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O Letramento digital enquanto instrumento de inclusão social

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Leandro Veloso

on 19 March 2013

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Transcript of O Letramento digital enquanto instrumento de inclusão social

Se quisermos mudar o cenário de exclusão social do país, precisamos empregar formas de combate à exclusão em suas diversas frentes, e a exclusão digital é uma das formas de exclusão que necessita ser combatida com mais força...

A organização da educação em seu cotidiano, com seus ritos, conteúdos, práticas e processos, só encontra significado quando não só reflete a sociedade na qual se insere, mas principalmente quando é capaz de acompanhá-la em suas transformações, servindo enquanto um instrumento de ressignificação de relações, sentidos e ações pelos sujeitos neste mesmo meio social. Para ser considerado um letrado digital, primeiramente é necessário que o indivíduo seja letrado em relação ao seu idioma, possuindo o domínio dos códigos de leitura e escrita vigentes em sua sociedade para que, a partir dos mesmos, possa ter condições de manusear as TIC’s e de fazer um uso intencional das mesmas.


O letramento digital ou eletrônico refere-se ao “conjunto de conhecimentos que permite às pessoas participarem nas práticas letradas mediadas por computadores e outros dispositivos eletrônicos no mundo contemporâneo” (BUZATO apud FONSECA, 2005, p.24). O letramento digital significa o domínio de técnicas e habilidades para acessar, interagir, processar e desenvolver multiplicidade de competências na leitura das mais variadas mídias. Um indivíduo possuidor de letramento digital necessita de habilidade para construir sentidos a partir de textos que mesclam palavras que se conectam a outros textos, por meio de hipertextos, links e hiperlinks; elementos pictóricos e sonoros numa mesma superfície (textos multimodais). Ele precisa também ter capacidade para localizar, filtrar e avaliar criticamente informação disponibilizada eletronicamente e ter familiaridade com as normas que regem a comunicação com outras pessoas através dos sistemas computacionais.
(AQUINO, 2003, pp. 1-2) Inclusão digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades.
(INCLUSÃO DIGITAL, 2008) .


Inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia (...). Em termos concretos, incluir digitalmente não é apenas ‘alfabetizar’ a pessoa em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores.
(RÊBELO, 2005, p.1) ESPECÍFICOS:

Analisar a importância do letramento digital;

Distinguir as convergências entre alfabetização e letramento;

Considerar quais são os atuais desafios referentes ao letramento digital. Com o advento da tecnologia e da internet, presenciamos o surgimento de um novo tipo de excluído: o excluído digital.

Nossa atualidade exige que, além do domínio da leitura e escrita, sejamos também letrados digitais. ____________ A Importância do Ato de Ler. São Paulo: Cortez, 2001

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FREIRE, P. Pedagogia da Indignação: Cartas Pedagógicas e Outros Escritos. São Paulo:
Ed. UNESP, 2000. Num mundo em que há uma gama cada vez maior de informações circulando, no qual as tecnologias passaram a fazer parte de praticamente todas as instâncias de nossas vidas, exigindo uma flexibilidade, capacidade de não só absorção, mas principalmente de interpretação e reconfiguração dos conhecimentos, um indivíduo que não possui o domínio conceitual de seu idioma está tornando-se um excluído social.

O Letramento digital é um processo o qual está se tornando necessário expandir cada vez mais em nosso momento atual; num contexto de mudança social, em que as tecnologias, principalmente as TIC’s, a cada dia ocupam espaços em todos os setores da sociedade, não há como deixarmos de lado a questão de que o não-domínio das linguagens digitais já está gerando um novo tipo de excluído: o digital. Para acompanhar esses aprendizes audaciosos da geração digital, o professor também tem que mudar seu perfil e sua prática pedagógica. O mestre agora precisa ser:

Pesquisador, não mais repetidor de informação;

Articulador do saber, não mais fornecedor único do conhecimento;
Gestor de aprendizagens, não mais instrutor de regras;

Consultor que sugere, não mais chefe autoritário que manda;

Motivador da ‘aprendizagem pela descoberta’, não mais avaliador de informações empacotadas a serem assimiladas e reproduzidas pelo aluno.
(XAVIER, 2006, p. 03) POSSIBILIDADES EDUCACIONAIS E INCLUSIVAS DO
LETRAMENTO DIGITAL Este novo letramento [o digital] considera a necessidade dos indivíduos dominarem um conjunto de informações e habilidades mentais que devem ser trabalhadas com urgência pelas instituições de ensino, a fim de capacitar o mais rápido possível os alunos a viverem como verdadeiros cidadãos neste novo milênio cada vez mais cercado por máquinas eletrônicas e digitais.
(XAVIER, 2006, pg.01)


Formar cidadãos preparados para o mundo contemporâneo é um grande desafio para quem dimensiona e promove a educação. Em plena Era do Conhecimento, na qual inclusão digital e Sociedade da Informação são termos cada vez mais freqüentes, o ensino não poderia se esquivar dos avanços tecnológicos que se impõem ao nosso cotidiano.
(PEREIRA, 2007, p13) LETRAMENTO DIGITAL:
CONCEITUAÇÕES E PRESSUPOSTOS TEÓRICOS Lévy conceitua letramento digital enquanto :

um conjunto de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço, como sendo um novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores.
(1999, p.17). O que está implícito aqui é que não basta apenas disponibilizarmos o acesso aos recursos tecnológicos para a população, mas, acima de tudo, é necessário oferecermos condições efetivas para que essa população tenha condições de usabilidade e proveito desses recursos. No contexto social atual - intitulado de Sociedade do Conhecimento ou de Sociedade da Informação (CASTELLS, 1993) - da mesma forma que os contextos que o precederam, exige um perfil específico de indivíduo, no caso em questão, um indivíduo que seja capaz de viver inclusivamente nesta nova configuração social.

