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De 1888 a Pior

Seminário de Daniel Silveira no Congresso MV - 21.04.2016
by

Daniel Silveira

on 26 April 2016

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Transcript of De 1888 a Pior

De 1888 a Pior
Depois da Conferência Geral de Minneápolis, entra O.A.Olsen na presidência da AG, substituindo a Butler que reununciou. Olsen era considerado alguém que tinha aceito a nova luz de 1888, que na verdade era velha luz em novos engastes.
"Em um dos encontros, como de costume no final se abriu espaço para testmunhos de louvor, e a congregação se levantou em massa. Olsen pediu para pastores irem à nave para receberem os testemunhos, e assim houve 15-20 pessoas falando ao mesmo tempo. 'E apesar de isso se parecer confusão, não houve confusão, mas o espírito de louvor foi ouvido por toda a tenda como uma só voz'".
O.A.Olsen a EGW 28.9.1982.
Olsen estava feliz com esses progressos, mas compartilhou sua procupação com Ellen White: “O que me deprime é o estado do ministério (pastores). Me sinto muito angustiado pelo fato que o povo está bem mais avançado que o ministério.” Ele se referia especialmente a Uriah Smith (redator-chefe da Review and Herald), que não atendeu às reuniões.”

O.A.Olsen a EGW 28.9.1982.
Smith mais tarde iria condenar os reavivamentos como o resutlado de excitamento, extremismo e fanatismo.

George Knight, falando sobre sua motivação de escrever sua biografia de Jones entitulada “De 1888 à Apostasia”, diz: “Fiz meu melhor para demonstrar que Jones era esdrúxulo de início ao fim ... O ponto que quis transmitir era que em todo o período de heroísmo de Jones, ele estava manchado por sérios traços de caráter, apesar do apoio de Ellen White.”


O Pr. Wayne Willey, comentando esta biografia de Jones escrita por Knight, diz: “Ao lr o livro de Knight, logo percebi que ele decidira escrever uma biografia interpretativa, em vez de objetiva. O propósito polêmico de Knight fica evidente pelo uso abundante de termos preconceituosos como apostasia, anarquia, extremista, e panteísmo. Jones é retratado como tal extremista que o leitor irá se retrair de tudo o que leva seu nome ou mostre a menor semelhança com seus ensinos. Knight não dá uma resposta satisfatória de como tal extremista ou anarquista conseguiu se tornar um dos mais proeminentes líderes do adventismo por 15 anos.”
Spectrum, vol. 19. n. 3, fevereiro de 1989, 61.
Knight tenta estabelecer a Jones como o instigador do movimento da carne santa no adventismo da virada so século. A cena de Jones e Prescott chorando de alegria supostamente é parte da evidência provando tais asserções
. A.T.Jones, Point Man on Adventisms Charismatic Frontier, p. 193.
“O tempo de teste está sobre nós, pois o alto clamor do terceiro anjo já começou na revelação da justiça de Cristo, o redentor que perdoa os pecados. Esse é o começo da luz do anjo cuja glória irá encher toda terra.”
Review and Herald 22.11.1982.

Em contraste, para George Knight sugere que Mt 24.14 se cumpre também com o evangelho evangélico sendo pregado. Um evangelho que não prega a validade da lei e muito menos a libertação do pecado.
Revista Adventista abril 2001, CPB, p. 6.
Como vissem que o núcleo da resistência em Battle Creek estivesse decidido a não aceitar a nova luz, o trio EGW, Jones e Waggoner saíram para as igrejas e campais a pregar, e se seguiam um reavivamento após o outro. O presidente Olsen também ia pregar em tais campais. Em 1892 ele escreveu que ele nunca estivera “em um encontro onde o poder de Deus fosse tão manifesto”, e acrescentou que “não houve excitamento” e disse que vários pastores atenderam aos apelos.

