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Povos Pré-colombianos: Índios Brasileiros

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by

Eduardo Paglioli

on 30 October 2013

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Transcript of Povos Pré-colombianos: Índios Brasileiros

Índios Brasileiros
Introdução
Esperamos que a pesquisa que estamos prestes a fazer seja difícil porque o acesso às informações sobre essas populações índigenas (que são muitas) é bastante restrito. A falta de fontes escritas e o próprio processo de dizimação dessas culturas acabaram limitando as possibilidades de estudo das mesmas.
Queremos descobrir como eram seus hábitos, suas crenças, suas alimentações e linguagens, além de descobrir como foram as mudanças ocorridas com a chegada dos colonizadores e como seus descendentes vivem atualmente.
Para que tudo isso seja feito, iremos fazer diversas pesquisas na internet, em livros e também em revistas que abordem o tema.
Charruas
Os jês possivelmente eram os mais antigos habitantes da banda oriental do rio Uruguai.
Eles foram dizimados pelos bandeirantes, guaranis missioneiros, colonizadores portugueses, brasileiros e ítalo-germânicos. Os grupos que vivem atualmente nas reservas de Nonoai, Iraí, Tenente Portela migraram de São Paulo e Paraná, no século passado, durante a expansão da lavoura cafeeira.
Com a chegada dos espanhóis os charruas sofreram influências imensas dos europeus. A sua alimentação mudou, começaram a comer cavalos e outras comidas estrangeiras. Eles não tinham conhecimento para fiar e nem tecer, as suas roupas vinham do comércio feito com outras tribos, principalmente a dos guaranis.
Povos Pré-colombianos
Nomes: Eduardo Paglioli (06), Guilherme Doering (11), Mathias Miola (25), Pedro Mattos (27), Rafael Rache (29) e Thiago Castro (33).
Turma: 8ªD
Disciplina: História
Professora: Carine Bajerski
Porto Alegre, Outubro de 2013

Índios brasileiros
Conclusão
Referências
http://www.suapesquisa.com/indios/
http://www.brasilescola.com/historiab/indios-brasil.htm
http://www.survivalinternational.org/povos/indios-brasileiros
http://www.historiadobrasil.net/indiosdobrasil/
http://intra.vila.com.br/sites/povolatino/paginas/7a/questao1/c1signacio.htm
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061119204031AAZ2pHC
http://ihaa.com.br/tribos-indigenas-brasileirashistoriacultura-e-fotos/
http://www.suapesquisa.com/indios/
http://gephiseseba.blogspot.com.br/2010/12/am%C3%A9rica-pr%C3%A9-colombiana-maias-astecas.html
http://indigenas.ibge.gov.br/
http://www.charrua.com.br/comunicacao/22
http://ancientamerindia.wordpress.com/2013/02/13/os-charrua/
http://www.ufrgs.br/ensinodareportagem/cidades/charrua.html
http://www.suapesquisa.com/indios/tupinambas.htm
http://www.infopedia.pt/$tupinambas;jsessionid=orQum2D-JxZLmiaUMglG8Q__
http://pib.socioambiental.org/pt/modos-de-vida-dos-tupinamba-ou-tupis
http://www.manezinhodailha.com.br/Colonizacao.htm
http://www.suapesquisa.com/indios/tupinambas.htm
http://pib.socioambiental.org/pt/povo/tremembe
http://www.escritoresalagoanos.com.br/texto/2540
http://pib.socioambiental.org/pt/povo/tupiniquim
http://www.clerioborges.com.br/temiminoshistorico.html
http://historiadaparaiba.blogspot.com.br/2007/12/os-ndios-da-paraba.html

Estima-se que por volta de 1500, quando os portugueses chegaram ao Brasil, viviam na região cerca de 3 ou 4 milhões de índios, que falavam mais de mil línguas e tinham uma imensa diversidade cultural.
Antes da chegada dos portugueses ao Brasil, os indígenas não possuíam organização social complexa, não utilizavam moedas nem acumulavam excedentes.
A maior parte dos grupos indígenas era seminômade e vivia em aldeias com residências muito simples, feitas de madeira, cipó e fibras vegetais.
Seus principais alimentos eram vindos da caça, da pesca e da agricultura como o cultivo da mandioca e da batata, além da colheita de frutas.
As mulheres encarregavam-se das atividades domésticas e dos trabalhos agrícolas e os homens da caça, da pesca, da construção e da guerra.
Os povos indígenas eram guerreiros. Frequentemente, as batalhas eram provocadas por rivalidades entre tribos, muitas vezes decorrentes de eventos ocorridos em gerações ancestrais. O objetivo das guerras era capturar prisioneiros para vingar os antepassados e não exterminar os povos inimigos nem ocupar territórios.
A “conquista” da América representou um dos maiores genocídios (assassinato em massa que leva à extinção ou quase de um determinado grupo étnico) registrados na história da humanidade. Muitas civilizações indígenas desapareceram em consequência da colonização, que se iniciou no final do século XV, mas ainda assim, deixaram heranças históricas que marcaram o nosso continente até os dias de hoje.
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Jês
Os índios jês são uma família linguística pertencente ao tronco macro-jê, tronco (linguístico) que reúne diversas línguas faladas por povos indígenas do Brasil central.
Teoricamente, estende-se pelos estados brasileiros do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Maranhão, Pará, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O termo Charrua, foi um nome que atualmente foi atribuído a essa tribo indígena, ainda não se tem informação de como eles se autodenominavam. Os charruas habitavam a Banda Oriental do Uruguai, e com o passar dos tempos se estenderam até os pampas argentino e sul-rio-grandense.
Eles não eram agricultores, mas coletavam frutos e vegetais.
Como armas para a guerra e caça, eles utilizavam os clássicos arco e flecha, as boleadeiras e as lanças.
Os homens podiam ter quantas mulheres quisessem, mas eles tinham que conseguir sustentá-las.
Quando queriam comunicar à outras aldeias fatos importantes, como o início de uma guerra, eram utilizadas grandes fogueiras, para produzir luz ou fumaça. Como em várias outras tribos, havia troféus de guerra por serem vencedores da guerra ou por terem matado um oponente.
Os troféus eram a pele do crânio dos adversários e eles marcavam em seus corpos o número de homens que haviam matado.
Sobre sua religião não se tem muita informação, mas o que se sabe é que as vezes invocavam um ser superior que por vezes poderia tornar-se visível, e sabe-se que acreditavam na imortalidade da alma.
Quando um homem morria as mulheres, parentes do morto se suicidavam, enfiando-se flechas e lanças.

