrentou instabilidade econômica e política. Acreditava-se que o império encontrava-se em decadência devido às atividades de Aquenatón referente aos templos e com as divindades; Até as expedições militares no Próximo Oriente pareciam não alcançar sucesso devido à indiferença perante os templos e à ira dos deuses.

Ay
– 1327-1323 a.C.
• Não há muitos registros de seu reinado; porém, ao lado de Tutancâmon, ele teria empreendido campanhas militares de represálias aos Hititas.

Horemheb
– 1323-1295 a.C.
• Procurou restabelecer a ordem no país, bastante comprometida após anos de perturbações motivadas por questões religiosas. Seu "regulamento penal" era prosaico. Horemheb dividiu o poder jurídico e militar entre alto e baixo Egito e norte/sul respectivamente.

Mulheres na Dinastia XVIII
(Brooklyn Museum - Bust of the Goddess Sakhmet)
 Não devemos pensar as relações entre homens e mulheres egípcios com os conceitos modernos que carregamos.

 Homens e mulheres desempenhavam papéis na sociedade egípcia, com deveres próprios - as responsabilidades femininas e masculinas não se misturavam.

 A equiparidade entre os sexos era necessária para garantir a maat.
Mulheres na Dinastia XVIII
Mulheres na Dinastia XVIII
“Retribua em dobro a comida que sua mãe lhe deu,

Sustente-a como ela sustentou você;

Ela teve em você um fardo pesado,

mas ela não o abandonou.

[...]


Quando você como um jovem tomar uma mulher.

E você se estabelecer na sua casa.

Preste atenção no seu produto,

Faça-o crescer como fez sua mãe.

Não lhe dê motivo para amaldiçoá-lo

Para que ela não tenha que levantar suas mãos para Deus,

E ele tenha que a ouvir chorar.”
(BAKOS, 2009: 49-51)
“As egípcias esperavam engravidar logo depois do casamento, e, para isso, faziam preces às deusas: Hathor, que ouviria as súplicas; Bastet, que amadrinhava a casa; e Tauret, deusa da fertilidade, felicidade e protetora das mães; e usavam de amuletos que garantiriam a fertilidade, como um cinto contendo um símbolo semelhante a uma vulva.”

(GRAVES-BROWN, 2010: 60-61)
Mulheres na Dinastia XVIII
As mulheres não eram privadas de uma vida independente de seus maridos. Elas tinham direitos que foram se perdendo com as conquistas grega, romana, árabe e cristã, e que somente no mundo contemporâneo algumas conseguiram reconquistar.

Na religião, o grande número de deusas nos sugere que a presença do feminino era importante para o funcionamento do mundo.
Mulheres na Dinastia XVIII
Mulheres na Dinastia XVIII
Mulheres na Dinastia XVIII
Mulheres na Dinastia XVIII
Ahhotep
- primeira rainha da XVIII dinastia
Ahmose-Nefertari
– rainha da XVIII dinastia
Hatshepsut
– faraó da XVIII dinastia
Tiye
– rainha da XVIII dinastia
Nefertiti
– rainha da XVIII dinastia

“Com seu esbelto colo e peito radiante tem por cabelos verdadeiro lápis-lazúli; seus braços superam os da deusa do amor e seus dedos são como cálices de lótus. Ela “a de nobres andares” quando pisa a terra faz com que todos se voltem para contemplá-la e é como se contemplassem aquela que é a Única... “

(Papiro da XVIII dinastia descrevendo Nefertiti)
Dinastia XIX
Dinastia XIX
Dinastia XIX
Dinastia XX
Dinastia XX
Horemeb
-
Ramsés I
-
Seti I
Seti I
- Reconquista do Retenu - Grande Sala Hipostila
Ramsés II
- Grandes edificações - Nefertari - Hipogeu feminino
Merneptá

Realizou também campanhas militares na Palestina contra as cidades de Ascalão, Gezer e Yenoham, visando manter o domínio egípcio na região.

Seti II

O seu reinado é considerado como um período de relativa paz.
Do ponto de vista económico, sabe-se que as minas de turquesa de Serabit el-Khadim Sinai foram exploradas no seu reinado.

Faraó Siptah Faraó Tausert
 Última dinastia do chamado Império Novo.

 Roubos de túmulos.

 Descentralização do poder.
Faraó Ramsés XI
Estendeu-se entre, aproximadamente, 1070 a.C. e 664 a.C.
Época baixa
Estendeu-se entre 664 a.C. e 332 a.C.
Primeira dinastia do Terceiro Período Intermediário

Faraó Smendes
Dinastia XXI
Dinastia XXII
Decadência irreversível do Novo Império.
Reinava em Delta.
Especula-se que reinava simultaneamente com a XXI Dinastia.
Faraó Osorkon I
Dinastia XXIII
• A dinastia XXIII do Antigo Egito foi marcado pela ascensão ao poder dos reis Meshwesh. O primeiro faraó dessa dinastia,
Padibastet
, se aproveitou dos conflitos de sucessão e da guerra civil para proclamar-se faraó no oitavo ano do reinado de
Sheshong III
, coroando-se em Leontópolis.

