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Febre Maculo no RJ: atual e nesecidades

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by

diego Montenegro

on 7 September 2015

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Transcript of Febre Maculo no RJ: atual e nesecidades

1.3. Apresentação Clínica da FM
1.4. Classificação taxonômica para Rickettsia
Obrigado!
1.1. Introdução: Rickettsiosis
1.2. Febre Maculosa

(FM): Zoonosis
re-emergente no RJ?
A Secretaria de Saúde do estado do RJ que pode estudar da FM?
1. Dinâmica epidemiológica
2. Dinâmica de vetores no ciclo enzoótico e epizoótico
3. Identificar os hospedeiros susceptíveis
4. Avaliação de risco e/ou vulnerabilidade na proposição de estrategias de controle
5.Teste de resistência a carrapaticidas/acaricidas/inseticidas
6. Analises da toxicidade a animais e humano
7. Imunologia, Bioquimicas, etc.
Febre Maculosa no estado do Rio de Janeiro: situação atual e necessidades na vigilância e controle ambiental.
Diego Montenegro-López
Lab. de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses, Instituto Oswaldo Cruz – Fiocruz
E-mail: diegocam2003@yahoo.com
WhatsApp:+55(21)969955070
Movil: +55(21)999684119

Agente etiológico:
Bactéria gram negativa
Orden Riquettsiales
Familia Rickettsiaseae
Gênero
Rickettsia

Grupo Transicional (GTr)
: R. akari, R. felis e R. australis.

1.1.

(Gillespie et al. 2007, Fournier et al. 2008, Weinert et al. 2009, Mansueto et al 2012).
Grupo Ancestral (GA)
:

Rickettsia canadensis
e
R. belli,
com patogenicidade desconhecida (Roux, Raoult 2000).

Grupo Tifo (GT):
Rickettsia prowazekii
(Tifo Epidêmico)

Rickettsia typhi
(Tifo Murino ou tifo endêmico)

Grupo Febre Maculosa (GFM):
Reconhecidas cerca de 30 espécies, ao menos 16 são patogênicas para o homem.
R. akari
e
R. felis,

Rickettsia conorii
,
R. rickettsii
4. Transmissão durante repasto sanguíneo
Modificado de Stefan Vilges
1.5. CICLO DE TRANSMISSÃO
1. Vetores, reservatórios e/ou amplificadores.

3. Animais sinantrópicos e/ou domésticos

2. Ciclo zoonotico/silvestre
2. Realidade atual da FM no Brasil, 2007-2014.

Figura: Situação epidemiológica da Febre Maculosa no Brasil 2007 a 2014: A) frequência de casos notificados por unidade federada de residencia; B) frequência de casos confirmados por unidade federada de infecção. Fonte: Sinan (2014).
Amblyomma cajennense
=
A. sculptum.
Notificação em todos os estados

2.1. Epidemiología da FM no Brasil
Amblyomma aureolatum

2.3. Epidemiología da FM no estado do Rio de Janeiro

Doença infecciosa, produzindo um quadro agudo, febril e com complicações sistémicas que podem ser fatais se não houver tratamento adequado e oportuno.
Elaborou:: Stefan Vilges
3. Dinâmica de vetores no ciclo enzoótico e epizoótico
Procedimento Operacional Padrão (POP - LIRN – 017)
Caracterização molecular das Rickettsias em ectoparasitas

4. Identificar os hospedeiros susceptíveis
5. Avaliação do ambiente na proposição de estrategias de controle
CONTROLE NO AMBIENTE:
-Limpeza

-Calor.

-Arrasto

-Flanela fixa.

-Armadilha de CO2.

-Aspiração.

-Armadilha iluminada para pulgas.

-Produtos químicos.

CONTROLE NO HOSPEDEIRO:

-Catação.

-Escovação.

-Produtos químicos.
3.1. Estrutura e composição de vetores

Distribuição do Complexo Amblyomma cajennense
4. RESULTADOS E DISCUSÃO

Amblyomma cajennense = Amblyomma sculptum Berlese, 1888

Municípios que notificam
Confirmados por municípios de infecção.
Rickettsias: Bactérias simbiontes de artrópodes e alguns helmintos, Intracelulares obrigatórias.

A ordem Rickettsiales duas familias de importância para a Saúde Pública: Rickettsiaceae e Anaplasmataceae.

Rickettsiaceae
: Rickettsia e Orientia.
Anaplasmataceae
: Ehrlichia , Anaplasma , Neorickettsia



6. Panorama de Vulnerabilidade para FM no RJ
Dessafios a corto prazo
https://www.google.com/fusiontables/data?docid=1AW2fnqqEO1DwQna8WcyajsRWjGrRHlsEt5Epica5#map:id=5
Opção 1. GPS
Opção 2.
Laguna/Rua/Estrada/Fazenda
+
Ponto de referencia próximo
+
BR
+
Ru ou Urb
+
Nomenclatura
+
Municipio
+
21
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