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D. Sebastião, Rei de Portugal

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by

Joana Silva

on 27 February 2014

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Transcript of D. Sebastião, Rei de Portugal

D. Sebastião, Rei de Portugal
D. Sebastião, Rei de Portugal
Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.

Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?
D. Sebastião, Rei de Portugal
Bibliografia:
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portuguesportugues_trabalhos/lusiadasmensagem2.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_de_Portugal

http://apoioptg.blogspot.pt/2007/04/mensagem-anlise-do-poema-d-sebastio.html

http://www.infopedia.pt/$d.-sebastiao,2;jsessionid=SdTd2u4G7piNHtVsxTEDUw__
Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.

Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?
Trabalho elaborado por:
Joana Silva,

João Barbosa,

12º A


nº 15
nº 16
D. Sebastião, Rei de Portugal
a
b
a
b
b
Lou/co,/ sim,/ lou/co,/ por/que/ quis/ gran/de/za


Qual/ a/ Sor/te a/ não/ dá.
10 silabas métricas - Decassílabo
6 silabas métricas - Hexassílabo
a
b
a
b
b
“Louco”
/
“Loucura”:
sonhador/sonho.

“areal”:
o campo de Alcácer Quibir.

“besta sadia”:
animal saudável.
Quintilha
Quintilha
Rima toante e rica
Rima consoante
Rima pobre
1ª Parte - O Brasão

III. As Quinas
5º Poema:
"D. Sebastião, Rei de Portugal"
Mensagem
1ª parte:
O poeta autocaracteriza-se como "Louco".
2ª parte:
O poeta faz uma apologia da loucura e lança um desafio para que dêm continuidade ao seu sonho.
Perífrase
Pretérito perfeito
Metáfora
Interrogação Retórica
Presente do Conjuntivo
Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.

Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?
Presente
(3)
(2)
(1)
Lusíadas
vs
Mensagem:
6 E vós, ó bem nascida segurança
Da Lusitana antigua liberdade,
E não menos certíssima esperança
De aumento da pequena Cristandade;
Vós, ó novo temor da Maura lança,
Maravilha fatal da nossa idade,
Dada ao mundo por Deus (que todo o mande)
Pera do mundo a Deus dar parte grande;

10 (...)
Ouvi: vereis o nome engrandecido
Daqueles de quem sois senhor superno,
E julgareis qual é mais excelente,
Se ser do mundo Rei, se de tal gente.

15 (...)
Tomai as rédeas vós do Reino vosso:
Dareis matéria a nunca ouvido canto.

Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.

Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?
(2)
(3)
(1)
D. Sebastião, Rei de Portugal
Vocabulário:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
1 2 3 4 5 6
Hipérbato
(1)
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