O.A.Olsen a E.J.Waggoner, 17 de outubro de 1892
Ellen G White Estate, Loma Linda Branch Office.
Houve um dramático reavivamento no colégio de Battle Creek, com 30 batismos, mas foi rotulado de mera excitação por Uriah Smith e outros.
Dissertação de Gilbert M Valentine sobre Prescott, Andrews University, p. 147 e 148.
Nesse mesmo mês Ellen White explica a razão para a resistência no coração da obra: "No tempo do alto clamor do tereiro anjo, aqueles que estiveram em certa medida cegados pelo inimigo, que não se recuperaram totalmente dos ardis de Satanás, estarão em perigo, porque será difícil discernir a luz celestial, e estarão inclinados a aceitar falsidade. Sua experiência errônea irá colorir seus pensamentos, suas decisões, suas resoluções, seus conselhos. As evidências que Deus tem dado não serão evidência para aqueles que cegaram seus olhos escolhendo as trevas em vez de luz. Depois de rejeitar luz, eles darão origem a teorias que chamarão de 'luz', mas que o Senhor chama de 'faíscas de suas próprias labaredas' pelas quais eles irão direcionar seus passos."
Ellen White em 1888 Materials, 1079.
Para a ocasião da CG de 1893, Ellen White escreveu 200 páginas à partir da Austrália. Haskell comentou que no evento foi apresentado mais conteúdo de EGW do que se ela estivesse presente em pessoa.
O erro mais básico na adesão de Jones aos escritos de Ellen White nos anos 1980 foi sua posição sobre sua relação com a Bíblia. Na CG de 1893 ele usou passagens de suas obras como 'texto' para fundamentar alguns dos seus sermões, uma prática que ele aprovava quando se prega para 'seu próprio povo' mas não quando falando a não-adventistas. Quatro anos mais tarde ele iria se referir à Sra. White como a 'Palavra'. Na CG de 1893 houve muita pregação dos escritos de Ellen White.

George Knight em 1888 to Apostasy, 230.
A expressão ´texto´ é usada mais de 500 vezes nos escritos de Jones, e se refere a qualquer tipo de autor, até do próprio papa.

Sobre chamar Ellen White de a “Palavra”: A própria profetisa usa o termo para seu escritos:

“Fui instruída que havia uma desconsideração tão manifesta da Palavra de Deus dada nos testemunhos de Seu Santo Espírito, que o Senhor iria virar e revirar, visitando Battle Creek com seus juízos”
PM, 72 e 173 e também 17MR, 229 e T5, 98.



Para tentar reverter a Jones de sua apostasia, em 1908, Ellen White lhe recomendou ler seus próprios sermões sobre a validade dos Testemunhos, feitos em 1893 e 1897
9MR, 278
.

Aparentemete Ellen White, autoritativamente inspirada, viu algo nos sermões de Jones de 1893 e 1897 que o evidentemente precon-ceituoso George Knight não enxergou.
Escritores da nova teologia, como Desmond Ford, Burt Haloviak, George Knight e Woodrow Whidden nos dizem que foram Jones e Waggoner que trouxeram confusão à igreja.
Ela escreveu a Haskell: “Se ouve a voz do Salvador: 'Eis que pelos meus mensageiros delegados estou à porta e bato." Você deixará Ele entrar?”

Carta 30a, 5.9.1892.
Assim como o ódio por Jones há 120 anos levou pessoas a desmoralizá-lo, Knight tenta colocar a Jones no saco dos movimentos fanáticos de santidade do mundo evangélico:
Knight obviamente não dá a referência para essas alegações e parece esperar que seus leitores aceitem de mão beijada suas palavras. Mas uma leitura objetiva do Boletim da CG de 1893 revelará que a referência que Jones fez a Hannah Smith foi tudo menos promocional. E Jones nada tinha que ver com a propaganda que a Review fez em 1896, que foi na época em que Uriah Smith era editor. O livro de Hannah nunca foi divulgado nos anos em que Jones foi editor da Review, de 1897 a 1901, o que Knight não menciona.
Em
1888 to Apostasy
, Knight faz uma acusação semelhante: “Em 1898 Jones também indicou que ele esteve estudando o movimento de Keswick (o principal grupo de santidade da Inglaterra), e as ideias de Frederick Meyer por dois ou três anos” p. 168.

