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DIVERSIDADE SEXUAL E QUESTÕES DE GENEROS

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by

marco gomes

on 10 August 2016

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Transcript of DIVERSIDADE SEXUAL E QUESTÕES DE GENEROS

Transgêneros


DIVERSIDADES,
DIFERENÇAS
E
INCLUSÃO

Diferentes abordagens sobre Educação e diversidade.

Perspectivas histórico-culturais e psicossociais.

Legislação e políticas públicas em educação especial
no Brasil e no Espírito Santo;

Os sujeitos da educação.

O cotidiano educacional, o contexto escolar,
a diversidade e a escola inclusiva.
O curso visa a proporcionar e dispor as condições necessárias para que juntos:

Compreendamos o que é Educação e Inclusão na escola, os seus fundamentos e a sua importância;

Conhecer e discutir algumas das principais discussões, algumas teorias curriculares e seus desdobramentos no cotidiano escolar;

Identificar algumas das principais pesquisas sobre o assunto relativo à Educação e Inclusão;
2 - OBJETIVOS

1 - EMENTA

Buscar compreender e analisar criticamente algumas das principais propostas oficiais, locais e federal para Educação e Inclusão na escola;

Buscar os conhecimentos básicos e desejar desenvolver uma análise crítica sobre os processos históricos, as políticas públicas, a legislação e a gestão em Educação e Inclusão.

Além de fomentar reflexões para a movimentação de nossos pensamentos em relação as diferenças, a diversidade e a nossas práticas pedagógicas.

Unidade I – Diversidade e diferença como constituinte da condição humana;

Unidade II – A cultura como universo simbólico que caracteriza os diferentes grupos humanos;

Unidade III – Diversidade e questões de gênero;

Unidade IV – Educação, Educação Especial e Diversidade: Perspectivas para a construção da escola inclusiva no Brasil;

Unidade V – Inclusão em áreas específicas. Legislação e políticas públicas para a inclusão;

Unidade VI – Práticas pedagógicas na diversidade da escola/sala de aula.

3 - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Diversidade e diferença como constituinte da condição humana;

Invenção dos enunciados e dos clichês
O que entendemos por:

Diversidade sexual, identidade de gênero e questões de gênero.

–> O que entendemos por:

Condição humana
=>

mulher
trans feminino
travesti feminino
travesti
masculina
trans masculina
Questões de Gênero, intersexualidade

d
ra
g

q
u
e
e
n
s
travesti
Para além da transgeneridade, podedmos pensar nos que se consideram inclassificável
( C.D. crossdresser ) Letícia Lens e Laerte
homo em suas várias culturas ou modos de ser
DIVERSIDADE

SEXUAL,

DIFERENÇAS,
QUESTÕES

DE
GENEROS,
sexualidades,

sexo
,
ato sexual
,
identidade de gênero
,
objeto de desejo
, e... e...

Ao estudar o crossdressing, a doutora em antropologia pela UFRJ
Anna Paula Vencato
, defendeu em 2009 a tese “Existimos pelo prazer de ser mulher: uma análise do Brazilian Crossdresser Club”.
Em seu trabalho, ela defende que “o crossdressing é uma montagem feita para momentos específicos e não para 24 horas por dia, 7 dias por semana”. Segundo
Vencato
, a maior parte das esposas aceitam, desde que os maridos não tornem o crossdressing público para familiares, filhos e amigos, ou façam modificações corporais como as induzidas por hormônios femininos.

*Esses sujeitos, deslocando essas referências hegemônicas, lançam-se em processos de hibridização dos gêneros.
A pansexualidade é caracterizada pela atração sexual, romântica e/ou emocional independentemente da identidade de gênero do outro.
Inclui, portanto, pessoas que não se encaixam na binária de gênero macho/fêmea.

A palavra pansexual deriva do prefixo Grego pan-, que significa "tudo" ou no caso, "todos". Usa-se para negar a ideia de dois gêneros, ou sexos (como expressado pelo prefixo bi-).

Pansexual é a pessoa que sente desejo de se relacionar de uma forma platônica ou ter relações sexuais independente do gênero da pessoa ou tipo de coisa que lhe provoque atração.
Assim, ela pode se sentir atraída tanto por trangêneros, homens e mulheres e outros.
Intersexual
homem
“Ninguém nasce mulher, aprende-se a ser.”