O comércio era à base da troca e o cavalo era utilizado para levar as cargas de um lado para outro e por esse motivo ele possuia um grande valor econômico para os charruas.
Os Jês praticavam a agricultura, cujo principal produto era o milho. Para se proteger do frio moravam em casas “subterrâneas”. Eles cavavam buracos no chão, que tinham aproximadamente dois metros de profundidade e cinco metros de largura e protegiam esse buraco com um telhado feito de galhos de árvores cobertos por ramos de palmeira.

Tupis
Guaranis
Com esse trabalho, descobrimos diversas informações sobre os principais povos indígenas brasileiros, como os guaranis e os charruas, o significado de "tupi" e sobre a família linguistica jê. A agricultura dos povos era de subsistência, ou seja, eles plantavam para comer. Os homens indígenas ficavam com o trabalho de caçar e pescar, já as mulheres cuidavam das casas e da agricultura, tudo o que conseguiam era dividido com o restante da tribo.
Costumes dos Guaranis
A palavra Tupi possui dois significados: pode ser um tronco linguístico ou índios que viviam no litoral (significado que abordaremos nesta apresentação). As tribos tupis que existiam eram: Tupinambá, Tremembé, Potiguara, Tabajara, Caeté, Tupiniquim, Aimoré, Goitacaz, Temiminó,
Guarani
e Charrua. Todas estão representadas no mapa ao lado com sua localização.
Povo de língua da família Tupi-Guarani. Na época da chegada dos europeus, viviam nas regiões entre os rios Uruguai, Iguaçu e Paraná, (atualmente sul de Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraguai, norte da Argentina e Uruguai).
O povo Guarani era agricultor. Cultivavam principalmente, milho, batata doce, aipim, amendoím, erva mate, etc. Sua culinária é criativa e interessante.
Tudo o que o Guarani faz e constrói tem haver com espiritualidade, expressa através da música. Eles têm várias crenças, o Deus deles é considerado um herói.
O artesanato é sempre preocupado em retratar a mata e os seres vivos. Eles matam, pescam, mas mesmo assim têm amor pela natureza.
Fazem tecelagens com pedaços de peles como: cobras, onças e outros.
Os objetos são feitos de madeira e de argila.
Nas aldeias dos índios haviam chefes e caciques, que eram curadores.
As famílias, preferencialmente formadas do casamento entre parentes, eram poligâmicas e o número de mulheres era o indicador de status do homem.
As mulheres podiam ser trocadas conforme interesses e circunstâncias, o que dá um sinal da inferioridade com que eram vistas.
Os homens caçavam, pescavam, faziam guerra, fabricavam móveis, providenciavam utensílios (cestos, redes, arcos, flechas, etc) e derrubavam árvores enquanto as mulheres plantavam milho, mandioca, feijão, amendoim abóbora, batata doce, fumo etc. Elas deveriam, também, manter a limpeza da casa, fabricar farinha, preparar o barro e, ainda, quando necessário, acompanhar os guerreiros para servir de cozinheiras.
Os Guarani apresentavam concentrações marcadas por maior solidariedade e maior unidade entre o mesmo grupo, mas em relação a outros grupos caçadores mantinham lutas permanentes.
Os pajés orientavam os índios em relação às suas doenças, eram responsáveis pela remoção das enfermidades e faziam isso mediante os poderes e a sabedoria que dominavam.
Para os Guaranis, existia um Deus Supremo (Ñanderú guarú) e invisível, que criou tudo e tudo governa. Admitiam semi-deuses como os justiceiros que amparam cada um dos seres viventes. Acreditavam, também, que a alma é imortal e que o espírito dos defuntos permanece certo tempo no corpo morto com grande poder sobre os vivos.
Famílias
Cultura
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