Veja por você mesmo se a referência de 1898 que Jones fez ao movimento de Keswick é de natureza a endossá-lo, como Knight sugere, ou condená-lo:
“Muito se tem dito acerca do que se chama de o movimento de Keswick em
Christian Living
. Se chama assim porque se originou em Keswick, Inglaterra. ... Nós o estivemos observando por dois ou três anos, e estudando o que seus principais expoentes dizem que ele é. ... Todas essas ênfases de ‘movimento especiais’, ‘vida cristã mais elevada’, etc. etc., revela um mal-entendido fundamental o que a vida cristã realmente é.”
Review and Herald, 15.03.1898, p. 172.
Herbert Douglass discorda da ideia de Knight de que a mensagem de Jones veio do livro de Hannah Smith:

“Ademais, suas [Ellen White] mensages claramente demonstraram que essa ‘preciosa mensagem’ [a de Jones e Waggoner] não foi um mero upgrade de um acento metodista do século 16, como representado por
The Christian’s Secret of a Happy Life
.”

Mensageira do Senhor, capítulo 18 Criste Teológica. MOL 197.1
Em 1893 Jones fez uma série de 24 palestras, que aliás estão à venda em ingês sob título
The Third Angels Message
. Knight comenta: “Jones estava em sua melhor fase de auto-confiança em 1893” olha aqui a dimensão horizontal de formiga: em vez de reconhecer que estava cheio do Espírito, ele enxerga uma mera auto-confiança em Jones. “Durante a conferência, ele claramente comunicou àqueles que se lhe estavam opondo que ele tinha os fatos ... Um homem que enxergava as coisas em termos de preto e branco, Jones não foi gentil em lembrar os outros que ele estava certo e eles errados. Essa abordagem, claro, não era o jeito mais diplomático de ganhar de seus inimigos.”
1888 to Apostasy, 94.

Knight parece ter passado por alto o fato que Jones era só um dos vários que apresentavam a mensagem a Laodiceia, o que estava de acordo com o conselho de Ellen White dados antes das reuniões. Os que verdadeiramente se arrependeram nas reuniões de 1893 não parecem ter sentido qualquer ataque “veemente” de Jones, deixando de mencionar isso em suas cartas de confissão.
Ellen White, pelo contrário, recomenda a leitura dos sermões de Jones de 1893 e 1897. Tendo recebido as cópias do
Bulletin
de 1893, Ellen White declarou que nele encontrou “um grande banquete de leitura” nos sermões diários. De fato, as mensagem dadas foram de tal natureza que anos mais tarde, ela foi “instruída a usar esses discursos impressos no General Conference Bulletin de 1893 e 1897.”

É possível que o mensageiro celestial que instruiu Ellen White estivesse inconsciente do que nossos historiadores modernos parecem tão dispostos a encontrar nos sermões de Jones?
Satanás vê que está perdendo terreno e, temendo por sua própria existência, faz alguns lances certeiros:

Incita Stanton e Caldwell a chamar a IASD de Babilônia, e imprimem um folheto entitulado “O Alto Clamor” dizendo para as pessoas saírem dela. Distribuição ampla, também um para cada delegado da CG de 1893.


“Quando os estudantes da escola foram para seus jogos e partidas de futebol, quando ficaram absortos nos divertimentos Satanás viu que era uma ocasião propícia para entrar em cena e tornar sem efeito o Espírito de Deus moldando e usando o instrumento humano.”

Carta a Uriah Smith, 30 de novembro de 1893, 1888 Materials, 1210-1212.
À venda em port. em
congresomv.org/iage
Ellen White previu que Jones iria ser vencido pela tentação, como de fato aconteceu. Ele e Prescott aceitaram Anna Rice como outra profetisa, mas depois reconheceram o erro e se retrataram.

Ellen White escreveu em 1892: “Caso os mensageiros do Senhor, depois de ficarem erguidos tão bravamente pela verdade para o tempo, caiam em tentação, e desonrem Aquele que lhes deu seu trabalho, seria isso uma prova que a mensagem não é verdadeira?” Sua resposta é enfática: “Pecado por parte do mensagero de Deus alegraria Satanás, e os que rejeitaram o mensagero e a mensagem triunfariam.” Mas ela também indicou sobre quem uma grade parte da culpa recairia: “Tenho profunda pena de coração porque eu vejo quão prontamente várias mentes passam por alto o bem que foi feito por eles nos últimos poucos anos e não veem evidência que Deus está trabalhando por essas instrumentalidades. Eles estão à caça por alguma coisa que condenar.”
Carta a Olsen 1.9.1892.
1888 Materials, 105 e 1026
George Knight diz: “Logo depois de Jones ter aceitado o ministério de Rice em 1892, Ellen White apareceu com sua citação dizendo que o alto clamor já começou. Era natural que Jones reconhecesse as visões de Anna Rice à luz desta citação e concluísse que a chuva serôdia começara.”
Angry Saints, 126.

