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Suicídio: Causas e Consequências

Trabalho de Conclusão de Curso - Psicologia 2008/2012
by

Luana Santana

on 16 October 2012

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Transcript of Suicídio: Causas e Consequências

Suicídio: Causas e Consequências Objetivo Geral Investigar as possíveis causas que podem levar ao suicídio e fazer um levantamento das conseqüências e impacto social ocasionado pelo ato suicida. 1.Descrever as características do suicida,

2.Identificar os fatores psicológicos, biológicos e sociais nos casos de suicídio,

3.Identificar os riscos de suicídio em pessoas com transtorno depressivo

4. Realizar o levantamento do impacto social causado pelo suicídio. Objetivo Específico: UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE ITUIUTABA
CURSO DE PSICOLOGIA Suicídio: Causas e Consequências Aluna: Luana Maíra Santos Santana
Orientadora: Maria Tereza Funk Espir 1.Suicídio

2. Suicídio no Âmbito Social

3.Transtorno Depressivo

4. Suicídio e Depressão Fatores de risco: “um ato deliberado, iniciado e levado a cabo por uma pessoa com pleno conhecimento ou expectativa de um resultado fatal.” (O. M. S. , 2001) 1.Ideação
2.Plano de suicídio
3.Busca de métodos e condições para o suicídio
4.Ação de suicidar Sexo
Idade
Método
Região
Estado Civil
Saúde Física
Saúde Mental Èmile Durkhem
(1982) Egoísta

Altruísta

Anômico

Fatalista História Objetivo Geral Referencial Teórico 1.Egoísta

2.Altruísta

3.Anômico

4.Fatalista Èmile Durkhem (1982) Grécia Antiga

Romanos

Cristãos Romanos

Igreja Católica

Idade Média e Modernidade

Século XX História O suicídio é um dos direitos fundamentais do ser humano, mas o fato de ser direito não o faz ser desejável. AUTO-ESTIMA MUITO BAIXA

PESSIMISMO

REDUÇÃO DE MOTIVAÇÃO

GENERALIZAÇÃO DAS ATITUDES NEGATIVAS

EXAGERO DA SERIEDADE DOS PROBLEMAS

PROCESSOS COGNITIVOS LENTOS Sintomas: Suicídio e Depressão: Metodologia: Apresentação e Análise dos Dados: O suicídio envolve fatores sociais, psicológicos, biológicos.

O suicídios está intimamente relacionado com a qualidade de vida social do indivíduo.


O número de suicídios efetivados em Ituiutaba está dentro do esperado.

Há necessidade de desenvolver um projeto voltado a priori para a saúde mental.

Qualquer pessoa pode vir a comenter suicídio.

É possível diagnosticar, tratar e acompanhar casos de tentativas de suicídio.

A atenção deve estar voltada para a prevenção.

Necessidade de novas pesquisas. Considerações Finais: 80% dos pacientes suicidas estão deprimidos. Sintoma
Resultado
Ação
Tratamento
Prevenção Pesquisa exploratório-bibliografica

Levantamento de dados estatísticos
(Instituto Médico Legal)

Entrevista padronizada semi-direcionada
Dois Psicólogos
Dois Psiquiátras

Análise qualitativa Primeira Etapa: Levantamento de dados no IML Período: Janeiro a Julho de 2012

Cidades: Ituiutaba, Prata, Gurinhatã, Centralina, Canápólis, Monte Alegre, Santa Vitória, Capinopólis e Ipiaçu,

Faixa etária: 25 a 91 anos

Método mais utilizado: Enforcamento





Total de 18 suicídios nas cidades de Prata, Capinópolis, Canapolis, Santa Vitória, Centralina, Ituiutaba e Monte Alegre de Minas.

03 Suicídios em Ituiutaba: 2 envenenamento e 1 arma de fogo.

Suicídios encobertos


Segunda Etapa: Entrevista com Profissionais O índice de suicídio está relacionado com as transformações advindas da sociedade.