A máxima da filósofa francesa
Simone de Beauvoir
não serve apenas para as que nasceram biologicamente mulheres.

Muitos homens, ao longo da vida, vão ter necessidade de expressar uma identidade feminina que se manifesta sobretudo na aparência.
"Borram os limites do corpo masculino hegemônico e se constrõem e experienciam outros modos de corporeidades masculinas numa reinvenção de si."

"Corpos-Masculinos-Menores"

Subvertem os ditames da corporeidade masculina hegemônica pois agregam a si gestos estilizados, traços femininos, formas, movimentos, adornos e contornos que contestam uma suposta univocidade em termos de experimentação e expressão do corpo hegemônico. Vida, Arte e invenção de si.
Corporeidades e masculinidades em movimento
*Rogério Rosa *Denise Miguel
O que é ser crossdresser
O termo "Crossdresser" foi importado para o Brasil em 1997, e numa tradução literal significa "vestir-se ao contrário". Nos Estados Unidos e Europa este termo é muito comumente utilizado e ajuda a diferenciar a fantasia de usar roupas do sexo oposto das opções sexuais de cada um.
Eonistas são homens que não fazem desta prática um trampolim para o sexo, sabem diferenciar o seu "eu" masculino do feminino.

Os eonistas não se excitam quando mulheres, não são guiados pelo fetichismo, não utilizam esta prática para atrair nem homens nem mulheres para o ato sexual.
Eonista é aquele homem que um dia se viu diante do espelho, e percebeu dentro de sua essência algo que o impelia para o travestismo sem que com isso caísse na marginalidade da sociedade.
Fouclault - noção de ESTÉTICA DA EXISTÊNCIA,
trabalho de construção de sí

Somos todos sujeitos em constante exercício de autoria de si, buscando a ressignificação do instituido.

sendo multiplicidades,

sendo DEVIR, sendo VIDA

A teoria queer recusa a classificação dos indivíduos em categorias universais como "homossexual", "heterossexual", "homem" ou "mulher", sustentando que estas escondem um número enorme de variações culturais, nenhuma das quais seria mais "fundamental" ou "natural" que as outras.
Contra o conceito clássico de gênero, que distinguia o "heterossexual" socialmente aceito, normal (em inglês straight) do "anormal, estranho" (queer), a teoria queer afirma que todas as identidades sociais são igualmente anormais em suas diferenças.

Ser queer é seguir uma prática de vida que se coloca contra as normas socialmente aceitas.
Teoria queer
É preciso salientar que, de acordo com a teoria queer, ser queer não é sinônimo de ser gay, lésbica ou bissexual.
Enquanto os gays (que podem ser extremamente masculinos em seus modos de ser) lutam para serem aceitos dentro da norma,
os queers adotam a etiqueta da perversidade para destacar a ‘norma’ daquilo que é ‘normal’, seja heterossexual ou homossexual. O queer não quer sair da condição de "marginal", mas quer desfrutar dela
reducionismo moderno das medidas
teste do dedo
Alfred Charles Kinsey ( 1894 — 1956) foi um cientista norte-americano que em 1947, na Universidade de Indiana, fundou o Instituto de Pesquisa sobre Sexo, hoje chamado de Instituto Kinsey para Pesquisa sobre Sexo, Gênero e Reprodução.
Suas pesquisas sobre a sexualidade humana influenciaram profundamente os valores sociais e culturais dos Estados Unidos, principalmente na década de 1960, com o início da chamada "revolução sexual". Ainda hoje, suas obras são consideradas fundamentais para o entendimento da diversidade sexual humana. Sua história foi retratada em filme de 2004 intitulado Kinsey - Vamos falar de sexo.
cisgênero

se pensarmos na normalização da masculinidade e da feminilidade em nossos corpos, como Biopolítica dos corpos e a produção do gênero, do sexo e da sexualidade como técnica de domínio da modernidade,

podemos problematizar esta subordinação à cultura da
heterosexualidade hierárquica
dos corpos somente a serviço da produção e reprodução dos clichês, da norma...
(Preciato, 2015)

Hermafrodita
Divindade grega
híbrida
, que apesar dos seus encantos era extremamente indiferente ao sexo.