Mas acontece que a citação de Ellen White foi escrita e lida antes de Jones se encontrar pela primeira vez com Anna. Olha o malabarismo deshonesto que Knight teve que fazer para colocá-la antes:

Em 1987 Knight escreveu que o encontro foi “na segunda metade de dezembro de 1892”.
De 1888 à Apostasia, 108.
Dois anos mais tarde, ele disse que foi “lá para o final de 1892”
Angry Saints de 1989, 124.
Quase uma década mais tarde, ele faz um ajuste ainda maior descrevendo a data da viagem de Anna Rice para se encontrar com Jones. “Na segunda metade de 1892 ela viajou da costa oeste a Chicago para se encontrar com Jones para determinar se ela era uma profetisa verdadeira.”
A User-friendly Guide to the 1888 Message, de 1998, 125.

Que licensa Knight tem para uma deshonestidade tão descarada reescrevendo a história do advenismo? Será que há outros lugares onde ele foi deshonesto tentando re-projetar nossa história adventista
Jones cria que a profecia de Joel 2 implicaria que houvesse novos profetas no final dos tempos (Boletim da CG 5.2.1893), da mesma forma que Knight sugere isso (www.adventistreview.org/2000-1546/devil.html).

Por que então Knight desce a lenha em Jones por ter crido no ministério de Rice no seu princípio? Ellen White mais tarde iria alertar Jones a não fazer uma interpretação tão ampla dessa profecia, pois nem todos que profetisam necessariamente exercem a função de um profeta.
Jones leu a carta de EGW onde ela lhe diz que as visões de Rice eram espúrias. Ele acatou na hora e ainda no correio leu a carta para seu companheiro. Sábado leu trechos dessa carta à congregação em Battle Creek
Carta de 14.1.1894, 14MR, 200 e 201

Olsen relata que quando ele recebeu a carta, Jones chorou como uma criança
Carta de Olsen a Ellen White, 29.3.1894
Mas Bill Knott também desenha um estereótipo de Jones quando escreveu na Adventist World de Junho de 2013 p. 6: “a mente desse homem que não percebia os vários tons de cinza, estava sempre disposta a ser aconselhada por qualquer um chamado White”.

Por que há uma inclinação tão grande de pintar Jones em cores escuras? Para bom entendedor isso é uma recomendação do conteúdo de Jones!
Ellen White, apesar de negar a autenticidade de Rice como profetisa, até certo ponto justifica a Jones: “Esses irmãos são os embaixadore de Deus. Eles foram rápidos em captar os luminosos raios do Sol da Justiça, e responderam impartindo a luz celeste a outros. Se eles temeram recusar o que trazia a aparência de ser luz, se eles foram com demasiada sede ao pote do que se demonstrou ser enganoso, acreditando se tratar do conselho de Deus, deveria alguém ter a disposição de achar mal, de criticar ou reclamar, quando agora eles reconhecem que de fato não foram tão cuidadosos como deveriam ter sido em distinguir a tendência de um testemunho que tinha a aparência de ser divino?”
1888 Materials, 1242.
A própria Anna Rice e os outros Rice aceitaram
a reprimenda de Ellen White. Glen Baker relata: “Imediatamente as supostas visões pararam. Ela mais tarde se tornou uma fiel obreira bíblica, servindo a denominação por vários anos.”
Sobre o espírito ardente de Jones que Knight tanto aponta como sendo uma aberração carismática (
Wounded, 51
), Ellen White diz:

“Nós precisamos desses elementos ardentes; porque nossa obra não é passiva, nossa obra é agressiva”
1888 Materials, 1246-1247.
Falando sobre a chuva serôdia, Ellen White diz: Quando almas têm sede por Cristo e buscam se tornar um com Ele, então aqueles que estão contentes com a forma de piedades exclamam “cuidado, não vá a extremos”
1888 Materials em algum lugar entre o 1249 e 1255.
Mas infelizmente é isso que Knight tem feito com Jones pelas últimas décadas. O chama de excitável, entusiasta, diz que tinha o perene problema do extremismo, que foram enganados, não eram guias inteiramente confiáveis em 1893, etc.

