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Desiquilibrios Regionais

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Carla Silva

on 24 April 2014

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Transcript of Desiquilibrios Regionais

Qualidade de vida designa-se por incluir diversas componentes que tornam a vida melhor
Qualidade de vida e bem-estar
População ativa designa-se por uma parte da população com um mínimo de 15 anos de idade com condições que lhe permite o exercício de uma atividade de produção de bens e serviços, mesmo que temporariamente esteja desempregada.
A população ativa
Os indicadores; sua importância na medição do desenvolvimento
Crescimento económico e desenvolvimento
Assenta numa economia dinâmica e ao mesmo tempo numa distribuição equilibrada no que diz respeito á riqueza.
Rendimento; consumo e educação
Desiquilibrios
Regionais

O crescimento económico relaciona-se com a quantidade de bens produzidos.
Este pode ser definido como sendo o aumento sustentado de uma unidade económica durante um ou vários períodos, por outro lado o desenvolvimento inclui a economia e também elementos qualitativos da vida humana, como o acesso da população aos serviços básicos de vida, e a um ambiente natural e social equilibrado.
o crescimento económico apenas contribui positivamente para o bem-estar até um determinado ponto, sendo que a partir daí o contributo será negativo, uma vez que os custos associados serão superiores aos benefícios obtidos.
Existem indicadores simples e compostos. Os indicadores simples são, por exemplo, os económicos como PIB; VAB; percentagem de população ativa; importações/exportações.
Os indicadores económicos são grandezas de carácter económico expressos em valor numérico onde algumas das principais utilidades são por exemplo: aferição dos níveis de desenvolvimento de países, regiões, empresas podendo naturalmente fazer-se a comparação entre estas; compreender, informar e prever o comportamento de uma economia.
E os indicadores compostos estes são muito utilizados em estudos comparativos de desenvolvimento entre os países e regiões do mundo. São calculados através de fórmulas que relacionam dois ou mais indicadores simples ao mesmo tempo, os resultados são expressos em valores maiores do que zero e inferiores a um, portanto, decimais. Alguns exemplos de indicadores compostos são: IDH (índice do desenvolvimento humano) e o IPH (índice de pobreza humana).
No ano de 2004, encontramos uma tendência de concentração das atividades terciárias nas regiões de Lisboa e Algarve, enquanto atividade industrial predomina nas regiões Norte e Centro em que o valor do sector primário também é significativo.
Já no arquipélago da Madeira predomina o sector terciário devido às atividades turísticas. Desde 1986 com a adesão de Portugal à CEE, o desenvolvimento do país tem produzido profundas alterações na população ativa.

As atividades
económicas
A atividade económica nacional é sustentada, regra geral, por uma elevada predominância de pequenas e médias empresas.

As pequenas e médias empresas são empresas com caraterísticas distintivas, tendo uma dimensão com determinados limites de empregados e financeiros fixados pelos Estados ou Regiões administrativas.
À medida que a distância às cidades aumenta, vão-se encontrando grandes unidades industriais, onde o impacto ambiental é menor e o solo é mais barato.
Os níveis de rendimento e de consumo são os níveis responsáveis pela análise do nível de vida da população.
Não apenas no plano nacional, mas também relacionadas com o conceito de bem-estar, servem de exemplos a segurança, a qualidade ambiental e o acesso á cultura.
O interior do país tem um número elevado de idosos com rendimentos baixos, acessos limitados aos bens e serviços, comercio e inovações tecnológicas.
A densidade populacional
O litoral centro e norte são destacados com valores altos de densidade que chegam a ultrapassar 7000 habitantes por km ² nas metrópoles de Lisboa e Porto.
O litoral do Algarve apresenta uma densidade igualmente elevada, sendo que os valores mais baixos encontram-se no Alentejo e na faixa do interior norte.

A concentração das pessoas nos centros urbanos teve uma grande aderência na década de 60.
A densidade populacional, nos arquipélagos mostram valores elevados podendo chegar aos 250 hab/ km ², refletindo do crescimento da população e á notória redução das áreas das ilhas que dificulta desta forma a sua dispersão geográfica
As taxas de natalidade e de mortalidade
A emigração externa da população portuguesa nos anos 60 foi em número alargado, com o intuito de arranjarem empregos com um assalariado elevado e com o objetivo de evitarem a participação na Guerra colonial em Africa.


Na atualidade os valores da taxa de natalidade são inferiores apenas se concentrando nas regiões do litoral e nos arquipélagos da Madeira e dos Açores.
Relativamente às taxas de mortalidade os níveis estão a aumentar drasticamente essencialmente no Alentejo pelo facto de a população concentrada sem maioritariamente idosos.
Crescimento natural e
crescimento efetivo
Em muitos locais do país, os valores da mortalidade ultrapassam os da natalidade. O índice de renovação de gerações já é inferior ao necessário para substituir as gerações.
Quanto ao crescimento efetivo, os valores são mais elevados em toda a faixa litoral de Lisboa ao Porto e Algarve,
Resulta de uma maior atração de imigrantes estrangeiros que estas áreas exercem devido ao seu rápido desenvolvimento desde os anos 90 ao século XX.

Os desequilíbrios Regionais:
fatores físicos e humanos
O litoral do continente oferece as melhores condições naturais para a fixação da população, como a fertilidade do solo e o relevo suave, vantajoso para a atividade agrícola.

Atualmente, os fatores económicos e sociais são os mais importantes na procura do litoral.
A maior oferta e variedade de emprego, melhores salários e mais serviços atraem a população.
Porem a facilidade de acesso aos serviços públicos e às vias de comunicação nas áreas urbanas, permite uma diminuição de custos relativamente aos transportes.
Desequilíbrios regionais: Relação causa-efeito
Verifica-se um conjunto de desequilíbrios de desenvolvimento entre as regiões nacionais
A faixa litoral concentra-se na maior parte, nomeadamente, na população; na atividade económica (industria e serviços); no maior rendimento e melhor qualidade de vida; nas acessibilidades (maior quantidade de vias de comunicação e diversidade dos meios de transporte).
A melhoria do nível de vida e da economia nacional deve-se, em grande medida ao apoio europeu através do QCA , que inclui diversos programas de intervenção estrutural para diminuir as diferenças de desenvolvimento entre os Estados-Membros da União Europeia.
Os desequilíbrios regionais:
Propostas de soluções
As ajudas para Portugal estão definidas no QREN.
Dentro dos apoios da União Europeia, destacam-se os seguintes:
FSE;
FEDER ;
FEOGA ;
IFOP ;
Contudo, as ajudas financeiras destinam-se não só a diminuir as diferenças entre os Estados-membros, mas também entre as regiões dentro de cada país.
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