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Cadeia Produtiva do Suíno

Trabalho da cadeia produtiva do suíno apresentado como parte da disciplina de sistemas agroindustriais ministrada pela Dr. Fabiana Schutz - UTFPR 2016. Desenvolvido pelos alunos: Antônio Carlos Gimenez Junior, André R. Gnhoato e Rodrigo W. Dall'Agnol
by

andré gnhoato

on 3 February 2018

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Transcript of Cadeia Produtiva do Suíno

Cadeia Produtiva do Súino
Alunos: Antônio Carlos Gimenez Junior
André Ricardo Gnhoato
Rodrigo Werner Dall'Algnol

Existe no Brasil desde os primórdios da nossa civilização.

No final do século XIX e início do século XX, com a imigração europeia para os estados do Sul.
Hábitos alimentares.
Padrão próprio de industrialização.

Visão Geral / Histórico
Fabricas de Rações
Lojas Agrícolas
Matriz / Sémem
Assistência técnica especializada

Produtor
Cooperativa
21 a 28 dias / 7 kg (desmame)
Onde reside as matrizes (reposição com Avo e Avo)
Preocupação com a Genética.
UPL - Iniciador
Alta Performance reprodutiva;
Excelente eficiência alimentar;
Excelente Taxa de Crescimento;
Longevidade de Matrizes e suínos resistentes.
O que os suínocultores querem?
TRANPORTE LEITÕES
Adaptável
Altura e comprimento, entre outras características definidas individualmente.
Piso de alumínio
O piso pode ser fixo ou com rampa ou ainda com o piso hidráulico ou plataforma hidráulica. 
28 a 60 dias.
22 kg mais ou menos.
Fase mais preocupante.
Separação da mãe.
Adaptação da ração
Brigas, etc.
Ambiente
A umidade 50-75%.
Temperatura (monitorar máxima e mínima)


Crechário
Adaptável
altura e comprimento, entre outras características definidas individualmente(adaptável para o tamanho do suíno no momento).
Piso de alumínio
O piso pode ser fixo ou com rampa ou ainda com o piso hidráulico ou plataforma hidráulica. 

Transporte Crechário
22 kg até 125 kg.
180 dias mais ou menos
Terminação
“São as fases menos preocupantes dos suínos, desde que, ao iniciarem as mesmas, apresentem um peso compatível com a idade e boas condições sanitárias. Assim sendo, pode-se dizer que o sucesso nessas fases depende de um bom desempenho na maternidade e na creche”.(EMBRAPA, 2016)

Crescimento e terminação
Manejar "todos dentro todos fora", ou seja, entrada e saída de lotes fechados de leitões;
Alojar os leitões nas baias terminação no dia da saída da creche, mantendo os mesmos grupos, ou refazer os lotes por tamanho e sexo;
Manter a temperatura das salas entre 16°C e 18°C.
Fornecer aos animais, à vontade, ração de crescimento até os 50 kg de peso vivo e ração de terminação até o abate;
Dispor de bebedouros de fácil acesso para os animais;
Monitorar cada sala de crescimento e terminação pelo menos 2 vezes pela manhã e 2 vezes pela tarde;
Limpar as baias de crescimento e terminação diariamente com pá e vassoura;
Esvaziar e lavar semanalmente as calhas coletoras de dejetos;

RECOMENDAÇÕES EMBRAPA
Manejo dos dejetos
Projeto de coleta, armazenagem, tratamento, transporte e disposição dos dejetos;
Construir esterqueiras para armazenamento do dejeto, com tempo de retenção mínima de 120 dias, recomendado pelos Órgãos de Fiscalização Ambiental;
Adotar sistema de separação de fases (decantador) combinado com sistemas de tratamento como lagoas anaeróbias, facultativas e de aguapé;
Dimensionar o decantador de acordo com a característica dos dejetos e da vazão diária e as lagoas, através da carga orgânica gerada diariamente;
Utilizar tecnologias de tratamento dos resíduos.
A água de limpeza com desinfetante deve ser desviada para um sumidouro para não atrapalhar a fermentação do esterco;
O esterco misturado à maravalha, usada na maternidade ou em outras baias de animais, deve ser destinado à compostagem em leiras cobertas com lona plástica ou em composteiras construídas em alvenaria;

Dejetos como fertilizante
Geração de energia pela biodigestão anaeróbia dos dejetos
Indústrias de primeira transformação
Abate
Desossa
Distribui