From 1888 to Apostasy, 100 e 101. Angry Saints, 126 e 127, A Search for Identity, 109, A User-Friendly Guide to the 1888 Message, 128.
Não queremos lançar na lama as pesquisas feitas pelos historiadores modernos, subestimar as pressões que os líderes enfrentam, nem julgar as intenções deles ou deixar de reconhecer nossas próprias fraquezas.
Olsen, presidente da AG, apesar de supostamente ser a favor da mensagem de 1888 e endossar aos dois mensageiros, lutava de forma velada contra Waggoner:
Já historiadores modernos como Froom, Arthur White e Knight, como era de se esperar, pintam a presidência de Olsen em tons rosados, assegurando que ele apoiava os dois mensageiros. “De fato, como comentamos várias vezes, as administrações da Associação Geral de Olsen (1888-1897) e Irwin (1897-1901), fizeram tudo que estava em seu poder para colocar a Jones e Waggoner na linha da frente do adventismo de 1889 até o final do século.”
Knight em A User-Friendly Guide to the 1888 Message, 145-150.
Em 1896 Ellen White escreveu o seguinte, o que só foi publicado em 1952:

“Uma indisposição de abrir mão de opiniões preconcebidas, e de aceitar essa verdade, estão na base de uma boa porção da oposição manifestada em Minneápolis contra a mensagem do Senhor pelo irmão Waggoner e Jones. Excitando tal oposição, Satanás foi bem-sucedido em enxotar de nosso povo, em grande medida, o poder especial do Espírito Santo que Deus anelava impartir-lhes. O inimigo os impossibilitou de obter a eficiência que poderia ter sido sua levando a luz ao mundo [chuva serôdia], como os apóstolos o proclamaram depois do dia do pentecoste. A luz que deve iluminar toda a terra com sua glória [alto clamor] foi resistida, e pela ação de nossos próprios irmãos ela foi em grande proporção manida longe do mundo.”
Carta de EGW a Uriah Smith, carta 96, 5 de junho de 1896, 1888 Materials, 1575.
Apesar de ter havido mudanças estruturais na CG de 1901, Ellen White lamentou: “O resultado da última Conferência Geral foi a maior e mais terrível angústia da minha vida. Nenhuma mudança foi feita. O espírito que deveria ter sido introduzido na obra como resultado desse encontro não foi introduzido porque homens não receberam os testemunhos do Espírito de Deus. Ao voltarem aos seus diversos campos de trabalho, eles não caminharam na luz que o Senhor fez brilhar sobre sua trilha, mas introduziram em suas obras os princípios errados que tem prevalecido na obra de Battle Creek. 13MR, 122 e 123.
Objetivos do
Seminário
A Spark in the Dark, Adventist Currents, abril de 1988, p. 43.
Uma avaliação desonesta dos nossos erros do passado como povo, só dará continuidade à nossa cegueira laodiceana.
Esse livro, contrário à afirmação de Knight em seu prefácio, não é uma revisão fundamental de sua primeira biografia de Jones, mas o mesmo em novo embrulho e com a agenda adicional de revelar “sua personalidade e crença carismática” p. 9.
60-70 funcionários do Battle Creek Sanitarium participaram das reuniões de reavivamento, mas J.H.Kellogg achou que se tratava e um tempo muito excitante e sensacionalista.
J.H.Kellogg para W.C.White em 17 de julho de 1893 em Manuscripts ad Memories of Minneapolis, 264 e 265.
George Knight insinua que a culpa foi de Jones pelo uso abundante dos Testemunhos nessa CG:
Eles são bem representados por Uriah Smith, o cerne da oposição. Ellen White lhe escreveu em 1892: “As várias e confusas ideias com respeito à justiça de Cristo e justificação pela fé são o resultado da posição assumida por você para com o homem e a mensagem enviada por Deus.”
EGW a Smith 24.9.1892, 1888 Materials, 1050-1054.
"Os Adventistas do Sétimo Dia não estavam ignorantes dos desenvolvimentos do movimento de santidade. Por exemplo Jones fez referência ao livro
Christian´s Secret of a Happy Life
de Hannah Smith na Conferência Geral de 1893. O livro foi divulgado na Review and Herald (Revista Adventista), e vendida pelas duas editoras norte-americanas."
George Knight em