Filho de adultério entre
Hermes
ou Mercúrio e
Afrodite
ou Vênus, de cuja união dos nomes originou-se o seu,
é conhecido pela sua extrema beleza e sensualidade.
aos 15 anos no monte IDA
depois de unir-se a ninfa
Senhor do Falo e a Deusa do Amor
Ao pensar numa política do desejo capaz de sexualizar o corpo
como um todo
, não somente sexualiza-los pelos órgãos genitais,

possibilita-nos entender as sexualidades como cultura e o sujeito como
HUMANO EM SUA CONDIÇÃO
" O egoismo pessoal, a individualismo, as pequenas covardias do cotidiano, tudo isso contribui para essa perniciosa forma de cegueira mental e consiste em estar no mundo e não ver o mundo... ou só ver dele o que, em cada momento, for susceptível de servir aos nossos interesses".

José Saramago
" Temos todos um ponto cego cognitivo, não enxergamos que não enxergamos" - Najmanovich
LGBTTT:
Homossexuais : são aqueles indivíduos que têm orientação sexual e afetiva por pessoas do mesmo sexo.

Gays : são indivíduos que, além de se relacionarem afetiva e sexualmente com pessoas do mesmo sexo, têm um estilo de vida de acordo com essa sua prefe­rência, vivendo abertamente sua sexualidade.

Lésbicas : terminologia utilizada para designar a homossexualidade femini­na.

Bissexuais : são indivíduos que se relacionam sexual e afetivamente com qualquer dos sexos.

Transexuais : são pessoas que não aceitam o sexo que ostentam anatomica­mente. Sendo o fator psicológico predominante na transexualidade, o indiví­duo identifica-se com o sexo oposto, embora dotado de genitália externa e interna de um único sexo.

Transgêneros : terminologia utilizada que engloba tanto travestis quanto transexuais. É um homem no sentido fisiológico, mas que se relaciona com o mundo como mulher ou uma mulher biológica que adota identidade masculina .

HSH : sigla da expressão “homens que fazem sexo com homens”. É um termo utilizado principalmente por profissionais da saúde, na área da epidemiologia, para referirem-se a homens que mantêm relações sexuais com outros homens, independente destes terem identidade homossexual.

Fonte: documento Brasil sem Homofobia, página 30.
http://www12.senado.leg.br/noticias/entenda-o-assunto/lgbt
LGBTTT
CEGOS é uma obra aberta a diferentes leituras: a redução da nossa existência à função produtiva e ao consumo, o excesso de trabalho, o aprisionamento e a petrificação da vida, a automatização do cotidiano, a degeneração ética, estética e política que se alastra no atual estágio da sociedade do século XXI.

A interação do 'coro performativo' com os espaços tomados or pessoas apressadas e envolvidas com suas obrigações cotidianas provoca um estranhamento crítico na paisagem urbana.

O choque visual do efeito de petrificação dos corpos, o comportamento alienado e a extrema lentidão dos movimentos, instigam a reflexão sobre as diversas formas de cegueira que nos afetam, assim como o empobrecimento da
experiência
humana decorrente do crescente processo de individualismo, desumanização e mercantilização das cidades das artes e dos corpos.

http://www.desviocoletivo.com/p/performance-urbda-cegos.html#.VfgcjBFVhHw
Saramago discute sobre a humanidade e o coletivo – ou como o homem pode alcançar a plenitude através do trabalho em equipe e do próprio esforço.
http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2009/08/dica-de-filme-%E2%80%93-ensaio-sobre-a-cegueira/
A Parábola dos Cegos - Pieter Bruegel (1580)
Bissexual
Homossexual
Pansexal
Gêneros:



NORMALIDADES
Gênero
em biologia
é um termo utilizado na classificação cientifica e agrupamento de organismos vivos formando um conjunto de espécies
com características morfológicas e funcionais refletindo a existência de ancestrais comuns e próximos. Por exemplo, “homo sapiens” é o nome da espécie humana a qual pertence ao gênero “
HOMO
”.
A palavra “gênero” começa a ser utilizada nos anos 80 do século XX, pelas teóricas do
FEMINISMO
americanas e inglesas, para problematizar a desigualdade entre homens e mulheres concretizada em discriminação e opressão das mulheres.