• Sua chegada ao poder provocou em Tebas uma prolongada guerra civil contra as facções rivais, que durou três décadas.

Faraó Padibastet
Dinastia XXIV
Nesse período nota-se uma fragmentação do poder político, com a formação de vários centros de poder.
Tefnacte
, faraó do período, governou um território no Delta ocidental a partir da cidade de Saís.
Dinastia XXV
• Fragmentação e instabilidade política


Piankh
foi o responsável pela unificação entre as duas terras (Alto e Baixo Egito).

• Invasão assíria
Dinastia XXVI
Nekau I

Psamético I
- Rebelião contra Assurbanipal
- Estabelecimento da capital em Saís

Nekau II
- Fim do Império Assírio
- Ascensão do Império Babilônico

Psamético II
- Expedição militar à Núbia
Dinastia XXVI
Apriés
- Capturado e Estrangulado
- Trono usurpado por Ahmósis II

Ahmósis II
- Resistência a Nabucodonosor II
- Conquista de Chipre

Psamético III
- Reinado de seis meses
Dinastia XXVII
(1º Período Persa)

Cambises II
- Conquista do Egito
Dario I
- Auge do Império Aquemênida
- Sistema de Satrapias
Xerxes I
- Continuidade das Guerras Médicas
- Assassinado pelos conselheiros
Artaxerxes I
- Tratado de paz com a Grécia
Dario II
- Envolvimento na Guerra do Peloponeso
Artaxerxes II
- Sufocamento da rebeliões babilônica e egípcia
- Casamento com as filhas
Dinastia XXVIII
-Imperador único -
Amirteu
-Libertação do domínio persa
-Usurpado por
Neferites I
Dinastia XXIX
Lutas pelo poder
Faraó Hakor
Dinastia XXX
• Durante o reinado de
Nectanebo I
deu-se início um período de grande prosperidade.

• A 30ª dinastia é considerada, então, a
última dinastia egípcia pura
a reinar sobre o Antigo Egito e, também, foi a última a manter o Egito como uma entidade independente.

• O faraó
Nectanebo II
é considerado o último faraó a governar o Egito.


Dinastia XXXI
Artaxerxes III
- Ataque ao Egito

Artaxerxes IV

Dario III
- Último rei da Dinastia Aquemênida
- Reinou até o Império Persa ser conquistado por Alexandre, O Grande
Política
Política
Dinastia XXXI até o Império Romano
A XXXI dinastia egípcia inicia-se com a queda do último faraó, Nectanebo II.
No ano de 332 a. C.
Alexandre, o Grande
acabou por tomar o Egito sem luta, já que os persas não tinham mais força para suportar seus ataques.
Com o fim da 31ª dinastia, iniciou-se o Período Macedônio que durou 28 anos.
Após a morte de Alexandre, seu império foi divido entre seus generais.
Em 305 a.C. um desses generais,
Ptolemeu
, que tinha sido governador do Egito, tomou o título de basileu (rei) e inaugurou a dinastia ptolemaica.
Dinastia Macedônica: 332 a.C. - 304 a.C.
Egito ptolemaico

Ptolomeu II
: Procurou prosseguir a política de hegemonia do Egito.


Ptolomeu III
: Foi durante o seu reinado que o Egito ptolemaico conheceria o apogeu.

• Os soberanos sucedem-se de forma conturbada, fruto de lutas internas. Os últimos reinados revelam já uma desagregação que se acentua com a interferência romana.


Ptolomeu XII
, que tomara o Governo de Chipre, acaba por ser expulso pelos Romanos. Este deixa uma filha - Cleópatra - que se tornou detentora do trono após afastar os seus irmãos
Ptolomeu XIII
e
Ptolomeu XIV