Ellen White´s World, p. 99.
Cinco meses mais tarde Jones outra vez condena que se vá a esse movimento, ou a Moody ou ao Exército da Salvação se inspirar, e cita o exemplo de Davi que não quis a armadura de Saul mas uma simples funda com pedrinhas.
Review and Herald, 23.8.1898, p. 540.
Muitos citam uma frase que Ellen White disse “Não condeno o simples exercício de brincar com a bola” como um 'green card' para os esportes competitivos.
Esportes competitivos no Battle Creek College

Ellen White responde fazendo a comparação com
os israelitas que na adoração ao bezerro de ouro
se levantaram para praticar jogos (ingl. play). “Assim Satanás e seus anjos estão armando suas ciladas pelas almas, e está trabalhando de uma determinada forma sobre os professores e alunos para induzí-los a se engajar em exercícios e divertimentos que se tornam intensamente absorventes, mas que são de um caráter tal a fortalecer as paixões baixas e criar apetites e paixões que irão tomar a dianteira e inibir da forma mais decidida as operaões e atuações do Espírito Santo sobre o coração humano.
Outubro de 1893 em Spalding and Magan Collection, 69 e 70
.
Anna Phillips,
Not Another Prophet,
Adventist Review, 20.2.1986, 10.
Depois que o Battle Creek Sanitarium e a Review and Herald pegaram fogo, Ellen White deixou claro que se tratava de uma punição divina: “Deveríamos tentar descobrir o que Ele quer dizer quando Ele acaba com nosso sanatório e casa publicadora”
GC Bulletin 1903, 29-31.
Ver também
Review and Herald 27 de janeiro de 1903
. Mas pouco tempo depois da Conferência Geral, em um encontro dos patrocinadores da Review and Herald, foi formulada uma declaração e lida perante o público de que esses incêndios não foram os juízos de Deus.
Review and Herald, 19 de Meio de 1903. Nota editorial.
Ellen White respondeu por carta que o reavivamento foi genuíno e que não se deveria duvidar, e que a leitura do testemunho não influenciou decisivamente a oferta. Aí aproveitou para repreender a extravagância de muitos membros em gastar dinheiro em bicicletas caríssimas para desfilar com elas. Um dos desfiles em Battle Creek contou com 250 ciclistas.
No finalizinho de 1893 houve
uma semana de oração em Battle Creek,
com um genuíno reavivamento. No final se leu um testemunho de Anna Rice e se recolheu uma grande soma em ofertas e joias das quais as pessoas se livraram. Houve 142 batismos. Mas depois dos membros ficarem sabendo que Ellen White
advertiu a Jones e Prescott que eles
foram “rápidos demais” em apoiar
os testemunhos de Anna, elas
queriam suas doações
de volta.
Lá na Inglaterra, mandaram um pastor que estava sendo influenciado por ele para a Índia.

EJW a Daniells, 24.07.1903.

Olsen acreditava que todas as decisões da AG eram corretas, já que oravam antes de tomar decisões. Washburn, que ouviu isso, comentou que isso é nada menos que o dogma da infalibilidade papal,

Washburn a EGW 10.02.1897, em Manuscripts and Memories of Minneapolis, 302 e 303
.
Ellen White deu testemunho que Olsen não estava agindo certo na Europa
17MR 216, 217

e lamentou Olsen ter tanto poder com conselheiros não convertidos ao seu lado
13MR 183
.
Primeiro, o transferiu para a Inglaterra para se livrar da influência dele nos EUA

(Carta de W.C. White a A.G.Daniells, 30.05.1902)
.
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