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Doenças parênquima pulmonar

Doenças respiratórias
by

Evandro Zacche

on 18 June 2014

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Transcript of Doenças parênquima pulmonar

MV. Evandro Zacché
Serviço de Cardiologia Veterinária - UNESP Jaboticabal
Clínica médica de pequenos animais

SISTEMA RESPIRATÓRIO
Principais Doenças Respiratórias
Doenças da cavidade nasal
Laringopatias
Traqueopatias
Doenças das vias aéreas inferiores
Doenças do parênquima pulmonar
Congênitas
Inflamatórias
Neoplásicas
Traumáticas
Manifestações clínicas
Secreção nasal
Sangramento nasal
Espirro
Dispnéia
Tratamento
Tratamento inespecífico
mucolíticos, umidificação e suporte alimentar
Tratamento específico
ATB, antifúngico, trepanação e quimioterapia
Colapso de Traquéia
Definição
Redução dorsoventral do lúmen traqueal
Geralmente envolve a região cervical
Agravada pelo colapso dinâmico devido ao aumento do esforço respiratório
Pneumonia bacteriana
"inflamação das vias aéreas inferiores secundária à infecção bacteriana"
Fisiopatogenia
Bacteria na porção broncoalvelar
Ação dos macrófagos
cílios
filtração aerodinâmica
muco
IL-1
TNF-a
Ativação de linfócitos
Anticorpos
Complemento
Influxo de neutrófilos
perpetuação da resposta inflamatória
Lesão alveolar exsudativa aguda
Necrose e descamação de pneumócitos tipo I
Etiologia e fatores de risco
* Diminuição dos mecanismos de defesa
* Idade avançada, disfunção orgânica e baixo estatus nutricional
* diminuição da opsonisação
* diminuição da ação de macrófagos
Histórico e sinais clínicos
Devem ser considerados
* Tosse
* Sem histórico de vacinação
* Situação de colônia
Sinais
* Tosse
* Secreção nasal
* Taquipneia ou dispneia
* Anormalidades na auscultação
* Sinais sistêmicos
Patógenos
Diagnóstico
Sinais clínicos
Achados radiográficos
Citologia
Isolamento
Tratamento
Suporte
Antibióticos
Fluidoterapia
Mucolíticos
Broncodilatadores
Pneumonia fúngica
A infecção micótica dos pulmões pode surgir de patógenos primários como:
Histoplasma capsulatum
Blastomyces dermatitidis
Coccidioides immitis
Cryptococcus neoformans
Sinais clínicos
Refletem o grau de comprometimento orgânico
* Tosse
* Taquipneia
* Dispneia
* Intolerância ao exercício
Diagnóstico
Sinais clínicos
Achados radiográficos
Citologia
Sorologia
Tratamento
Anfotericina B
"Azóis"
* Cetoconazol
* Itraconazol
* FLuconazol
Aspectos epidemiológicos
Histoplasmose
Histoplama capsulatum
fungo dimórfico que prefere as condições de solos úmidos e molhados enriquecidos de compostos nitrogenados, derivado de matéria orgânica em decomposição, ou excremento de aves e morcegos
* cães e gatos com menos de 4 anos
Gatos
Cães
* Pode ser exclusivamente pulmonar
* Disseminação para fígado,
medula óssea, baço e linfonodos
* Forma gastrointestinal
com alterações pulmonares
Doença pouco relatada no Brasil. Escassos registros na região nordeste.
Blastomicose
Coccidioidomicose
Em cães, principalmente antes dos 4 anos de idade, a infecção pode ficar limitada a área focal do pulmão
Gatos
Cães
Resistentes
* Doença basicamente pulmonar, embora possa ocorrer uma forma sistêmica
Atualmente esta micose é considerada endêmica na região nordeste
Criptococose
Cryptococcus neoformans
encontrado na natureza em matéria rica em compostos nitrogenados, preferencialmente em fezes de pombos
* a criptococose é mais observada em gatos, 7 a 10 vezes mais comum, do que em cães
Gatos
Cães
Devido ao tamanho do fungo, a maioria das infecções do sistema respiratório se concentram nas vias aéreas superiores, principalmente narinas e seios nasais
Não ocorre no Brasil
A doença é adquirida pela inalação de artroconídios infectantes presentes no solo, onde o fungo cresce saprofiticamente sob a forma filamentosa
Pneumonia aspirativa
Critérios de risco
Pequenos volumes com baixo pH produz pneumonite química
Grandes volumes de fluido neutro produz "síndrome de afogamento"
Material particulado causa obstrução de vias aéreas
Diagnóstico
* óbvio quando a aspiração é testemunhada
* Conteúdo gástrico detectado em vias aéreas
* Dispneia aguda poucas horas após o vômito
* Sinais de dispneia durante a hospitalização
Condições predisponentes
Diminuição dos reflexos protetores
* Coma
* Medicações depressoras centrais
* Trauma craniano
* Disfunção laringea
Diminuição da função do esfíncter gastroesofágico
* Presença de sonda nasogástrica
* Acalasia
* Disfunção esofágica
Fisiopatologia
(Padrão trifásico)
FASE 1 (resposta das vias aéreas)
* Ocorre imediatamente após a aspiração
* Queimadura química direta e estimulo aos nervos sensoriais
* Broncoconstrição
* Aumento da secreção de muco
* Dimunuição da função mucociliar
* Edema alveolar
* Aumento da permeabilidade vascular (1 hora após)
* Taquipneia
* Dispneia
* Cianose
* Evidencia radiográfica de infiltração
FASE 2 (resposta inflamatória)
* Se inicia de 4 a 6 horas após a lesão
* Aumento da permeabilidade vascular
* Perpetuação do edema
* Infiltrado neutrofílico
Liberação de citocinas e moléculas quimiotáticas
Além dos sinais da primeira fase, agora hipertensão pulmonar
FASE 3 (infecção bacteriana secundária)
Prevenção e tratamento
A
B
C
"airway"
(patência de vias aéreas)
"breathing"
(respiração)
* Oxigenioterapia
* Broncodilatadores
* Nebulização
"circulation"
(suporte circulatório)
corticoides
(não há consenso)
Antibióticos
(não há consenso)
(contraditório)
(suposto benefício mucociliar)
* Reavaliar todos os pacientes que não apresentarem melhora nas primeiras 48 horas
* tratamento por no mínimo 15 dais após melhora radiográfica
* Amplo espectro e lipofílicos
* Se apresentam boa concentração na secreação brônquica. (penicilina e aminoglicosídeos não apresentam)
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