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A Dignidade da Vida Humana (9º Ano)

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by

Sérgio Martins

on 16 November 2015

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Transcript of A Dignidade da Vida Humana (9º Ano)

A dignidade da vida humana é um valor partilhado pelas várias civilizações, que, de uma ou de outra forma, a entendem como um dom a respeitar e a preservar.
Declarações de direitos
Juramento de Hipócrates
Dignidade (do latim dignitas - virtude, honra, consideração) é uma característica inerente ao ser humano.

Pelo simples facto de ser humana, a pessoa
goza de valor inestimável e merece todo o respeito.

A Dignidade da pessoa humana ,é o supremo valor ético da civilização moderna.
o valor da vida humana nas religiões
Tudo o que existe no mundo possui uma alma, não só o ser humano e os animais, como também as plantas, as pedras, as gotas de água, etc.
O respeito pela vida é o primeiro e o mais importante mandamento budista.
Por essa razão é que, ao andar, deve o monge varrer diante de si para não correr o risco de matar algum animal pequeno.
A doutrina budista proclama o respeito absoluto pela vida humana.

Mircea Eliade, História das Ideias e Crenças Religiosas
Budismo
Vós que credes, sede firmes na distribuição da justiça, mesmo contra vós mesmos, vossos pais e vossos parentes, trate-se de ricos ou indigentes. Deus vela sobre todos.
Quem matar uma pessoa seja julgado como se houvesse matado toda a humanidade.
Todos os crentes são irmãos. Fazei a paz entre os vossos irmãos e temei a Deus.

Alcorão 4,135;
Islão
O Dom Supremo da Vida Humana
A vida - dádiva de Deus
e primordial direito humano
Uma vez que o ser humano é - em variadas situações - agredido, negado e violentado, ficando a vida humana seriamente comprometida, a humanidade elaborou códigos que têm como objetivo defender expressamente a vida humana e a sua dignidade.
Eu não desejo matar os meus professores, tios, filhos, avós, sogros, netos, cunhados e outros parentes. Ó Senhor Krishna, que prazer há em matar os nossos primos? Por matar os nossos semelhantes nós iremos incorrer num crime e, consequentemente, num pecado. Portanto, nós não mataremos os nossos primos. Como pode alguém ser feliz depois de matar os seus parentes, ó Krishna? De qualquer modo, eles estão cegos pela ambição e não veem maldade na destruição da família ou pecado por traírem os seus amigos.
Bhagavad-Gita
Hinduísmo
Na perspetiva religiosa Deus é a origem da vida. É nele que se encontra a plenitude da existência, em toda a sua perfeição, a qual não conhece início nem terá ocaso. O ser humano é um ser vivente porque recebeu de Deus a vida como um dom inestimável.
Mas a melhor maneira de a agradecer é cultivá-la e respeitá-la, como quem cuida da maior prenda que alguma vez lhe tenha sido oferecida.
A vida humana é o valor primordial e condição de possibilidade de todos
os outros valores.
Juro por Apoio médico, por Esculápio, por Higia, por Panaceia e por todos os deuses e deusas que acato este juramento e que o procurarei cumprir com todas as minhas forças físicas e intelectuais. Mesmo instado, não darei droga mortífera nem a aconselharei; também não darei pessário abortivo às mulheres. Guardarei castidade e santidade na minha vida e na minha profissão.
A vida é sempre um bem. Esta é uma intuição ou até um dado de experiência, cuja razão profunda o homem é chamado a compreender.
Por que motivo a vida é um bem? Esta pergunta percorre a Bíblia inteira, encontrando já nas primeiras páginas uma resposta eficaz e admirável. A vida que Deus dá ao homem é diversa e original, se comparada com a de qualquer outra criatura viva, dado que ele, apesar de emparentado com o pó da terra, é, no mundo, manifestação de Deus, sinal da sua presença, vestígio da sua glória. Isto mesmo quis sublinhar Santo Ireneu de Lião, com a célebre definição: «A glória de Deus é o homem vivo».
Ao homem foi dada uma dignidade sublime, que tem as suas raízes na ligação íntima que o une ao seu Criador: no homem, brilha um reflexo da própria realidade de Deus.


João Paulo lI, Evangelium Vitae, 34-35

«Que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para dele cuidardes?»
- interroga-se o salmista (Sal 8,5). Diante da imensidão do universo, coisa bem pequena é o homem; mas é precisamente este contraste que faz sobressair a sua grandeza: «Pouco lhe falta para que seja um ser divino; de glória e de honra o coroastes» (Sal 8,6). A glória de Deus resplandece no rosto do homem. Nele, o Criador encontra o seu repouso, como comenta, maravilhado e comovido, Santo Ambrósio: «Terminou o sexto dia, ficando concluída a criação do mundo com a formação daquela obra-prima, o homem, que exerce o domínio sobre todos os seres vivos e é como que o ápice do universo e a suprema beleza de todo o ser criado.
Verdadeiramente deveremos manter um silêncio reverente, já que o Senhor Se repousou de toda a obra do mundo. Repousou-Se no íntimo do homem, repousou-Se na sua mente e no seu pensamento; de facto, tinha criado o homem dotado de razão, capaz de O imitar, desejoso das graças celestes».

João Paulo II, Evangelium Vitae, 34-35
Dar a própria vida pelo outro
Giana Beretta Molla
Martin Luther King
O que mais preocupa não é o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.
Luther King
Dar a vida pela verdade libertadora
O Bom Pastor
Grupos em desvantagem social
A ética vigente exige o respeito pela pessoa e pelos seus direitos, garantindo
o exercício da liberdade e o reconhecimento fundamental dos valores da
igualdade e da fraternidade, que excluem quaisquer segregações. Mas apesar
da consciência universal dos direitos humanos, o preconceito e a discriminação
continuam a produzir ataques à dignidade humana.
Muitos grupos minoritários ou
«não produtivos» continuam em
situação de desamparo.
Ideologias racistas e fanatismos
políticos e religiosos continuam a
dizimar vidas humanas.
Crianças, idosos, deficientes e
doentes terminais continuam a
ser maltratados.
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