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Linguística textual e mecanismos/fatores de textualidade

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by

rosivaldo gomes

on 20 September 2018

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Transcript of Linguística textual e mecanismos/fatores de textualidade

Linguística
Textual

Universidade Fedral do Amapá
Prof. Rosivaldo Gomes
O que é
Linguística Textual?

Objeto de estudo:
Texto
Segundo Fávero e Koch (1994 apud OLIVEIRA, 2011), é uma unidade linguística de sentido e de forma, falada ou escrita, de extensão variável, dotada de textualidade.
Fala
Escrita
''A Biblioteca Digital Mundial, da Unesco, já está disponível na internet. Para facilitar a navegação, as informações estão divididas por continentes. Trinta e duas instituições de vários países contribuíram para formar o acervo, que é riquíssimo. São mapas, documentos raros, livros. Pinturas rupestres, fotos e gravuras, como as do Japão.
A busca pode ser feita por período, tema ou lugares - tudo disponível em sete idiomas, entre eles, o português e em alguns casos é possível ouvir as informações. ''
Textualidade
É um conjunto de propriedades que confere ao texto a condição de ser compreendido pela comunidade linguística como um texto.
Histórico
A Linguística Textual começou a se desenvolver na Europa no século XX, durante a década de 1960, e a partir daí de disseminou; No Brasil, conta com expressivo número de pesquisadores.
DEFINIÇÃO
Estudo das operações linguísticas e cognitivas reguladoras e controladoras da produção, construção, funcionamento e recepção de textos escritos ou orais (MARCUSCHI, 1983, p. 12,13 apud KOCH, 1999, p. 14)
C
O
E
S
Ã
O

Coesão
Segundo Halliday e Hasan (1976) apud KOCH, 1999, p. 17), coesão textual é um conceito semântico que se refere às relações de sentido existentes dentro de um texto, que o definem como texto.
Definição
São cinco os mecanismos básicos de coesão textual:
Referência
Referência;
Substituição;
Elisão;
Conjunção;
Coesão Lexical.
Exemplos:

Você
não se arrependerá de ter lido este anúncio (Exófora).

Lembrei de uma piada
agora
não sei o porquê. (Referência exófora)

Paulo e José são excelentes advogados.
Eles
se formaram na Academia do Largo de São Francisco. (Referência pessoal anafórica)

Realizara todos os seus sonhos, menos
este
: o de entrar na academia. (Referência Demonstrativa Catafórica)

É um exercício
igual ao
de ontem. (Referência Comparativa Endofórica)
Substituição
Exemplos:

Pedro comprou um carro novo e José
também
.

O professor acha que os alunos não estão preparados, mas eu não penso
assim
.

O padre ajoelhou-se. Todos
fizeram o mesmo
.

Pedro comprou uma camisa vermelha, mas Jorge preferiu
uma
verde.

Porto Alegre, a capital gaúcha!
Castro Alves era conhecido como o Poeta dos Escravos.

Os alunos foram advertidos pelo mau comportamento. Caso isso volte a acontecer, eles serão suspensos.

Em vez de:

Os alunos foram advertidos pelo mau comportamento. Caso o mau comportamento volte a acontecer, os alunos serão suspensos

Elisão
Exemplos:

[Eu]
Narrei uma história para minha filha.

Ele corria
[e estava]
feliz.
Conjunção
Tomei café
e
sai.
Quando
as férias chegarem, viajaremos.
Não fui à aula
porque
choveu.
Ela gritou tanto,
que
ficou rouca.
Se
não chover, irei à praia.
Viemos aqui
para que
eles ficassem sossegados.
Os funcionários recebiam
à medida que
saíam.
Coesão Lexical
Coesão
Lexical
Substituição
Referência
endofórica
Segundo Oliveira (2011), coesão lexical é o vínculo textual baseado na relação e seleção dos termos lexicais articulados,termos esses retomados literalmente.
Exemplos:

Lucinha estava na
poltrona
do cinema, esperando o filme começar, quando, no
assento
ao lado, uma idosa desmaiou. (Hiperônimos)

O
presidente do Palmeiras
afirmou que o time tem todas as condições para ganhar o campeonato. Segundo o
dirigente
, com 'Miudinho' na zaga, o gol palmeirense será impenetrável. (Sinônimos)
CONHEÇA A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL. Disponível em: <http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/10/conheca-biblioteca-digital-mundial.html>. Acesso em: 03 nov. 2011, 14: 00.