A desigualdade era e ainda é justificada, por setores conservadores religiosos, científicos e políticos, pela diferença biológica entre homens e mulheres. Muitos crêem que diferenças sociais são essenciais, naturais e inevitáveis.
A socióloga Elani Varikas (1989) afirma que ao tomar emprestado o termo da gramática e da linguagem, as feministas postularam a necessidade de superar o sexo biológico, mais ou menos dado pela natureza, do sexo social, produto de uma construção social permanente, que forma em cada sociedade humana, a organização das relações entre os homens e as mulheres.
Seguindo um texto de Tereza de Lauretis (1994 - revista Estudos feministas), as concepções de masculino e feminino, nas quais todos os seres humanos são classificados, formam em cada cultura, um sistema de gênero, um sistema simbólico ou um sistema de significações que relaciona o sexo a conteúdos culturais de acordo com valores e hierarquias sociais.

Sob essa ótica, a construção cultural do sexo em gênero e a assimetria que caracteriza todos os sistemas de gênero através de diferentes culturas são entendidas como sendo sistematicamente ligadas à organização da desigualdade social (Lauretis, p. 212).

Uma das principais proposições do texto de Lauretis (1994) é quanto à construção do gênero enquanto produto e processos
Gênero
gramatical
se refere aos substantivos que são masculinos e femininos e podem ser:

>biformes (menino - menina) e os heterônimos (homem - mulher)
>os substantivos uniformes que podem ser comum de dois gêneros ( o\a estudante)
> sobrecomum ( o cônjuge; a criança) e ainda
>os substantivos epicenos ( para animais - acrescentando as palavras macho e fêmea - girafa) .
Intersexualidade, em seres humanos, é qualquer variação de caracteres sexuais incluindo cromossomos, gônadas e / ou órgãos genitais que dificultam a identificação de um indivíduo como totalmente feminino ou masculino.

Essa variação pode envolver ambiguidade genital, combinações de fatores genéticos e aparência e variações cromossômicas sexuais diferentes de XX para mulher e XY para homem. Pode incluir outras características de dimorfismo sexual como aspecto da face, voz, membros, pelos e formato de partes do corpo.
Heterossexual


Heterossexualidade refere-se a atração sexual e/ou romântica entre indivíduos de sexos opostos, e é considerada a mais comum orientação sexual nos seres humanos.

A heterossexualidade tem sido identificada, ao longo da história e na maioria das civilizações, como a "normal" ou "natural", decorrendo diretamente da função biológica relacionada com o instinto sexual reprodutor sendo tudo o resto "anormal" ou "anti-natural".

Heterossexualidade, como quaisquer formas de identidade é muito subjetivo. Na sociedade ocidental, geralmente se considera como heterossexual o indivíduo que direciona quer todos ou a grande maioria dos seus desejos e/ou a estimulação sexual a pessoas do sexo oposto.
Transgeneridade ou transsexualidade ou transgêneros , refere-se à condição onde a expressão de gênero e/ou
identidade de gênero
de uma pessoa é diferente daquelas atribuídas ao gênero designado no nascimento. Mais recentemente o termo também tem sido utilizado para '
definir'
pessoas que estão constantemente em trânsito entre um gênero e outro. O prefixo trans significa "além de", "através de".

Transgênero é um conceito abrangente que engloba grupos diversificados de pessoas que têm em comum a não identificação com comportamentos e/ou papéis esperados do sexo biológico, determinado no seu nascimento. Esses grupos não são homogêneos dado que a não identificação com o gênero de nascimento se dá em graus diferenciados e refletem realidades diferentes.
Esses corpos que subvertem a ordem hegemônica, deslizam por entre as fronteiras e habitam lugares e instituições que tentam nomear e homogeneizar os sujeitos
hoje tais espaços heteroformativos não dão mais conta desses outros modos de existência coletivos e individuais.
São diversas as diferenças entre as várias masculinidades e feminilidades 'menores' e marginais que exercitam a autoria de si.
concordância da identidade de gênero da pessoa com sua configuração genital e hormonal.
Assexual
AFIRMAR A VIDA - DELEUZE

"Afirmar não é tomar a cargo, assumir o que é, mas liberar, descarregar aquilo que vive.

Afirmar é tornar leve: não é carregar a vida sob o peso dos valores 'superiores', mas criar valores novos que
SEJAM OS DA VIDA
, que façam a vida leve e ativa.

Só há criação propriamente dita à medida que, longe de separarmo vida do que ela pode, servirmo-nos do excedente para inventar novas formas de vida.

E o que vocês chamaram de mundo, é preciso que comecem a cria-lo -
sua razão, sua imaginação, sua vontade, seu amor devem tornar-se este mundo
.
in Nietzschie e a filosofia.
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