Quem não puder acompanhar o ritmo dessas mudanças e tomar parte nelas poderá ficar à margem dessa sociedade.

Na Sociedade do Conhecimento, em que as TIC’s e as mídias de uma forma geral se fazem cada vez mais presentes na vida dos indivíduos, vemos surgir um novo tipo de excluído: o excluído digital.

Excluído digital é quando a pessoa não possui o domínio, ainda que mínimo, dos conhecimentos que são necessários para que possa interagir em sociedade a partir do emprego das TIC’s. CONTEXTUALIZANDO… GERAL:

Analisar a importância do letramento na sociedade atual, mais especificamente do letramento digital ou eletrônico como instrumento de inclusão social e democratização do conhecimento. O estudo em foco, tem como fundamentação metodológica a Análise de Conteúdo (BARDIN, 1977).

Enfatiza, inicialmente, a abordagem da inclusão digital, as distinções e convergências entre alfabetização e letramento, destacando que, na nossa sociedade do Conhecimento ou da Informação (CASTELLS, 1993), o processo de ensino-aprendizagem tem de estar focado na preparação do indivíduo que não apenas compreenda, mas interaja no meio em que vive, construindo conhecimentos a partir do manuseio das TIC’s - Tecnologias da Informação e do Conhecimento. LETRAMENTO

Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto cuja escrita e leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno. O analfabetismo tem sido um dos grandes problemas sociais da atualidade.

Pessoas de diferentes classes sociais que, por alguma razão, não conseguiram frequentar a escola, são postos à margem da sociedade e excluídos por não poderem interagir da mesma forma que as demais. 1) O que é o excluído digital? 2) Por que ele existe? 3) O que é inclusão digital? 4) O que temos visto nas escolas a respeito disso? 5) O que temos visto na sociedade a respeito disso? 6) Existe, realmente, a escola digitalmente inclusiva em todos os seus pressupostos? 7) Os profissionais da educação recebem preparo suficiente para desarticular esta exclusão? 8) Os profissionais da educação também podem ser considerados analfabetos digitais? 9) Ser alfabetizado significa ser letrado? 10) É possível existir analfabetos digitais em nossa sociedade contemporânea? 11) Quais as habilidades que o professor desta nova "geração net" precisa ter? O LETRAMENTO DIGITAL ENQUANTO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL E DEMOCRATIZAÇÃO DO CONHECIMENTO: DESAFIOS ATUAIS

Autoras:
Verônica Danieli Lima Araújo
Raquel Elza Oliveira Glotz

Universidade Metropolitana de Santos (Unimes)
Núcleo de Educação a Distância


2009 LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO Nessa perspectiva, o uso das TIC’s na educação aponta para uma redemocratização da escola, para uma ampliação do seu raio de ação e, também, para uma maior inserção dos seus sujeitos, o que sem dúvida é um recurso válido no combate à exclusão social e na transformação da escola em um instrumento de inclusão digital.

O ser letrado, conforme Morais e Albuquerque (2004) e Soares (2006), se constrói não num único período letivo, como costumeiramente acontece com a alfabetização na organização escolar, mas, sobretudo, mediante as diversas e infindáveis experiências culturais dos sujeitos com práticas de leitura e de escrita que estes tiveram oportunidade de viver, antes mesmo de iniciarem sua educação formal. O PAPEL DA ESCOLA DIGITALMENTE INCLUSIVA A educação escolar precisa compreender e incorporar mais as novas linguagens, desvendar os seus códigos, dominar as possibilidades de expressão e as possíveis manipulações. É importante educar para usos democráticos, mais progressistas e participativos das tecnologias, que facilitem a evolução dos indivíduos.
(MORAN, 2006, p.36)


as tecnologias garantem às escolas a possibilidade de se abrirem e oferecerem educação para todos, indistintamente (...). O uso intensivo das mais novas tecnologias digitais e das redes transforma as dimensões da educação e dá à escola ‘o tamanho do mundo.’
(KENSKI, 2007, p. 124) Significa não apenas saber como utilizar as tecnologias digitais, mas entrar em contato com elas de maneira significativa, entendendo seu uso e possibilidades em nossa vida em sociedade. Consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação. Mestrado Profissional em Educação – MPE

Tecnologia e Formação Docente

Profª. Dr. Patrícia Vasconcelos Almeida

Discentes:
Cássia Batista
Elizabeth Ferreira
Leandro Veloso
Wanius Carvalho
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