• A guerra entre Marco Aurélio e Otávio e a vitória deste último provoca o colapso do período ptolomaico com o assassinato de
Ptolomeu XV
. Deste modo, o Egito passaria a fazer parte do Império Romano a partir de 30 a.C..
Economia
Nilo e a geografia
Controle estatal da economia
Atividades econômicas
(Brooklyn Museum - Pair Statue of Nebsen and Nebet-ta)
(Met Museum - Statuette of the goddess Taweret)
(The Israel Museum - Statuette of Maat, seated, an ostrit feather on her head)
(The Walters Art Museum - Baker Djehuty and Wife Ahhotep)
(British Museum - Fragment of painting from the tomb of Kynebu Ahmose-Nefertari)
(Met Museum - Sphinx of Hatshepsut)
(British Museum - Head of Queen Tiye)
(Egyptian Museum of Berlin - Bust of Queen Nefertiti)
(Grande Sala Hipostila de Seti I, em Abidos)
(The Walters Art Museum - Scarab with the Name of King Siptah)
(LACMA - Mold with Cartouche of Birth Name of Ramses IX or XI)
(Estela doada para Amon-Rá durante o reinado de Apriés, Britsh Museum)
(Met Museum - Canopic Jar Inscribed for King Nesibanebdjedet)
(Brooklyn Museum - King Osorkon)
(Esfinge de Neferites I, Museu do Louvre)
(British Museum - Leg section of a limestone statue of Hakor)
(Memorial de Artaxerxes III - British Museum)
Artesãos
Sociedade
Sociedade
Sociedade
Sociedade
Sociedade
Sociedade
Sociedade
Sociedade
Estratificada
Hierarquizada
Quase sempre hereditária
O homem egípcio - Sergio Donadoni
Escravos
- Classe polêmica, devido a inexistência de seu conceito como conhecemos;
- Alto número de prisioneiros de guerra, portanto relatos de escravidão;
- Também havia escravidão por dívidas e o aluguel de escravos;
(Trabalho escravo para o Faraó - Tumba de Rekhmire)
Estrangeiros
- Não eram vistos como inferiores
- Incorporados na cultura (exército, trabalhos domésticos, alguns até livres)
(Líbio, núbio, sírio e egípcio - Tumba de Seti I)
Camponeses

Maior parte da população
Egito - país agrário
Principais produções: linho e cereais
Vida sofrida (trabalho duro, miséria, impostos, corveia, etc)
Modo de vida estável durante todo Egito Antigo
(Debulha do trigo no Antigo Egito - Tumba Menna)
Artesãos
Classe com hirarquias internas (artistas, artesãos, operários)
Nível de vida e produção diretamente relacionados com as finanças estatais (Auge no Novo Império)
Falta de identificação nas obras
(Pintura na tumba de Nebamun)
Soldados
Antes do Novo Império: usados em funções secundárias
No Novo Império (Egito é invadido pelos hicsos) : regularização, expansão e melhora do exército (incorporação de estrangeiros). Organização militar merece destaque.
Auge dos feitos militares - Batalha de Kadesh (Ramsés II)
Característica egípcia de transmitir uma imagem pacífica.
Habitação e alimento concedidos pelo Estado
Existia uma grande hierarquia na classe
(Pintura do templo de Luxo)
Sacerdotes
Integrantes da nobreza, dotados de prestígio e poder
Cargos hereditários ou nomeados pelo soberano (interessa político)
Comparado ao cargo civil
Diferentes hierarquias - diferentes funções no templo
Templo relacionado com a economia (muitas propriedades) e com a cultura (Casas da Vida)
(Túmulo de Userhat)
Faraó
Figura social mais importante da sociedade, está mais próximo dos deuses que dos homens.
Chefe de tudo e de todos, administrando e decidindo sobre política, religião, economia etc.
Hereditário: eram educados na Escolas do Palácio
Associados ao deus Rá (deus sol)

(Máscara de Tutankhamon)
Sociedade
Sociedade
Extinção da classe dos escravos
Heródoto e Diodoro Sículo classificam a sociedade egipcia sem citar os escravos.
A forma de "escravatura" remanescente era o serviço nos templos
1570/1550 a.C. - 1295 a.C.
1293 a.C. - 1190 a.C.
1190 a.C. - 1077 a.C.
1077 a.C. - 943 a.C.
943 a.C. - 720 a.C.
818 a.C. - 715 a. C.
727 a.C-715 a. C.
747 a.C. -657 a. C.
672 a.C. - 525 a.C.
525 a.C. - 405 a.C.
404 a.C. - 399 a.C.
399 a.C. - 380 a.C.
380 a. C. - 343 a. C.
343 a.C.- 332 a.C.
305/304 a.C. - 30 a.C.
Dinastias
XVIII: 1570/1550 a.C. - 1295 a.C.
XIX: 1293 a.C. - 1190 a.C.
XX: 1190 a.C. - 1077 a.C.
XXI: 1077 a.C. - 943 a.C.
XXII: 943 a.C. - 720 a.C.
XXIII: 818 a.C. - 715 a. C
XXIV: 727 a.C-715 a. C.
XXV: 747 a.C. -657 a. C.
XXVI: 672 a.C. - 525 a.C.
XXVII: 525 a.C. - 405 a.C.
XXVIII: 404 a.C. - 399 a.C.
XXIX: 399 a.C. - 380 a.C.
XXX: 380 a. C. - 343 a. C.
XXXI: 343 a.C.- 332 a.C.

Dinastia Macedônica (conquista de Alexandre, o Grande): 332 a.C. - 304 a.C.
Dinastia Ptolomaica: 305/304 a.C. - 30 a.C.
Período Helenístico (Egito se torna província romana): a partir de 30 a.C.
CRONOLOGIA
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