A sociedade desempenha papel importante nos casos de suicídios.

A saúde mental está relacionada com a qualidade de vida social.

Saúde Mental Transtorno Depressivo Intervenção Perfil Suicida A depressão é um transtorno de humor que desestabiliza os sentimentos e afetividade.

O paciente depressivo tem mais chances de cometer suicídio.

Na depressão grave as chances são maiores.

Todas as pessoas estão sujeitas ao suicídio. Qualquer pessoa pode vir a tentar suicídio.

04 D's -
Depressão,
Desesperança,
Desamparo e
Desespero.

Ambivalência,
Impulsividade e
Rigidez.

Genéticos, biológicos, psicológicos, sociais e espirituais. Formas de intevenção distintas entre os profissionais: Formação, ambiente de trabalho, abordagem.

Importância da Família

Interdisciplinaridade

...Já não sinto amor, nem dor, já não sinto nada
Socorro, alguém me dê um coração
Que esse já não bate, nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa
Qualquer coisa que se sinta
Em tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Socorro, alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada
Socorro, eu já não sinto nada, nada.... BIBLIOGRAFIA
ALVAREZ, A. O Deus selvagem: Um estudo do suicídio. São Paulo : Companhia da Letras, 1999.
BALLONE, G. J. Derpessão. Libertas Comunidade. Disponivel em: <http://www.libertas.com.br>. Acesso em: 2012.
CRP- SP. Um mundo melhor é possível: Parceria de São Paulo com o CRP-SP Combate suicídio. Jornal Psi, São Paulo, setembro/outubro 2003. 14-15.
DEL PORTO, J. A. Evolução do conceito e controvérsias atuais sobre o transtorno bipolar do humor. Revista Brasileira de Psiquiatria, São Paulo, p. 7-11, 2004.
D'OLIVEIRA, C. F. A. portal.saude.gov.br. portal.saude.gov.br, Março 2005. Disponivel em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/suicidios.pdf>. Acesso em: Maio 2012.
DURKHEIM, E. O suicídio: Estudo Sociológico. São Paulo : Editorial Presença, 1982.
FERSTER, C. B. A functional analysis of depression. American Psychologist, p. 857-870, 1973.
HOLMES, D. S. Psicologia dos Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. portal.saude.gov.br, Dezembro 2005. Disponivel em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/portaria_2542.pdf>. Acesso em: Julho 2012.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portal da Saúde. portal.saude.gov.br, 2012. Disponivel em: <http://portal.saude.gov.br/portal/saude/cidadao/visualizar_texto.cfm?idtxt=25605>. Acesso em: Junho 2012.
NETTO, N. B. Suicídio: Uma análise psicossocial a partir do Materialismo histórico dialético. www.vigotski.net, São Paulo, 2007. Disponivel em: <http://www.vigotski.net/ditebras/berenchtein.pdf>. Acesso em: Julho 2012.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Relatório Sobre a Saúde no Mundo. [S.l.]. 2001.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. CID-10 Classificação Estatística Internacional de Soenças e Problemas Relacionados à Saúde. São Paulo : Editora da Universidade de São Paulo, v. 2, 2008.
SADOCK, B. J.; SADOCK, V. A. Compêndio de Psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2007.
SAÚDE, MINISTÉRIO DA. Prevenção do Suicídio: Manual dirigido a Profissionais das Equipes de Saúde Mental. saude.gov.br, 2006. Disponivel em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_editoracao.pdf>. Acesso em: Abril 2012.
SOLOMON, A. O Demônio do Meio-dia: Uma Anatomia da Depressão. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
WERLANG, B. G.; BOTEGA, N. J.. Comportamento suicida. Porto Alegre: Artmed, 2004.

Socorro... Obrigada! Contato:
Luana Santana
e-mail: santana. psicol@gmail.com
Maria Tereza
e-mail:clinica.psico.oftalmo@gmail.com "... a morte é um aspecto particular do ser e não só do não-ser; é um certo algo e não o completo nada”. (L.S. Vigotski)
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