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Espaços e Lugares

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by

Tatiana Rossini

on 1 November 2013

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Transcript of Espaços e Lugares

Espaços, narrativas e imagens
Percursos e mapas
Linguagens simbólicas e antropológicas do espaço que se complementavam em época remota;
Percurso é uma série discursiva de operações históricas;
Mapa é uma descrição redutora totalizante das observações;
A partir do discurso moderno (XV) o mapa ganha autonomia, eliminando as práticas que o produziram;
Mapa -> lugar geográfico (estático);
Percurso -> espaço (movimento/dinâmico). Relatos cotidianos.
Demarcações de Relatos e narrativas
Distribuição do espaço que o estrutura;
O relato tem papel decisivo e fundante de ações efetivas, pois é um ato culturalmente criador;
O relato tem a função de autorizar, deslocar e superar os limites;
Quando os relatos desaparecem existe perda de espaço;


Tarsila do Amaral
Uma das maiores artistas da arte brasileira moderna do século XX;
Retratava cenas da vida cotidiana brasileira em diferentes temporalidades;
Representou a identidade brasileira em suas obras;

Obras de Tarsila do Amaral
Um lugar é uma configuração instantânea de posições, ordens e estabilidade;

Lugar
Espaço é o lugar praticado por sujeitos históricos (praticantes culturais), ou seja, efeito produzido pelas operações que o orientam, o circunstanciam, o temporalizam e o levam a funcionar em unidade.
Espaço
Imagens e Narrativas
As imagens e narrativas transformam lugares em espaços ou espaços em lugares;
Há duas espécies de determinações: objetos e operações.
Objeto: Personagens da história em quadrinho.
Lugar: Revista em quadrinhos
Operação: Composição de imagem do criador
com seus personagens em um mesmo espaço.
Espaço: Produção/transformação de um espaço associado a operações atribuídas a um objeto ou ser
humano.
Que espaço queremos ocupar?
Que histórias queremos contar?
Tarsila queria pintar a cara do Brasil, sua identidade, pois era por esta que os modernos de 1922 procuravam. Entretanto, cedo a artista entendeu que não existia um Brasil, mas múltiplos, e que todos eram um, o verdadeiro, aquele a quem todos buscavam. O Brasil de muitas faces e temporalidades. O tempo da religião, do trabalho, da festa, do bairro, da natureza, tempos diversos em que vivem imersos tantos brasileiros. De sua infância Tarsila relembrou o tempo da família, da fazenda, da natureza. Lembrou que o tempo do campo é diferente do tempo da cidade e estes são diferentes do tempo do trabalho, da festa e da natureza. Tarsila registrou em cada tela de sua primeira fase as diferentes temporalidades brasileiras, os diferentes Brasis. Nessa fase, chamada “Pau-brasil”, a artista apresentou os homens imersos nas diferentes temporalidades. Em sua segunda fase, a “Antropofágica”, mudou seu estilo, mas o objetivo continuou. Tarsila apresentou à sociedade o tempo do homem, antropofágico, que transforma o habitat. Mas agora era o homem dono de seu tempo. Através de figuras disformes, o homem pintado pela artista é um sujeito determinante e não determinado. A posição do tempo se inverte, o homem não está mais à disposição do tempo natural; a fase “Antropofágica” é o tempo das máquinas, fabricado pela sociedade industrial, o tempo do relógio.
A feira
A feira, foi composta por Tarsila em 1924. As cores “caipiras” e as formas ainda presas ao cubismo apresentam uma dimensão do cotidiano típico nacional. A feira que reúne a todos, que atende e aproxima as pessoas na vida simples do interior.o
Obras de Tarsila do Amaral
A tela Morro da favela foi pintada também em 1924 e está hoje na coleção João Estefano, em São Paulo. Retrata o cotidiano simples da vida na favela, tão diferente da vida que a artista levou em Paris. Pessoas que vivem imersas num tempo diferente, com visões de mundo diferentes, foram representadas nessa tela.
Uma de suas telas mais famosas, EFCB (Estação Central do Brasil), foi produzida em 1924 e está hoje na Coleção do MAC da USP. Nessa tela, vemos outra esfera de transformação da sociedade brasileira: o processo de industrialização
Nessa tela, Operários, a pintora não apenas registrou a transformação que o Brasil vivia, de país agroexportador para industrializado, como apresenta sua crítica ao processo de alienação imposto pelo modo de produção industrial, ressaltando as identidades únicas de cada operário.
Para a próxima aula:

Leitura e discussão do texto "O currículo no cotidiano escolar: conversa com Corinta Geraldi e Regina Leite Garcia";
Trazer um artefato cultural que faça parte da sua história e apresentá-lo ao grupo em forma de relato;
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