KOCH, I. V. A coesão textual. 12ª ed. São Paulo: Contexto, 1999.

KOCH, I. V.; TRAVAGLIA, L. C. Texto e coerência. 11ª ed. São Paulo: Cortez, 2007.

OLIVEIRA, M. R. de. Linguística Textual. In: MARTELOTTA, M. E. Manual de Linguística. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2011.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ELETRÔNICAS
A coerência trata da possibilidade, e mesmo da necessidade, de atribuição de sentido às produções textuais, condição básica para que essas produções sejam entendidas e assumidas como tais (OLIVEIRA, 2011).
Em princípio, não há textos totalmente incoerentes;
É possível alguma incoerência localizada em textos escritos, que, numa atividade de reescritura ou releitura, pode ser superada;
As aparentes incoerências de textos falados se resolvem, em geral, no contexto situacional, nas condições comunicativas específicas da interação.

Domínio Linguístico;

Domínio Pragmático;

Domínio Extralinguistico
Para se chegar à coerência deve-se fazer uso de alguns domínios, são três deles :
Coerência
Conhecimento Linguístico
Conhecimento de Mundo
Conhecimento Partilhado
Inferência
Fatores Pragmáticos
Situacionalidade
Intencionalidade
e
Aceitabilidade
Informatividade
Focalização
Intertextualidade
Relevância
Produtor
Texto
Receptor
COERÊNCIA
Disciplina: Leitura e Produção de Texto I
(
...) é interessante lembrar ... voltando ao estudo, assunto (...)
(digressões)
Temporalidade
Causalidade
Consequência
Condição
Finalidade
Proporcionalidade
Aditividade
DEFINIÇÃO
Permite estabelecer relações significativas específicas entre elementos e orações do texto.





Constituintes de natureza adverbial ou de função relacional, como conjunções e preposições, prestam-se especialmente a esse tio de articulação.
Está todo mundo reprovado.

A professora disse
: "está todo mundo reprovado".
Pelé
hoje é comentarista esportivo.


- Você vai a aula amanhã?
-
Os ônibus estarão de greve
.
João tem um CrossFox. ( João tem um carro)

João tem um CrossFox. (João tem carteira de motorista)

Você sabia que o João parou de fumar? (A pergunta é feita com o propósito de censurar o interlocutor)

Pedro tem um
grilo
. Alimenta-
o
todos os dias.
"Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer
(...)"

Monte Castelo - Legião Urbana
"Se você ainda tem dúvidas sobre o que fazer na sua formatura, pode apostar em Porto Seguro! É incrível que todos os seus amigos estejam lá, fazendo parte da melhor semana. Isso sem falar nas pessoas legais que você conhecerá!"
Vejamos os exemplos que seguem:
Um aluno que está no pátio e olha para o colega que está saindo de carro grita:
- Tem carona?
(Obviamente, a pessoa que está ao volante entenderá que a pessoa que gritou
quer realmente uma carona).

Se alguém desconhecido que está passando pela calçada pede para alguém que
nunca viu:
- Moço, você tem um cigarrinho?
Van Gogh
Girassóis -
Colóquios
O discurso narrativo dos mitos indígenas
Prof. Dr. João da Silva
5.ª feira, 20-10-1988
14 horas
Auditório III
Coesão textual: pressupostos teóricos
Quando o referente está fora do texto
Quando o referente se acha expresso dentro do texto. A referência, ou
remissão, pode ser feita para trás ou para frente
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