Industrias de segunda transformação
Incorporam a carne
Agrega valor em forma de produtos
Indústria
Abate
SIF (Serviço de Inspeção Federal)
Resfriamento
Separação da Carcaça
- desossa
- meia carcaça in natura, cameras de resfriamento e Expedição
Processamento Frigorífico
Transportado em caminhões até os abatedouros ou frigoríficos.
Descarregado nos currais de recepção por meio de rampas adequadas.
Os animais são inspecionados, separados por lotes de acordo com a procedência e permanecem nos currais, em repouso e jejum, por 16 a 24 horas.
Recuperam-se do “stress” da jornada e diminuem o conteúdo estomacal e intestinal.
Após a descarga, os caminhões são limpos por razões higiênicas.
Os efluentes desta lavagem são descarregados na estações de tratamento de efluentes (ETE) da unidade.
Recepção
Após o período de repouso, os animais são conduzidos para uma passagem cercada, um corredor dividido por estágios entre portões, o que permite sua condução em direção ao abate mantendo a separação por lotes.
Esta passagem vai afunilando-se, de forma que, na entrada da sala de abate, os animais andem em fila única (conhecido por “seringa”). Durante o percurso, os animais normalmente são lavados com jatos e/ou “sprays” de água clorada.
Estes jatos, com pressão regulada, podem ser instalados direcionados de cima para baixo (como chuveiros sobre os animais), para as laterais dos animais e de baixo para cima, o que permite uma lavagem melhor do esterco e de outras sujidades antes do abate.
Os efluentes líquidos desta etapa seguem para a ETE.
Condução e Lavagem dos Animais
Os animais são transportados, um a um, até atingirem um trecho em que ficam suspensos por esteiras ou cilindros rolantes quase verticais (em “V”), pelas suas laterais, sem apoio para as patas, o que imobiliza os animais.
O atordoamento dos suínos normalmente é realizado por descarga elétrica: dois eletrodos, em forma de pinça ou tesoura, são posicionados nas laterais da cabeça e um terceiro, na altura do coração.
Câmara com atmosfera rica em gás carbônico, sendo atordoados por falta de oxigênio.
Atordoamento
Com os animais pendurados em trilho aéreo, ou podem ser feitas em mesas ou bancadas apropriadas para a drenagem do sangue.
Em média, o volume de sangue drenado por animal é de 3 litros.
Parte deste sangue pode ser coletado de forma asséptica, caso seja direcionado para fins farmacêuticos ou ser totalmente enviado para tanques ou bombonas, para ser posteriormente processado, visando separaçõo de seus componentes ou seu uso em rações animais.

Sangria
Após tempo suficiente de sangria, os animais saem do trilho e são imersos em um tanque com água quente, em torno de 65o C, para facilitar a remoção posterior dos pelos e das unhas ou cascos.
Parte de eventual sujidade presente no couro dos animais fica na água deste tanque.
A passagem pela escaldagem dura cerca de um minuto.
Escaldagem
Os suínos são colocados em uma máquina de depilação
Um cilindro giratório, com pequenas pás retangulares distribuídas pela sua superfície, dotadas de extremidades de borracha. A rotação deste cilindro provoca o impacto destas pás com o couro dos animais, removendo boa parte dos pelos por atrito.
Após, as unhas ou cascos dos suínos, bem como parte dos pelos remanescentes, são removidos manualmente com o auxílio de facas.

Recolocados no trilho aéreo de transporte para a continuidade do processamento.
Os pelos removidos mecanicamente são recolhidos e podem ser enviados para as graxarias ou para aproveitamento por terceiros (para pincéis ou escovas, tapetes, feltros, isolantes termo-acústicos, compostagem, etc.)..
Para completar a depilação, os animais passam por um chamuscamento, feito com maçaricos a gás e então são lavados com água sob pressão.
Depilação e “Toilette”
Depilação e “Toilette”
Abre-se a barriga dos animais com facas e as vísceras são removidas.
Amarra-se o ânus e a bexiga do animal para evitar contaminação das carcaças com seus excrementos.
O osso do peito é aberto com serra e remove-se coração, pulmões e fígado.
Neste ponto, pode haver ou não a remoção das cabeças.
Normalmente, as vísceras são colocadas em bandejas da mesa de evisceração, onde são separadas, inspecionadas e encaminhadas para seu processamento, de acordo com o resultado da inspeção. O processamento dos intestinos gera a produção de tripas, normalmente salgadas, utilizadas para fabricação de embutidos ou para aplicações médicas.

Evisceração
Barrigada: separada para produção de bacon;
Paleta: um pouco dura, mas saborosa. Usada para assados e churrascos;
Toucinho gordo: utilizado na formulação de paio, hambúrguer e lingüiça;
Pernil: uma das melhores partes, sendo excelente para assados e a maior parte destina-se a fabricação de presuntos e o que sobra para espetinhos e lingüiças,
Lombo:utilizado no preparo do bacon canadense ou ainda como lombo defumando é uma carne nobre e saborosa.
Lombinho: destinado a produção de lingüiça;
Perna dianteira(paletas): com ou sem osso, pode ser usada em assados ou cozidas;
Costela: é defumada e vendida separadamente ou ainda no kit feijoada;
Orelhas, pés e rabos: vendidos no kit feijoada;
Retalhos suínos: estes são aproveitados na produção de lingüiça e miudezas e podem ser vendidos separadamente.
Processamento
As carcaças, os cortes e as vísceras comestíveis, após processadas e embaladas, são estocadas em frio, aguardando sua expedição.
Estocagem / Expedição
As carcaças são serradas longitudinalmente, seguindo-se a espinha dorsal, e divididas em duas meias carcaças.
Remove-se a medula e o cérebro dos animais e as carcaças são limpas com facas - algumas aparas ou apêndices são removidos.
Estas carcaças são então lavadas com água sob pressão e encaminhadas para refrigeração em câmaras frias, com temperaturas controladas para seu resfriamento e sua conservação.
Corte da Carcaça e Refrigeração
O processamento da carne suína deve ser feito em ambiente climatizado (10-15°C),
Realizando-se após a dessossa para fins específicos, tais como perna, pernil, filezinho, paleta, ombro, pescoço sobrepaleta ou nuca, barriga e costela. Ainda encontramos nos suínos as seguintes partes: toucinho, banha, miudezas (pés, orelhas, focinhos, rabos, etc), cabeça, papada.
A seguir encontra-se descrito os principais cortes e com que finalidade ele pode ser usado.
Processamento
Processo final
Clientes
Atacadistas
Exportadoras
Varejistas
Empresas de Alimentação

Consumidor Final

Produtos
Evolução da exportação produtos da suinocultura
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